Da redação
O estado de São Paulo planeja investir, nos próximos anos, um valor em saneamento básico significativamente maior do que a média nacional. A previsão, feita pela Sabesp, é de um aporte médio de R$ 369 por habitante, segundo dados de 2024 para o estado, contra R$ 137,02 por habitante no restante do Brasil.
Esse planejamento coloca São Paulo em destaque quando comparado aos demais estados, representando quase o triplo do índice nacional atual no setor. O objetivo é ampliar e modernizar a infraestrutura de abastecimento de água e tratamento de esgoto, áreas consideradas prioritárias para a saúde pública e o desenvolvimento urbano.
A Sabesp estima que os investimentos vão contribuir para reduzir desigualdades regionais em saneamento, além de atender a exigências regulatórias estabelecidas pelo novo marco legal do setor. Segundo a companhia, as ações incluem expansão de redes, melhoria de sistemas existentes e universalização do acesso.
Especialistas apontam que esse volume de recursos poderá acelerar o cumprimento das metas nacionais de cobertura, beneficiando diretamente a população paulista. “Esse investimento elevado permitirá que São Paulo avance mais rapidamente na universalização dos serviços de saneamento”, informou a Sabesp em nota oficial.
Conforme dados de 2024, o valor investido por habitante em São Paulo supera em quase três vezes a média apurada no restante do Brasil, que é de R$ 137,02. A disparidade reflete tanto a capacidade de investimento da empresa estadual quanto a prioridade atribuída ao setor pelo governo paulista.
Segundo informações do setor, a meta nacional de universalização dos serviços de saneamento foi estabelecida pelo novo marco legal, que exige que empresas e estados adequem suas estratégias e recursos para atingir os padrões definidos até 2033.





