Da redação
O antigo Macapá Hotel foi transformado para abrigar o Parque Tecnológico Foz do Rio Amazonas, espaço estruturado para receber empresas, startups, pesquisadores, instituições de ensino e organizações dedicadas ao desenvolvimento de projetos de ciência, tecnologia, inovação e empreendedorismo no Amapá. Segundo o governo estadual, as atividades do parque terão foco em áreas como bioeconomia, tecnologia, energia, turismo, mineração e economia criativa.
Conforme a Secretaria de Estado da Ciência, Tecnologia e Inovação, a seleção dos ocupantes será realizada por meio de processos seletivos e contratos específicos. Entre os eixos prioritários estão bioeconomia, sistemas agroalimentares, recursos naturais, energias renováveis, petróleo e gás, economia digital, turismo, indústria e tecnologias aplicadas à produção. O objetivo é promover um ambiente de conexão entre o conhecimento produzido localmente e o setor produtivo.
Segundo Edivan Andrade, secretário de Estado da Ciência, Tecnologia e Inovação, a iniciativa “busca contribuir para a criação e expansão de negócios, geração de emprego e renda, aumento da competitividade econômica, agregação de valor às cadeias produtivas e aproveitamento sustentável das vocações econômicas do Amapá e da Amazônia”. Lindomar Goes, presidente da Associação Brasileira de Startups, afirmou que o parque “impulsionará o desenvolvimento regional, criando um ambiente favorável ao crescimento dos negócios, à inovação, à geração de riqueza e à qualificação empresarial”.
A ocupação dos espaços ocorrerá após a conclusão de procedimentos jurídicos e administrativos para a seleção dos interessados, incluindo residentes, parceiros e usuários do parque. O projeto prevê a formação progressiva de uma rede integrada por empresas, startups, instituições de ensino e outras organizações, consolidando um ecossistema permanente de inovação e fortalecendo o elo entre pesquisa acadêmica e aplicação comercial.



