Da redação
Distrital entende que essas novidades na comunicação desestrutura toda uma sociedade, em especial no âmbito educacional

Muitos são os projetos apresentados para a proibição do uso da linguagem neutra, como dos deputados distritais Iolando (PSC) e José Gomes (PTB), mas o projeto precursor acerca da temática é de Robério Negreiros, distrital pelo PSD, apresentado em 2020, à Câmara Legislativa do Distrito Federal.
O autor do Projeto de Lei nº 1.557/2020, que proíbe a denominada “linguagem neutra” na grade curricular e no material didático de instituições de ensino públicas ou privadas, assim como em editais de concursos públicos, ressalta que a proposta é muito maior do que a própria discussão de preconceitos. “Não discuto gênero, preconceitos ou posições políticas. minha proposta visa apenas assegurar o direito do cidadão dos estudantes de aprender nas escolas a norma culta, longe desses debates eleitoreiros e que pouco contribuem para o engrandecimento dos amparos sociais e a criminalização do mal fadado preconceito nacional”.
A linguagem neutra, ou não-binária, resume-se a usar o “E” como desinência nominal para as palavras que admitem flexão de gênero e, em alguns casos o “X”, como por exemplo: “bem-vindEs” ou “bem-vindXs”, tornando algumas palavras impronunciáveis. No entanto, o distrital entende, ainda, que elementos como o idioma de um país e características regionais, concretizam uma nação e, quando situações deste tipo ocorrem, há uma agressão de tudo o que foi construído, desestruturando a sociedade, em especial no âmbito educacional, em que muitos que dependerem de um Estado ideologicamente aparelhado, acabam sendo excluídos.






