Por Alex Blau Blau
Treinador afirmou que decisão foi baseada em estudo estatístico realizado antes da partida contra a Noruega
A eliminação da Seleção Brasileira para a Noruega nas oitavas de final da Copa do Mundo também levantou questionamentos sobre a cobrança de pênalti desperdiçada por Bruno Guimarães ainda no primeiro tempo da partida. Após o confronto, o técnico Carlo Ancelotti explicou por que Vinicius Júnior não foi o responsável pela cobrança.
Segundo o treinador, a comissão técnica definiu previamente uma ordem de cobradores com base em um levantamento estatístico sobre o desempenho recente dos atletas nas penalidades. De acordo com o italiano, Neymar aparecia como a primeira opção, seguido por Igor Thiago, Raphinha, Bruno Guimarães e, depois, Gabriel Martinelli.
Como Neymar e Igor Thiago iniciaram a partida no banco de reservas e Raphinha estava fora por lesão, Bruno Guimarães foi escolhido para assumir a cobrança. O meio campista, porém, parou na defesa do goleiro norueguês, desperdiçando a oportunidade de colocar o Brasil em vantagem.
Ancelotti ressaltou que a decisão foi tomada antes do início do jogo e levou em consideração os jogadores que estariam em campo caso surgisse uma cobrança de pênalti. Já no segundo tempo, Neymar entrou na partida e converteu um pênalti nos acréscimos, mas o gol não foi suficiente para evitar a derrota por 2 a 1 e a consequente eliminação da Seleção Brasileira.
O treinador também afirmou que, apesar do resultado negativo, acredita que a equipe demonstrou evolução e classificou o momento como o início de um novo ciclo para o futebol brasileiro.




