A defesa foi feita durante entrevista à rádio Metrópoles, onde o professor solicitou do governador Ibaneis Rocha a revogação do artigo que proíbe gestores escolares de terem mais de dois mandatos consecutivos e possam se candidatar no pleito que acontece no dia 24 de novembro
O professor Jordenes é diretor escolar de instituição pública, em Planaltina, esteve, neste domingo (26), na rádio Metrópoles, onde concedeu entrevista para falar sobre seu trabalho enquanto agente comunitário – Jordenes já foi candidato a deputado distrital duas vezes e atualmente é suplente da deputada distrital Jaqueline Silva (PTB) – e aproveitou o espaço para pedir ao governador do Distrito Federal, Ibaneis Rocha (MDB), que revogue alguns artigos da lei que rege a gestão das escolas públicas no DF.
O pedido de Jordenes solicita que a lei que proíbe gestores de escolas públicas de terem mais de dois mandatos consecutivos possa permitir que os atuais gestores, que neste caso, já completam dois anos, pudessem a se candidatar outra vez nas eleições marcadas para o dia 24 de novembro.
“Nós estamos pedindo ao governador para que ele tenha a sensibilidade e apoie essa proposta”, pediu Jordenes.
Para o professor, com a suspensão das aulas em razão da pandemia de covid-19, os projetos pedagógicos que os gestores fizeram para serem executados durante seus mandatos foram interrompidos. Por isso, acredita Jordenes, sendo “justo” que os atuais gestores possam, ao menos, se candidatarem na próxima eleição e deixar que a comunidade escolar decida pela continuidade ou não do gestor.
Em outro momento, Professor Jordenes comentou sobre o cenário político e destacou sua postura enquanto homem público que teve mais de 7 mil votos para deputado distrital na última eleição.
“Os meus planos estão muito baseados em continuar a defender as premissas básicas, como educação, mas hoje eu já ultrapasso essa barreira, porque eu já falo da consequência da falta de educação”, argumenta e complementa em seguida: “a educação não resolve todos os problemas do mundo, mas nenhum problema se resolve sem a educação”.
Sobre essa perspectiva de ir além da discussão, entorno das políticas públicas voltadas à educação, Jordenes fez questão de parabenizar o trabalho que está sendo feito na área econômica no governo de Ibaneis. “O secretário de Economia, André Clemente, fez um trabalho de austeridade e fez com que a economia no DF conseguisse crescer”, definiu.
Porém, ele lembra que mesmo assim ainda há muito por fazer, a começar pela reformulação do orçamento anual do DF, que segundo Jordenes, teve aumento de 10% este ano ante 2020 e mesmo assim destina pouco dinheiro para áreas elementares, como saúde e educação.
Escola e pandemia
Quando perguntado a respeito da suspensão das aulas e da intromissão do ensino a distância na rede pública, como alternativas para driblar a pandemia, Professor Jordenes avalia o cenário de duas formas. Primeiro, ele acredita que a introdução do trabalho remoto deu aos professores uma nova habilidade. “Não foi fácil para o professor e a professora descobrir que a webcam aumentou 150%; ele teve que consertar seu notebook; a internet não funcionava para aquilo que estava sendo cobrado dele, por isso, rendo aqui minhas homenagens a eles.”
Mas, por outro lado, os alunos de escolas públicas ficaram em desvantagens, visto que as escolas particulares não paralisaram suas atividades. “O abismo da desigualdade na educação do DF aumentou significativamente porque a rede privada permitiu que seus professores voltassem antes que eles estivem imunizados”, lembra Jordenes.
Já sobre a gestão de Ibaneis diante da pandemia, Jordenes classifica que “não foi 100%, mas foi o que um governador poderia fazer”.
Obras, empregos, menos impostos, investimentos em saúde, educação, cultura e lazer. Confira o que o GDF fez nesses quase 3 anos dedicados à população
Bilhões de reais investidos em obras, gerando emprego e renda, movimentando a economia e trazendo qualidade de vida para a população. Essa foi a máxima da atual gestão do Governo do Distrito Federal, que completa nesta segunda-feira (27) mil dias de atuação. Foram meses de muito trabalho, mesmo enfrentando a maior e mais grave crise mundial de saúde dos últimos cem anos, o novo coronavírus.
Em cerca de 30 meses, o DF se transformou em um canteiro de obras. Asfalto novo nas ruas; mais de 40 viadutos reformados; uma média de 20 quilômetros de tubulações de água para irrigação das plantações foram construídas; todas as escolas públicas foram reformadas; e a população ainda ganhou novas unidade de saúde como os hospitais de campanha; um UPA Ceilândia e duas UBSs, sendo uma dela reconhecida nacionalmente pela arquitetura arrojada, eficiente e moderna.
O Executivo local enfrentou ainda a crise econômica com estímulo ao empresariado e corte de impostos. Contratou mais de 18 mil novos servidores e colocou a máquina em funcionamento, sem deixar que nenhum serviço fosse paralisado. A Agência Brasília reuniu as principais ações do governo local nesses quase três anos dedicados à população da capital.
