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Renato celebra triunfo do Vasco, mas critica atuação do VAR: ‘É difícil’


Da redação

O Vasco venceu o Paysandu por 2 a 0 no Mangueirão, em Belém, na noite desta terça-feira (data não citada no texto), em partida válida pela quinta fase da Copa do Brasil. Após um primeiro tempo equilibrado, o time carioca melhorou no intervalo e garantiu a vitória com dois gols do argentino Claudio Spinelli. No fim da partida, Brenner chegou a marcar o terceiro para o Vasco, mas o gol foi anulado após revisão do VAR.

Após o jogo, o técnico Renato Portaluppi comemorou a vantagem conquistada, mas criticou a decisão do árbitro ao anular o gol de Brenner. “O gol foi legítimo. O Ramon Abatti teve uma boa atuação. Mas o VAR é complicado. Futebol é esporte de contato. Não houve nada no lance. Nem o zagueiro deles reclamou”, afirmou Renato, destacando ainda que o Vasco obteve uma “boa vantagem” para o jogo de volta.

Renato admitiu as dificuldades enfrentadas em Belém, sobretudo no primeiro tempo diante do Paysandu. “O Paysandu deu bastante trabalho, principalmente no primeiro tempo. Sabíamos que seria um jogo difícil. Hoje em dia não tem mais vitória fácil. É importante a entrega e a dedicação, que mais uma vez meu time teve”, avaliou o treinador.

Com dois gols marcados, Spinelli foi o grande nome da partida. Contratado para substituir Pablo Vegetti, ainda busca se firmar entre os titulares. “Os camisas 9 são muito cobrados no mundo todo. O Spinelli aproveitou a oportunidade. Eu faço rodízio e falo para eles estarem preparados. Ele brigou bastante no jogo, foi importante”, elogiou Renato.

O treinador ressaltou também a resposta positiva do elenco diante das mudanças de escalação. “O grupo é reduzido, então tem que rodar. Está todo mundo tendo oportunidade e está dando conta do recado”, concluiu. O Vasco volta a campo no próximo domingo, contra o Corinthians, pela 13ª rodada do Campeonato Brasileiro, na Neo Química Arena.

Inteligência artificial transforma e impulsiona o avanço dos sistemas de saúde europeus


Da redação

Mais da metade dos países da União Europeia já implementam diagnósticos de saúde apoiados por Inteligência Artificial (IA), utilizando ferramentas para detecção de doenças e apoio em decisões clínicas. O dado faz parte de um relatório divulgado pela Organização Mundial da Saúde (OMS), que analisa o impacto da IA nos sistemas de saúde do continente.

Segundo o relatório, apenas Portugal, França e Espanha formalizaram o uso de cirurgia assistida por IA, adotando robótica médica para aprimorar habilidades cirúrgicas. O estudo avaliou estratégias nacionais de IA, marcos éticos e legais, governança de dados e a preparação da força de trabalho desses países.

A OMS consultou os 27 países-membros sobre as principais prioridades para IA em saúde. O aprimoramento do atendimento e dos resultados clínicos para pacientes foi a resposta mais frequente. Entre as estratégias mencionadas estão medicina personalizada, triagem de pacientes e a melhoria da experiência de saúde global.

Outra prioridade destacada pelos países é o uso de IA para diagnóstico, prognóstico e apoio à tomada de decisões médicas, utilizando desde técnicas de perfil de risco até análise de imagens com IA.

O relatório aponta ainda a expansão dos centros de dados nacionais na Europa, que processam grandes volumes de informações de saúde. Já foram criados por 63% dos países da UE, e outros 22% estão desenvolvendo essas plataformas. Em Portugal, o sistema já integra dados de várias áreas da saúde, com acesso restrito a pesquisadores do setor público para uso secundário dos dados em pesquisas.

Músico Gustavo Goes revela que origem em Brasília foi crucial para o sucesso do grupo Menos é Mais


Da redação

O percussionista Gustavo Goes Boaventura, de 32 anos, do grupo de pagode Menos é Mais, destaca que a trajetória da banda foi marcada pela persistência, superação de desafios e valorização da identidade cultural de Brasília. “Não era só tocar por tocar. A gente queria viver da música. Começamos do zero, sem estrutura, sem investimento e sem ninguém apostando de verdade. O Menos é Mais só aconteceu porque nasceu em Brasília”, afirmou.

A carreira de Gustavo na música teve início ainda na adolescência, aos 15 anos, no Distrito Federal. O grupo Menos é Mais foi idealizado em 2016, unindo integrantes apaixonados por música. Em 2017, eles começaram a tocar em uma festa mensal no Calaf, na Asa Sul, o que foi fundamental para consolidar o público e o trabalho da banda.

