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“São muitas ações conjuntas sempre pensando nos objetivos de zerar toda a violação de racismo aqui no DF”, diz Marcela Passamani, Secretária de Justiça e Cidadania do DF

Da redação

A secretária entende que a representação de pessoas negras, é oportunidade

Em 1950, a Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura realizaram diversas pesquisas sobre as questões raciais no Brasil, no intuito de atender à agenda anti-racista, formulada no ano de 1940, pela própria organização, para entender os impactos do racismo na época da Segunda Guerra Mundial.

No entanto, a luta anti-racista continua, pois, mesmo após 70 anos, ainda existem pessoas que pensam com a cabeça de antigamente, achando que os negros são inferiores apenas por serem negros. Com isso, políticas públicas voltadas à luta anti-racista são sempre feitas, inclusive, por parte do Governo do Distrito Federal, segundo a Secretária de Justiça e Cidadania do DF, Marcela Passamani. “São muitas ações conjuntas sempre pensando nos objetivos de zerar toda a violação de racismo aqui no DF.”

Marcela ressaltou, ainda, durante entrevista para o programa Conectado ao Poder, que o responsável pela política pública de direitos humanos e igualdade racial da minha secretaria é negro, além de que mais de 50% dos servidores são negros. A secretária entende que essa representação é oportunidade. “Isso é oportunidade, igualdade de oportunidade no ponto de partida quando a gente fala”, disse.

Final da Stock Car ocorre em 12 de dezembro, com apoio do BRB, no Autódromo de Interlagos

Da redação

A super final é da 8ª etapa da Stock Light e da 9ª etapa do Campeonato Paulista de Automobilismo

O Banco de Brasília (BRB) é um grande incentivador do esporte. Vôlei, beach tennis e futebol são algumas das modalidades apoiadas pelo banco, mas o stock car, que traz o lema da ousadia, velocidade e inovação, além de pilotos excelentes, também conta com um grande incentivo do BRB, tornando-se, assim, o Stock Car BRB.

Desde o mês de abril, a modalidade tem realizado treinos, corridas, shakedowns (treinos de verificação dos sistemas dos carros), mas chegou o momento da final. No dia 12 de dezembro, no Autódromo de Interlagos, ocorre o grande momento, que é a super final BRB, da 8ª etapa da Stock Light e da 9ª etapa do Campeonato Paulista de Automobilismo, com a liberação de 100% da capacidade do público.

A programação será divulgada em breve, pelo site https://www.stockproseries.com.br/

Deputado Federal Professor Israel está inclinado à reeleição, de acordo com conversa no programa Conectado ao Poder

Da redação

Federal entende a importância das temáticas da educação e do serviço público

No contexto das eleições do ano de 2022, nomes de pré-candidatos, ou nomes de pessoas que vão tentar reeleição, surgem constantemente, tanto para o GDF, quanto para a Câmara Distrital, Câmara Federal e Senado. Um nome bastante cotado para vir à reeleição é o do deputado federal Professor Israel, que, em entrevista ao programa Conectado ao Poder, declarou para o que está inclinado. “A minha tendência é vir à reeleição”, disse.

O federal, que é do Partido Verde (PV), percebeu sua chegada no Congresso Nacional cheia de desafios. “A minha entrada no congresso nacional veio cheio de desafios, primeiro porque o partido verde é pequeno, segundo porque eu estaria na oposição ao governo do presidente Bolsonaro de maneira muito firme e nós conseguimos fazer do mandato um ponto de referência no congresso nacional”, declarou.

Educação e serviço público são dois grandes temas que precisam ser valorizados e estão em constante discussão na Câmara. Com isso, o professor Israel quer agregar sempre da melhor maneira possível nesses dois segmentos. “Qualquer tema de educação vai passar por nós e qualquer tema de serviço público vai passar por nós, então conseguimos ser referência em dois dos principais temas do congresso nacional”, relatou.

