O prefeito da cidade de Valparaíso de Goiás, Pábio Mossoró, anunciou na manhã desta terça-feira (8 de novembro) as obras de ampliação do Centro Integrado de Educação Inclusiva (CIEI), localizado na Etapa A.
O encontro ocorreu na sede do Centro e na ocasião, o prefeito assinou a ordem de serviço da reforma e ampliação. Estiveram presentes a secretária municipal de educação, professora Rudilene Nobre, servidores do local e vereadores.
As obras já estão ocorrendo no local e devem contemplar alunos, professores e moradores.
“Somente com respeito, amor e inclusão, conseguiremos construir uma sociedade mais justa e desenvolvida para todos. O objetivo da educação inclusiva é promover a igualdade de oportunidades e a valorização das diferenças humanas em todos os aspectos”, disse o prefeito de Valparaíso, Pábio Mossoró.
A definição de nomes para os ministérios só começará daqui a dez dias, disse hoje (9) o presidente eleito Luiz Inácio Lula da Silva. Na primeira entrevista coletiva após as eleições, ele disse que só iniciará a montagem da equipe do futuro governo após voltar da viagem ao Egito e a Portugal.
A convite do Consórcio de Governadores da Amazônia Legal e do presidente do Egito, Abdul Al-Sisi, Lula irá ao balneário egípcio de Sharm El-Sheik, onde está sendo realizada a Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (COP 27). O presidente eleito chegará na terça-feira (15) ao Egito e retorna ao Brasil no dia 18, com a previsão de uma visita de um dia a Portugal durante a viagem de volta.
O futuro presidente disse estar preocupado com a formação do ministério, mas não indicou nomes. “Estou mais preocupado do que vocês, mas ainda não posso contar”, respondeu Lula, ao ser perguntado sobre a possível indicação dos ex-ministros Henrique Meirelles e Fernando Haddad para o Ministério da Fazenda.
O vice-presidente eleito e coordenador da equipe de transição, Geraldo Alckmin, começou a formar a equipe de transição ao anunciar os primeiros integrantes do grupo. A equipe terá 31 grupos técnicos de áreas específicas, mas em pronunciamento ontem (8), ao formalizar o gabinete de transição, Alckmin disse que a indicação para a transição não está relacionada à ocupação de cargos em ministérios.
Disposição
Sobre a proposta de emenda à Constituição (PEC) da Transição, que pretende retirar até R$ 175 bilhões do teto federal de gastos do Orçamento de 2023, Lula disse estar confiante na aprovação. Segundo o presidente eleito, os presidentes da Câmara dos Deputados, Arthur Lira, e do Senado, Rodrigo Pacheco, demonstraram disposição para a tramitação da proposta nas reuniões realizadas hoje. Caberá a Alckmin estabelecer um cronograma de tramitação da PEC com Lira e Pacheco.
Para o futuro presidente, o Congresso deve ter em mente que os beneficiários dos programas sociais são a população mais necessitada. “Não adianta guardar dinheiro para pagar juro a banqueiro”, declarou. “Saúde, Farmácia Popular e Educação não são gastos. São investimentos”, ressaltou, dizendo que esses gastos não podem ser cortados em 2023.
“Houve muita disposição dos presidentes da Câmara e do Senado. Alckmin vai se sentar com os presidentes [das duas Casas] para falar sobre a PEC”, afirmou Lula. Ele também disse estar empenhado em recuperar o relacionamento normal entre as instituições e que busca uma relação tranquila com o centrão.
Dizendo não saber quem fará oposição ao futuro governo, Lula afirmou que tanto o PT como Alckmin terão de “aprender” a conversar com o centrão para conseguir apoio aos projetos e às demais propostas que tramitarão no Congresso. “Se depender de mim, dia 2 [de janeiro] a gente está colocando a obra para funcionar”, afirmou Lula, completando que pretende que as negociações aconteçam sem tensões nem brigas.
PL fará oposição ao presidente eleito que tem, entre as prioridades, realizar o reajuste real do salário mínimo.
