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FENAPRO apoia nova Lei que amplia limite de gastos em ano Eleitoral

A entrada em vigor da lei que muda as regras de limite de gastos com propaganda no primeiro semestre de anos eleitorais para órgãos dos governos federal, estaduais e municipais, publicada ontem (01/06), foi muito bem recebida pela Fenapro – Federação Nacional das Agências de Propaganda, que representa sindicatos das agências do setor em todo o País. A lei permite amplia os limites a serem investidos pelos órgãos públicos em 2022, e que antes estavam limitados a média das despesas com publicidade no primeiro semestre dos três anos anteriores ao do pleito.

Apenas da parte do governo federal, o texto da lei permite um aumento de R$ 25 milhões nessas despesas ainda em 2022.

“O fato de a legislação limitar até aqui os gastos públicos com propaganda em anos de eleições causava grande impacto aos negócios da indústria da comunicação e prejudicava a comunicação dos órgãos governamentais sobre temas relevantes, como o de Saúde, que não deveriam esperar para serem divulgados ao público”, observa Daniel Queiroz, presidente da Fenapro. “Esta lei flexibiliza a aplicação do orçamento público para uma realidade mais próxima das demandas dos governos e da própria sociedade.”

As restrições que vigoravam até aqui sempre tiveram, historicamente, um forte impacto na receita das agências de propaganda que atendem contas públicas, ao limitarem os gastos de publicidade governamental à média dos primeiros semestres dos últimos três anos.


Agora, os órgãos públicos federais, estaduais ou municipais ou respectivas entidades da administração indireta, estatais, por exemplo, poderão empenhar, no primeiro semestre de anos eleitorais, o montante de gastos com publicidade de até seis vezes a média mensal dos valores empenhados e não cancelados nos três últimos anos que antecedem o pleito. Ficam, contudo, excluídos da lei, a publicidade institucional de atos e campanhas.


Já em relação à Covid-19, a lei permite neste ano a publicidade institucional de atos e campanhas destinados exclusivamente ao enfrentamento da pandemia e à orientação quanto aos serviços públicos de combate à doença, sendo que o limite de gasto em ano eleitoral não será aplicável a essas ações de combate à pandemia.


“Com a nova lei, as agências terão um fôlego maior para gerenciar suas operações em anos eleitorais”, acrescenta o presidente da Fenapro.

Ano de eleição e redes sociais: especialista dá três dicas para garantir o uso correto da internet no período

Preocupação das autoridades eleitorais com as fake news no pleito deste ano é grande. Leo Soltz aponta caminhos para uma disputa justa pelas redes

O ano de 2022 é um importante marco para os brasileiros, já que as eleições presidenciais serão realizadas e o (a) próximo (a) presidente do País pelos próximos quatro anos será definido. Um dos maiores debates das campanhas, porém, não gira em torno de temas como economia ou política, mas sim das ferramentas que podem ser utilizadas para impulsionar a visibilidade de candidatos (as) na internet ou para espalhar notícias falsas. Leo Soltz, CEO da One Big Media, mediatech especializada em impulsionar criadores de conteúdo, sinaliza que, para evitar o uso indevido de redes como o Telegram, Whatsapp, Instagram e demais, será necessário um entendimento grande sobre público, algoritmos, educação e impulsionamento.
 

Há alguns meses, por exemplo, o ministro Alexandre de Moraes, do STF (Supremo Tribunal Federal), determinou o bloqueio do aplicativo russo de mensagens Telegram em todo o Brasil. Entre outras alegações, o ministro apontou que o aplicativo não possuía mecanismos para o combate à desinformação e à divulgação de notícias fraudulentas – as chamadas fake news. Na mesma semana, o ministro revogou a sua decisão e o Telegram foi liberado no Brasil, não antes de determinar um responsável legal no país. O que ficou claro, porém, é que as eleições de 2022 devem ter um olhar muito forte voltado ao uso de redes sociais nas campanhas, com os candidatos e os próprios aplicativos se tornando responsáveis caso não colaborem com o combate à desinformação.
 

A seguir, Leo compartilha três pontos que devem ser considerados no funcionamento de cada plataforma e como garantir o uso correto delas até o final da eleição.
 

