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Obra grandiosa, Túnel de Taguatinga impressiona também em números

Já foram escavados mais de 40% do volume de terra previsto e aplicados quase 70% dos 7,5 milhões de kg de ferro que ajudam a dar sustentação à obra de arte

Aço e concreto dão sustentação às estruturas do viaduto: ao fim da obra, terão sido utilizados 92.708 m³ de concreto e 7.522 toneladas de ferragens | Fotos: Lúcio Bernardo Jr./Agência Brasília

O aço, o concreto e a escavação de terra formam, juntos, o grosso – ou, em números, o equivalente a 80% – do que está sendo feito pelo Governo do Distrito Federal (GDF), por meio da Secretaria de Obras e do consórcio de empresas contratadas, na construção do Túnel de Taguatinga. Dessa forma, a maior obra viária urbana em execução no país impressiona também pelos números.

O volume de concreto a ser usado ultrapassa os 92 mil m³; serão mais de 7 mil toneladas de aço e a previsão é de que mais de 522 mil m³ de terra sejam retiradas para realização da obra, na qual 430 pessoas trabalham diariamente para dar celeridade à intervenção que irá transformar a região central de Taguatinga.

Até a última semana de abril de 2022, foram aplicados pelo menos 55.580 m³ de concreto dos 92.708 m³ previstos no projeto – ou 60% desse total. O montante dessa massa de cimento, areia e brita é o equivalente ao tamanho de um campo de futebol repleto de concreto por 10 metros de altura.

O total de aço – que, junto com o concreto, dá sustentação às estruturas do viaduto – usado até agora chega a 5.066 toneladas – ou seja, 67% das quase 7.522 toneladas projetadas para a obra.

O volume de terra escavada na construção também impressiona. Já foram cerca de 41% dos 522.860,47 m³ calculados de remoção – o que equivale a 213.317 m³. Vale ressaltar que grande parte desse material tem sido reaproveitado e voltado para a própria obra. “Essa terra que sai da escavação invertida volta para o túnel na aterragem da laje superior do boulevard por onde passará o BRT”, explica o secretário de Obras e Infraestrutura do DF, Luciano Carvalho.

Outro serviço que se destaca é a impermeabilização. Serão 30 mil m² de área impermeabilizada. Em números equivalentes, esse material seria suficiente para impermeabilizar 500 casas populares de 60 metros quadrados cada uma.

“É imprescindível impermeabilizar para que infiltrações e gotejamentos sejam evitados, aumentando a vida útil do túnel”, explica Bruno Almeida, engenheiro civil responsável pela fiscalização das obras. Um canteiro central, com gramado e jardins, irá separar os dois lados das pistas superiores.

Ele explica que na primeira camada do processo é aplicado o primer, uma espécie de tinta preta com cola que dá aderência às placas de manta asfáltica. Sobre ela, então, virá uma proteção mecânica de concreto, com 10 centímetros em média de espessura. Só então o vão que se formou entre o teto do túnel e a superfície das vias já existentes de Taguatinga será coberto por nova camada de concreto, com cerca de 15 cm a 25 cm, dependendo do trecho.

Fonte: Agência Brasília

Ibaneis destaca melhorias na saúde

Da redação

O governador do Distrito Federal, Ibaneis Rocha (MDB), desde o seu primeiro dia à frente do Buriti vem trabalhando para a população retomar com o sentimento de pertencimento.  

Mesmo com a pandemia, Ibaneis conseguiu estabelecer planos para expandir o DF, em todos os âmbitos. Na saúde, por exemplo, em entrevista para o programa Nova Manhã, da Nova Brasil FM, o governador disse que “quando recebemos o governo, nós tínhamos um grande problema na base, porque as equipes de atendimento às famílias foram fracionadas e isso trouxe grande prejuízo”.