Na noite da última terça-feira (8), o presidente eleito Lula (PT) chegou em Brasília para as primeiras agendas na cidade após ter vencido as eleições presidenciais de 2022. O foco do petista na Capital foi tratar sobre o orçamento de 2023 e conseguir mapear ações para que as promessas de campanha sejam cumpridas. Lula tem como prioridade dar continuidade no pagamento mensal do Auxílio Brasil no valor de R$ 600 e realizar o reajuste real do salário mínimo.
O presidente eleito teve diversas reuniões em Brasília, entre elas, com o presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP), e também com o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD).
Na transição, o coordenador do processo, o vice-presidente eleito Geraldo Alckmin (PSB), informou sobre a recriação do Ministério da Cultura e anunciou os primeiros integrantes de alguns grupos, como de economia e de assistência social. O setor econômico fica por conta dos idealizadores do Plano Real, André Lara Resende e Pérsio Arida, do ex-ministro da Fazenda do governo Dilma, Nelson Barbosa, e do professor de economia Guilherme Mello.
A assistência social tem a senadora Simone Tebet (MDB), que concorreu à presidência, a assistente social e ex-ministra de Desenvolvimento Social de Lula em 2010, Márcia Lopes (PT), a economista Tereza Campello (PT) e o deputado estadual por Minas Gerais André Quintão (PT).
Para compor apoio ao governo Lula, a presidente do PT, Gleisi Hoffmann, tem conversado com outros partidos. O presidente do MDB, Baleia Rossi, indicou uma colaboração. “Todos nós temos que trabalhar para que haja cumprimento de compromissos de campanha. No caso atual, a garantia dos R$ 600 para o Bolsa Família e o aumento real do salário mínimo. Da mesma forma, vamos fazer a defesa da reforma tributária, do pacto federativo e da atualização da tabela do SUS. O MDB terá uma ação colaborativa e propositiva, com foco na solução de problemas urgentes”, disse.
O PSD, de Gilberto Kassab, também fará parte do grupo. “Levei o convite para que o PSD integre o governo de transição e o Conselho Político”, comentou Gleisi. Kassab afirma que dará apoio e voto de confiança ao governo Lula. O PL, que terá em 2023 as maiores bancadas na Câmara dos Deputados e no Senado, fará oposição e convidou Bolsonaro (PL) para ser presidente de honra do partido, de acordo com o presidente Valdemar Costa Neto.
Desde o início da gestão, mais de 39 km de asfalto já foram recapeados
No último sábado (05), a equipe de infraestrutura iniciou as obras de recapeamento asfáltico nas ruas do bairro Lago Azul. Ao todo, 64 ruas serão recapeadas no município. Entre os bairros contemplados estão: Pedregal, Vale do Pedregal, Núcleo Habitacional Novo Gama, Boa Vista, Acesso ao América do Sul pela Go520, Lago Azul, Tropical e Santa Luzia.
O Prefeito Carlinhos do Mangão tem deixado diversos moradores contentes com o trabalho desempenhado desde o início da gestão. Nas redes sociais, seguidores agradecem e elogiam as obras realizadas nos bairros.
“Sem comentários para o prefeito de Novo Gama. Ele sim faz jus ao seu cargo. Prefeito de qualidade, prefeito que se preocupa com o município. Parabéns, Carlinhos do Mangão! O município agradece a sua dedicação”.
A moradora do bairro Lago Azul, Aparecida Vieira, conta que antes das obras, principalmente durante a época de chuva, a situação era precária. “Os buracos eram fundos, ninguém conseguia passar. Esse recapeamento vai ajudar com certeza. Até para sair de dentro de casa era ruim. Agora vai ficar melhor, agora vai para frente!”.
A ação é uma iniciativa da Prefeitura de Novo Gama, em parceria com a Agência Goiana de Infraestrutura e Transportes (GOINFRA), com apoio da Secretaria Municipal de Obras e Desenvolvimento Urbano.
