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Coronel Rômulo Palhares assume comando da PMDF com foco em continuidade e fortalecimento


Da redação

O coronel Rômulo Flávio Mendonça Palhares assumiu nesta quinta-feira (23/4) o comando-geral da Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF), durante cerimônia na Academia de Polícia Militar de Brasília, destacando o compromisso com a continuidade institucional e o fortalecimento da corporação.

Em seu discurso, Palhares ressaltou o desafio de liderar uma instituição bicentenária e agradeceu a gestão da antecessora, coronel Ana Paula Habka, pelo legado deixado. “Foi uma marcha sob a sua liderança, marcada pela suavidade na forma e pela firmeza no caráter e no propósito de servir”, afirmou. Ele enfatizou que a transição foi planejada e harmoniosa, garantindo estabilidade para a corporação e para toda a comunidade.

O novo comandante afirmou que não fará promessas grandiosas, mas garantiu dedicação máxima à função: “Eu não prometo ser melhor do que ninguém, mas me comprometo a entregar nada menos que o meu máximo”. Entre as prioridades, destacou o combate à violência contra a mulher, com ampliação das ações existentes e a criação de novos espaços de acolhimento, como a primeira sala lilás em aeroporto no Brasil e projetos para mais 23 salas em batalhões.

Palhares ainda mencionou a valorização da tropa, informando que a implementação de câmeras corporais deve alcançar cerca de duas mil unidades até o final do ano, visando transparência e segurança jurídica. “Segurança pública é feita por pessoas e para pessoas. Isso será a base que vai orientar o nosso comando”, declarou.

O comandante finalizou enfatizando que recebeu o comando como presente e responsabilidade. Ele reafirmou o compromisso de garantir segurança, estabilidade e confiança da sociedade na Polícia Militar do Distrito Federal.

TJDFT suspende lei que autorizava transferência de bens públicos ao BRB


Da redação

O Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios (TJDFT) concedeu, em 23 de abril, liminar solicitada pelo Ministério Público do Distrito Federal (MPDFT) e suspendeu trechos da Lei Distrital nº 7.845/2026, que permitia ao Governo do Distrito Federal (GDF) transferir e alienar bens públicos para reforço financeiro do Banco de Brasília (BRB).

A decisão do desembargador Rômulo de Araújo Mendes interrompeu os incisos I e II do artigo 2º, bem como os artigos 3º, 4º, 8º e o anexo da lei, até o julgamento definitivo da ação direta de inconstitucionalidade. Esses dispositivos autorizavam a transferência de ativos ao BRB, a exploração econômica ou venda antecipada desses bens, além da formação de estruturas como securitização, fundos e sociedades específicas.

Segundo o TJDFT, apesar do interesse público no fortalecimento do BRB, esta medida não pode prevalecer sobre princípios constitucionais e a proteção do patrimônio público, urbanístico e ambiental do Distrito Federal.

O MPDFT alegou falta de transparência no processo legislativo da lei pela Câmara Legislativa do Distrito Federal (CLDF), ausência de requisitos como avaliação prévia, comprovação de interesse público e audiências públicas, e permissão para desafetação e alienação de bens de estatais como Terracap, Novacap, CEB e Caesb sem critérios claros. Também não foi apresentado nexo entre os imóveis e a atividade-fim do BRB, nem estudos sobre impactos patrimoniais.

A ausência de análise sobre impacto ambiental foi outro ponto criticado; áreas previstas para alienação, como a Serrinha do Paranoá, são consideradas essenciais para o abastecimento de água no DF. O tribunal destacou o risco de danos ambientais e a violação de proteções estabelecidas na Lei Orgânica do Distrito Federal (LODF).

Justiça suspende policial Yasmin Ferreira após morte de Thawanna Salmázio em SP


Da redação

A policial militar Yasmin Ferreira foi suspensa de suas funções por decisão judicial após atirar e matar Thawanna Salmázio em 3 de abril, no bairro Cidade Tiradentes, zona leste de São Paulo. A Justiça tomou a medida devido a indícios de conduta irregular no episódio.

O juiz Antônio Carlos Ponte de Souza determinou que Yasmin Ferreira está proibida de portar arma de fogo, manter contato com testemunhas e familiares da vítima, além de não poder sair da comarca sem autorização prévia. Ela também deve permanecer recolhida em casa das 22h às 5h. Segundo a decisão, há indícios suficientes de autoria e materialidade, com elementos que apontam para uma ação “marcada por impulsividade, descontrole emocional e desproporcionalidade”, extrapolando o uso legítimo da força policial.