PEC dos Precatórios pode ser votada até o final de novembro pelo Senado

Após a análise da CCJ, a PEC dos Precatórios deve chegar à deliberação do Plenário no início de dezembro | Marcos Oliveira/Agência Senado

O relatório da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) dos Precatórios deverá ser apreciado entres os dias 23 e 24 deste mês na Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ) do Senado. Se houver entendimento entre as lideranças partidárias, o texto a ser apresentado poderá ser votado na mesma semana em Plenário. Caso contrário, a matéria será apreciada no período do esforço concentrado, entre os dias 30 de novembro e 2 de dezembro.

O anúncio foi feito nesta quarta-feira (10) pelo líder do governo, senador Fernando Bezerra Coelho (MDB-PE), que foi designado pelo presidente do Senado, Rodrigo Pacheco, como relator da PEC dos Precatórios, aprovada na Câmara nesta terça (9).

Auxílio Brasil

Em entrevista à imprensa, Fernando Bezerra Coelho esclareceu que há uma dúvida entre os senadores se o espaço aberto fiscal aberto pela PEC dos Precatórios, no valor de R$ 91,6 bilhões, “é adequado, justo ou excessivo”.

— Acredito que temos que trabalhar muito na disseminação da informação de como o espaço fiscal será utilizado. As informações que eu tenho são que, só para garantir o pagamento do Auxílio Brasil no valor mínimo de R$ 400 para 17 milhões de famílias, serão necessários, de forma adicional, R$ 50 bilhões. Já existem R$ 35 bilhões na proposta orçamentaria que foi encaminhada à Câmara, e nós teremos, portanto, nesse espaço de R$ 91,6 bilhões, [sendo] R$ 50 bilhões destinados ao programa Auxilio Brasil. Aproximadamente R$ 24 bilhões serão utilizados para a correção do salário mínimo e para o aumento das despesas previdenciárias, que são despesas obrigatórias — afirmou.

O relator da PEC dos Precatórios disse ainda que aproximadamente R$ 6 bilhões serão consumidos na correção das despesas do Judiciário e Legislativo, entre outros.

— São as correções, em função da revisão do teto, das despesas dos demais Poderes, Poder Judiciário, Poder Legislativo, Ministério Público, Defensoria Pública, tem a correção do mínimo para a saúde e para a educação. Essas três áreas vão consumir R$ 6 bilhões de forma adicional. Com isso, nós alcançamos R$ 80 bilhões do espaço fiscal de R$ 91,6 bilhões. E aproximadamente R$ 11 ou R$ 12 bilhões serão destinados a reforçar rubricas de investimento no Orçamento que está sendo analisado. O Orçamento foi encaminhado prevendo pagamento integral dos precatórios, que totalizavam R$ 80 bilhões. Para caber esse espaço de R$ 89 bilhões, você reduziu muito a programação de investimentos, que são casas que estão sendo construídas e que não podem ser paralisadas, são rodovias que estão em construção que não podem ser paralisadas, são investimentos na área de recursos hídricos, para citar os mais importantes. Portanto, eu acredito muito que, disseminada a informação de como o espaço fiscal será utilizado, nós haveremos de obter a compreensão para que a matéria possa avançar e ser apoiada aqui no Senado Federal — afirmou.

Compensação fiscal

Fernando Bezerra Coelho afirmou ainda que a decisão de desoneração da folha de pagamento de 17 setores, no valor aproximado de R$ 8 bilhões, não depende de espaço fiscal.