Secretaria de Saúde duplicou número de equipes. Ampliação também permite melhorar orçamento para atender a população
Trabalho das equipes da Estratégia Saúde da Família é realizado de porta em porta. Foco é ampliar a cobertura em todo o DF | Foto: Secretaria de Saúde
O Distrito Federal alcançou a marca de 1.980.729 pessoas cadastradas por equipes da Estratégia Saúde da Família. O número, além de ser importante para gerar conhecimento sobre a realidade das pessoas atendidas pela rede de saúde pública, amplia o acesso aos serviços oferecidos. “Nós podemos fazer a entrega das políticas públicas de acordo com as necessidades da população”, afirmou a secretária de Saúde, Lucilene Florêncio, durante reunião do Conselho de Saúde do Distrito Federal realizada nesta terça-feira (8).
Em cinco anos, o número de pessoas cadastradas ficou quase nove vezes maior: eram 223.908 no início de 2018. A marca recorde foi possível graças ao investimento na contratação de servidores públicos: no mesmo período, saltou de 300 para 598 a quantidade de equipes voltadas para o acompanhamento da população. Hoje, são aproximadamente sete mil profissionais envolvidos.
A secretária de Saúde lembrou que o trabalho de cadastramento da Estratégia Saúde da Família tem impacto direto no orçamento da pasta. De acordo com as regras do Ministério da Saúde, o Governo Federal repassa recursos aos municípios e ao Distrito Federal de acordo com o número de pessoas cadastradas. “Essa ampliação do número de cadastros é importante para mostrar o tamanho do trabalho desempenhado pelas nossas equipes”, frisou.
Lucilene Florêncio destacou a ampliação da Estratégia Saúde da Família mesmo durante os anos da pandemia de covid-19. Houve aumento no número de cadastros em todas as regiões do Distrito Federal, cada uma com suas peculiaridades demográficas e epidemiológicas. “O cadastro não é apenas para a gente conhecer, é uma fonte de informações”, explicou a gestora.
O maior número de pessoas cadastradas está na região de saúde sudoeste, que engloba Águas Claras, Vicente Pires, Taguatinga, Samambaia e Recanto das Emas. São 461.195 pessoas cadastradas. Em 2022, o maior crescimento foi na área do Plano Piloto, Cruzeiro, Varjão, Asa Sul e Asa Norte, com aumento de 16%.
Assessor da Coordenação de Atenção Primária à Saúde (Coaps), o enfermeiro Adriano de Oliveira ressaltou a importância dos profissionais que integram as equipes da Estratégia Saúde da Família. “O agente comunitário de saúde é o grande ator estratégico para a ampliação desse trabalho, mas toda a equipe é desafiada”, disse o enfermeiro.
Atendimento
Formadas por médico, enfermeiro de família, técnicos de enfermagem e agentes comunitários de saúde, as equipes de Estratégia Saúde da Família são a ponta do atendimento à população. Os profissionais oferecem a primeira assistência ao cidadão, no nível da atenção primária. Conforme a necessidade, são agendados atendimentos em unidades básicas de saúde ou em outras unidades, como ambulatórios especializados e hospitais.
Portaria oficializa projeto Esporte com a Comunidade, que democratiza o uso das 12 unidades do COP distribuídas pelo DF
Unidades do COP ampliam espaço para realização de eventos esportivos e de lazer; atividades culturais e sociais também estão incluídas | Foto: Divulgação/SEL
A Secretaria de Esporte e Lazer (SEL) atualizou o programa dos centros olímpicos e paralímpicos (COPs), por meio da Portaria nº 256, publicada no Diário Oficial do Distrito Federal (DODF) desta segunda-feira (7) que institui o projeto Esporte com a Comunidade. A medida tem como principal novidade a formalização do projeto que já funciona nas unidades esportivas, como forma de garantir sua continuidade legal e transparência.
