Início Goiás Presos atuam nas reformas do Presídio Militar, TCM e IML em Goiás

Presos atuam nas reformas do Presídio Militar, TCM e IML em Goiás


Da redação

Reeducandos custodiados pelo sistema prisional de Goiás estão realizando serviços de reforma e manutenção no Presídio Militar, no Tribunal de Contas dos Municípios (TCM) em Goiânia e no Instituto Médico Legal (IML) de Aparecida de Goiânia. Os trabalhos acontecem a partir de convênios estabelecidos pela Polícia Penal de Goiás, com o objetivo de promover melhorias em prédios públicos.

As atividades desenvolvidas pelos presos incluem pintura, reparos estruturais, adequações elétricas, serviços de alvenaria, jardinagem, assentamento de pisos e apoio geral. Segundo informações, esses serviços ocorrem sob acompanhamento constante de servidores da Polícia Penal, responsáveis pela supervisão e vigilância durante todo o processo.

O diretor-geral da Polícia Penal de Goiás, Josimar Pires, afirmou que “essas iniciativas integram a política de trabalho prisional desenvolvida pela Polícia Penal de Goiás, que busca ampliar oportunidades de qualificação profissional, reintegração social e remição de pena, ao mesmo tempo em que contribui para a melhoria de estruturas públicas por meio de parcerias institucionais”.

No Presídio Militar, nove presos do regime fechado da Casa de Prisão Provisória (CPP), localizada no Complexo Prisional Policial Penal Daniella Cruvinel, em Aparecida de Goiânia, estão responsáveis pelas obras de reforma, previstas para serem concluídas até o dia 4 de julho deste ano.

Já na sede do TCM, em Goiânia, 28 reeducandos do regime fechado da Penitenciária Coronel Odenir Guimarães (POG), também situada no Complexo Prisional, atuam nas obras. O calendário aponta que a conclusão das intervenções deve ocorrer até o final de novembro. No IML de Aparecida de Goiânia, cinco presos do regime semiaberto estão responsáveis pelos serviços, com término esperado até o fim de julho.

As ações fazem parte dos convênios entre a Polícia Penal de Goiás e órgãos públicos estaduais, visando não apenas a manutenção e reforma das instituições, mas também a ressocialização dos detentos. Todos os trabalhos seguem o regulamento estabelecido pelos convênios e se destinam à qualificação profissional dos participantes.