Da redação
O recente avanço da mpox no Brasil fez o Ministério da Saúde emitir alerta para moradores de Santa Catarina, Paraná, Rio Grande do Sul, São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Rondônia e Distrito Federal. De acordo com dados oficiais, há cerca de 90 casos confirmados e mais de 180 notificações suspeitas em investigação no país.
São Paulo lidera em número de registros, seguido por Rio de Janeiro e outros estados que passaram a ser monitorados com mais rigor nas últimas semanas. O Ministério da Saúde afirmou que a vigilância epidemiológica foi intensificada, especialmente em áreas urbanas, para conter a disseminação do vírus.
A mpox é uma doença infecciosa causada por um vírus da mesma família da varíola. A transmissão ocorre principalmente pelo contato direto com a pele de pessoas infectadas, especialmente em presença de lesões, secreções ou objetos pessoais. Os principais sintomas são febre, dores musculares, cansaço e erupções cutâneas, que surgem como bolhas ou feridas pelo corpo. O período de incubação da doença varia de três a 21 dias.
Não há tratamento específico aprovado para a mpox. O atendimento médico visa aliviar os sintomas e prevenir complicações, sendo recomendado isolamento até a cicatrização completa das lesões. Orientações incluem evitar contato íntimo com casos suspeitos, não compartilhar objetos pessoais e manter a higiene das mãos.
O alerta acompanha a vigilância da Organização Mundial da Saúde, que monitora surtos globalmente e orienta busca imediata por atendimento diante de sinais da doença. O Ministério recomenda acesso a informações confiáveis e atenção em caso de sintomas suspeitos.






