Da redação
Ana, moradora do Distrito Federal, obteve proteção judicial após denunciar agressões e ameaças do ex-companheiro. Conforme relato, a juíza Gislaine Campos autorizou medidas protetivas de urgência. Entre elas, a proibição do agressor de manter contato, se aproximar ou frequentar o local de trabalho da vítima.
A mulher foi incluída no Programa Viva Flor, da Secretaria de Segurança Pública do Distrito Federal, que oferece um dispositivo de emergência instalado no celular para acionar a polícia, além do acompanhamento pelo Policiamento de Prevenção Orientada à Violência Doméstica, equipe da Polícia Militar do Distrito Federal.
Após nova tentativa de aproximação do autor das agressões, a proteção de Ana foi reforçada e passou-se a monitorá-lo com tornozeleira eletrônica. Segundo relato, ela não enfrenta novos contatos ou tentativas de aproximação do ex-companheiro há quase um ano.
De acordo com a Secretaria de Segurança Pública do Distrito Federal, 2.141 mulheres são assistidas atualmente pelo Viva Flor e 3.429 já utilizaram o programa. Não há registro de nova agressão grave ou feminicídio entre as mulheres atendidas pelo dispositivo desde sua criação.





