Da redação
Lara Marina Soares Tosta, modelo do Espírito Santo, é acusada de descumprir cláusulas contratuais durante sua participação no concurso Miss Supranational 2026, realizado em julho na Polônia. Segundo laudos apresentados, Lara já tinha conhecimento de sua gestação antes do evento e teria alterado figurinos para disfarçar a barriga, alegando constipação.
De acordo com exame de ultrassonografia obstétrica realizado em 22 de abril de 2026, a gestação estava em sete semanas e um dia na data do exame. O documento, apresentado pela própria candidata, indica que ela já sabia da gravidez antes do concurso, realizado em 31 de julho.
Durante o evento, Lara solicitou a troca do biquíni previamente definido por um body, justificando desconforto e inchaço. Segundo informações, a segunda opção de traje foi encomendada por ela sem o conhecimento da equipe brasileira. A organização afirma que a candidata descumpriu cinco cláusulas do contrato, incluindo comunicação obrigatória de impedimentos e sigilo.
Após conquistar o título nacional, Lara foi afastada do posto pelo Concurso Nacional de Beleza (CNB) após a descoberta do descumprimento das regras. Ela representou o Brasil na competição internacional e ficou em terceiro lugar. Até o momento, Lara não respondeu aos pedidos de esclarecimento.