“Nosso trabalho nos COPs tem como base a democratização da prática esportiva e do lazer para todas as pessoas”Giselle Ferreira, secretária de Esporte e Lazer
O projeto consiste na possibilidade de uso gratuito dos espaços esportivos dos COPs por entidades públicas e privadas, pessoas físicas ou jurídicas, inclusive em caráter complementar às atividades regulares ofertadas no âmbito do programa, desde que não interfiram nas aulas e atividades já oferecidas nas 12 unidades esportivas espalhadas pelo DF.
Iniciativas esportivas e de lazer agora podem, formalmente, usar o espaço físico dos COPs para treinamentos de atletas profissionais ou amadores, realização de competições esportivas profissionais ou amadoras, eventos esportivos de qualquer modalidade e atividades de lazer de modo geral.
Esporte para todos
A secretária de Esporte e Lazer, Giselle Ferreira, reforça: “Nosso trabalho nos COPs tem como base a democratização da prática esportiva e do lazer para todas as pessoas, visando ao amplo acesso da população. Para isso, estamos sempre melhorando o serviço que entregamos e a infraestrutura de todas as unidades”.
Além de incentivar os conceitos, os princípios e os valores esportivos, a iniciativa assegura espaços seguros e com qualidade para o desenvolvimento das modalidades esportivas e de lazer. Ações interligadas às atividades culturais e sociais também podem participar do projeto.
Só neste ano, o Esporte com a Comunidade já atendeu mais de 218 projetos e praticantes de modalidades esportivas das comunidades locais de maneira geral. Pessoas interessadas em participar devem enviar solicitação por meio deste link.
Os deputados reeleitos Robério Negreiros e Jorge Vianna apresentaram a Ibaneis Rocha documento assinado pelo presidente regional que firma compromisso com o governo
Durante o encontro, os deputados Robério Negreiros e Jorge Vianna apresentaram ao governador Ibaneis Rocha documento oficializando o compromisso de compor a base aliada | Foto: Renato Alves/ Agência Brasília
O governador Ibaneis Rocha recebeu, na manhã desta terça-feira (8), o apoio formal do Partido Social Democrático (PSD). Os deputados distritais reeleitos Robério Negreiros e Jorge Vianna apresentaram ao governante documento assinado por eles e pelo presidente regional do partido, Paulo Octávio, oficializando o compromisso de compor a base aliada.
A reunião ocorreu para reconhecer o apoio, mesmo após o PSD ter disputado o governo do Distrito Federal com candidato próprio. O documento coloca o partido à disposição para apoiar as pautas do governo na Câmara Legislativa do Distrito Federal (CLDF).
“Agora é olhar para a frente e apoiar o governo a melhorar temas como saúde e transporte. A ideia é que a bancada do PSD ajude o governo e participe ativamente e formalmente na base do governo”, afirma o deputado distrital Robério Negreiros. “Na Câmara, vamos ajudar o governo a melhorar a vida das pessoas, que é a função da política”, acrescenta.
“É uma hora de união. A disputa ficou no passado e o importante é pensar no DF”Governador Ibaneis Rocha
O deputado distrital Jorge Vianna também reforçou a intenção do partido de ingressar na base governista em mais uma etapa do mandato. “O governador fez um trabalho muito relevante, tanto é que as urnas provaram isso. Então, o partido quer compor e quer ajudar a governar Brasília”, define.
“A nossa reunião hoje foi para nos deixar à disposição do governador para poder ajudar a cidade no que for preciso, tendo sempre como premissa básica a população”, complementa.
O governador Ibaneis Rocha conversou por telefone com o presidente do partido, Paulo Octávio, e agradeceu o apoio. Para Octávio, o importante é estar pronto para ajudar a superar os problemas da cidade. “É uma hora de união”, disse o governador Ibaneis Rocha. “A disputa ficou no passado e o importante é pensar no DF”, concluiu.
Nesta terça-feira (08/11), o secretário Nacional de Segurança Hídrica do Ministério de Desenvolvimento Regional (MDR), Sérgio Costa, esteve na Agência Reguladora de Águas, Energia e Saneamento Básico do Distrito Federal (Adasa) para reunião com o diretor-presidente da instituição, Raimundo Ribeiro.