Algoritmos são os impulsionadores: é preciso saber usá-los

Toda rede social, independentemente de como funcione, tem um denominador comum: o criador de conteúdo, seja ele amador ou profissional, depende do algoritmo para ganhar alcance. Eles são os responsáveis por determinar quais conteúdos e quais páginas têm mais destaque para o público usuário das redes. Algoritmos são desenvolvidos para escolher as notícias mais atraentes aos olhos de cada usuário. Se um determinado usuário gosta de publicar notícias falsas, que tendem a se disseminar rapidamente, o algoritmo vai impulsionar informações semelhantes para que estas cheguem a ele.
 

Como, então, usar o algoritmo no combate à disseminação de notícias falsas? “Fazendo com que ele atue a favor de notícias verdadeiras”, diz o CEO da One Big Media. “A leitura de pontos de vista contrários aos que estamos habituados, por exemplo, fará o algoritmo trazer novos tipos de informação para o usuário. Dessa forma, ele terá material diversificado em mãos para poder avaliar qual é o conteúdo verdadeiro e qual o falso, que não deve ser disseminado. Outra sugestão é usar os serviços de forma anônima, pois isso impede que as plataformas rastreiem seus conteúdos de interesse, freando um pouco a atuação algoritmica”, comenta Soltz.
 

“Precisamos conscientizar as pessoas com campanhas institucionais de que, além de termos as notícias disponibilizadas pelas redes sociais, faz-se necessário darmos um passo à mais rumo ao conhecimento, não nos deixando levar apenas por notícias compartilhadas ou primeiras páginas de portais”, acrescenta o CEO. “Agora é a hora de nos posicionarmos, oferecendo informações consistentes para que nossa liberdade de expressão não seja cerceada ou minimamente confundida como Fake News. Recomendo ainda filmes em que esse temário foi bastante destacado como ‘O Dilema das redes’ e ‘A Privacidade hackeada’”, finaliza Soltz.

Ferramentas precisam ter mecanismos de proteção

“Não podemos garantir que todo usuário de uma rede social será ético e correto. O que podemos fazer é criar soluções para que ferramentas e usuários combatam questões como as fake news e até mesmo discursos inflamados em excesso nas redes”, diz o CEO da One Big Media. “Dessa forma, para ter a sua operação validada, um caminho é exigir que as redes tenham a possibilidade de frear esse mau uso. No Twitter, por exemplo, medidas foram implementadas há alguns anos para reduzir problemas que poderiam ser gerados pelo compartilhamento de notícias falsas. O Facebook, por sua vez, tem trabalhado forte para derrubar fake news em suas redes — mais de 1 milhão de conteúdos envolvendo desinformação sobre a pandemia foram retirados do ar desde março de 2020. E o mesmo deve ser feito nas eleições: devemos ver muitas notícias falsas sendo retiradas dessas plataformas ao longo dos próximos meses, como medida que evita a proliferação das informações não verídicas”, comenta Soltz.
 

Por meio do PL 2.360/2020, o Congresso Nacional vem buscando uma forma de construir elementos para o entendimento algorítmico. A grande pergunta está em até onde tais aplicativos conseguiriam chegar quando se trata de encontrar responsáveis pelas notícias compartilhadas. Chegar rapidamente em quem promove o ato gerador é fundamental para haver menos reverberação sobre o tema, além do fato de que responsáveis poderiam ser julgados civil e criminalmente, evitando assim os movimentos lentos ou até mesmo generalistas que podem retirar do ar opiniões justas.

Redes vieram para ficar; é preciso aprender a lidar com elas

Sete em cada dez brasileiros de idades entre 20 e 65 anos se informam por meio de redes sociais. Elas são ferramentas que cada vez mais têm peso no dia a dia e, a cada quatro anos, também numa eleição presidencial. Logo, é preciso que público, candidatos, tribunais eleitorais e demais interessados numa eleição limpa e transparente, trabalhem para que o bom uso das mídias seja implementado. Um ponto também relevante está em quem fará essa gestão da informação. Ter uma entidade plural atuando em prol do uso adequado das redes sociais seria o ideal, pois evitaria-se os excessos em seu uso e a liberdade de expressão estaria garantida.

“Antes, as eleições se apoiavam muito nos jornais, revistas e na televisão, meios de comunicação de massa que exerciam muita influência sobre a sociedade e possibilitavam viradas durante a corrida. Porém, a forma de consumo da informação mudou. Assim, é preciso repensar as regras e limites que as redes terão ao serem usadas como ferramenta eleitoral, da mesma forma que ocorreu com os demais formatos antes majoritários em campanhas”, reforça o CEO da One Big Media.