O grande destaque nacional veio em 2019, com o sucesso do projeto “O Churrasquinho”, gravado em uma roda de samba e impulsionado pelas redes sociais. Desde então, o grupo passou a viver exclusivamente da música e consolidou seu nome no cenário nacional.

Segundo Goes, a identidade de Brasília é fundamental para o Menos é Mais. “Em um cenário onde o público transita entre gêneros com naturalidade, o resultado é uma construção musical que foge do padrão. O público daqui é muito eclético”, ressalta. Ele acredita que a cena musical da cidade está cada vez mais aquecida e observa o surgimento de muitos novos talentos.

O Menos é Mais atualmente ultrapassa 4 milhões de seguidores nas redes sociais e mantém uma agenda de shows por diversas regiões do Brasil. A banda planeja gravar um novo projeto no fim do ano, mantendo a conexão com o público de Brasília. “Brasília é parte de quem eu sou, é algo que eu nunca vou abandonar. A gente faz questão de gravar nossos projetos aqui”, afirma Goes.

Em 2025, mais de 900 mulheres buscaram atendimento médico diariamente no Brasil devido à violência


Da redação

Ao menos 900 meninas e mulheres foram atendidas diariamente em unidades de saúde no Brasil em 2023 por terem sido vítimas de violência, segundo dados do Sinan (Sistema de Informação de Agravos de Notificação) levantados pela Folha com o Ministério da Saúde. No total, foram registrados 330 mil casos no ano passado.

Entre 2015 e 2025, mulheres representaram 71% das notificações de violência interpessoal — que abrange agressões físicas, psicológicas e sexuais — totalizando 2,3 milhões de casos em unidades públicas e privadas. O perfil predominante é de mulheres negras, entre 20 e 49 anos, com escolaridade inferior ao ensino médio, agredidas por parceiro ou ex-parceiro dentro de casa, e que já haviam buscado atendimento médico anteriormente.

Segundo a pesquisadora Camila Alves, da Fiocruz, a subnotificação é uma realidade: a Pesquisa Nacional de Violência contra a Mulher estima que apenas 34% das vítimas procuraram assistência à saúde. O aumento dos registros pelo SUS, destaca, reflete principalmente uma melhora na captação dos casos, não necessariamente um crescimento das agressões.

Estudo do Fórum Brasileiro de Segurança Pública, publicado em março, indica perfil similar ao das vítimas de feminicídio no país entre 2015 e 2025. Dados do Sinan apontam ainda que 53% das meninas e mulheres atendidas por violência já haviam sido notificadas antes pelo mesmo motivo. Pesquisadoras alertam que, em muitos casos, episódios sucessivos evoluíram para morte.

O Ministério da Saúde reconheceu há 25 anos a violência como problema de saúde pública, exigindo notificação obrigatória a cada atendimento. Segundo Deborah Carvalho Malta, professora da UFMG, a atuação dos profissionais de saúde busca impedir a escalada da violência, conectar vítimas a serviços sociais e, quando necessário, orientar sobre medidas protetivas e denúncia policial — sempre respeitando a decisão da mulher.

Trump amplia pausa e declara que Irã enfrenta ‘falência financeira’


Da redação

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, prorrogou por tempo indeterminado o cessar-fogo com o Irã para ampliar as negociações de paz. Ele afirmou nesta quarta-feira (22) que a República Islâmica enfrenta “colapso financeiro” devido ao bloqueio americano no Estreito de Ormuz. A extensão da trégua atende a um pedido do Paquistão, que atua como mediador do conflito. Trump, no entanto, ressaltou que o bloqueio aos portos iranianos será mantido.

O Irã ainda não confirmou a prorrogação do cessar-fogo. Na quarta-feira, um navio porta-contêineres foi atingido por disparos iranianos perto de Omã, sem vítimas, segundo a agência britânica de segurança marítima UKMTO. Outro cargueiro foi imobilizado por tiros, mas não houve feridos. Desde a eclosão da guerra no Oriente Médio em 28 de fevereiro, uma rodada de negociações ocorreu em Islamabad, mas terminou sem avanços.

Segundo o ministro iraniano da Agricultura, Gholamreza Nouri, o bloqueio americano não afetou a capacidade do país de fornecer produtos básicos, pois “quase 85% dos produtos agrícolas e de primeira necessidade são produzidos no país”. Em rede social, Trump destacou divisões internas no governo iraniano e insistiu que as forças armadas americanas continuam prontas para agir.

O anúncio da extensão da trégua foi elogiado pelo premiê paquistanês, Shehbaz Sharif, e pelo secretário-geral da ONU, António Guterres, que considerou a medida um “avanço importante para a desescalada”. Antes da decisão de Trump, o Irã havia ameaçado atacar países do Golfo e interromper a produção de petróleo caso fossem usadas bases para atacar seu território.