O encontro teve como objetivo discutir a representação brasileira junto ao Conselho Mundial da Água (World Water Council – WWC), tendo em vista que um novo quadro de governadores – cujo mandato é de três anos – deverá ser formado em 2023.
Costa destacou que a visita à Adasa se deve ao fato da experiência da agência na temática e presença no quadro atual de governadores. “Uma vez que a Adasa já faz parte do Conselho e nós do governo brasileiro temos o interesse de participar do board para compartilhar as experiências exitosas nos programas de universalização da água no semiárido brasileiro – como a transposição do Rio São Francisco, Água Doce, entre outras – procurei a agência para que pudéssemos discutir o futuro da representação brasileira e caminharmos juntos nesse processo”, pontuou.
Ribeiro lembrou que 12% de toda a água doce disponível no mundo, encontra-se em território brasileiro. “Garantir a participação brasileira neste Conselho é contribuir para a construção e execução de uma agenda estratégica que busque as soluções para os desafios globais relacionados à água, considerando a preservação dos recursos hídricos aliado a um desenvolvimento econômico e sustentável para todo mundo”, frisou.
Conselho Mundial da Água
Responsável pela condução coletiva da agenda global da água, o Conselho Mundial da Água representa milhares de pessoas de mais de 400 organizações de diferentes setores, regiões e campos profissionais com ampla experiência e interesses, em mais de 60 países.
Atualmente, o Brasil ocupa três das 35 vagas de governadores no board do Conselho: o diretor de gestão corporativa da Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo (Sabesp), Marcel Costa Sanches; o diretor-presidente da Adasa, Raimundo Ribeiro e o presidente da Associação Brasileira de Agências de Regulação (ABAR), Vinicius Benevides.
Os recursos são destinados a vários órgãos do DF | Foto: Silvio Abdon/CLDF
Os deputados distritais aprovaram na sessão ordinária da Câmara Legislativa do Distrito Federal desta terça-feira (8) quatro projetos de lei do Executivo que autorizam o governo a abrir créditos suplementares ao Orçamento no valor total de R$ 66,95 milhões. Os recursos são destinados para órgãos como Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil – Novacap; Departamento de Estradas de Rodagem – DER; e Fundo de Assistência Social e Companhia de Saneamento Ambiental – Caesb.
Os quatro projetos foram aprovados em dois turnos e redação final e seguem agora à sanção do governador Ibaneis Rocha. O projeto de lei nº 2.986/2022 abre crédito suplementar à Lei Orçamentária Anual do DF no valor de R$ 15.92 milhões. Deste total, R$ 15 milhões seguem para a Novacap para atender despesas com a manutenção das áreas verdes (plantio de grama, arborização, poda de árvores, roçagem, vigilância na preservação do patrimônio dos viveiros, menores aprendizes que prestam serviços nos viveiros, energia e aquisição de insumos), e com a manutenção das feiras permanentes. O restante do valor será repassado ao DER para o pagamento de despesas com a construção de viadutos.
Já o PL nº 3.010/2022 abre crédito suplementar no valor de R$ 27,12 milhões, sendo R$ 12,63 milhões também para o DER, para o pagamento de contratos e medição de execução de obras, fornecimento de concreto betuminoso usinado a quente, sinalização e conservação de rodovias no DF. Outros R$ 14,49 milhões serão destinados ao Fundo de Assistência Social, para ações de acolhimento institucional, convivência e fortalecimento de vínculos e de habilitação e reabilitação de crianças e adolescentes.
Também foi aprovado o projeto de lei nº 2.967/2022, que abre crédito suplementar no valor de R$ 20 milhões em favor da Caesb. Os recursos serão utilizados para atender despesas com a expansão do sistema de abastecimento de água.