Sobre a One Big Media 

A One Big Media é uma mediatech especializada em desenvolver e impulsionar creators. A empresa faz parte do grupo eMotion Studios. O modelo de negócios aplicado torna a One Big Media sócia dos canais de creators. A startup possui hoje em seu portfólio mais de 100 canais de diversas verticais, nas principais plataformas, com ênfase no Youtube e Kwai. Um time de especialistas se dedica a impulsioná-los em métricas e metadados e ainda ajudá-los na profissionalização dos conteúdos e co criação, ao mesmo tempo em que oportuniza espaços para campanhas e projetos especiais, sob medida de branded content para marcas nacionais, atingindo assim uma audiência qualificada e de interesse – cobrindo as duas pontas desta jornada. Com os canais proprietários e associados a One Big Media soma mais de 60 milhões de inscritos e mais de 11 bilhões de visualizações. Mais de mil vídeos são publicados por mês, gerando mais de 500 mil novos inscritos e engajamento intenso para os canais da base.

ELEIÇÕES: Movimento negro lança mais de 50 pré-candidaturas

A Coalizão Negra por Direitos lança na próxima segunda-feira o Quilombo nos Parlamentos, iniciativa de apoio a mais de 50 pré-candidaturas de pessoas ligadas ao movimento negro que concorrerão a cargos no Congresso Nacional e nas Assembleias Legislativas por todo território nacional. O objetivo da ação – suprapartidária – é reduzir o hiato de representatividade no poder legislativo e contribuir para um projeto de país alinhado à luta antirracista, que possa ser mais justo a todas e todos. Informações sobre o lançamento no final do texto.

A iniciativa Quilombo nos Parlamentos reúne mais de 50 lideranças negras dos seguintes partidos: PT, PSOL, PCdoB, PSB, PDT e Rede. São ao menos 22 pré-candidaturas à Câmara dos Deputados e o restante às Assembleias Legislativas do Distrito Federal e dos seguintes estados: Alagoas, Amazonas, Bahia, Ceará, Distrito Federal, Goiás, Minas Gerais, Maranhão, Pará, Paraíba, Pernambuco, Piauí, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Rio de Janeiro, Santa Catarina, São Paulo, Sergipe e Tocantins.

“O Brasil precisa de lideranças negras do movimento negro em lugares de poder para que possamos falar e agir em nosso próprio nome”, destaca Sheila de Carvalho, advogada, diretora do Instituto de Referência Negra Peregum e integrante da Coalizão Negra por Direitos. “Somos a maioria da população brasileira e lutamos por direitos básicos dos quais a maioria da população negra ainda é constantemente privada, como direito à vida, à saúde, à educação, à alimentação. O movimento negro tem um projeto para todos os brasileiros. Não se trata de um Brasil para os negros, mas de um projeto com negros para o Brasil”, completa.

“Com essa proposta, a Coalizão Negra Por Direitos pretende alterar a correlação de forças no Congresso, incluindo a pautas do movimento negro na agenda da política nacional. A população negra brasileira não está representada no Congresso e demais casas do Legislativo. Como resultado, somos derrotados cotidianamente nas ruas, com direitos negligenciados e ameaças constantes às nossas vidas. Se tivermos uma bancada negra em Brasília, isso pode mudar”, explica o historiador Douglas Belchior, coordenador da Uneafro Brasil e integrante da Coalizão Negra por Direitos.

“Essa ação é histórica: 40 anos depois da primeira eleição de Benedita da Silva, a Coalizão Negra por Direitos entra na cena política para dizer que tudo que a gente falou lá é possível. Já em 1986, lutamos para eleger constituintes negros como Carlos Alberto Caó de Oliveira, que incluiu o racismo como crime inafiançável e imprescritível na Constituição de 1988. Estamos agora em uma reviravolta na política. É um absurdo sermos mais de 56% da população e termos apenas 21 parlamentares negros e negras no Congresso, em um universo de 513. Mas, não estamos falando apenas do Congresso Nacional, mas também das assembleias legislativas, é um universo monumental com nomes, como Eliete Paraguassu, na Bahia, Pastor Henrique Vieira, no Rio de Janeiro, Roseli Faria, no Distrito Federal, entre muitos outros. Nós resolvemos pautar isso de forma estrutural e estruturante e assim, ‘aquilombar’ a política”, afirma Vilma Reis, defensora de direitos humanos do Coletivo Mahin da Bahia e integrante da Coalizão Negra Por Direitos.