— [Sobre] essa decisão eu falei hoje com o ministro [do TCU] Aroldo Cedraz. Existe uma consulta feita pelo presidente [do Senado] Rodrigo Pacheco, quando da votação da matéria do Refis, de que eu fui relator no Senado, que procura rever uma resolução do Tribunal de Contas da União. Que obriga, para a redução de multas, de juros ou para a continuidade de programas de desoneração e de incentivos fiscais, [que seja] oferecida uma compensação. Aí você teria que identificar espaço fiscal dentro do Orçamento. Mas já existe a manifestação da área técnica do TCU dizendo que não é necessário, nesses casos, haver a compensação. No caso dos 17 setores que estão desonerados, essa receita não está entrando nos cofres da União e, portanto, se houver a possibilidade de uma nova resolução do TCU, que se espera que seja votada na próxima semana, na quarta-feira, nós teremos criado aí as condições, do ponto de vista técnico, para que a gente possa avançar na apreciação dessa matéria na Câmara dos Deputados — afirmou.

Em relação aos prazos de pagamento do benefício, Fernando Bezerra Coelho disse que é preciso respeitar o “tempo político” do Senado para deliberar, mas ressaltou que mantém a expectativa de que até o final de dezembro seja iniciado o pagamento do valor revisto de R$ 400 aos beneficiários do Programa Auxílio Brasil.

O relator ressaltou que o texto aprovado na Câmara prevê várias possibilidades de pagamento dos precatórios “fora do teto”, entre elas a quitação de dívidas tributárias, compra de ações de empresas públicas e pagamento com desconto de 40%, fora do subteto estabelecido de R$ 40 bilhões.

— A expectativa nossa é que com esses instrumentos de excepcionalização que estão previstos na PEC não haverá fila [para pagamento dos precatórios]. Nós estamos na expectativa, prestados os esclarecimentos, sobretudo sobre como o espaço fiscal será utilizado. Eu tenho a impressão muito boa que seja aprovado, mantendo o texto da Câmara. Mas nós estamos abertos, se houver sugestões de aprimoramento que possam ainda mais valorizar a iniciativa do Senado e reforçar os objetivos da PEC — afirmou.

Fernando Bezerra Coelho também apontou as matérias que o governo considera prioritários para aprovação ainda em 2021, entre eles o BR do Mar, que trata da navegação de  cabotagem (PL 4.199/2020), a privatização dos Correios (PL 591/2021) na Comissão de Assuntos Econômicos (CAE), a nova Lei do Câmbio (PL 5.387/2019) e o projeto que altera regras do Imposto de Renda (PL 2.337/2021), esta já aprovada na Câmara.

Quanto à privatização dos Correios, Fernando Bezerra Coelho reconheceu que existe uma resistência do Senado a essa proposta, mas afirmou que está trabalhando para construir o apoio necessário à aprovação do texto inicialmente na CAE.

Alternativas à PEC dos Precatórios

Também nesta quarta (10), o senador Oriovisto Guimarães (Podemos-PR) comunicou em Plenário que já coletou assinaturas para substituir a PEC dos Precatórios. O senador destacou que essa PEC é para estabelecer um auxílio de R$ 400 por mês, permanente e “não uma política de um governo”.

— É possível estabelecer esse auxílio sem furar o teto de gastos, não há necessidade de mexer no teto de gastos, não precisamos alterar aquela data, que é de junho a julho, para janeiro a dezembro. Nada disso. Os recursos existem, é possível um auxílio permanente sem furar o teto de gastos –  afirmou.

Entre as fontes de recursos para o auxílio na PEC de sua autoria, Oriovisto citou R$ 34,7 bilhões, que já são do Bolsa-Família; R$ 8 bilhões, diante da previsão de todos os parlamentares abrirem mão de 50% das emendas impositivas; R$ 16 bilhões da exclusão dos precatórios do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb) do teto de gastos; R$ 15 bilhões da regulamentação da emenda do relator do Orçamento, que vai ser limitada a 0,5% da receita liquida da União.

O senador José Aníbal (PSDB-SP) registrou que também está apresentando uma PEC que discrimina recursos suficientes pagar o Auxílio Brasil. Para ele, é importante prover renda para os brasileiros que se encontram na miséria, mas sem “furar o teto nem para pedalada fiscal do tipo você dar calote em precatórios”.

