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“Hospitais de campanha do DF serão desativados com cautela”, diz secretário

Unidade do Gama será desmobilizada e a de Ceilândia continuará em operação. Secretaria monitora números da pandemia

Com 87,93% da população acima de 12 anos com pelo menos uma dose da vacina contra a covid-19 e 70,94% com duas doses, além de uma constante queda do número de casos, a Secretaria de Saúde vai avançar na desativação de leitos dos hospitais de campanha.

Ainda em novembro deve ser desativada a unidade do Gama, hoje com 100 leitos e taxa de ocupação de 10%. Os pacientes serão removidos para os Hospital Regional de Samambaia e para o Hospital de Campanha da Ceilândia, o único do tipo que permanecerá ativo, com 100 leitos e atualmente com uma taxa de ocupação de 15%.

De acordo com secretário de Saúde, Manoel Pafiadache, apesar da queda do número de casos, de óbitos e de números de internações, a decisão é tomada com cautela e de forma gradual. “Há um mês estávamos com 300 leitos. Hoje temos 200 e agora vamos baixar para 100”, explica. As desativações significam reduzir o custo do combate à pandemia, porém, Pafiadache ressalta que a prioridade é evitar o risco de desassistência à população.

Além dos leitos dos hospitais de campanha, a secretaria também monitora diariamente os 68 leitos de UTI dedicados à covid. Hoje, são 27 vagos e 28 ocupados

“É seguro, neste momento, mantermos os 100 leitos, mas vamos continuar acompanhando a evolução da pandemia”, afirma. Ao mesmo tempo, a Secretaria de Saúde realiza o planejamento para, se houver necessidade, mobilizar novos leitos na própria rede. Isso depende de aspectos como logística, equipamentos e recursos humanos. “Se tiver piora, nós temos como ampliar o atendimento”, garante o gestor.

Diariamente, são realizadas reuniões com técnicos da pasta que debatem o cenário global da pandemia, a estrutura montada no DF, o avanço da vacinação e os números da covid-19, como a média móvel de casos, a projeção de novos casos e a taxa de transmissão da doença, o chamado índice RT. Quando o indicador está abaixo de 1, isso significa uma desaceleração da pandemia.

Hoje, o RT é de 0,70. Há sete dias era de 0,76. Além dos leitos dos hospitais de campanha, a secretaria também monitora diariamente os 68 leitos de UTI dedicados à covid. Hoje, são 27 vagos e 28 ocupados.

Avanço da vacinação

O subsecretário de Vigilância à Saúde, Divino Valero, ressaltou a relevância do engajamento dos brasilienses na campanha de vacinação, porém, isso não significa que a pandemia foi vencida. “Nós estamos tendo aumento de cobertura vacinal, mas isso não garante que não possa ocorrer uma mutação no período de férias”, explicou. Por esse motivo, a meta é aumentar ao máximo o percentual da população imunizada.

Hoje, o foco é alcançar as cerca de 200 mil pessoas que são esperadas para tomar a primeira dose, receber a segunda dose ou as doses de reforço (idosos acima de 60 anos e profissionais de saúde) ou adicional para imunossuprimidos. A secretaria trabalha na organização do Dia D, que será realizado no próximo sábado (20), das 9h às 17h, em locais públicos no Gama, Planaltina, Ceilândia, Núcleo Bandeirante, Guará, Taguatinga, SIA, Samambaia e Santa Maria. O slogan da campanha é “A vacina ainda mais perto de você”.

No Dia D, ações culturais e pedagógicas devem atrair o público, respeitando os cuidados sanitários necessários. Equipes da Secretaria de Saúde estarão prontas para vacinar adultos com idade acima de 18 anos em locais estratégicos como feiras e a Rodoviária do Plano Piloto. No caso de adolescentes, segunda dose ou dose de reforço, a pessoa será encaminhada para a unidade básica de saúde mais próxima, onde estarão disponíveis os imunizantes necessários.