Enquanto isso, no Líbano, as hostilidades seguem. O Exército israelense detonou casas no sul do país e um ataque na região do Bekaa matou uma pessoa. Até terça-feira, 2.454 mortos haviam sido registrados em seis semanas de guerra. Em Teerã, parte dos moradores tenta aproveitar o cessar-fogo, apesar do receio de uma retomada do conflito.

Moraes muda decisão e confirma que antigas investigações não serão impactadas por novas regras do Coaf


Da redação

O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), decidiu nesta terça-feira, 21, que as restrições por ele impostas ao fornecimento de Relatórios de Inteligência Financeira (RIF) pelo Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) não afetam procedimentos instaurados antes de março deste ano, data de sua decisão inicial sobre o tema.

“A medida liminar […] possui eficácia prospectiva (ex nunc), não se aplicando automaticamente a atos pretéritos regularmente praticados antes de sua prolação”, afirmou Moraes em novo despacho. O ministro explicou que decisões cautelares, via de regra, produzem efeitos a partir de sua concessão e orientam a conduta futura das autoridades envolvidas.

Em 27 de março, Moraes estabeleceu que o Coaf só pode emitir relatórios com indícios de movimentação financeira atípica se houver investigação formal aberta ou processo judicial; declaração expressa de que o investigado figura formalmente como parte do processo; pertinência temática entre o relatório e o objeto da apuração; e proibição de “fishing expedition”.

A decisão anterior tinha efeito retroativo e impactava relatórios já produzidos e enviados a investigações da Polícia Federal, Ministério Público e CPIs do Congresso. Contudo, Moraes admitiu agora que os efeitos retroativos “poderiam comprometer investigações, processos ou procedimentos em estágio avançado”.

O caso ganhou destaque após documentos do Coaf envolvendo ministros e familiares do STF serem enviados às já encerradas CPIs do INSS e do Crime Organizado, revelando relações financeiras de Dias Toffoli, do filho de Nunes Marques, e da esposa de Marco Buzzi. As decisões de Moraes ocorreram no contexto de recurso contra decisão do STJ que exige autorização judicial para o compartilhamento de dados do Coaf.

Milena traz à tona teoria intrigante sobre cidade perdida na Amazônia durante o BBB26


Da redação

A educadora infantil Milena voltou a mencionar nesta segunda-feira (20/4) uma teoria da conspiração que circulou nas redes sociais em 2022. Em conversa com Ana Paula Renault e Juliano Floss, durante debate na área externa da casa, Milena afirmou que existe uma cidade “submersa” na Amazônia, denominada Ratanabá. Segundo ela, a cidade estaria escondida sob a floresta e seria conectada a outros países por túneis subterrâneos.

Ana Paula Renault, no entanto, rebateu a história imediatamente, alertando que se tratava de fake news. “Isso é mentira”, disse Ana Paula, acrescentando: “Isso é fake news, gatinha. Escuta o que sua amiga tá falando. Você tá chegando nos canais muito ruins”. Apesar dos avisos, Milena insistiu na versão: “Mas não mostrou os quadrados que tem assim, por cima, fotografado do helicóptero? Que liga um país no outro por debaixo da terra?”, questionou.

Os boatos sobre Ratanabá ganharam força em 2022. Alegava-se tratar do nome de uma cidade de uma antiga civilização descoberta no interior da Amazônia, supostamente “maior que a Grande São Paulo”, “capital do mundo” e guardiã de riquezas e tecnologias ancestrais, incluindo esculturas de ouro e conhecimento avançado.

À época, o arqueólogo Eduardo Goés Neves, professor do Centro de Estudos Ameríndios da Universidade de São Paulo (USP), esclareceu em entrevista à BBC Brasil que a história de Ratanabá é um “delírio”. Segundo ele, não há qualquer base científica para relatos dessa magnitude e tais rumores prejudicam o trabalho da arqueologia.

Alguns boatos sugerem que a suposta civilização teria existido entre 350 milhões e 600 milhões de anos atrás, com participação de alienígenas em sua construção. “Para ter ideia, nem os dinossauros existiam há 350 milhões de anos. Nossos ancestrais viveram há cerca de 6 milhões de anos e o Homo sapiens surgiu há 350 mil anos na África”, ressaltou Eduardo Goés Neves.

Lissa Martins se comove no palco em sua primeira apresentação desde a perda de JP Mantovani


Da redação

A cantora Lissa Martins, conhecida como Li Martins e ex-integrante do grupo Rouge, voltou aos palcos com o show solo “Prazer, Lissa”, realizado nesta terça-feira (21/4) no Blue Note São Paulo. Durante a apresentação, Li Martins se emocionou ao interpretar “Amor Perfeito”, de Roberto Carlos, ao relembrar o marido, JP Mantovani, falecido em setembro do ano passado.

