Da redação
Equipes especializadas realizam ações de queima prescrita em unidades de conservação do Distrito Federal durante maio e junho. Essas operações ocorrem em áreas como parques ecológicos para reduzir a biomassa acumulada. O objetivo é prevenir incêndios florestais de grande proporção, sobretudo com a aproximação do período de seca.
As atividades de queima prescrita são planejadas para este período do ano, quando os índices de umidade ainda são elevados. Segundo informações dos responsáveis, a umidade permite maior controle sobre os focos de fogo e evita que as chamas avancem além das áreas delimitadas para o manejo.
Os agentes envolvidos avaliam previamente os locais e realizam intervenções direcionadas principalmente a plantas que não pertencem ao cerrado. Após a queima, as equipes permanecem nas áreas atingidas para assegurar a extinção total dos focos e realizar o rescaldo, medida adicional para evitar o alastramento do fogo.
Na terça-feira, o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) informou que o Parque Nacional de Brasília deu início à queima prescrita na região do Poço Azul, ao longo da DF 001. A atividade começou às 10h e pode durar até 48 horas, conforme previsão oficial.
A operação é supervisionada continuamente, com agentes monitorando o processo em tempo integral. As autoridades destacam que todo o procedimento segue protocolos de segurança, visando mitigar os impactos ambientais e garantir a integridade das áreas protegidas e da população que frequenta os parques.
Dados oficiais apontam que o método da queima prescrita é uma estratégia amplamente adotada no manejo do cerrado. A técnica busca evitar incêndios descontrolados durante o período de estiagem, protegendo espécies nativas e prevenindo danos ambientais mais graves registrados em anos anteriores.