Por fim, os distritais aprovaram ainda o PL nº 3.002/2022, que destina R$ 3,91 milhões ao Fundo de Assistência à Saúde dos Deputados Distritais e Servidores da Câmara Legislativa – Fascal. Os recursos são oriundos de superávit financeiro e serão utilizados para despesas médico-hospitalares dos associados do Fascal.
A equipe do governo de transição do presidente eleito, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), já tem seus primeiros nomes oficializados.
Geraldo Alckmin (PSB), Simone Tebet (MDB) e Guilherme Boulos (PSOL) são nomes do grupo de transição | Imagem: Arte UOL sobre divulgação
Os integrantes do grupo foram anunciados na tarde desta terça-feira (8) pelo vice-presidente eleito, Geraldo Alckmin (PSB), nomeado chefe da transição. A divulgação aconteceu no CCBB (Centro Cultural Banco do Brasil), em Brasília, onde são coordenados os trabalhos.
Além de citar nomes que participarão da transição, Alckmin anunciou a criação de 31 grupos técnicos, divididos por tema.
A divisão destes grupos deverá ser semelhante à dos ministérios previstos para o novo governo, mas Alckmin ressaltou que a participação das equipes na transição não significa, necessariamente, que elas estarão no Executivo no ano que vem.
A lista de confirmados tem desde os “pais” do Plano Real, como Pérsio Arida e André Lara Rezende, até a senadora Simone Tebet (MDB-MS), que ficou em terceiro lugar na corrida pela Presidência e passou a apoiar Lula no segundo turno.
Confira abaixo quem são os integrantes da equipe:
Nomes confirmados
Geraldo Alckmin (PSB)
Vice-presidente eleito, Alckmin foi escolhido por Lula para coordenar a equipe de transição, responsável por analisar as contas públicas e preparar as primeiras medidas do governo a partir de 2023.
Simone Tebet (MDB-MS)
A senadora ficará encarregada da área de Desenvolvimento Social da equipe de transição. Tebet disputou as eleições presidenciais e apoiou Lula no segundo turno. Já foi prefeita de Três Lagoas (MS), deputada estadual e vice-governadora do Mato Grosso do Sul.
Pérsio Arida
Conhecido como um dos pais do Plano Real, o economista é estudioso da inflação brasileira e presidiu o BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social) no governo Itamar e o Banco Central no governo FHC.
Gleisi Hoffmann (PT-PR)
Presidente do PT, Gleisi é deputada federal desde 2019. Foi ministra-chefe da Casa Civil no governo Dilma Rousseff (PT) e senadora de 2011 a 2019. Ela vai chefiar a coordenação de articulação política da transição.
Aloizio Mercadante (PT-SP)
Um dos fundadores do PT, Mercadante coordenou o plano de governo de Lula. Ele chefiou três ministérios na gestão Dilma: Ciência, Tecnologia e Inovação; Educação e Casa Civil. Também foi senador e deputado federal por São Paulo. Mercadante será coordenador dos 31 grupos técnicos da transição.
Floriano Pesaro
Nome ligado a Alckmin, Floriano Pesaro se elegeu deputado federal pelo PSDB em 2014, mas, no ano seguinte, assumiu o cargo de secretário de desenvolvimento social no governo tucano. Pesaro deixou o posto em abril de 2018 e assumiu o cargo na Câmara até o fim do mandato, em janeiro de 2019. Ele será coordenador executivo da equipe de transição.
Janja da Silva
Esposa de Lula, Janja será a coordenadora da organização da posse do petista, em 1º de janeiro. Militante histórica do PT, a futura primeira-dama teve papel destacado durante a campanha, com falas em comícios e participação em trabalhos de divulgação, como a produção de jingles.
Márcia Lopes
Professora, assistente social e militante histórica do PT, Márcia Lopes foi ministra de desenvolvimento social e combate à fome em 2010, último ano do governo Lula. Ela vai atuar na área de desenvolvimento social ao lado de Tebet e da também ex-ministra Tereza Campello.