Segundo o IBGE, 54,1% da população brasileira é composta por negros. Porém são sub-representados nos parlamentos e instituições democráticas pelo país.Em outros indicadores, no entanto, os negros são, infelizmente, maioria. Por exemplo, o Inquérito Nacional sobre Insegurança Alimentar no Contexto da Pandemia da Covid-19 no Brasil, da Rede Brasileira de Pesquisa em Soberania e Segurança Alimentar, mostrou que 10,7% dos lares de pessoas negras convivem com a fome, contra 7,5% de lares de pessoas brancas. Já o Fórum Brasileiro de Segurança Pública descobriu que enquanto o número de não negros mortos caiu 33% entre 2009 e 2019, o de negros subiu 1,6%. Em 2020, 76,2% das pessoas assassinadas eram negras. Em 2022, 500 trabalhadores foram resgatados em condição análoga à escravidão pela Auditoria Fiscal do Trabalho; destes, 84% se autodeclararam negros.

“Construir uma democracia de fato exige equidade racial, justiça social e respeito aos direitos humanos. Como diz o lema mote da Coalizão Negra: enquanto houver racismo, não haverá democracia”, sintetiza Sheila.

QUILOMBO NOS PARLAMENTOS: LANÇAMENTO

Além de integrantes da Coalizão Negra por Direitos e pré-candidatos, o evento contará com a participação de figuras emblemáticas do movimento negro brasileiro, como Sueli Carneiro, Helio Santos, Milton Barbosa, Nilma Bentes e Monica Oliveira, dentre outros.

Data: 6 de junho de 2022

Horário: das 16h às 22h

Local: Ocupação Nove de Julho: R. Álvaro de Carvalho, 427 – Bela Vista

Renata d’Aguiar promove encontro para alinhamento de ideias

Ação contou com a participação de cerca de 200 pessoas, entre elas, o deputado federal Júlio César e a ex-ministra Damares Alves

Empregabilidade, saúde, educação, proteção da mulher e segurança pública, esses foram alguns dos temas debatidos na manhã deste domingo (5) durante encontro para alinhamento de ideias. Mediado pela pré-candidata a deputada distrital Renata d’Aguiar (PMN), o bate-papo contou com cerca de 200 pessoas, entre elas, o deputado federal Júlio César e a ex-ministra e pré-candidato ao Senado, Damares Alves, ambos pelo Republicanos.

A ação ocorreu no auditório da Faculdade Republicana, na Asa Sul. “Foi uma troca de experiência de suma importância. Estamos construindo um planejamento robusto, ouvindo as pessoas, sondando a necessidade da população e anotando ideias para serem colocadas em prática”, destaca Renata d’Aguiar, fundadora do Instituto Reciclando o Futuro, responsável por atuar, principalmente, junto a mulheres em situação de vulnerabilidade e a catadores de materiais recicláveis.

Damares Alves, após a experiência adquirida nos últimos anos enquanto ministra da Mulher, enfatizou a necessidade da proteção social da família, com foco na maternidade e na infância. “Milhares de crianças ainda sofrem com casos de todo o tipo de violência diária e dentro de casa. Precisamos resguardar cada vez mais a segurança dessas famílias”, aponta.

Júlio César enfatizou a necessidade de fortalecer cada vez mais a representação política brasiliense no cenário local e nacional. “É uma união de esforços. Estamos construindo um grande projeto”, aponta o parlamentar.

“Educação está sendo um marco na nossa gestão”, diz Carlinhos do Mangão

Da redação do Conectado ao Poder

Diversas escolas do Novo Gama são beneficiadas com reformas

Em pesquisa recém realizada, foi divulgado que 81,4% dos moradores do município do Novo Gama aprovam a gestão do prefeito Carlinhos do Mangão (PL) e não é à toa, pois há bastante serviço sendo executado na cidade.

Em todos os setores tem trabalho. Na infraestrutura, por exemplo, diversas ruas têm sido asfaltadas, além de operação tapa buraco. Na segurança, operação por paz na cidade é feita, bem como instalação de câmeras de monitoramento e entrega de novas viaturas para a guarda municipal, fatores que trazem mais agilidade aos profissionais.