Assim, o governador explicou que recompôs as equipes que foram desfeitas e houve mais contratações, sendo mais do que o dobro, além de outras melhorias na área. “Nós melhoramos as situações das UBSs, abrimos várias outras e até o final do ano haverá mais. A gente também assumiu a gestão das seis UPAs já existentes, reformamos elas, e complementamos as equipes. Construímos mais 7 UPAs e vamos fazer mais duas”, disse.

Outros dois fatores citados por Ibaneis, que são significantes, são o Hospital Oncológico, que está em obra, com promessa de ser referência de tratamento, e a criação do Centro de Radioterapia do Hospital Regional de Taguatinga (HRT), que fez com que as pessoas que estavam na fila do tratamento, passassem a ser atendidas no ambiente diariamente.

Essas ações são importantes para haver mais praticidade, como conta o chefe do executivo local. “Isso faz com que as portas dos hospitais desafoguem, porque ele deixa de ser o primeiro local em que a pessoa busca o atendimento, e facilita para que tenha um maior número de atendimentos especializados, com cirurgias e atendimentos mais complexos, no geral”, ressaltou.

“Bolsonaro merece um segundo mandato”, defende Paulo Fernando

Da redação

O pré-candidato a deputado federal Paulo Fernando (Republicanos) foi entrevistado, no último domingo (24), na Rádio Metrópoles (104.1 FM), pelo jornalista Sandro Gianelli, e falou sobre ser coerente na hora de votar, além de avaliar Jair Bolsonaro (PL).

Para Paulo Fernando, antes de tudo, é importante que as eleições sejam equilibradas. “Aqui em Brasília, por exemplo, o presidente Bolsonaro teve uma votação expressiva e quando você vai olhar as votações para Câmara e Senado, as vezes não acompanha. Ou seja, a pessoa vota no presidente, que é de um partido, e vota no deputado e senador da oposição”, disse.

Tendo essa questão, é importante que o eleitor tenha coerência, escolhendo presidente, deputado e senador que pensem de forma equivalente, para que o trabalho aconteça da melhor forma. “É importante que tenhamos uma base maior, tanto na Câmara quanto no Senado, para que o presidente possa votar suas proposições e emendas da maneira mais tranquila, esse é, também, um dos motivos das eleições deste ano serem tão importantes”, pontua Paulo.

Deste modo, o pré-candidato a federal afirma que Bolsonaro precisa de uma outra chance. “Se o presidente for reeleito, em seu segundo mandato é importante que exista uma base favorável ao governo, então, sem dúvida nenhuma, ele merece um segundo mandato, para continuar aquilo que ele começou e implementar as reformas que o Brasil precisa”, ressaltou.

Ainda, sob argumento de que é “um experiente professor”, Paulo Fernando deu nota 8 para o presidente Jair Bolsonaro.

“Não faz falta nenhuma para o cenário político”, diz Paulo Fernando sobre Arthur do Val

Da redação

Para o advogado, ao invés de “Mamãe Falei”, Arthur “podia ser Mamãe Calei para sempre”

O pré-candidato a deputado federal Paulo Fernando foi entrevistado pelo jornalista Sandro Gianelli, no último domingo (24), na Rádio Metrópoles (104.1 FM), e falou sobre a situação que envolve o ex-deputado estadual Arthur do Val (União Brasil-SP), conhecido como “Mamãe Falei”.

Em 12 de abril, o Conselho de Ética da Assembleia Legislativa de São Paulo (Alesp) aprovou, por unanimidade, o pedido de cassação do mandato de Arthur do Val por quebra de decoro parlamentar.

O pedido foi feito após áudios de teor sexista contra mulheres ucranianas, gravados por Arthur, terem sido divulgados. Agora o relatório segue para o plenário da Casa.

Na tentativa de escapar de punições e ser candidato nestas eleições, no último dia 20, Arthur renunciou ao mandato, dizendo que “vou renunciar ao meu mandato em respeito aos 500 mil paulistas que votaram em mim, para que não vejam seus votos sendo subjugados pela Assembleia. Mas não pensem que desisti, continuarei lutando pelos meus direitos”.

