Da redação do Conectado ao Poder

A Torre de TV, o Estádio Mané Garrincha, o autódromo e o Teatro Nacional são apenas alguns investimentos em espaços públicos do Banco de Brasília (BRB). Além disso, na Capital Federal quando o assunto é incentivo ao esporte, não tem como negar, o BRB sempre se faz presente. É futebol masculino, feminino, vôlei, futebol de salão, basquete e até mesmo o programa de vela adaptada para crianças com deficiência mental. O banco patrocina eventos, apoia os espetáculos locais e ajuda o entretenimento da cidade.
Paulo Henrique Costa, presidente do BRB, falou recentemente em uma entrevista, que sua missão ao assumir a gestão do banco era realmente de transformar. O empresário destaca que no início de sua jornada, no período de transição, ouviu os anseios do governador, Ibaneis Rocha, para compreender qual era a real necessidade e desejos para o futuro do líder político. Ele destaca que Ibaneis queria um banco forte, presente no dia-a-dia da cidade, que fizesse diferença para economia e para o social. “Na nossa visão, não existe espaço para um banco pequeno, para um banco de nicho, para banco que atua com um produto e só um cliente, como era o caso, que atuava só em Brasília, só com o servidor, só com o consignado. Definimos a necessidade de diversificação, ou seja, nós precisamos ser um banco completo, que ofereça produtos para todos os segmentos da pessoa física, ao empreendedor, do cheque especial ao cartão de crédito, passando por seguro e banco digital”, explica.
De acordo com Paulo Henrique, o BRB também desempenha um grande papel social. Na pandemia, por exemplo, começou a aumentar a fatia de crédito habitacional, investindo no apoio a 3 programas para ajudar na economia, o Superar, Avançar e Acreditar que ajudou a beneficiar mais de 300 mil clientes entre pessoas físicas e empresas. “O que a gente quer com isso? Que as pessoas entendam o valor de ter um banco local com presença nacional, mas que valorize a cidade e que em condições normais de competição que as pessoas deem preferência ao BRB, porque nós que somos o único banco que investe de verdade na nossa cidade”, pontuou.
Para o futuro, o presidente elege como sendo uma prioridade melhorar a experiência dos clientes. Uma meta a ser alcançada é conquistar uma relação mais próxima dos empresários, mais próxima das pessoas jurídicas, dos micros e pequenos empreendedores. “Vai ser muito comum encontrar o BRB pelo país, presente, estimulando a cultura, estimulando o entretenimento, sendo reconhecido como banco não só no bolso e na cabeça dos nossos clientes, mas principalmente no coração”, destacou.
O BRB ser reconhecido entre os 10 maiores bancos do Brasil, pode ser um sonho alto, mas não distante. Paulo Henrique frisou que mais importante que estar na posição dos 10 melhores, almeja ser o banco mais eficiente, competitivo, um banco que valoriza seus clientes. Um banco que gera resultados expressivos não só no campo econômico, mas principalmente no campo social.