— Acho muito importante que a gente deixe claro aos brasileiros o nosso compromisso com a urgência desse auxílio, desse amparo, a esses milhões de brasileiros, sobretudo num período tão cheio de festas, como é o Natal. Que não seja também festas de exclusão, que sejam festas de inclusão de pelo menos um benefício básico, para que todos os brasileiros tenham o que comemorar na entrada do Ano Novo. E que a gente possa manter esse benefício não só por um ano, mas de forma sustentável por quanto tempo esse benefício ainda for necessário. Está escrito, está detalhado e foi muito bem estudado fazer o Auxílio Brasil sem quebrar teto, sem deixar essas coisas obscuras continuarem acontecendo, dando transparência às emendas. E parece até um milagre, mas não é. Quando formos debater a PEC, quando mostrarmos números — eu fui professor de matemática por muitos anos e sou economista —, vocês vão ver que as coisas são muito claras e os recursos estão bem definidos — afirmou José Aníbal.

O senador Rogério Carvalho (PT-SE), por sua vez, considerou “um absurdo” a aprovação da PEC dos Precatórios na Câmara dos Deputados. Disse também que a PEC é um desmonte ao Bolsa Família, um programa de Estado que, se substituído, será por um programa temporário, já que o Auxílio Brasil tem previsão de acabar em dezembro de 2022. Rogério Carvalho afirmou que lutará no Senado Federal para derrubar a medida.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Senado Notícias

Valparaíso é o terceiro Município de Goiás com o maior número de doses da vacina contra o Covid-19 aplicadas

Monitoramento de 14 municípios goianos com mais de 100 mil habitantes

A Secretaria de Estado da Saúde de Goiás (SES-GO) divulgou os dados atualizados do vacinômetro de Goiás na última terça-feira, 09 de novembro. A publicação aponta Valparaíso de Goiás como terceiro, entre os 14 municípios com mais de 100 mil habitantes, com maior número de doses aplicadas.

Levantamento realizado pela Secretaria apurou que, referente à primeira dose, foram aplicadas 5.080.608 doses das vacinas contra a Covid-19 em todo o Estado, sendo elas cerca de 120.000 doses em Valparaíso.

Totalizando os números de dose 1, dose 2 e doses únicas, 89,76% da população de Valparaíso já recebeu pelo menos uma aplicação do imunizante. O percentual foi calculado de acordo com o número de doses distribuídas para cada cidade.

O Município ainda dispõe de aproximadamente 25.000 doses para todos aqueles que ainda precisam completar o seu processo de imunização. A campanha segue sendo realizada no Ginásio Poliesportivo do bairro Jardim Oriente, de segunda a sábado, das 08h30 às 16h30, vacinando toda a população acima de 12 anos.

Assessoria de Comunicação do Governo da cidade de Valparaíso/

*Com informações da SES-GO

Fonte: Governo de Valparaíso de Goiás

Deputado contrata advogadas de Bolsonaro para processar presidência da CPI da Covid por abuso de autoridade

O deputado amazonense Fausto Jr. (MDB) confirmou nesta terça-feira(9) que vai contratar as advogadas do presidente Jair Bolsonaro, Karina Kufa e Lucina Pires. O objetivo é entrar com uma ação no Superior Tribunal Federal (STF) contra a direção da CPI da Covid no Senado.

Fausto Jr. explica que tomou a decisão porque foi vítima de abuso de autoridade, injúria, ameaças e difamação por parte da presidência da CPI.

No dia 29 de junho, quando levou à comissão o relatório da CPI da Saúde da Assembleia Legislativa do Amazonas, Fausto foi ameaçado pelo presidente da CPI da Covid, senador Omar Aziz.

As ameaças, caracterizadas como abuso de autoridade, ocorreram porque Fausto revelou para todo Brasil que Omar é investigado por desvio de recursos na Saúde do Amazonas.