Grandes Obras
Com investimento de R$ 550 milhões, o GDF toca o chamado Corredor Eixo Oeste. O objetivo é melhorar a mobilidade e o trânsito da capital. O pacote de obras faz uma conexão de aproximadamente 30 km de extensão entre o Sol Nascente/Pôr do Sol e o Plano Piloto, passando pelas avenidas Hélio Prates e Comercial Norte, centro de Taguatinga e Estrada Parque Taguatinga (EPTG) – que se desmembra na Estrada Parque Indústrias Gráficas (Epig) e na Estrada Setor Policial Militar (ESPM).
O projeto abrange ainda a construção do Túnel de Taguatinga, obra que está 45% executada e tem previsão de conclusão para 2022. Só nela são R$ 275,7 milhões investidos, gerando cerca de dois mil empregos. Quando pronto, o túnel vai beneficiar mais de 137 mil motoristas.
As duas etapas da reforma da Avenida Hélio Prates, o Viaduto Luiz Carlos Botelho (na Epig) e as reformas da Epig e da ESPM – esta última também conta com a construção de dois viadutos – também estão incluídos na proposta. Já foram executados a pavimentação da rodovia VC-311, no Sol Nascente/Pôr do Sol, e o alargamento do viaduto da EPTG com a Estrada Parque Contorno (EPCT).
Uma das maiores obras viárias já feitas na história da capital foi inaugurada ao custo de R$ 220 milhões: o Complexo Viário Governador Roriz, que compreende o Trevo de Triagem Norte (TTN) e a Ligação Torto-Colorado (LTC). Melhorar a mobilidade de 100 mil motoristas que trafegam pela Saída Norte diariamente não seria possível se o governo local não tivesse colocado a obra como uma das prioridades. Com o trabalho integrado do GDF, foi possível agilizar os serviços, que estavam em ritmo lento há anos.
Abandonadas desde a inauguração de Brasília, a atual gestão licitou, contratou e reformou 36 tesourinhas do Plano Piloto. O governo também entregou a reforma dos setores de Rádio e TV Sul e o Hospitalar Sul; a pavimentação da Avenida W9; além de boa parte da infraestrutura de Vicente Pires e Sol Nascente/Pôr do Sol.
Há ainda investimentos que estão sendo feitos para concluir os viadutos do Recanto das Emas, Riacho Fundo e do Sudoeste; além da construção da rota de segurança do Setor de Inflamáveis. Outras centenas de obras são tocadas nas 33 regiões administrativas, como as novas escolas técnicas de São Sebastião, Santa Maria, Planaltina e Paranoá; além da ampliação e reforma de colégios públicos. As obras do governo, juntas, tem uma estimativa de criar mais 30 mil empregos.
Economia aquecida
Outro estímulo que o GDF adotou para reaquecer a economia local foi cortar impostos e assim desonerar a população, dando oxigênio aos empresários da capital para investir e contratar mais. Logo no início da gestão, foi decretado o fim do Diferencial de Alíquota (Difal), o que representou – e ainda representa – uma remissão de R$ 80 milhões por mês em imposto. Também naquele período o governo ainda reduziu as alíquotas do Imposto sobre Propriedade de Veículos Automotores (IPVA).
As contas públicas também saíram do vermelho. Em 2018, o caixa fechou em R$ 800 milhões negativos e no final de 2020 chegou a R$ 900 milhões positivos. Antes, a economia local cresceu apenas 1% e, em 2021 – mesmo com a pandemia, deve fechar em 5%. A arrecadação também aumentou para R$ 600 milhões este ano.
A atual gestão também foi responsável pelo maior Programa de Incentivo à Regularização Fiscal (Refis) da história do DF. Apenas com esse iniciativa, mais de R$ 2,6 bilhões foram recuperados.
O governo local também reduziu o ICMS em vários setores. Entre eles o imposto da cesta básica; sobre os sobre os produtos destinados à prevenção da infecção pelo novo coronavírus; de 81 remédios para o tratamento de câncer e importação de vacina para a produção de imunizantes contra a covid-19. Agora, também vai renunciar de R$ 345 milhões para baixar a tributação dos combustíveis.
Neste ano, um pacote de medidas, o Pró-Economia, também foi lançado para beneficiar, principalmente, os setores mais atingidos pela pandemia – como micro e pequenos empresários.
Reforço na saúde pública
Mesmo com a pandemia do novo coronavírus, o GDF continuou investindo na saúde do Distrito Federal, com reformas, construções e contratação de milhares de profissionais. Recentemente, o poder Executivo local anunciou um pacote milionário de medidas para impulsionar o atendimento da rede pública. São investidos R$ 130 milhões para reforma de hospitais e concluir obras em postos de saúde.
