Da redação
Goiás registrou, em 2025, a maior renda média mensal desde 2012, superando a média nacional pelo terceiro ano seguido, conforme dados do IBGE. O rendimento médio dos moradores do estado com alguma fonte de renda chegou a R$ 3.539, representando um crescimento de 8,9% em relação a 2024.
O levantamento da PNAD Contínua também apontou que, pela primeira vez, cinco milhões de pessoas em Goiás declararam possuir algum tipo de rendimento. Em 2025, 67,2% dos residentes do estado relataram ter renda, mesmo percentual da média nacional e acima dos 66,2% registrados em 2024.
Segundo o IBGE, 51,7% da população goiana têm rendimento derivado do trabalho, acima da média nacional, fixada em 47,8%. Além disso, o estado apresentou alta nos rendimentos provenientes de aposentadorias, pensões, aluguel e programas sociais. O rendimento médio proveniente de aluguel e arrendamento praticamente dobrou, alcançando R$ 4.048, superando em 92,5% o valor do ano anterior.
O governador Daniel Vilela comentou os resultados afirmando: “Esses números refletem um trabalho sério de gestão, equilíbrio fiscal e geração de oportunidades em todas as regiões do estado. Nosso compromisso é continuar criando condições para que Goiás avance cada vez mais, reduzindo desigualdades e ampliando as oportunidades para todos”.
O mercado de trabalho goiano também apresentou fortalecimento, com o rendimento médio habitual em todos os trabalhos chegando a R$ 3.628 mensais, acima da média nacional, de R$ 3.560. Houve ainda queda no percentual de domicílios que recebem Bolsa Família no estado: em 2025, o índice foi de 11,1%, contra 12,4% em 2024.
Goiás alcançou o oitavo menor índice de desigualdade do país, segundo o Índice de Gini, mantendo desempenho melhor que a média nacional. A pesquisa do IBGE reforça o cenário de crescimento econômico estadual e o aumento da renda nos últimos anos.