Há melhorias também no setor da saúde, como reformas em ambientes, como no Centro de Atenção Psicossocial (CAPS) II e em postos de saúde, tendo em vista os aprimoramentos no ESF-09 do Bairro Lunabel, que foi inaugurado em 2007 e nunca tinha passado por revitalização.

No entanto, um ponto essencial para o desenvolvimento de todo e qualquer ser humano é a educação, pois a partir dela é que muitas mudanças sociais podem ocorrer. Entendendo que todos têm direito aos estudos, Mangão não mede esforços para melhorar essa área.

Por meio da atuação do prefeito, ordem de serviço foi assinada para que mais estudantes fizessem parte da Escola Municipal Lago Azul, pois foi liberada uma reforma de mais quatro salas. A escola que atendia 800 alunos, agora pode atender mil.

Recentemente, a unidade de ensino Dalva VI recebeu Carlinhos do Mangão, que assinou ordem de serviço para reforma da instituição, a Escola Ponto Final, localizada no Pedregal, também já iniciou suas obras, para garantir melhor estrutura aos estudantes.

Além dessas escolas, unidades como Escola Municipal Darcy Ribeiro e Escola Municipal Monteiro Lobato já foram beneficiadas do mesmo modo. Nesse sentido, com todas essas benfeitorias, Carlinhos afirma que “educação está sendo um marco na nossa gestão”.

“Essa união faz a gente buscar benefícios”, diz Pábio Mossoró sobre a relação com o GDF

Da redação do Conectado ao Poder

O município de Valparaíso de Goiás, que tem um forte comércio, atendendo não somente a população que lá reside, mas também outras comunidades do entorno, tem avançado cada vez mais em termos de melhorias para a sociedade, a partir do trabalho que tem sido feito pelo prefeito Pábio Mossoró (MDB).

Contudo, nem sempre estar à frente da localidade foi fácil, com os projetos já encaminhados, como contou o prefeito em entrevista para a Record TV. “No início, lá em 2017, quando nós assumimos a prefeitura, encontramos várias dificuldades, até porque o governo que tinha deixado a cidade, havia deixado um caos, com muita dívida e nós aos poucos fomos reestruturando e o principal ponto era passar credibilidade”, disse.

Para que os moradores de Valparaíso entendessem que a mudança estava por vir, de acordo com Pábio, foram feitas campanhas de conscientização, mostrando a transparência do município e falando qual era o propósito. Com isso, percebendo que um resultado bom foi obtido, Mossoró afirma que “a cidade está preparada para receber muitos investimentos”.

Diversos bairros da região têm recebido pavimentação asfáltica, como o Parque Esplanada II e o Araruama, mas há perspectivas de melhorias para todos. “Nós ainda temos alguns bairros que não possuem pavimentação e até o término de nosso mandato nós vamos deixar tudo 100% pavimentado”, pontuou. Além disso, outras demandas estão na lista.

“Nós temos um grande desafio que é levar o transporte com qualidade para a população e também temos a questão do escoamento de água, pois temos uma BR que divide a cidade e no período de chuva algumas partes alagam e estamos buscando um financiamento para realizar uma grande obra de drenagem, além de fazer um viaduto para interligar o Valparaíso I ao Valparaíso II, em parceria com o governo do DF também”, comentou.

Tendo em vista a comunicação que é feita com o DF, Pábio Mossoró diz que “o DF foi criado dentro de Goiás, então não tem como se desprender, nós temos mão de obra no DF, então nós gestores temos trabalhado para levar ações também para o governo do DF e essa união faz a gente buscar benefícios”.

“É uma ameaça à democracia”, diz Bruno Hoffmann sobre a campanha eleitoral ser de 45 dias

Da redação do Conectado ao Poder

O consultor político e presidente do Clube Associativo dos Profissionais do Marketing Político (CAMP), Bruno Hoffmann, foi entrevistado pelo jornalista Sandro Gianelli, na Rádio Metrópoles (104.1FM), no último domingo (29), e falou sobre o livro Marketing Político no Brasil, sobre os trabalhos realizados pelo CAMP, sobre campanha eleitoral, além de eleições de modo geral. 

De onde surgiu a ideia do livro Marketing Político no Brasil?

