Da redação do Conectado ao Poder
Negócio de R$ 2 bilhões posiciona o BRB entre os dez maiores bancos em carteira de crédito no país, segundo o presidente da instituição

O presidente do Banco de Brasília (BRB), Paulo Henrique Costa, afirmou que a solicitação para aquisição de 58% do Banco Master atende a uma estratégia de expansão e fortalecimento da atuação nacional da instituição. A declaração foi feita em entrevista à Band TV, que foi ao ar no domingo (6). O negócio, estimado em R$ 2 bilhões, ainda depende da aprovação do Banco Central.
Segundo Costa, a transação foi motivada pela busca por uma instituição que complementasse os serviços e áreas em que o BRB ainda não possuía forte presença. “Começamos a procurar instituições financeiras que ampliassem nossa capacidade de competir. Foi assim que encontramos o Banco Master”, explicou. Com o acordo, o BRB passa a incorporar segmentos como câmbio, crédito consignado via cartão e banco de investimentos.
O executivo reconheceu que havia limitações na atuação do BRB em determinadas áreas do mercado financeiro. “O BRB não conseguiu desenvolver um posicionamento forte em nichos como mercado de capitais, câmbio e operações para pequenas e médias empresas”, afirmou. A união com o Master, segundo ele, representa uma oportunidade de preencher essas lacunas e aumentar a competitividade da marca.
Com a aquisição e a aprovação dos órgãos reguladores, o novo conglomerado bancário ocupará a nona posição no ranking nacional de carteira de crédito. “Com a operação sendo aprovada por todos os órgãos reguladores, nós teremos o nono maior banco brasileiro em carteira de crédito, completo, atuando em todos os segmentos, de pessoas físicas e jurídicas de todos os portes”, concluiu o presidente do BRB.