*Com informações da Secretaria de Saúde

Fonte: Agência Brasília

Crescimento do PIB 2019 em Goiás foi quase o dobro do registrado pelo Brasil

Produto Interno Bruto consolidado do Estado alcançou crescimento de 2,2%, enquanto riqueza nacional ficou em 1,2%, mostra levantamento do IMB, com base nos resultados divulgados pelo IBGE. Indústria foi a que mais avançou

Caiado destaca que superou-se situações delicadas. Goiás estava entre os quatro piores Estados do país do ponto de vista fiscal, com colapso da máquina pública, mas vançamos e fomos os únicos a entrar no Regime de Recuperação Fiscal”

O crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) consolidado do Estado de Goiás, em 2019, foi quase o dobro do registrado pelo Brasil. Enquanto a riqueza nacional apresentou crescimento de 1,2% naquele ano, o PIB de Goiás atingiu 2,2%. Os números fazem parte do mais recente estudo do Instituto Mauro Borges de Estatísticas e Estudos Socioeconômicos (IMB), órgão jurisdicionado à Secretaria-Geral da Governadoria (SGG), segundo dados divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

O estudo, divulgado na sexta-feira (12/11), apresenta a variação real e a composição setorial do PIB de Goiás, que fechou em 2,2%, com resultado de incremento alcançado de R$ 7,3 bilhões. Esse desempenho dos setores que compõem o conjunto produtivo do Estado representa ainda uma importante recuperação da economia goiana, que vinha de queda de 1,4%, em 2018, no governo anterior. O crescimento em 2019, primeiro ano da gestão do governador Ronaldo Caiado, assegura a 9ª posição no ranking entre os Estados da Federação. A indústria foi a que mais cresceu. Vinha de um PIB negativo, em 2018, de -1,2% e foi para o positivo, de 2,9%.

“Conseguimos superar situações delicadas. Goiás estava entre os quatro piores Estados do país do ponto de vista fiscal, com colapso da máquina pública, mas nós avançamos e fomos os únicos a entrar no Regime de Recuperação Fiscal (RRF)”, destacou o governador Ronaldo Caiado.

Segundo o governador, Goiás é, neste momento, o Estado com maior capacidade de desafiar a crise provocada pela pandemia de Covid-19. “Somos riquíssimos, com capacidade produtiva nas nossas terras”, afirmou. Caiado lembrou, ainda, que o Produto Interno Bruto (PIB) goiano cresceu 4,4% no segundo trimestre de 2021, em comparação com o mesmo período do ano anterior, bem acima da média de outros estados. “Se o prognóstico de 2022 é de apenas um percentual de 1% para o Brasil, Goiás vai trabalhar para estar bem acima desta média”, acrescentou.

Sobre o desempenho da economia, o secretário-geral de Governo, Adriano da Rocha Lima, pontou a posição de destaque de Goiás entre os Estados da Federação. “No primeiro ano do governo Ronaldo Caiado, tivemos um crescimento significativo do PIB de Goiás. Ele cresceu quase 60% a mais do que em 2018, ano anterior”, destacou. “Nós tivemos, em 2019, um PIB de 2,2% de crescimento, versus um crescimento de 1,4% em 2018. Mais importante do que isso, é que o PIB do Brasil, em 2019, ficou em 1,2%, deixando o resultado do PIB goiano 1,0% maior que a média nacional”, ressaltou.

O resultado do PIB goiano em 2019, mostra que Goiás viveu um movimento inverso ao da tendência nacional de queda, alcançando um crescimento de 60%. “Isso mostra como as políticas implementadas pelo governo estadual, com o objetivo de estimular a produção da indústria goiana, foram acertadas”, afirmou o titular da SGG.

Na composição da economia estadual, o desempenho da indústria revela que Goiás está “conseguindo diminuir o seu crescimento lastreado nas commodities e tendo maior investimento na indústria de transformação, gerando mais valor agregado para o que é produzido no Estado”, pontuou o titular da SGG.

