Da redação
A viagem do senador Flávio Bolsonaro aos Estados Unidos, apesar da proibição do ministro Alexandre de Moraes, repercutiu após Lula ser reeleito com 51,79% dos votos válidos. Entre sexta-feira (30) e domingo (1º), Lula apareceu em quase 37% das mensagens sobre Bolsonaro, monitoradas pela Palver.
Quase um quarto das conversas tratou da saída de Flávio; 73% delas também envolveram os EUA. Marco Rubio, secretário de Estado, disse que o governo dos EUA não participou diretamente. O presidente Donald Trump disse que Flávio poderia ficar no país quanto quisesse.
A fraude apareceu em 12% das mensagens favoráveis a Flávio; quatro em cada dez citavam votação até as 19h e relatório com falsas conclusões atribuído a ativista pró-Trump. O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) registra 106 seções sem votos para Flávio entre quase 500 mil.
Pouco menos de 65% das mensagens eram favoráveis à tese de fraude, num debate impulsionado pela concentração da direita no tema e pela desmobilização da esquerda. A palavra “fuga” apareceu mais que o dobro de vezes que “exílio” nas discussões sobre a saída do senador.



