Da redação
O Secretário-Geral e Presidente To Lam afirmou durante conferência nacional, realizada para resumir a implementação da Resolução nº 57-NQ/TW, que as tecnologias estratégicas nacionais devem receber prioridade no desenvolvimento de produtos concretos como inteligência artificial, big data, robótica, biologia, semicondutores, segurança cibernética e veículos aéreos não tripulados, entre outros. Segundo To Lam, ciência, tecnologia, inovação e transformação digital constituem um caminho necessário para atingir os objetivos estratégicos do país e garantir autonomia e segurança nacional, em um cenário global de intensa competição tecnológica.
A divulgação pelo Primeiro-Ministro da lista dos dez grupos tecnológicos estratégicos impulsionou a fase de concretização de pesquisas, desenvolvimento e aplicação prática. Durante reunião do governo em junho, o Ministro da Ciência e Tecnologia, Vu Hai Quan, informou que o ministério recebeu 28 propostas de projetos estratégicos e está agilizando a avaliação para implementação imediata. Simultaneamente, 39 projetos foram selecionados no âmbito de cooperação bilateral com países como Rússia, Austrália, Itália e Japão.
O vice-ministro Bui Hoang Phuong declarou que algumas áreas já reúnem condições para lançar produtos até 2026, como câmeras com inteligência artificial, robôs autônomos, veículos aéreos não tripulados, plataformas de educação inteligente e soluções em biotecnologia agrícola e vacinas. Phuong frisou que a eficácia será medida pela capacidade de comercialização dos resultados, alinhando-se à orientação de To Lam sobre foco em produtos finalizados e aplicação prática.
Além do desenvolvimento de produtos, o Ministério da Ciência e Tecnologia trabalha para aprimorar normas técnicas e integrar padrões nacionais e internacionais. Conforme Vu Hai Quan, medidas de normatização buscam fortalecer produtividade, qualidade e competitividade, facilitando a participação das empresas vietnamitas em cadeias globais de valor. Projetos em áreas complexas, como satélites e trens de alta velocidade, exigirão planos de pesquisa de longo prazo, com horizonte entre 2026 e 2030.