A recuperação do PIB goiano, em 2019, ocorreu devido ao bom desempenho apresentado por todos os setores da economia. Nas atividades ligadas à indústria cresceu 2,9%, serviços (1,9%) e agropecuária (1,4%). Na passagem de 2018 para 2019, o valor adicionado cresceu 2,1% nas atividades do PIB goiano.

O secretário Rocha Lima explica que os ajustes na política fiscal adotada pelo governo Caiado no primeiro ano contribuíram diretamente no crescimento geral registrado e consolidado pelos dados do PIB.

“A política do governo, nessa gestão, está focada em acreditar nas potencialidades de Goiás e na sua capacidade de produção”, analisou o secretário. “O crescimento da economia leva ao aumento da arrecadação. O Estado ganha condições de investir em programas sociais, de intensificar política pública com base na responsabilidade, dando retorno ao imposto que é pago pelos goianos, e prestando serviços de qualidade para seus cidadãos e cidadãs”, concluiu.

Indústria e Serviços

O maior destaque entre os segmentos está na Indústria Goiana, que após um recuo de 1,8%, no ano anterior, voltou a crescer em 2019, atingindo 2,9% de participação no PIB estadual.

O titular da Secretaria de Indústria, Comércio e Serviços (SIC), Joel de Sant’Anna Braga Filho, comentou os números e disse que apesar de todas as dificuldades enfrentadas naquele período, o governo conseguiu promover o crescimento do PIB da indústria e dos serviços. “É uma prova de que o governo, desde o primeiro ano, está no caminho certo ao promover o crescimento econômico”, comentou Joel.

Ainda de acordo com o secretário, os dados do Instituto Mauro Borges mostram que o crescimento da indústria de Goiás tem relação direta com a atual gestão, que promove a atração de investimentos, realiza ações conjuntas com o setor produtivo e é parceira do empresário que deseja se instalar ou ampliar suas atividades em território goiano.

“O empresário encontra as melhores condições no Estado. Logística privilegiada, localização estratégica, incentivo fiscal desburocratizado, segurança pública adequada e apoio do governo. O resultado é expansão da economia”, disse o titular da SIC. Já o setor de serviços alcançou crescimento de 1,9%, com ênfase para o setor imobiliário, que cresceu 0,6% e nas atividades relacionadas à arte, cultura, esporte e recreação, que avançaram 7,7% em relação ao ano anterior.

Agricultura

Com participação de 11,4% na economia goiana, a agropecuária apresentou crescimento em volume de 1,4%, em 2019. A atividade, composta por agricultura, pecuária, produção florestal e pesca, contabilizou R$ 1,271 bilhão a mais, em relação a 2018. De acordo com o secretário de Estado de Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Tiago Mendonça, os números comprovam a relevância do setor para o fortalecimento econômico de Goiás e são reflexos da importância dada ao agronegócio pelo Governo de Goiás.

“Em 2019, o governador Ronaldo Caiado recriou a Secretaria de Agricultura, que não fazia parte da estrutura de governos anteriores. Isso representou avanço para o setor, já que foi possível estruturar políticas públicas eficientes para a agropecuária goiana. Com mais ações, projetos e programas, conseguimos estimular a produção e a comercialização de itens do agro, impactando diferentes cadeias produtivas no campo e nas cidades”, finalizou.

Fonte: Secretária-Geral da Governadoria (SGG)

Lucro líquido do BRB cresce 68,3% e atinge R$ 192 milhões no terceiro trimestre de 2021

O Banco de Brasília (BRB) alcançou lucro líquido de R$ 192 milhões no terceiro trimestre de 2021, crescimento de 68,3% em relação ao mesmo período do ano anterior. Em nove meses, o lucro líquido registrado foi de R$ 433 milhões, aumento de 38,1% na comparação com 2020.

O aumento do lucro líquido foi gerado pelo crescimento da carteira de crédito, ampliação da base e maior relacionamento com os clientes e aumento da receita com prestação de serviços. Também contribuiu para o resultado a venda de ações que estavam no ativo permanente do Banco, e que não geravam benefícios para os negócios.