O caso aconteceu durante patrulhamento, quando Yasmin e outro policial circulavam de viatura pelo bairro. Conforme relato do companheiro da vítima, ele e Thawanna caminhavam quando o homem esbarrou, acidentalmente, no retrovisor da viatura. Em seguida, houve uma confusão e os policiais disseram ter usado força para deter o casal. Durante a abordagem, Yasmin desceu do veículo, discutiu com Thawanna e efetuou o disparo, que resultou na morte da vítima menos de uma hora depois no Hospital Tiradentes.

A Secretaria de Segurança Pública de São Paulo informou que o caso está sob investigação prioritária pelo Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) e por Inquérito Policial Militar (IPM), com acompanhamento das corregedorias competentes. Em 8 de abril, o Ministério Público anunciou também a abertura de investigação sobre a morte, enquanto a Ouvidoria da Polícia do Estado de São Paulo solicitou a apuração do episódio.

OAB/DF participa da posse da nova presidência do TRF1 para 2026-2028


Da redação

O presidente da OAB/DF, Paulo Maurício Siqueira, Poli, participou nesta quinta-feira (23) da posse da nova mesa diretora do Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF1), em Brasília, que definiu Maria do Carmo Cardoso como presidente para o biênio 2026-2028. A cerimônia também marcou a posse de César Jatahy na vice-presidência e de Jamil Rosa de Jesus Oliveira como corregedor regional.

Maria do Carmo Cardoso ingressou no TRF1 em 2001, indicada pelo quinto constitucional destinado à advocacia, sendo a segunda mulher a presidir a Corte. Ela sucede ao desembargador João Batista Gomes Moreira, empossado em abril de 2024, cujo mandato é de dois anos. A primeira mulher a assumir a presidência foi Assusete Magalhães, que liderou a Corte entre 2006 e 2008.

Durante o evento, Poli destacou: “A presença da Ordem neste evento transcende o protocolo; é a celebração de uma trajetória que honra a advocacia. Assistir à Desembargadora Maria do Carmo, oriunda do quinto constitucional, inscrita na OAB/DF com forte história em nossa casa, assumir o comando da maior Corte regional do país é um marco que fortalece o equilíbrio institucional e reafirma o papel fundamental da nossa classe na construção de uma justiça mais plural e acessível”.

O TRF1 é o maior dos seis Tribunais Regionais Federais do Brasil, abrangendo cerca de 73% do território nacional e atuando em 13 unidades da Federação: Acre, Amapá, Amazonas, Bahia, Distrito Federal, Goiás, Mato Grosso, Maranhão, Piauí, Pará, Rondônia, Roraima e Tocantins.

Derrite defende que família Bolsonaro avalie escolha da segunda vaga ao Senado


Da redação

O deputado federal Guilherme Derrite (PP-SP), pré-candidato ao Senado por São Paulo, afirmou nesta quinta-feira, 23, que a definição do segundo nome para disputar uma vaga ao Senado pelo estado deve contar com o aval da família Bolsonaro. A declaração foi dada em entrevista ao SBT News, durante a discussão sobre as candidaturas ao Congresso Nacional.

Derrite destacou a importância do ex-deputado Eduardo Bolsonaro (PL) no processo de escolha. “O Eduardo precisa ser ouvido”, afirmou o parlamentar, ressaltando que a participação da família Bolsonaro é fundamental na definição da chapa para as eleições. Segundo Derrite, o grupo político liderado pelo ex-presidente Jair Bolsonaro tem grande influência no cenário eleitoral paulista.

A disputa pela segunda vaga ao Senado em São Paulo acontece em meio à movimentação de diversos partidos e lideranças, que buscam consolidar alianças e chapas competitivas para 2026. Derrite, atualmente deputado federal e filiado ao PP, reforçou que a união do grupo bolsonarista pode ser determinante para o sucesso eleitoral.

A escolha dos candidatos apoiados por Jair Bolsonaro costuma gerar impacto nas articulações políticas em São Paulo, que possui grande peso no Congresso Nacional. Nesta legislatura, o estado já é representado por senadores de diferentes correntes políticas, o que intensifica a disputa pelas próximas vagas.

