Da redação
O Ministério Público de São Paulo arquivou a investigação sobre a morte da americana Hilde Ann Lynn, encontrada já sem vida em um quarto do hotel Rosewood, segundo o órgão. Laudos periciais apontaram que a morte ocorreu por “tromboembolismo pulmonar em paciente com pneumonia, no pós-operatório de cirurgia plástica, sob efeito de fármacos benzodiazepínicos, antidepressivos e antipsicóticos”.
O arquivamento foi promovido pela 29ª Promotoria de Justiça Criminal, que concluiu, após análise de depoimentos de funcionários do hotel, médicos, imagens de câmeras e laudos da Polícia Científica, que não houve evidências de violência, arrombamento, luta corporal ou participação de terceiros no caso.
Exames toxicológicos e análises anatomopatológicas afastaram a hipótese de intoxicação por medicamentos como causa direta da morte, além de não identificarem interferência de terceiros. Imagens e registros internos confirmaram que Hilde permaneceu sozinha no quarto até ser localizada sem sinais vitais.
Influenciadora de arte, Hilde Ann Lynn estava no Brasil havia cerca de três semanas e realizou um procedimento estético no período. Um homem que se apresentou como cirurgião plástico da vítima informou à polícia que a turista usava drogas e chegou a ser atendida em uma Unidade de Pronto Atendimento, dias antes de ser encontrada já sem vida. No quarto foram encontrados uma garrafa de vodca vazia e comprimidos espalhados.




