Da redação
O economista Marcus Pestana afirmou que a eleição presidencial está marcada por apatia, desânimo e pouco engajamento nas ruas, conforme artigo publicado no PlatôBR nesta quinta-feira (24). Segundo Pestana, o número de carros adesivados com material de campanhas corresponde a apenas 10% do registrado em pleitos anteriores.
Pestana apontou que, apesar de pequenas e médias cidades apresentarem exceções, predomina um clima distante do comum em campanhas presidenciais. Para ele, a ausência de movimentação e interesse ressalta uma diferença em relação às disputas passadas, com “ninguém prestando atenção nas discussões”.
O economista destacou o esvaziamento dos debates, mencionando que candidatos têm evitado participar das discussões, sem que haja contestação significativa do público. “Não sei se o índice de abstenção e de votos nulos refletirá este ambiente”, afirmou. Segundo ele, o momento eleitoral deveria servir para debate de grandes questões nacionais, “mas não é isso que se vê”.
De acordo com Pestana, o cenário pode ser explicado por um cansaço com a política, mesmo com possível maior politização do eleitorado, e pela ocorrência do que chamou de voto envergonhado. Ele não informou dados sobre abstenção ou votos nulos nas eleições em referência.





