Da redação
Romeu Zema, candidato do Novo à Presidência da República e ex-governador de Minas Gerais, afirmou que não pretende desistir da disputa, apesar de perder apoio dentro do partido. Segundo Zema, o voto útil no campo da direita causou a debandada de aliados para Flávio Bolsonaro.
O mineiro reconheceu que sua candidatura teve papel relevante no debate contra o que chamou de “intocáveis” do Supremo Tribunal Federal. No entanto, admitiu que a mobilização não alcançou o efeito esperado, especialmente na reta final da campanha. “Não quero ficar pelo caminho”, disse Zema.
Ainda de acordo com o candidato, a maioria dos postulantes do Novo já declarou apoio a Flávio Bolsonaro, sendo alguns desde o início da corrida eleitoral. Zema afirmou que costuma concluir os projetos que inicia e, por esse motivo, está focado na preparação para o debate da TV Globo, marcado para a noite de quinta-feira, 1º.
Conforme levantamento realizado pela pesquisa Meio/Ideia nesta quarta-feira, 30, Zema subiu de um para 3,5 por cento das intenções de voto, índice considerado dentro da margem de erro. O candidato afirmou publicamente que apoiará Flávio Bolsonaro, do Partido Liberal, em um eventual segundo turno.



