Por Alex Blau Blau
Convenção nacional confirmou Gilberto Kassab como candidato a vice e marcou o início da campanha presidencial do ex-governador de Goiás
O Partido Social Democrático oficializou neste domingo a candidatura do ex-governador de Goiás, Ronaldo Caiado, à Presidência da República. A convenção nacional da legenda também confirmou o presidente do partido, Gilberto Kassab, como candidato a vice-presidente, formando uma chapa composta exclusivamente por integrantes da sigla.
Durante o discurso, Caiado afirmou que pretende representar uma alternativa ao cenário de polarização política e defendeu que o eleitorado busque um novo caminho na disputa presidencial. Sem citar diretamente os adversários em alguns momentos, o candidato criticou o elevado índice de rejeição atribuído aos principais concorrentes e afirmou que sua candidatura representa uma opção diferente para o país.
O candidato destacou sua experiência administrativa à frente do Governo de Goiás, ressaltando ações na área da segurança pública e defendendo propostas voltadas ao fortalecimento do combate ao crime organizado. Entre os compromissos apresentados, anunciou a intenção de ampliar medidas de proteção às mulheres vítimas de violência, incluindo o confisco de bens pertencentes a agressores.
Na área econômica, Caiado voltou a defender a renegociação das dívidas dos produtores rurais e afirmou que pretende adotar políticas voltadas ao fortalecimento do agronegócio. Também fez críticas ao governo federal, abordando temas relacionados à condução da economia e aos juros praticados no país.
Ao comentar o cenário eleitoral, o candidato afirmou que pretende disputar espaço com os principais concorrentes e demonstrou confiança na possibilidade de crescimento durante a campanha. Segundo ele, o objetivo é conquistar os eleitores que buscam uma alternativa aos nomes que lideram as pesquisas de intenção de voto.
A escolha de Gilberto Kassab para compor a chapa foi apresentada pelo PSD como uma estratégia para ampliar a articulação política e fortalecer a construção de uma base de apoio no Congresso Nacional em caso de vitória nas eleições.