Chimaev critica Ronda Rousey após comentários sobre salários pagos pelo UFC


Da redação

Khamzat Chimaev, atual campeão dos médios do UFC, criticou declarações de Ronda Rousey sobre os salários pagos pela organização, nesta terça-feira (23), nas redes sociais. A reação veio após Rousey, ex-campeã peso galo, ter afirmado em 11 de março, durante coletiva da Most Valuable Promotions, que o UFC não é mais um bom local financeiramente para lutadores.

Chimaev discordou publicamente da americana. “Jamais teria existido uma Ronda Rousey sem o UFC. Eu odeio isso, essa ingratidão. Se pagam bem ou não pagam bem, quem se importa? Quando ela era campeã olímpica, quanto ela ganhava naquela época?”, questionou o russo, ao sair em defesa da organização.

Rousey, por sua vez, afirmou que atletas da base enfrentam dificuldades e que até nomes consolidados buscam salários melhores fora do evento. Segundo ela, “antigamente, o UFC era o melhor lugar para se ganhar a vida e ser pago de forma justa, mas agora é um dos piores lugares para se estar”. Ela citou que alguns atletas, inclusive Valentina Shevchenko, recorrem a plataformas como OnlyFans para complementar a renda.

Durante a coletiva, Rousey também destacou: “Muitos atletas da base não conseguem sustentar suas famílias. Vivem em situação de pobreza lutando em tempo integral. Essa empresa acabou de receber 7,7 bilhões de dólares. Não há motivo para que não possam pagar aos seus atletas pelo menos um salário digno”.

O evento promovido pela Most Valuable Promotions será transmitido pela Netflix no dia 16 de maio.

CMN aprova linha de crédito para companhias aéreas enfrentarem aumento de custos


Da redação

O Conselho Monetário Nacional (CMN) aprovou nesta quinta-feira (23) uma nova linha de crédito para companhias aéreas brasileiras, visando conter impactos do aumento recente dos custos operacionais, especialmente com combustíveis. Os empréstimos estão disponíveis imediatamente para empresas de transporte aéreo doméstico, a fim de garantir a manutenção das operações e evitar novas pressões sobre o setor.

Os recursos para os financiamentos virão do Fundo Nacional de Aviação Civil (FNAC) e serão repassados pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) ou instituições financeiras autorizadas. O crédito, voltado para capital de giro, tem prazo de até cinco anos para pagamento e admite carência de até um ano, com custo básico de 4% ao ano mais as taxas bancárias. Segundo o Ministério da Fazenda, o objetivo é “dar um fôlego financeiro às empresas”, permitindo atravessar o período crítico sem interromper atividades.

O governo não oferece garantia nesses empréstimos, ficando o risco de inadimplência por conta dos bancos, que deverão avaliar o crédito das empresas antes da concessão dos recursos. Como se trata de uma operação com recursos do FNAC repassados por bancos, a linha de crédito não traz impacto direto para as contas públicas.

A iniciativa surge no contexto de elevação dos custos do setor aéreo, sobretudo devido ao encarecimento do combustível, principal despesa das companhias, pressionando o caixa das empresas. A nova linha busca evitar cancelamentos de voos, manter a oferta de transporte aéreo e minimizar o repasse imediato dos custos aos preços das passagens.

A medida não reduz diretamente preço das passagens, mas o governo espera que o crédito mais barato ajude a evitar aumentos rápidos. O CMN é presidido por Dario Durigan (Fazenda), com Gabriel Galípolo (Banco Central) e Bruno Moretti (Planejamento e Orçamento).

Marinha francesa e brasileira realizam missão de formação conjunta no Rio de Janeiro


Da redação

O grupo naval francês Jeanne D’Arc iniciou nesta segunda-feira (27), na Restinga da Marambaia, zona oeste do Rio de Janeiro, uma das principais missões de formação e projeção da Marinha Nacional Francesa, envolvendo mais de 1,3 mil militares franceses e brasileiros. O treinamento conjunto segue até terça-feira (28) e visa aprimorar técnicas operacionais e a cooperação entre as Forças Armadas dos dois países.

A ação reúne integrantes da Marinha e do Exército franceses e da Marinha do Brasil, que buscam desenvolver métodos de trabalho em comum no ambiente de preservação ambiental da Restinga da Marambaia, composta por dunas e manguezais sob controle das Forças Armadas. Segundo os organizadores, a missão reforça a integração e a troca de experiências entre as instituições militares.