Ele é um produto do CAMP, que nasceu a cerca de 4 anos atrás, justamente das demandas dos estrategistas, que estão envolvidos com campanhas políticas, mas não tinha uma associação que de fato representasse eles, mas agora estamos começando a dialogar, que é uma coisa que nunca foi feita antes. O livro conta com 50 autores, sendo 48 associados ao CAMP e os outros são um advogado e a secretaria geral do TSE.

Quais trabalhos já foram realizados pelo CAMP? 

Por exemplo, nós já fizemos um seminário com o Senado Federal, um termo de compromisso de colaboração com o TSE no combate a Fake News e fechamos uma parceria onde os associados são professores do RenovaBR.

Qual tem sido o ideal do CAMP?

Nós estamos mostrando que somos profissionais sérios, que apenas queremos fazer nosso trabalho e que não temos nada a ver com erros que alguns tenham cometido no passado. Temos uma especialização assim como em qualquer outra profissão e a gente só quer poder trabalhar dignamente e receber nossos dividendos sem nenhum tipo de problema.

Como o CAMP atua no combate às fake news? 

Nós temos o código de ética. Os nossos profissionais são pessoas que já estiveram em grandes campanhas espalhadas pelo país, são grandes estrategistas e eles precisam respeitar o código, sendo assim é um selo de qualidade que se carrega. 

No passado, daria para acreditar que os profissionais do marketing político estariam se relacionando com grandes instituições?

Há poucos anos atrás, se fosse mencionado que os ditos marketeiros estariam se relacionando com esse nível de pessoas e instituições, ninguém acreditaria. 

O impacto da tecnologia foi grande no marketing político?

Sim. Na própria área da comunicação a gente via os jornalistas com toda a parafernalha para se fazer uma cobertura e hoje estão somente com o celular e não é só um vídeo que está sendo feito, eles estão ao vivo em algum meio de comunicação importante, então todas as novas profissões estão tendo que se reinventar, principalmente com o ganho de espaço das redes sociais. 

Como é a questão da gestão de crise?

De certa forma, dentro do marketing político tudo acaba sendo uma questão de gestão de crise, porque são muitos acontecimentos e as pessoas precisam estar preparadas e entender o que é para ser feito quando a situação complicar. O profissional de marketing político é como se fosse um médico, porque tem que estar preparado para qualquer situação. 

Qual é a sua visão sobre os 45 dias de campanha eleitoral? 

Isso é um problema seríssimo, talvez o mais grave que a gente tenha hoje no Brasil, porque na verdade é uma ameaça à democracia. No entanto, nesse período você tem que continuar contando sua história, mostrando o que você quer fazer e como você faria se fosse eleito para qualquer cargo, mas com 45 dias não dá tempo, a gente vê em outros países a pessoa se lançando no mínimo com 1 ano antes.

Você acredita que ainda existe a possibilidade de sairmos da polarização Bolsonaro x Lula? 

A gente vê a mídia e as pessoas falando que realmente já está certo de que será só Lula e Bolsonaro, mas como a campanha não começou de fato, ainda não deu tempo de experimentar outros nomes, então há tempo de observar uma terceira via. 

Você acredita que neste ano terão candidatos que vão começar com porcentagens baixíssimas de votos virando o jogo como ocorreu na eleição de 2018?  

Sim, sem dúvidas, até porque os nomes não estão 100% apresentados, então só no dia 16 de agosto, quando de fato as eleições começam é que teremos um cenário completo para analisar. 

Qual o impacto do WhatsApp nesta eleição?  

Está havendo um debate muito grande em relação a novas funcionalidades do WhatsApp, mas ao que tudo indica nada vai mudar. O WhatsApp é uma terra sem lei e a grande questão que é colocada é sobre a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD). 

Você acha que ainda dá tempo de Pablo Marçal se posicionar bem para essas eleições? 

Independente do candidato, sempre dá tempo, porque muita coisa ainda vai acontecer. O fato do Marçal ser um fenômeno na internet, ele eventualmente pode surpreender de alguma forma, mas a política não é feita só de seguidores. 

Doria seria competitivo se fosse candidato em 2018?  

