Da redação
O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, autorizou nesta sexta-feira, 19, que a Polícia Civil do Distrito Federal colha o depoimento do ex-presidente Jair Bolsonaro. A oitiva faz parte do inquérito referente à arma de fogo apreendida durante uma blitz no início da semana na capital federal.
A pistola apreendida estava registrada em nome de Bolsonaro e foi encontrada no interior de um veículo durante a ação policial. O ex-presidente será ouvido para esclarecer as circunstâncias relacionadas à posse e ao transporte do armamento, conforme determina decisão do ministro responsável pelo caso.
Segundo apuração, a Polícia Civil do Distrito Federal já iniciou os procedimentos para agendar o depoimento de Bolsonaro. A investigação busca detalhar como a arma acabou sendo retida e se houve eventual descumprimento de normas relativas ao seu porte e transporte pelo proprietário registrado.
Ainda não há informações oficiais sobre a data em que o ex-presidente comparecerá para prestar esclarecimentos. O Supremo Tribunal Federal acompanha o inquérito, que segue sob sigilo, e eventuais desdobramentos dependerão dos depoimentos colhidos e da análise das circunstâncias pela autoridade policial.
O ex-presidente Jair Bolsonaro teve o nome envolvido na apuração devido ao registro da pistola, que foi apresentado pelos policiais durante a abordagem. Até o momento, não há indícios de ocorrência de infração penal praticada por Bolsonaro, segundo dados oficiais obtidos.
O caso foi registrado após a blitz policial realizada no início da semana, que resultou na apreensão da arma de fogo. O inquérito segue em andamento, e novas diligências poderão ocorrer conforme evolução das investigações sobre o episódio e análise dos depoimentos prestados.