O deputado citou a investigação feita pelo Ministério Público Federal e pela Polícia Federal, que deu origem à Operação Maus Caminhos. A investigação apontou o senador como chefe da quadrilha que desviou mais de R$ 250 milhões da Saúde Pública.

Irritado com as revelações, o senador ameaçou o deputado estadual, numa tentativa de interromper a divulgação das denúncias, o que foi caracterizado como abuso de autoridade.

Fausto acusa também Omar de perseguir adversários e utilizar a CPI como instrumento para atender seus interesses políticos.

Agora, o deputado promete ingressar com uma ação junto ao STF, contra a direção da CPI.

CPI da Saúde da Assembleia do Amazonas

O deputado estadual Fausto Jr. foi relator da Comissão Parlamentar de Inquérito da Assembleia Legislativa do Amazonas, que investigou irregularidades na Saúde do Estado entre os anos de 2010 a 2020.

Nesse período, o Amazonas foi governado por Omar Aziz, José Melo, David Almeida, Amazonino Mendes e Wilson Lima.

A CPI criada pelo Legislativo Amazonense atuou entre os meses de junho a setembro de 2020 e recebeu 43 depoimentos. Após 120 dias de investigação, o relatório final da comissão foi encaminhado ao Ministério Público Federal, Polícia Federal, Tribunal de Contas do Amazonas, à Advocacia Geral da União (AGU) e demais órgãos de controle.

Quanto à contratação das advogadas do presidente Bolsonaro, o deputado Fausto Jr. explica que elas já estão trabalhando no processo que será encaminhado ao STF.

Brasília marca presença no maior evento sobre regulação do país

Encontro vai discutir, a partir desta quarta (10), temas essenciais para a vida dos cidadãos, como saneamento básico, mobilidade e inovação

De quarta (10) a sexta (12), o papel da regulação e o desenvolvimento sustentável do Brasil será discutido em Foz do Iguaçu (PR). O XII Congresso Brasileiro de Regulação vai reunir especialistas no maior evento sobre temas regulatórios do país, que contará com a participação da Agência Reguladora de Águas, Energia e Saneamento Básico do Distrito Federal (Adasa).

Em modalidade presencial, o encontro, promovido pela Associação Brasileira de Agências de Regulação (Abar), será realizado junto com a 6ª ExpoAbar. Representantes da Adasa apresentarão artigos em sessões técnicas e participarão de mesas-redondas e painéis das áreas de saneamento básico, recursos hídricos e saúde e assuntos jurídicos e institucionais, governança e controle social.

“São três dias de compartilhamento de práticas que contribuem para o avanço e a consolidação da atividade regulatória em todo o Brasil”Raimundo Ribeiro, diretor-presidente da Adasa

A Adasa também fará parte dos debates no âmbito do Encontro dos Entes Reguladores dos Serviços de Saneamento Básico e Recursos Hídricos dos Países Ibero-Americanos e da Comunidade de Língua Portuguesa (Ersan), onde destacará a importância da regulação no setor de gestão de resíduos. Esse evento, que ocorre paralelamente à programação oficial do congresso, é promovido por um conjunto de organizações, entre elas a Entidade Reguladora dos Serviços de Águas e Resíduos dos Açores (Ersara).

Troca de experiências

Para o diretor-presidente da Adasa, Raimundo Ribeiro, o intercâmbio de conhecimentos durante o evento permite uma ampla discussão em torno de temas de interesse da sociedade, como saneamento básico, recursos hídricos, saúde, petróleo, gás, transporte, mobilidade e energia. “São três dias de compartilhamento de práticas que contribuem para o avanço e a consolidação da atividade regulatória em todo o Brasil”, resume.

Além das atividades no Congresso da Abar e no Ersan, a Adasa terá um estande na 6ª ExpoAbar, onde divulgará sua atuação nas áreas de gestão de recursos hídricos e regulação dos serviços de abastecimento de água, esgotamento sanitário, resíduos sólidos e drenagem urbana no Distrito Federal.

