Da redação
A abertura do Ano Judiciário da Justiça Eleitoral ocorreu em sessão extraordinária nesta segunda-feira (2), com participação do procurador-geral eleitoral, Paulo Gonet, e do presidente do Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), Beto Simonetti. O evento reuniu ex-ministros, advogados, servidores e servidoras do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
Durante a cerimônia, Paulo Gonet elogiou a atuação da presidente do TSE, ministra Cármen Lúcia, e destacou desafios das Eleições Gerais de 2026, especialmente relacionados ao avanço tecnológico em práticas ilícitas. “Desafios de sempre se somam ao avanço tecnológico utilizado em atividades criminosas, que se pode temer também no campo das campanhas eleitorais”, afirmou.
O procurador-geral reforçou o compromisso do Ministério Público Eleitoral para garantir um pleito pacífico. “A Justiça Eleitoral poderá, como sempre, contar com a parceria da Procuradoria-Geral Eleitoral e do Ministério Público brasileiro”, declarou.
Beto Simonetti ressaltou o significado democrático da abertura do Ano Judiciário no TSE e o papel da Corte na confiança pública. “O Brasil construiu um modelo de votação eletrônica seguro e transparente. Nele, a Justiça Eleitoral cumpre um papel insubstituível. Ela é guardiã da confiança do povo nas urnas”, destacou.
Simonetti garantiu que a OAB atuará em conjunto com o TSE para assegurar segurança, transparência e legitimidade ao processo eleitoral. Ele defendeu o combate à desinformação, à violência política de gênero e à desconfiança no pleito, afirmando: “A democracia não é obra acabada. Ela se afirma todos os dias na atuação convergente e na disposição coletiva para corrigir rumos”.





