Da redação
A nova Carteira de Identidade Nacional (CIN) começou a substituir o Registro Geral (RG) em todo o Brasil desde março de 2024, conforme determinação do governo federal, com o objetivo de padronizar a identificação dos cidadãos em âmbito nacional.
A emissão da CIN está sendo realizada de forma progressiva nos estados brasileiros. O novo documento traz o número do Cadastro de Pessoas Físicas (CPF) como identificador único, o que, segundo autoridades, facilita o acesso a serviços públicos e reduz o risco de fraudes envolvendo identidade.
Até 28 de fevereiro de 2032, a população pode continuar utilizando o RG atual em todo o território nacional. Após essa data, segundo as regras estabelecidas pelo governo, o documento antigo não terá mais validade para fins de identificação civil, sendo obrigatória a apresentação da CIN.
A transição gradual visa evitar transtornos à população, permitindo que os detentores do RG tenham tempo suficiente para emitir a nova carteira. Órgãos responsáveis afirmam que o processo para obtenção da CIN é gratuito na primeira via e pode ser realizado nos mesmos postos onde o RG era solicitado.
Conforme informado oficialmente, o novo modelo de identidade busca reunir os diferentes dados cadastrais do cidadão brasileiro em um único registro. A medida pretende melhorar a integração entre sistemas de segurança, previdência e programas sociais, além de alinhar o Brasil a padrões internacionais de identificação.
O RG vinha sendo utilizado como principal documento de identidade no país desde a década de 1960. A substituição gradual pelo CIN segue recomendações recentes e conta com cronograma definido até 2032. Informações detalhadas sobre solicitação e prazos estão disponíveis nos órgãos de identificação estaduais.