A estimativa é que o evento reúna cerca de mil pessoas, entre representantes de 60 agências reguladoras associadas à Abar, concessionárias, prestadoras de serviços públicos, especialistas em regulação, acadêmicos, membros da sociedade civil e profissionais das áreas de direito, economia, contabilidade e engenharia.

Veja a programação completa do congresso.

*Com informações da Adasa

Fonte: Agência Brasília

Fossa nunca mais! Rede de esgoto chega para mais 18 mil moradores

Mais de 6 mil famílias do Sol Nascente já contam com sistema de captação e tratamento de resíduos. Caesb conclui instalação de mais duas elevatórias

“Estava muito ruim ter que usar a fossa séptica. Dava muitas baratas, mosquitos, aranhas e estamos sujeitos a doenças. Principalmente quem tem criança”, explica a moradora Adriana Mendes | Fotos: Joel Rodrigues / Agência Brasília

O saneamento básico chegou para aproximadamente 18 mil moradores do Sol Nascente/Pôr do Sol. Mais duas estações elevatórias da Caesb, de um total de seis, tiveram as obras concluídas na região e vão beneficiar moradores do trecho 2 da cidade. A companhia instalou cerca de 32 mil metros de rede coletora no local, com um investimento aproximado de R$ 6,6 milhões.

Na Quadra 105 – que há três meses recebeu um asfalto novinho em folha – o esgoto é novidade. Uma das beneficiadas é a dona de casa Isis Alves, 42 anos, que reside há quatro anos no Sol Nascente. Isis passava dificuldades com a fossa séptica, que vez ou outra estava entupida. Precisava contratar o serviço particular para dar um jeito. Agora, isso faz parte do passado.

“A diferença é notória. As fossas não tem uma profundidade muito boa e enchem com facilidade. Além do que, acabou o mau-cheiro que era constante”, relata a moça.

“Todos os moradores estão felizes, saber que agora estes dejetos serão tratados, vão pro lugar correto. É mais conforto pra gente”, acrescenta. O material coletado no local segue para a Estação de Tratamento Melchior, em Samambaia.

A cerca de 1,5 km dali, na Quadra 209, a desempregada Adriana Mendes, 32 anos, acompanha o serviço de ligação do esgoto de sua residência à rede coletora da Caesb. O hidrômetro já está instalado na parede. Segundo ela, agora “vai melhorar 100%” o saneamento. “Estava muito ruim ter que usar a fossa séptica. Dava muitas baratas, mosquitos, aranhas e estamos sujeitos a doenças. Principalmente quem tem criança”, explica.

A conclusão das obras no trecho 2 é parte dos 350 mil metros de redes coletoras que estão sendo implantadas no Sol Nascente. O contrato em execução tem o valor de R$ 66 milhões e é uma parceria entre a companhia, o Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) e a Caixa Econômica Federal. Segundo cálculos da Caesb, mais de 20 mil famílias serão atendidas nos trechos 1, 2 e 3 da região administrativa.

“Uma das grandes dificuldades aqui na cidade era o esgoto a céu aberto, essas fossas que não eram adequadas. Era um risco para a saúde da comunidade, além de atrapalhar o serviço da administração nas ruas”, explica o administrador regional Cláudio Ferreira. “Essas obras estão melhorando a autoestima da nossa população”, diz.

Segundo o gerente de Implantação de Obras Oeste Sul da Caesb, Mauro Coelho, a companhia está realizando semanalmente a inspeção nas casas e informando que cabe ao morador providenciar a conexão da saída de esgoto de sua residência até o sistema coletor.

Obras de infraestrutura

Além do saneamento básico, o Sol Nascente/Pôr do Sol se prepara para receber mais melhorias. A licitação para contratação de empresa responsável pela continuidade das obras do trecho 1 e parte do 3 será realizada agora em novembro.

