Início Brasil Aliança de Bolsonaro se junta por Rogério Marinho contra Pacheco no Senado

Aliança de Bolsonaro se junta por Rogério Marinho contra Pacheco no Senado

Aliança de Bolsonaro se junta por Rogério Marinho contra Pacheco no Senado
Rodrigo Pacheco e Rogério Marinho disputam presidência do Senado | Imagem: Roque de Sá/Agência Senado e Clauber Cleber Caetano/PR

O presidente do PL, Valdemar Costa Neto, anunciou hoje a formação de um bloco com Republicanos e o PP para apoiar a candidatura do senador eleito Rogério Marinho (PL-RN) à presidência do Congresso Nacional. Juntas, as três siglas têm 24 representantes na Casa.

  • O anúncio será formalizado no próximo sábado (28), às 11h, em Brasília.
  • “O bloco dá musculatura política a Marinho que deseja resgatar a independência e o protagonismo do Senado Federal”, afirmou Valdemar em nota.
  • Os três partidos abrigam políticos da base de apoio do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), como o ex-ministro da Casa Civil, Ciro Nogueira (PP-PI) e o vereador Carlos Bolsonaro (Republicanos-RJ).
  • PL, PP e Republicanos também formaram a coligação em torno da candidatura de Bolsonaro na eleição de 2022.

Candidato à reeleição, o senador Rodrigo Pacheco (PSD-MG) é o favorito na disputa. Ele apoiado pelo Palácio do Planalto e por aliados do presidente Lula (PT).

A campanha dele é coordenada pelo senador Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), assim como em 2021. Responsável pela interlocução com integrantes de partidos de centro, como Podemos e PSDB, o congressista tenta costurar acordos sobre a distribuição de espaços na Mesa Diretora e em comissões permanentes.

Os senadores Jaques Wagner (PT-BA), Randolfe Rodrigues (Rede-AP) e Veneziano Vital do Rêgo (MDB-PB) também apoiam a candidatura de Pacheco.

É preciso ao menos 41 votos favoráveis para ser eleito presidente do Senado. Aliados de Marinho estimam conseguir 45 votos. Congressistas que apoiam Pacheco esperam angariar cerca de 50 votos para o senador.

Dia corrido. Em 1º de fevereiro, serão empossados os 27 senadores eleitos em outubro do ano passado. Além de fazerem um juramento, eles comunicarão sua filiação partidária e o nome parlamentar.

Em seguida, haverá uma segunda reunião para a eleição do presidente do Senado para o biênio 2023-2024. Depois, farão uma terceira sessão para eleger os demais integrantes da Mesa Diretora. São as chamadas reuniões preparatórias, que marcam o início da nova legislatura.

Fonte: UOL