Segundo o presidente do BRB, Paulo Henrique Costa, o terceiro trimestre de 2021 foi marcado pela retomada gradual da economia, pós pandemia, em um cenário desafiador. “Mesmo em um contexto adverso, conseguimos manter as margens de rentabilidade do Banco, onde observou-se um retorno sobre o patrimônio de 26,2%, um dos melhores do mercado. Isso sem deixar de lado nosso papel social na execução dos programas governamentais do GDF. Demos ainda continuidade à estratégia de expansão, física e digital, do BRB em outras regiões, alcançando a marca de 3,3 milhões de clientes”, afirma.

A carteira de crédito ampla chegou a R$ 20,7 bilhões e apresentou crescimento de 42,1% em 12 meses e de 10,7% no terceiro trimestre. Os destaques no terceiro trimestre foram no crédito imobiliário, no financiamento à Pessoa Jurídica, no crédito rural e no crédito consignado.

Principal carteira de crédito do BRB, o consignado apresentou crescimento de 24,2%, em 12 meses, atingindo saldo de R$ 9,7 bilhões. No terceiro trimestre, o aumento foi de 7,2%.

No financiamento imobiliário, o BRB manteve a posição de líder do mercado no Distrito Federal e, nacionalmente, ocupa a sexta posição do ranking. A carteira atingiu R$ 4,1 bilhões, o que representa 128,6% de crescimento em 12 meses e 18,5% de aumento na comparação com o segundo trimestre do ano.

O financiamento à micro e pequenas empresas registrou crescimento de 60,9% em 12 meses, atingindo R$ 1,6 bilhão. Na comparação do terceiro trimestre de 2021 com o mesmo período do ano passado, o aumento foi de 16,2%.

No crédito rural, o BRB registrou R$ 515 milhões de saldo com crescimento da carteira de 58,7% no acumulado do ano e 13,9% no terceiro trimestre de 2021.

BRB cada vez mais digital

A expansão digital do Banco tem sido destaque nos últimos 9 meses e se dá, sobretudo, por meio do Nação BRB FLA, braço digital do BRB e fruto de parceria estratégica com o Flamengo.

Com apenas 15 meses de atividade, o Nação BRB FLA já possuiu presença em mais de 5 mil municípios brasileiros, 39 países e 2,5 milhões de clientes.

O banco digital tem portfólio robusto, plataforma exclusiva de investimento com mais de 280 opções e marketplace +Mengão (maismengao.com.br) para resgate e troca de pontos adquiridos por produtos e serviços.

Como um todo, as transações digitais subiram. Atualmente, o BRB registra 75% de suas transações por meio dos canais internet e mobile, crescimento de 10 p.p., em relação ao terceiro trimestre do ano passado. Somente 3% das transações bancárias atualmente são realizadas por meio das agências físicas.

Clientes

Considerando o Nação BRB FLA, a base do BRB atingiu, até setembro, a marca de 3 milhões de clientes, somados os segmentos de Pessoa Física (PF) e Pessoa Jurídica (PJ). O crescimento é de 306% em relação ao ano passado. À época, o BRB possuía 738 mil clientes.

Em relação ao segundo trimestre de 2021, o crescimento da base foi de 60,4%, fruto da decisão estratégica de ampliação e diversificação da área de abrangência do BRB para além do Centro-Oeste.

Captação

O saldo de captação atingido no terceiro trimestre foi de R$ 23,2 bilhões, o que representa crescimento de 34,2% em 12 meses. Destaque para a captação dos depósitos a prazo, que totalizaram saldo de R$ 14,5 bilhões e crescimento de 41,7% em 12 meses.

Também merecem menção as captações com poupança, que atingiram saldo de R$ 2,7 bilhões, crescimento de 12% em 12 meses.