Nos locais, serão investidos R$ 53,1 milhões para a execução de pavimentação asfáltica, drenagem, meios-fios, calçadas, sinalização horizontal e vertical, bacias de detenção e a construção de uma ponte de ligação interna entre os trechos 1 e 2. A Secretaria de Obras é a responsável pelas benfeitorias.

Fonte: Agência Brasília

“Não descarto nenhum caminho”, diz Bia Kicis ao falar do desejo de ir ao Senado

Da redação

A deputada federal lembrou, ainda, que muitos pedidos são feitos para que ela vá ao governo

Com as eleições do ano de 2022 se aproximando, muitos questionamentos aparecem sobre reeleição de candidatos já conhecidos ou se esses irão alcançar voos mais altos, indo para cargos que estão além daqueles que se encontram. Grande parte das vezes, possuem lógica, muito em razão de comentários ou especulações feitas em redes sociais.

A deputada federal Bia Kicis (PSL), em entrevista concedida ao programa Conectado ao Poder, relatou que nunca se priva do novo, sempre havendo interesse em abrir novas portas, muito embora ainda não tenha uma decisão de seu grupo político. “Eu falo sempre que não sou uma pessoa de fechar portas, sou de abrir portas e desde o primeiro dia, eu falo que meu objetivo é chegar no final do meu mandato com uma aceitação que me permitisse a salvar o que eu quisesse”, disse.

Bia Kicis lembrou, ainda, que muitos pedidos são feitos para que ela vá ao governo. “Eu recebo muitos pedidos para me candidatar ao governo, muitas pessoas me pedem isso.” No entanto, não descartando nenhum caminho, a deputada confirmou o desejo de ir para o Senado, mesmo não podendo ser um momento legal para tal atitude. “Tenho vontade de ir para o senado, pode ser que esse não seja o momento muito legal, mas não descarto nenhum caminho”, relatou.

A luta das mulheres no processo político e o reconhecimento da deputada distrital Jaqueline Silva

Da redação

Em entrevista ao programa Conectado ao Poder, a deputada pontuou que é a primeira presidente da CCJ na CLDF

A luta pela participação feminina em meio a política é, de certo modo, ainda muito recente, pois a conquista pelo voto feminino completou, no dia 24 de fevereiro, 89 anos. No entanto, o resultado dessa batalha começou a aparecer no ano de 1927, quando mulheres do Rio Grande do Norte (RN) conquistaram o direito ao voto. Com isso, no ano seguinte, em 1928, foi eleita Alzira Soriano, como a primeira prefeita do Brasil e da América Latina. No entanto, apenas em 1932, o voto feminino foi autorizado em todo país, mas com restrições.

Hoje, com toda essa luta, a força feminina compõe 53% do eleitorado, ainda assim há uma baixa representatividade na política. Na Câmara Federal, por exemplo, das 513 vagas, apenas 77 cadeiras são das mulheres.

A deputada distrital Jaqueline Silva entende a importância das mulheres no processo político e, ao ser entrevistada pelo programa Conectado ao Poder, falou sobre o trabalho realizado ao buscar mulheres para a política. “Nós incentivamos muito as mulheres a participarem. Estou como deputada e todas as vezes que vejo mulheres, a gente chama mesmo, convida, dizendo ‘vamos participar com a gente”, disse. 

No entanto, Jaqueline percebe que há uma certa dificuldade. “O que falta mesmo é disposição. Fácil não é. Posso dizer a vocês que, por diversas vezes, vou a eventos e reuniões e grande parte do público que tem lá é masculino, e isso é desafiador para algumas mulheres, mas não é impossível”, relatou. 

A deputada lembrou, ainda, que é a primeira presidente da CCJ na CLDF. “Hoje sou a primeira presidente da comissão de constituição e justiça, então isso é a maior prova que nós mulheres podemos sim, não só estar nos parlamentos, mas estar em posições de destaque e nós precisamos acreditar em nós mesmas acima de tudo.”

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