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ONU envia ajuda às Filipinas após terremoto de 7,8 em Mindanao


Da redação

Um terremoto de magnitude 7,8 atingiu a província de Sarangani, na ilha de Mindanao, sul das Filipinas, por volta das 7h30 da manhã, horário local, nesta segunda-feira. O tremor deixou pelo menos 32 mortos e mais de 100 feridos, além de provocar danos extensos e risco de tsunami na região.

Segundo informações de agências internacionais, inúmeras estruturas residenciais e de infraestrutura foram danificadas, forçando a evacuação de pelo menos mil pessoas. As autoridades filipinas e da Indonésia emitiram alertas de tsunami, recomendando aos moradores que se dirijam para áreas mais seguras e elevadas, buscando minimizar novos riscos.

O Escritório das Nações Unidas nas Filipinas emitiu nota de pesar, destacando a “profunda dor pela perda de vidas e sofrimento das famílias”. A Organização Mundial da Saúde informou que acompanha de perto a situação nas Filipinas e em países próximos afetados pelo abalo sísmico. A Agência Meteorológica Mundial ressaltou que, embora não seja possível impedir tsunamis, alertas precoces podem salvar vidas.

As escolas e voos foram temporariamente suspensos em resposta ao desastre. O Fundo das Nações Unidas para a Infância ressaltou preocupação com a volta às aulas, relatando menores feridos e várias escolas atingidas. Suprimentos de emergência já foram pré-posicionados, incluindo alimentos, água, itens de saúde e apoio financeiro, visando garantir assistência às populações vulneráveis.

Diversos profissionais, como socorristas, equipes de saúde e voluntários, seguem atuando nas áreas afetadas em operações de resgate e avaliações rápidas das necessidades. A ONU elogiou a resposta imediata das autoridades locais e nacionais, reafirmando o compromisso de apoiar os esforços de recuperação em colaboração com parceiros.

Terremotos de grande magnitude são relativamente frequentes no Círculo de Fogo do Pacífico, onde está situada a Ásia-Pacífico. Essa região é reconhecida por intensa atividade sísmica, o que leva governos e organizações internacionais a investirem em mecanismos de pronta resposta para eventos como o registrado nesta segunda-feira.