Desempenho financeiro

A margem financeira registrada foi de 7,6% em 9 meses, totalizando R$ 1,9 bilhão. Destaca-se as receitas com operações de crédito, que atingiram R$ 2,2 bilhões, representando crescimento de 15,8% no mesmo período.

As despesas com provisão para os devedores duvidosos foram de R$ 180 milhões no acumulado de 9 meses, crescimento de 12,2% na comparação com o mesmo período de 2020.


Inadimplência

A inadimplência encerrou o terceiro trimestre de 2021 em 1,64%, contra 1,56% em setembro de 2020. Mesmo assim, permanece abaixo da média de mercado, de 2,29%.

Como reflexo da pandemia da Covid-19, a carteira prorrogada totaliza R$ 1,7 bilhão, representando uma queda de 5,9% de redução em relação ao trimestre imediatamente anterior. A carteira prorrogada apresentou no terceiro trimestre uma inadimplência de 1,5%.

Os ratings de menor risco AA-C mantiveram-se praticamente estáveis com participação na carteira para 95,9% em setembro, variação de 0,1 p.p em relação ao trimestre anterior.

As receitas com prestação de serviços e tarifas atingiram R$ 162 milhões, no terceiro trimestre, um crescimento de 24,8%, quando comparadas ao terceiro trimestre de 2020. Ao longo do ano, essas receitas já atingiram R$ 446 milhões, crescimento de 12,3% em relação ao mesmo período de 2020.

As receitas com cartão de crédito tiveram, no terceiro trimestre, crescimento de 20,9%, totalizando R$ 21,7 milhões. Em nove meses, as receitas de cartão foram de R$ 56,9 milhões, incremento de 42,2% na comparação com o mesmo período do ano passado.


Basileia

O BRB encerrou o terceiro trimestre com índice de Basileia de 14,5%, dos quais 12,8% no capital nível I e 1,7% no capital nível II, acima do nível regulatório de 9,6%.

Rede de atendimento

O BRB conta com 136 agências, sendo 119 no Distrito Federal e outras 17 no entorno do DF e nos estados de Minas Gerais, Goiás, Rio de Janeiro, São Paulo, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul. Ao número de agências, somam-se 128 correspondentes bancários (BRB Conveniência) e 24 correspondentes Imobiliários, além de 603 ATM próprios complementados por mais de 24 mil ATMs da Rede Banco 24 horas e rede compartilhada, garantindo ao BRB cobertura de atendimento em todo o território nacional.

Assessoria de Comunicação do BRB

Fonte: BRB

Projeto “Meu Escritório”, da OAB/DF, é um incentivo aos advogados, destaca Délio Lins

Da redação

O advogado apontou, ainda, três projetos voltados aos jovens advogados

Entrevistado pelo programa Conectado ao Poder, o advogado e candidato à presidência da OAB/DF, Délio Lins, afirmou que, com a eleição deste ano ocorrendo virtualmente, em especial em tempos de pandemia, há um custo reduzido, em comparação com o que foi feito pelo presidente anterior da ordem. “Em tempos de pandemia, trouxe diminuição de custos para a OAB. Na eleição passada, na prestação de contas do presidente passado, foram por volta de R$ 650 mil gastos com eleição e nós vamos gastar bem menos do que isso”, disse.

Hoje, como forma de apoio aos advogados, além das sedes existentes nas subseções, que são de grande importância para a classe, a gestão de Délio criou, pensando que, em tempos de crise, muitos escritórios de advocacia fecharam, para agregar os advogados, o programa “Meu Escritório”, que possui duas unidades, a primeira na sede da OAB/DF e a segunda em Santa Maria, mas há mais perspectivas de outras unidades, caso reeleito seja. “Em uma segunda gestão, a nossa intenção é criar, pelo menos, mais duas ou três, sendo a primeira em Taguatinga, que é o lugar já definido. Além disso, tem pessoas de outras regiões que nos pedem, mas vamos avaliar a demanda de cada região para decidir aonde”, ressaltou.