Na minha visão, quem deveria ter sido candidato em 2018 era o João Doria, porque  se resgatarmos na memória, lá em 2014 quando o Aécio perdeu para a Dilma, o PT não tinha oposição, o primeiro nome de oposição forte que apareceu foi do Doria, quando ele venceu em São Paulo, era muito midiático, totalmente antipetismo, então chegou em 2018, o PSDB começou com aquele negócio de  “vai Aécio”, “vai Alckmin” e colocaram Alckmin, mas se perderam, porque a pessoa certa era o Doria.  Se ele tivesse sido o candidato do PSDB, o presidente hoje seria ele. 

Envie uma mensagem para o WhatsApp (61) 98406-8683 caso você tenha alguma notícia relacionada aos bastidores da política e queira vê-lá na Coluna do Gianelli.

*Sandro Gianelli é consultor em marketing político, jornalista, colunista e radialista. Escreve a Coluna do Gianelli, de segunda a sexta, para o portal Conectado ao Poder e para o Jornal Alô Brasília e apresenta um programa de entrevistas, aos domingos, das 9h às 11h, na rádio Metrópoles – 104,1 FM. 

“Uma das melhores coisas feitas na região”, diz morador do Grande Colorado sobre o Complexo Viário Governador Roriz

Da redação do Conectado ao Poder

Grandes obras entregues no DF melhoram a vida da população

De um lado ao outro do DF existem melhorias. Na região central, é possível ver os avanços realizados na W3 Sul, com a revitalização, além de toda reformulação feita no Setor Hospitalar Sul e no Setor de Rádio e TV Sul. Quadras do Setor Comercial Sul também estão sendo melhoradas.

Se formos falar de grandes obras na parte sul do DF, conseguimos pontuar a construção do viaduto do Recanto das Emas/Riacho Fundo II, que era esperado pela população há 20 anos e só saiu do papel por meio do trabalho do governador Ibaneis Rocha (MDB).

A Estrutural também faz parte do extremo sul do DF e recebeu pacote de obras de R$ 49 milhões, para que a cidade seja equipada com duas escolas, quartéis da PMDF e CBMDF, UPA, UBS e um Papa-Entulho, além de construção de uma rede de drenagem pluvial.

Na região norte, a entrega de uma obra de grande proporção vai ficar marcada na história do DF, que é o Complexo Viário Governador Roriz, que traz um conjunto de pontes e viadutos que formam a Ligação Torto-Colorado e o Trevo de Triagem Norte. Neste trabalho realizado, houve um investimento de R$ 220 milhões, o que gerou 770 empregos.

A estrutura do complexo é formada por 8 km de vias, 14 km de ciclovias, 23 viadutos e quatro pontes, fatores que facilitam o fluxo de veículos, transformando uma realidade antes existente, que era de trânsito intenso, como relata João Evilásio, morador do Grande Colorado.

“Antigamente, a gente saia de casa e não sabia se ia chegar, pois ficava 1h ou mais parado, mas agora não tem mais esse problema, a gente sai de casa e sabe que de 15 a 20 minutos estaremos no plano. A obra veio em bom tempo e é muito boa”, relata.

João Pedro Corrêa também mora na região e conta como a vida foi alterada. “Eu moro na região norte do DF desde que eu nasci e a obra do Complexo Viário Governador Roriz é a melhor coisa para quem vem para cá, porque antigamente tinha muito trânsito e não tinha como chegar em casa cedo, já voltava do trabalho sabendo o que ia encarar, e hoje não tem mais trânsito, é ótimo”, diz.

Escola reconhecida por boas práticas ambientais sediará evento alusivo ao Dia Mundial do Meio Ambiente

A Agência Reguladora de Águas, Energia e Saneamento Básico do Distrito Federal (Adasa), a Companhia de Saneamento Ambiental do DF (Caesb) e a Secretaria de Educação do DF (SEEDF) irão celebrar na segunda-feira (6/6) o Dia Mundial do Meio Ambiente, data comemorada em 5 de junho. O evento será realizado na Escola Classe 05 de Sobradinho, instituição de ensino escolhida por se destacar na adoção de práticas ambientalmente sustentáveis.

Entre as ações previstas para entreter e conscientizar os mais de 600 alunos da escola, estão a palestra do regulador da Adasa e contador de histórias, Miguel Sartori, a participação da mascote da Agência – Gotita – e dos personagens do desenho musical que embala campanhas de utilidade pública do órgão, dinâmicas educativas promovidas pela Caesb e a presença do Expresso Ambiental, ônibus de educação ambiental da companhia. 