Tendo em vista a renúncia, o correto era o processo acabar, mas, de todo modo, a Alesp pode continuar com o processo, no intuito de fazer o ex-deputado perder os direitos políticos, como contou Paulo Fernando, que é advogado.

“Do ponto de vista processual, deveria ser arquivado, mas pela questão política, é dado continuidade para que outros não façam a mesma coisa, há toda uma questão pedagógica no âmbito político”, pontuou.

A situação leva do Val a entender que está sendo perseguido. “Sem o mandato, os deputados agora serão obrigados a discutir apenas os meus direitos políticos e vai ficar claro que eles querem na verdade é me tirar das próximas eleições. Estou sendo vítima de um processo injusto e arbitrário dentro da Alesp. O amplo direito à defesa foi ignorado pelos deputados, que promovem uma perseguição política”, manifestou.

Na conversa, o pré-candidato a deputado federal rememorou o caso do ex-presidente Collor. “Quando houve o impeachment do ex-presidente Fernando Collor, ele renunciou e mesmo assim o Senado continuou no processo e ele acabou condenado”, lembrou.

Também foi ressaltado pelo advogado a questão da Lei da Ficha Limpa, que nesse contexto é importante ser citada.  “A Lei da Ficha Limpa, que é a Lei Complementar nº. 135, prevê que aquelas pessoas que estão respondendo a processos cuja a perda é o mandato, se houver renúncia, elas ficam inelegíveis”, disse.

Para Paulo, Arthur do Val “não faz falta nenhuma para o cenário político”, como declarou durante a entrevista. O pré-candidato a federal completou dizendo, ainda, que o ex-deputado “podia ser Mamãe Calei para sempre”.

Mais de 700 mil famílias atendidas pelos programas sociais do GDF durante a pandemia

Da redação

Mesmo com as dificuldades, Ibaneis não deixou a peteca cair e os esforços de seu governo beneficiaram 700 mil famílias

Ninguém imaginava que poderia ocorrer uma pandemia, mas essa situação chegou e deixou a cabeça de toda a população confusa, e essa confusão, para quem é governante, certamente veio de modo dobrado, pois houve a necessidade de traçar estratégias para não deixar a sociedade desamparada.

Aqui no DF, o governador Ibaneis Rocha (MDB), em entrevista ao programa Nova Manhã, da Nova Brasil FM, afirmou que, de fato, não foi fácil. “Foram dois anos muito difíceis, muito complicados para todos nós, tivemos que tomar medidas duras, que impactaram na vida de milhares de pessoas, foi um período de bastante instabilidade, tanto na área econômica, quanto na área social, e isso fez com que outros horizontes fossem abertos”, expôs. 

Com foco na área social, Ibaneis disse que “tivemos que adotar medidas de grande relevância, para poder facilitar a vida das pessoas que estavam em situação mais difícil”.

Nesse sentido, ele pontuou algumas ações realizadas. “Com as crianças fora das salas de aula, a gente teve que pensar em como utilizar o dinheiro da merenda escolar, então nós passamos a distribuir isso na forma de recursos financeiros, ajudando as famílias nas residências”, disse.  

Além dessa questão, outros projetos foram colocados, como o Cartão Prato Cheio, que 40 mil famílias foram beneficiadas, o Cartão Gás, iniciativa que deu esperanças para 70 mil famílias do DF, houve maior acessibilidade aos Restaurantes comunitários, com a refeição sendo reduzida ao valor de R$ 1 e o fornecimento de café da manhã a R$ 0,50.

Dessa maneira, muitas pessoas foram beneficiadas. “Mais de 700 mil famílias foram atendidas pelos programas sociais do Governo do Distrito Federal”, relatou Ibaneis.

