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'Não podemos aceitar esse tipo de vandalismo', diz Celina sobre ataques a ônibus


Da redação

Uma série de ataques a ônibus da empresa Urbi mobilizou forças de segurança e causou forte reação do Governo do Distrito Federal. Os atos de vandalismo aconteceram na noite de quinta-feira (15/1) e, já nesta sexta (16), a governadora em exercício, Celina Leão, afirmou que o governo não tolerará crimes desse tipo. “Nós não vamos aceitar. Essa cidade tem gestor, tem governador, tem governadora”, declarou, após contato direto com o delegado-geral da Polícia Civil do DF, José Werick.

Celina classificou os ataques como crime contra a coletividade. “É um vandalismo, um ato repudiado por nós. A Secretaria de Segurança Pública está mobilizada. Nós vamos chegar à autoria e pedir a punição. Para que isso sirva de exemplo. Ônibus é equipamento público. Um crime como esse é crime contra a coletividade”, disse.

Segundo atualização da Urbi, 57 ônibus foram danificados nas ações criminosas, que ocorreram com veículos em circulação e transportando passageiros. Pelo menos sete pessoas ficaram levemente feridas após os ônibus serem atingidos por pedras e bolinhas de gude. Os ataques aconteceram em regiões como Núcleo Bandeirante, Samambaia, Taguatinga, Recanto das Emas, Ceilândia e na via EPIA, afetando significativamente a mobilidade urbana.

Em nota, a Urbi repudiou os crimes e alertou para os riscos à população. “As ações colocaram em risco vidas de passageiros, motoristas e demais pessoas, além de impactarem diretamente a prestação de um serviço essencial à população, no exercício do direito de ir e vir”, informou a empresa, que acionou as autoridades e colabora com as investigações.

Representantes do Sindicato dos Rodoviários acompanharam o registro do caso na 26ª Delegacia de Polícia, em Samambaia Norte. A Polícia Civil do DF investiga o caso e considera a hipótese de relação com conflitos trabalhistas recentes, incluindo possível represália à demissão de funcionários da empresa.