Da redação
Michelle Bolsonaro (PL) foi oficializada como candidata ao Senado pelo Distrito Federal. Segundo aliados, pretende contar com familiares e aliadas na campanha eleitoral devido à dificuldade de cumprir a agenda tradicional. Michelle afirmou que está “presa” junto ao ex-presidente Jair Bolsonaro, em prisão domiciliar, motivo pelo qual não conseguirá participar de todos os compromissos.
Diego Torres, irmão de Michelle, foi escolhido como seu primeiro suplente e já atuou na campanha ao ler uma carta dela durante a convenção do PL no Distrito Federal. Na ocasião, Michelle não compareceu pois estava internada para exames médicos após crises de enxaqueca. Torres terá papel central no apoio durante a corrida eleitoral.
O grupo de aliadas políticas que auxiliará Michelle inclui a governadora Celina Leão (PP), a senadora Damares Alves (Republicanos) e a deputada federal Bia Kicis (PL), esta também candidata ao Senado pelo Distrito Federal. Celina Leão relatou que Michelle demonstrou preocupação em não participar de todas as reuniões. Damares Alves se colocou à disposição para representá-la nos compromissos de campanha.
A oficialização de Michelle ocorre após crise pública com o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), candidato à Presidência da República. Desde março, Michelle articula o apoio a candidatas do PL ao Senado e a governos estaduais, entre elas Bia Kicis, Caroline de Toni, Priscila Costa e Rosana Valle, buscando influenciar as escolhas eleitorais da legenda.