O diretor-presidente a Adasa, Raimundo Ribeiro, destaca que o tema escolhido pela Organização das Nações Unidas (ONU) para 2022 – “Apenas uma Terra” – alerta para a necessidade de que cada indivíduo assuma sua responsabilidade em relação à tarefa de se preservar o meio ambiente. “É um momento propício para que cada um reflita a respeito dos efeitos das suas ações sobre um planeta compartilhado por quase 8 bilhões de pessoas. Precisamos trilhar caminhos que complementem as atuações do governo e ONGs para chegar mais rapidamente às transformações ambientais que o mundo precisa”, ressaltou.


Dia Mundial do Meio Ambiente

Desde a primeira vez em que foi celebrado, em 1973, o Dia Mundial do Meio Ambiente se desenvolveu como uma plataforma global de sensibilização e ação para questões urgentes.

Liderado pelo Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA), nas últimas cinco décadas milhões de pessoas participaram dos Dias Mundiais do Meio Ambiente, ajudando a impulsionar mudanças e a motivar a política ambiental nacional e internacional. Cada comemoração se concentra em um tema específico, que abrange questões como poluição marinha, aquecimento global, consumo sustentável e crimes contra a vida selvagem.

*Com informações da UN Environment Programme.

Fonte: Adasa-DF

Sai do papel a primeira creche rural do DF para crianças de até 3 anos

No Núcleo Rural Jardim, a obra já foi iniciada; Pipiripau será a segunda localidade a receber o benefício

Creche do Núcleo Rural Jardim está com as obras em andamento | Foto: Divulgação/Emater

Antiga demanda das comunidades rurais do Distrito Federal, as creches destinadas aos filhos de trabalhadores e produtores começam a ganhar contornos reais. Os núcleos rurais Jardim (Região Administrativa do Paranoá) e Pipiripau (Planaltina) serão os primeiros a receber as unidades destinadas a crianças com até três anos e 11 meses de idade. A partir dos quatro anos, os pequenos já são atendidos pelas escolas da rede pública. No Jardim, a obra já foi iniciada.

“Em 62 anos de Brasília, esta é a primeira vez que a população do campo será contemplada com esse equipamento tão importante para crianças menores e para as famílias rurais”Denise Fonseca, presidente da Emater

Encabeçada pela Emater, a iniciativa conta com articulação institucional da empresa, cabendo à Novacap os projetos arquitetônicos e a execução das obras de implantação. “Investir em educação é uma das prioridades do governador Ibaneis Rocha”, afirma o presidente da Novacap, Fernando Leite. “Desde o início da gestão, o governo tem investido em creches e escolas, sem medir esforços. Essa obra é de extrema importância para a população da área rural.”

A presidente da Emater, Denise Fonseca, explica que o projeto é fundamental para promover a cidadania das famílias rurais. “Em 62 anos de Brasília, esta é a primeira vez que a população do campo será contemplada com esse equipamento tão importante para crianças menores e para as famílias rurais”, ressalta. “Conhecemos de perto as necessidades do campo e sabemos a importância dessa realização.”

As creches serão geridas pela Secretaria de Educação (SEE), à qual caberá analisar a capacidade de crianças que poderão ser atendidas em cada um dos novos espaços. Além do Jardim e Pipiripau, a perspectiva é que o projeto seja estendido a outras comunidades rurais do DF. “Estamos muito felizes em saber que em breve essas  crianças da área rural do DF serão atendidos e terão um espaço de qualidade para brincar e aprender”, pontua a secretária de Educação, Hélvia Paranaguá.

A demanda por creches rurais surgiu do Encontro Distrital de Mulheres Rurais, promovido pela Emater com objetivo de dar voz às mulheres do campo. Para viabilização do projeto, a creche do Pipiripau será implantada em uma casa cedida pela Emater. O processo de licitação da obra na região já foi aberto. No Jardim, a propriedade, já está em fase de adaptação e reforma, foi cedida pela Secretaria de Agricultura (Seagri).

A reforma da creche do Jardim começou em abril e está orçada em R$ 450 mil. Já os trabalhos na unidade do Pipiripau têm custo estimado em R$ 600 mil. As verbas são provenientes de emendas parlamentares destinadas pelos deputados distritais João Cardoso e Martins Machado.

*Com informações da Emater

Fonte: Agência Brasília

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