Délio, ao ser questionado sobre projetos e novidades para os advogados recém formados, disse que “vem muitas”, novidades para a classe, lembrando da época em que foi presidente da OAB-Jovem. “Eu fui presidente da OAB-jovem, de 2010 a 2012, quando eu fui conselheiro e, desde aquela época, me recordo de a gente ter encaminhado o projeto para a diminuição da cláusula de barreira, que é um prazo mínimo para que o advogado possa ser candidato ao conselho, antes era de cinco anos, mas hoje com três o advogado já consegue”, falou.

Sobre os projetos, o candidato citou que “hoje tem três projetos para a advocacia jovem.” No entanto, o advogado falou sobre o programa Carreiras, que é realizado dentro da ESA, a escola da OAB, com cursos voltados para a prática, como, por exemplo, instruções de como fazer uma sustentação oral e, após isso, mentorias dentro de escritórios de advocacia. Além do Carreiras, há o projeto GPS, que são cursos, no mesmo segmento do Carreiras, mas de forma gratuita. Esses dois programas, de acordo com Délio, são responsáveis para que ele esteja tentando a reeleição. No mais, há a esperança de implementar no DF o projeto, já encaminhado ao governador Ibaneis Rocha, da Advocacia Ativa Remunerada, que tem relação com o advogado voluntário encaminhado à Defensoria Pública, para atender demandas, antes essas atendidas sem remuneração.

Projeto precursor que proíbe a linguagem neutra é do deputado distrital Robério Negreiros

Da redação

Distrital entende que essas novidades na comunicação desestrutura toda uma sociedade, em especial no âmbito educacional

Muitos são os projetos apresentados para a proibição do uso da linguagem neutra, como dos deputados distritais Iolando (PSC) e José Gomes (PTB), mas o projeto precursor acerca da temática é de Robério Negreiros, distrital pelo PSD, apresentado em 2020, à Câmara Legislativa do Distrito Federal.

O autor do Projeto de Lei nº 1.557/2020, que proíbe a denominada “linguagem neutra” na grade curricular e no material didático de instituições de ensino públicas ou privadas, assim como em editais de concursos públicos, ressalta que a proposta é muito maior do que a própria discussão de preconceitos. “Não discuto gênero, preconceitos ou posições políticas. minha proposta visa apenas assegurar o direito do cidadão dos estudantes de aprender nas escolas a norma culta, longe desses debates eleitoreiros e que pouco contribuem para o engrandecimento dos amparos sociais e a criminalização do mal fadado preconceito nacional”.

A linguagem neutra, ou não-binária, resume-se a usar o “E” como desinência nominal para as palavras que admitem flexão de gênero e, em alguns casos o “X”, como por exemplo: “bem-vindEs” ou “bem-vindXs”, tornando algumas palavras impronunciáveis. No entanto, o distrital entende, ainda, que elementos como o idioma de um país e características regionais, concretizam uma nação e, quando situações deste tipo ocorrem, há uma agressão de tudo o que foi construído, desestruturando a sociedade, em especial no âmbito educacional, em que muitos que dependerem de um Estado ideologicamente aparelhado, acabam sendo excluídos.

Sinal Vermelho: O X, em defesa das mulheres que sofrem violência, por Fernando Fernandes

Da redação

Delegado e deputado distrital contou, no programa Conectado ao Poder, sobre o aumento da violência doméstica, na pandemia da covid-19

A violência doméstica no Brasil é, inacreditavelmente, uma situação alarmante, trazendo tristezas para muitas famílias. É estipulada legalmente no Artigo 5.º da Lei 11.340, como “qualquer ação ou omissão baseada no gênero que lhe cause morte, lesão, sofrimento físico, sexual ou psicológico e dano moral ou patrimonial”. Mas, mesmo com essa definição em artigo e havendo a Lei Maria da Penha e ações para proteger as mulheres, é algo ainda comum de se ver.