“Eu quis montar esse repertório para mostrar a minha história. Mas é impressionante que não tem uma música que eu não lembre do meu marido. Parece que ele falou: ‘Agora você vai cantar é pra mim. Não vai cantar pra mais ninguém. Vai cantar essa história é pra mim’”, declarou a artista, visivelmente abalada durante a performance.

Em diversos momentos do show, Li Martins não conteve as lágrimas. Em uma das ocasiões, recebeu um lenço da filha Antonella, de 8 anos, que estava na plateia, gesto que emocionou os fãs presentes no local.

JP Mantovani morreu em 21 de setembro de 2025, aos 46 anos, vítima de um acidente de trânsito na Marginal Pinheiros, em São Paulo. O casal se conheceu em 2015, durante a participação no reality show “A Fazenda”, da Record.

A união foi oficializada em junho de 2025, em uma cerimônia íntima com a presença da filha Antonella. Poucos meses após o casamento, JP Mantovani faleceu no acidente.

Peter Molyneux promete que seu novo jogo será o ápice de sua trajetória


Da redação

Peter Molyneux, renomado criador das séries Fable e Black & White, anunciou que seu novo jogo, Masters of Albion, será lançado para PC em 22 de abril. O desenvolvedor destacou que este lançamento marca um momento especial em sua trajetória de quatro décadas na indústria dos games.

Em uma publicação feita no Twitter, Molyneux declarou: “Ok pessoal, chegou a hora de lançar meu último jogo (em 22 de abril). Depois de 40 anos na indústria que amo de todo o coração, este é o evento mais significativo da minha vida (além do nascimento do meu filho). Tudo o que peço é que vocês tenham curiosidade suficiente para dar uma chance.”

O anúncio oficial ressaltou o peso emocional do momento para Molyneux, que não escondeu a importância pessoal desse último projeto. O criador frisou que Masters of Albion será seu último título antes de se aposentar.

A novidade movimentou as redes sociais, principalmente entre fãs do desenvolvedor e das franquias que ajudou a criar. Molyneux encerra assim uma carreira marcante, apostando suas fichas em Masters of Albion como a obra mais relevante de sua vida profissional.

Ainda não foram divulgados detalhes sobre a dinâmica ou conceito de Masters of Albion, mas a expectativa é alta, considerando o histórico inovador de Peter Molyneux no segmento de jogos eletrônicos.

Enfrentando dificuldades, Partido Novo muda estratégia para conquistar vagas no Legislativo


Da redação

O diretório do Partido Novo em Minas Gerais enfrenta reestruturação após perdas significativas de filiados ao longo do último ano e a ausência de novos parlamentares durante a janela partidária. A sigla precisou rever suas metas para as eleições de 2026, numa tentativa de reverter o resultado de 2022, quando reelegeu Romeu Zema ao governo do estado, mas não conquistou nenhuma das 53 cadeiras mineiras na Câmara dos Deputados e elegeu apenas dois dos 77 deputados estaduais.

O golpe mais recente foi a saída de Gleidson Azevedo, ex-prefeito de Divinópolis, que era aposta do partido para ser puxador de votos à Câmara Federal. No final de março, Gleidson surpreendeu ao anunciar sua ida ao Republicanos, partido do seu irmão gêmeo, o senador Cleitinho Azevedo. A desfiliação obrigou o Novo a revisar suas metas: de três vagas previstas na Câmara, agora a expectativa é eleger dois deputados federais mineiros.

Também deixaram o partido o ex-subsecretário Tenente Melo, pré-candidato no Sul do estado, e Reginaldo Ferreira, que disputará por outra sigla. Na disputa estadual, outra baixa foi Raphael de Paulo, da região de Unaí, que trocou o Novo pelo PL. Segundo Christopher Laguna, presidente do diretório mineiro, as perdas forçam o partido a apostar em novos nomes, mas ele mantém otimismo: “Hoje nossa expectativa é muito melhor do que em 2022”.

Além dessas saídas, o partido perdeu o então vice-governador Mateus Simões, que migrou para o PSD em novembro de 2025. Com isso, o Novo abriu mão de liderar chapa majoritária no único estado que já governou, apostando agora em indicar o vice na chapa de Simões. Os nomes cotados são Fernanda Altoé e Thiago Mitraud.

A principal aposta do Novo para 2026 recai sobre Romeu Zema, pré-candidato à Presidência da República. Com aprovação de 47,1% ao fim do mandato, segundo o DATATEMPO, Zema deve atuar como principal cabo eleitoral do partido em Minas. “Mesmo se ele não ganhar, a chance de fazermos as duas cadeiras na Câmara dos Deputados é altíssima”, afirma Laguna.

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