Rumo ao Buriti

jaqueline-rorizDepois da missa,  hora de fazer política

Poucos dias depois do ex-governador Joaquim Roriz trocar cumprimentos com Tadeu Filippelli, em uma missa na Catedral de Brasília, a deputada federal Jaqueline Roriz (PMN) parte para a linha de frente do tabuleiro político. Católica praticante, a deputada analisa o momento político em sintonia com as palavras do novo Papa, especialmente, no que se refere ao perdão. Sem esconder o sorriso do gesto casual ou de providência divina do pai e de Filippelli, Jaqueline faz votos para que o aperto de mãos sinalize uma reaproximação política no futuro.

Perdão

E com base no princípio do perdão, a parlamentar se prepara para tentar reunir forças políticas que estavam ligadas a Roriz no passado para disputar o Palácio do Buriti em 2014, em oposição ao governo do PT. O pedido é amplo, e busca tanto opositores declarados da atual gestão, como PSDB, DEM, PMN e PPS, quanto forças que estão sob o teto do atual governo. Além do PMDB de Filippelli, a deputada espera recuperar as composições com o PTB, PSD, PR, PTdoB e o PP. E neste sentindo declara as intenções citando os nomes de Gim Argello, Rogério Rosso,  Jofran Frejat, Paco Brito e Benedito Domingos, respectivamente.

Plenário

Hoje a deputada deverá fazer um discurso sobre esta posição no Congresso Nacional. Além de pregar a união de forças, a parlamentar também deverá falar sobre a preocupação com os pobres que norteou os governos de Roriz. O cenário político do DF está em aberto. E a família Roriz está dando passos firmes para marcar posição e com isso ser uma referência.

Fonte: Coluna Do alto da torre

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