Com a pandemia da Covid-19, momento em que muitas perdas ocorreram, a reflexão sobre o que de fato importa na vida ficou em evidência, talvez pelo fato da distância que nos obrigaram a manter entre familiares e amigos. Na utopia da vida, diante de toda a situação vivida, as relações harmônicas deveriam prevalecer, mas o convívio diário entre pais e filhos, esposas e maridos ou namorados, gerou grandes discussões, levando ao aumento da violência doméstica, como conta o delegado e deputado distrital Fernando Fernandes, ao programa Conectado ao Poder. “Aumentaram e bastante. O que esperávamos com a pandemia, era que os casais ficassem juntos durante mais tempo, fossem se harmonizando, se entenderem e namorar mais. Pura ilusão, o que aconteceu foi justamente o contrário.”

A elevação da violência, se mostrando o contrário do esperado, fez com que o parlamentar apresentasse, em outubro de 2020, um Projeto de Lei (PL), do Sinal Vermelho, que, como consequência, virou lei, para que mulheres que passam por agressão se sintam amparadas. “Pura ilusão, o que aconteceu foi justamente o contrário, o que nos proporcionou projeto de lei e virou Lei, do sinal vermelho, onde a mulher nesse período de pandemia muitas vezes iam na farmácia e no supermercado e o companheiro agressor acompanhava e ela era impedida de falar alguma coisa, nós criamos um projeto que ela fazia um sinal na mão com um X, ou no mercado e farmácia ela dizia: Sinal Vermelho, de forma discreta e o atendente já fazia o contato com a polícia para dar aquele atendimento prioritário naquela situação”, explica Fernando Fernandes.

Arruda convida geral

Por Sandro Gianelli

Ex-governador Arruda. Reprodução da internet.

O ex-governador José Roberto Arruda tem trabalhado muito nos bastidores. Arruda tem conversado com tudo e com todos. Tem buscado ampliar sua base de aliados. Uma articulação aqui, um convite ali, um café aqui. O objetivo é manter aliados e atrair futuros aliados. A ideia é trazer bons quadros para o PL. Numa busca incessante por gente boa, com voto, claro.

Ditando tendência na moda

Por Sandro Gianelli

Deputado Hermeto. Reprodução da internet.

Em 2007, quando o hoje deputado distrital Hermeto foi nomeado administrador da Candangolândia ele ditou moda para o cargo. Até então, o administrador era meio engomadinho, sabe? Hermeto criou o colete do administrador. Colete básico, geralmente preto, escrito administrador nas costas, logo do GDF na frente, já viu um desses? Essa invenção de Hermeto era visto na época com críticas e hoje é quase um uniforme oficial, pois boa parte dos administradores possuem seu colete quando estão na função.

Base realinhada

Por Sandro Gianelli

Deputado distrital Rafael Prudente e o governador Ibaneis. Reprodução da internet.

O governador Ibaneis se une, nos próximos dias, ao presidente da Câmara deputado distrital Rafael Prudente para realinhar a base aliada na Câmara Legislativa. As eleições de 2022 são logo ali e tem muitos grupos em formação ou tentando se formar no Distrito Federal, todos conversando entre si e alguns deputados se desgarrando, se é que fui claro.

Administração de Taguatinga em luto

Por Sandro Gianelli

Adilson Teixeira (Chefão). Reprodução das redes sociais.

Faleceu na última segunda-feira (15), por complicações da Covid-19, Adilson Teixeira, conhecido como Chefão, que era a forma carinhosa que ele chamava os amigos. Adilson era Gerente de Manutenção e Conservação, da Administração de Taguatinga e tinha mais de 36 anos dedicados ao serviço público do DF. Criador do “Grupo do Bem”, era querido por todos que o conheciam. Seu velório será nesta quarta-feira (17), o corpo será levado ao parque de serviços de Taguatinga, na QNG, às 11h e terá cortejo até o Cemitério de Taguatinga, na capela 2. O sepultamento será às 15h. Adilson deixa esposa e 4 filhos. Que Deus conforte amigos e familiares.

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