O emedebista contou, ainda, sobre um recente programa. “Criamos agora, mais recentemente, o programa da cesta básica da Secretaria de Trabalho, então todos aqueles que estiveram há mais de seis meses desempregados, que apresentarem seus currículos e participarem dos cursos da secretaria, vão receber uma cesta básica por mês”, mencionou

De acordo com o governador, será dado continuidade com todo esse apoio social. “Nós vamos continuar com todos os programas sociais, até porque nós temos a expectativa de um crescimento, então nós vamos seguir com os programas até, pelo menos, o próximo ano, para que as pessoas consigam ter um nível de emprego mais elevado”, pontuou.

Curtas

Por Sandro Gianelli

Quase pronto – O Viaduto do Recanto das Emas está com 70% de sua obra concluída. Segundo o Departamento de Estradas e Rodagem (DER), a previsão de entrega é em julho.

PT e Rede – O PT e a Rede Sustentabilidade caminharão juntos apoiando o ex-presidente Lula.

Nem todas – As ex-senadoras Marina Silva e Heloísa Helena não devem caminhar com o petista. Heloísa apoiará Ciro Gomes e Marina ainda não definiu sua posição.

Contagem regressiva – Faltam 155 dias para o primeiro turno das eleições de 2022.

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Redução do interstício I

Por Sandro Gianelli

Na quarta-feira (27) o deputado distrital Hermeto recebeu dezenas de policiais militares na Câmara Legislativa para agradecerem pela promoção que receberam no mês de abril.

Redução do interstício II

Hermeto ressaltou que irá continuar lutando, junto ao governador Ibaneis (MDB), para ser aprovado o plano de reestruturação de carreira da polícia militar do DF. “Somente essa aprovação fará com que não seja mais necessário lutarmos pela redução do interstício”, finalizou.

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Novo administrador

Por Sandro Gianelli

Na quarta-feira (27), ocorreu a posse de Cláudio Márcio de Oliveira, como novo administrador do Núcleo Bandeirante. O evento de posse contou a presença do deputado Hermeto (MDB), do presidente da Câmara Legislativa, deputado Rafael Prudente (MDB) e de secretários do Governo do Distrito Federal. Além da presença massiva da comunidade.

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Domingão da Metrópoles

Por Sandro Gianelli

Domingo (1/5), das 9h às 11h, esse colunista entrevistara os deputados distritais Iolando (MDB) e Robério Negreiros (PSD), na rádio Metrópoles – 104,1 FM. Vamos debater as eleições de outubro, os trabalhos realizados na Câmara Legislativa e temas do cotidiano dos brasilienses.

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“O eleitor precisa votar em deputados e senadores alinhados com seu presidente”, defende Paulo Fernando

Por Sandro Gianelli

Paulo Fernando

Pré-candidato a deputado federal

Como você avalia a independência do voto relacionado ao Executivo e ao Legislativo por parte do eleitor?

O ideal numa eleição é que o eleitor vote em pessoas que tenham opiniões e defesas similares. Que defendam as mesmas teses. Um exemplo, quem é contra o aborto que vote em partido e candidatos que são contra.

Qual a importância desse voto alinhado ideologicamente?

Em Brasília, nas eleições de 2018, a maioria dos eleitores votou no presidente Bolsonaro. Porém, as votações para Câmara e o Senado não acompanhou as defesas do presidente, ou seja, a pessoa vota no presidente, pleiteando mudanças e vota em deputados e senadores de pensamentos opostos. Isso dificulta a aprovação de projetos.

Falta coerência no voto do eleitor?

Completamente. O eleitor precisa ter uma certa coerência em seu voto.

Esse é um dos motivos dos presidentes e governadores nem sempre conseguirem aprovar o que prometeram?

Exato, veja, nós elegemos o senadores Izalci Lucas e Leila Barros, que inicialmente eram de partidos de oposição ao presidente, o importante é que tenhamos uma base de apoio elegendo parlamentares que tenham os mesmos pensamentos, defesas e projetos.

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