Da redação
No debate da Band, domingo (18), Flávio Bolsonaro, candidato do PL, prometeu criar o ministério se eleito presidente. “Você que está precisando de ajuda do governo de verdade: eu vou criar o Ministério da Prosperidade, vou cuidar de você de ponta a ponta”, disse.
O termo “prosperidade” foi escolhido como um dos motes da campanha em maio. A estratégia vinculava a ideia à responsabilidade fiscal, à segurança jurídica, à promessa de bonança após o PT e à fé evangélica. O conceito pode virar política de Estado em 2027.
A Teologia da Prosperidade surgiu nos Estados Unidos em meados do século 20 e chegou ao Brasil a partir da década de 1970. A corrente protestante associa riqueza, sucesso material e saúde física à graça espiritual; em alguns templos, doações seriam investimento espiritual.
Igrejas cristãs históricas chamam a doutrina de “paganização do cristianismo” e dizem que contraria a Bíblia. Conselheiro de Flávio no segundo turno, Pablo Marçal o prepara para debates e é cotado para o ministério. O último debate será na TV Globo, sexta-feira (23).