Tereza Campello
Tereza Campello foi sucessora de Márcia Lopes no comando do ministério do desenvolvimento social e combate à fome. Ela assumiu o cargo em janeiro de 2011, com a posse de Dilma Rousseff, e ficou à frente da pasta por todo o governo Dilma, até o impeachment em maio de 2016.
André Quintão
Assistente social e sociólogo, André Quintão é deputado estadual pelo PT em Minas Gerais desde 2011 e líder da oposição ao governo de Romeu Zema (Novo-MG) no parlamento mineiro. Ele vai atuar na área de desenvolvimento social.
André Lara Resende
Economista, Lara Resende é um dos formuladores do Plano Real. Foi diretor do BC (Banco Central) e presidiu o BNDES durante o governo de Fernando Henrique Cardoso (PSDB).
Nelson Barbosa
Barbosa é o único membro da equipe econômica anunciada até o momento que já esteve em um governo do PT. Ele comandou o Ministério do Planejamento em 2015, na gestão de Dilma Rousseff. Em seguida passou a chefiar a pasta da Fazenda, cargo que ocupou até maio de 2016.
Guilherme Mello
Outro nome confirmado para a área econômica é o de Guilherme Mello, que foi assessor econômico da campanha de Lula. Professor do Instituto de Economia da Unicamp (Universidade Estadual de Campinas), ele também vai trabalhar na área durante a transição.
Nomes cotados
Guilherme Boulos (PSOL-SP)
Eleito deputado federal com mais de um milhão de votos, Boulos deverá participar de discussões sobre cidades e habitação no governo de transição, mas ainda não foi anunciado oficialmente. Lançado à política por meio de sua atuação no MTST (Movimento dos Trabalhadores Sem Teto), ele é cotado para assumir o Ministério das Cidades, que deverá ser recriado por Lula.
João Campos (PSB-PE)
Filho de Eduardo Campos, João é prefeito do Recife desde 2020, quando venceu a disputa contra a prima Marília Arraes. Em 2018, foi eleito deputado federal por Pernambuco.
Márcio França (PSB-SP)
Ex-governador de São Paulo, França é formado em direito. Já foi deputado federal e vice de Alckmin no governo paulista. França disputou o Senado em São Paulo em outubro, mas foi derrotado pelo ex-ministro da Ciência, Tecnologia e Inovações Marcos Pontes (PL).
Henrique Paim
Foi secretário-executivo do MEC (Ministério da Educação) e presidiu o FNDE (Fundo Nacional para o Desenvolvimento da Educação) antes de ocupar a pasta de fevereiro de 2014 a janeiro de 2015, no governo Dilma Rousseff (PT). Atualmente é professor da FGV (Fundação Getulio Vargas).
Flávio Dino (PSB-MA)
Senador eleito, Dino deverá participar da equipe de transição para coordenar a área de Justiça e Segurança Pública. Em entrevista ao UOL, o ex-governador do Maranhão afirmou que sua participação tem como objetivo remover o que chamou de “entulho bolsonarista”.
Jandira Feghali (PcdoB-RJ)
Deputada federal, Jandira é médica. Foi secretária de Desenvolvimento Econômico de Niterói (RJ) entre 2007 e 2008 e secretária de Cultura da cidade do Rio de 2009 a 2010. Concorreu à prefeitura do Rio em 2008 e em 2016, mas não conseguiu se eleger.
Luciana Genro (PSOL-RS)
Luciana é deputada estadual no Rio Grande do Sul e uma das fundadoras do PSOL. A advogada disputou a Presidência em 2014, mas terminou a disputa em quarto lugar, com 1,55% dos votos.
Alexandre Padilha (PT-SP)
Médico, Padilha é deputado federal por São Paulo. Foi ministro da Coordenação Política no governo Lula. Já na gestão Dilma, assumiu a pasta da Saúde. Ele é cotado para comandar este mesmo ministério no futuro governo Lula.
Conselho político
Além dos coordenadores da transição, foram oficializados hoje os membros do conselho de transição governamental, formado por representantes de partidos que formaram a coligação de Lula ou deverão fazer parte da base do governo. São os seguintes:
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