

A Operação “Tie Break” da Polícia Civil do Distrito Federal, atingiu o Instituto Amigos do Vôlei.
Criada em 2006, o Instituto Amigos do Vôlei promove a inclusão social de crianças e jovens por meio do esporte. As criadoras da ONG são Ricarda Negrão e Leila Barros, atualmente senadora pelo DF. Ambas são ex-jogadoras de voleibol da seleção brasileira.
O Instituto é acusado pelo Tribunal de Contas do DF de faturar milhões de reais com gastos não comprovados.
Nas três páginas das redes sociais pertencentes a senadora Leila do Vôlei, não há nenhuma manifestação sobre o caso, que levou a polícia a vários endereços na manhã de hoje em busca de provas da malversação do dinheiro publico.
De acordo com a Polícia, o caso investigado trata-se de uma licitação, vinculada à Secretaria de Esporte e Lazer, durante a gestão passada. A ONG teria sido favorecida pelo órgão.
O valor total do contrato foi de R$ 9.952.055,14, e cerca de R$ 3 milhões deste montante não tiveram gastos comprovados, segundo o TCDF.
O Tribunal de Contas investigou o contrato e apontou irregularidades como o superfaturamento de 118% na aquisição de bolas de basquetebol, 400% na aquisição de bolas de tênis e 2.595% na aquisição de plataforma de piscina.
Nota do IAV
O Instituto Amigos do Vôlei vem a público informar que está colaborando com as investigações da Operação Tie-break. O IAV é o maior interessado em comprovar que não há débitos com o Distrito Federal e que não houve má fé dos gestores que dedicaram-se a promover a inclusão social por meio do esporte.
Atenciosamente
Instituto Amigos do Vôlei





