Da redação
O comando do 19º Batalhão de Polícia Militar do Distrito Federal, onde o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) está preso, determinou que todos os profissionais de saúde responsáveis pelo seu atendimento assinem um termo de confidencialidade. A exigência foi formalizada em memorando datado da última sexta-feira (23) e divulgado pelo portal Metrópoles.
Segundo o documento, médicos, enfermeiros, técnicos de enfermagem e outros profissionais escalados para atender Bolsonaro deverão obrigatoriamente se submeter a uma revista com scanner corporal antes de entrar no Núcleo de Custódia da Polícia Militar (NCPM). A revista será feita pela equipe da unidade, e os profissionais devem seguir as orientações para o procedimento.
O memorando proíbe a entrada de armas de fogo, objetos perfurocortantes que não sejam utilizados em situações de emergência, como facas e soco inglês, ou qualquer item considerado risco à segurança institucional. Após a inspeção e autorização, os profissionais serão conduzidos ao local de atendimento.
“Todos os profissionais deverão OBRIGATORIAMENTE assinar o Termo de Responsabilidade, Confidencialidade e Sigilo da Informação”, diz o comunicado.
A Gazeta do Povo informou ter procurado o comando do batalhão, a Polícia Militar do Distrito Federal e a Secretaria de Administração Penitenciária do Distrito Federal para comentar o procedimento. Até o momento, não houve manifestação dos órgãos. O espaço permanece aberto para esclarecimentos.