O comandante do grupo francês, Jocelyn Delrieu, destacou a importância do intercâmbio entre os dois países. “Temos uma relação forte entre as duas marinhas, e uma relação forte significa que trocamos informações enquanto treinamos juntos”, afirmou Delrieu. Ele ressaltou que o objetivo central é proteger os interesses nacionais e fortalecer os laços com parceiros relevantes. “O nosso principal objetivo é proteger os nossos interesses e treinar com os nossos parceiros fortes, como o Brasil”, completou.

A Restinga da Marambaia é uma área estratégica para treinamento militar, sendo utilizada regularmente para exercícios conjuntos devido às suas características geográficas e ambientais.

Manchester United avalia contratação de Micky van de Ven para reforçar defesa


Da redação

O Manchester United estuda a contratação do zagueiro Micky van de Ven para a próxima temporada, segundo informações publicadas nesta segunda-feira (8) pela jornalista Laurie Whitwell, do portal “The Athletic”. O defensor holandês, de 25 anos, atualmente joga no Tottenham Hotspur, da Inglaterra, e pode ser negociado caso o clube londrino seja rebaixado ao fim da Premier League.

O interesse do Manchester United se deve à necessidade de reforços, especialmente na defesa, setor identificado pela comissão técnica como prioritário para ganhar qualidade. Van de Ven é um dos principais nomes analisados pelo clube. O Tottenham, sob comando de Roberto De Zerbi, ocupa atualmente a 18ª posição no Campeonato Inglês, o que o colocaria na zona de rebaixamento se a competição terminasse hoje.

O valor de mercado de Van de Ven é estimado em 65 milhões de euros, e ele tem contrato com o Tottenham até 30 de junho de 2029. Na atual temporada, o defensor participou de 40 jogos, marcou sete gols e deu uma assistência. Com 1,93m de altura, o jogador foi contratado pelo clube inglês em agosto de 2023, quando deixou o Wolfsburg por 40 milhões de euros.

Antes de atuar no futebol alemão, Van de Ven jogou pelo Volendam e pelo Wormer, onde iniciou sua carreira profissional. É esperado que o zagueiro integre a seleção holandesa na Copa do Mundo deste ano.

Portugal busca novas parcerias para financiar desenvolvimento sustentável conforme Compromisso de Sevilha


Da redação

Portugal reafirmou, durante o Fórum do Conselho Econômico e Social da ONU em Nova Iorque neste mês, seu compromisso em diversificar parcerias para financiar o desenvolvimento, estratégia alinhada ao Compromisso de Sevilha, firmado na Espanha em 2023 para impulsionar a Agenda 2030 de desenvolvimento sustentável diante de um déficit anual global de US$ 4 trilhões.

A embaixadora portuguesa e presidente do Camões, Instituto da Cooperação e da Língua, Florbela Paraíba, defendeu um “Apelo à Ação sobre dados, evidências e visibilidade da cooperação triangular”. Ela destacou cooperações práticas com Brasil e Moçambique, como projetos nas culturas do café e em parques naturais na Gorongosa e Chimanimani, ressaltando o impacto positivo nas comunidades. “Em termos de sustentabilidade ambiental, educação, sensibilização, portanto, toda a comunidade é envolvida”, afirmou.

Paraíba mencionou ainda que Portugal mantém parcerias com países de língua portuguesa em quatro continentes e com nações como Costa Rica, México, Colômbia e Argentina, além de iniciativas como bolsas de estudo voltadas para pesquisas sobre oceanos. Ela ressaltou a “tradição de Portugal na defesa dos oceanos, tanto do ponto de vista econômico quanto ambiental e de regulação internacional, além da importância do digital principalmente para países menos desenvolvidos”.

A dificuldade de financiamento é agravada por tensões geopolíticas, crise climática e conflitos, refletindo na diminuição da Ajuda Oficial ao Desenvolvimento e investimento estrangeiro, segundo a ONU. O Relatório sobre Financiamento para o Desenvolvimento Sustentável 2026, apresentado durante o evento, aponta que 3,4 bilhões de pessoas vivem em países que gastam mais com juros da dívida do que com saúde ou educação. Apesar do cenário, o relatório destaca crescimento econômico global superior às expectativas em 2023 e recorde de US$ 2,2 trilhões investidos em energia renovável em 2024, o dobro do aplicado em combustíveis fósseis.

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