Início Esporte Técnico da Escócia diz preferir atuar como azarão contra seleções como Brasil

Técnico da Escócia diz preferir atuar como azarão contra seleções como Brasil


Da redação

A Escócia venceu o Haiti por 1 a 0 na estreia do Grupo C da Copa do Mundo de 2026, assumindo a liderança da chave. A partida aconteceu recentemente, e a vitória elevou o moral escocês antes dos confrontos contra Marrocos e Brasil, apontados entre os adversários mais fortes do grupo.

Mesmo com o resultado positivo, o técnico Steve Clarke adotou uma postura cautelosa ao comentar os próximos desafios. Segundo Clarke, “o próximo jogo contra Marrocos vai ser o mais difícil porque é o próximo jogo”. Ele ressaltou que tanto Marrocos quanto Brasil estão entre os dez melhores do mundo, representando diferentes tipos de dificuldades.

Clarke elogiou o desempenho das próximas seleções rivais na competição. Destacou que Marrocos apresentou intenso primeiro tempo diante do Brasil, mas viu a experiência brasileira prevalecer na etapa final. “Esperamos um jogo difícil com ambos, então tentar separá-los é difícil”, completou o treinador, evidenciando respeito às próximas partidas.

A liderança momentânea do grupo não alterou a visão de Clarke sobre o papel escocês no torneio. Ele afirmou que a Escócia encara o status de “azarão” como algo confortável, especialmente diante de seleções superiores. O treinador observou: “Contra oponentes difíceis precisamos ser muito bons, nós sabemos disso. Algo na mentalidade escocesa nos deixa mais confortáveis quando somos os ‘underdogs’”.

O capitão Andrew Robertson compartilhou da confiança do grupo, reconhecendo o favoritismo do Marrocos. Ele afirmou que, ao executar seu plano, a Escócia pode competir de igual para igual com qualquer seleção. “Esse time é repleto de esperança…[e] se estivermos no nosso melhor podemos dificultar o jogo para qualquer adversário”, ponderou.

A vitória sobre o Haiti encerrou um jejum escocês de triunfos em Copas do Mundo que durava desde 1990. O resultado também abriu a possibilidade de uma classificação inédita para a fase eliminatória, cenário que anima atletas e comissão técnica antes dos confrontos decisivos.