O quadro de servidores, recentemente, ganhou reforço com a contratação de 431 profissionais, entre médicos, enfermeiros, farmacêuticos e especialistas aprovados no último concurso da Secretaria de Saúde. Nos últimos três anos, já foram mais de nove mil servidores – entre efetivos e temporários – contratados.
Infraestrutura para a educação pública
Na educação não seria diferente. O GDF recuperou recursos que vão desde a primeira infância até o ensino médio. Só em 2019, foram resgatados R$ 42 milhões para investir na construção de creches em várias regiões da capital. Algumas estão em fase de construção e outras de complementação de projetos e licitação.
Foram investidos mais de R$ 257 milhões para reformar as 686 escolas da rede pública, melhorando o conforto e segurança de cerca de 460 mil estudantes. Os recursos para as melhorias vieram do Programa de Descentralização Administrativa e Financeira (Pdaf) – em 2020 foi considerado o maior da história – e emendas parlamentares.
Os moradores de Brazlândia ganharam sua primeira escola técnica. Outras quatro unidades estão sendo construídas – Santa Maria, Paranoá, São Sebastião e Planaltina – para reforçar a oferta de ensino técnico na capital da república.
Também foi lançado o Cartão Creche, meio eletrônico disponibilizado para o pagamento mensal de uma instituição educacional privada. São R$ 800 por mês, por criança para subsidiar o ensino infantil em entidades conveniadas pela Secretaria de Educação.
O GDF ainda lançou outros importantes programas como o Cartão PDAF, que permite que os colégios contratem serviços e reparos junto a fornecedores previamente credenciados; a Universidade Distrital; e o Cartão Alimentação, que ajudou milhares de alunos de baixa renda a se alimentar no período de aulas exclusivamente remotas.
Mais segurança
Na área da segurança, as delegacias passaram a funcionar 24 horas por dia. Houve aumento salarial para as forças policiais e um investimento de R$ 100 milhões em equipamentos para a Polícia Militar, além de R$ 40 milhões na compra de equipamentos para o Instituto de Criminalística (IC).
O governo investe ainda na construção do maior Instituto de Medicina Legal (IML) da América Latina. Inaugurou mais uma Delegacia da Mulher, em Ceilândia; duas unidades do Samu (905 Norte e Taguatinga); e contratou 3 mil policiais e bombeiros.
O investimento já tem reflexos no dia a dia: 92% de resolução dos homicídios, sendo a menor nos últimos 35 anos. O crime de feminicídio reduziu em 46,8% em 2020.
Assistência social com resultados
Com a pandemia e as complicações financeiras trazidas para as famílias de baixa renda, o governo agiu com rapidez. Amparou milhares de pessoas com programas sociais como o Prato Cheio, Renda Emergencial, Bolsa Alimentação e Alimentação.
Creche
O governo construiu a Casa da Mulher Brasileira de Ceilândia, o Núcleo Integrado de Atendimento à Mulher e novas unidades de Centro de Referência de Assistência Social (Cras).
O poder Executivo local também garantiu o café da manhã nos restaurantes comunitários por apenas R$ 0,50 e, o preço das refeições foram reduzidas de R$ 2 para R$ 1. Só nos seis meses deste ano, cerca de 4 milhões de refeições foram consumidas nesses locais.
Para facilitar o acesso a serviços do governo, foram inauguradas duas unidades de autoatendimento do Na Hora: uma em São Sebastião e outra, na Estrutural.
Mobilidade e transporte
Nos últimos 12 meses, foram criadas novas rotas para os ônibus coletivos e aumentou a quantidade de viagens em 82 linhas de ônibus – na maioria dos casos, a pedido de usuários. Mais dois terminais rodoviários foram inaugurados, um em Sobradinho e o outro em Santa Maria.
O governo planeja ainda o retorno das bicicletas compartilhadas. Já construiu diversas pistas para circulação segura de ciclistas, completando uma malha cicloviária de 600 quilômetros.
Meio ambiente e lazer
Vários parques urbanos foram reformados, incluindo parquinhos infantis, praças e quadras poliesportivas. Setecentos Pontos de Encontro Comunitário (PECs) foram instalados, além da adoção de dezenas de espaços públicos pela iniciativa privada com o Adote uma Praça.
Na cultura, o DF tem o maior programa de fomento à área do Brasil. O setor cultural nunca recebeu tanto incentivo. Um crédito suplementar no valor de R$ 91,6 milhões está garantido para reforçar o Fundo de Apoio à Cultura (FAC). Com isso, o GDF vai totalizar a distribuição de R$ 144,6 milhões somente este ano.
Desde o início da gestão, o governo local investe na reforma de equipamentos culturais. Um desses espaços foi o Museu de Arte de Brasília, fechado desde 2007. Recentemente, a Concha Acústica foi entregue à população totalmente reformada.
Obra objetiva garantir mais conforto e segurança aos usuários do transporte público
Fotos: Linice Moreira
Na noite da última segunda-feira, 27 de setembro, o Poder Executivo Municipal acompanhou a construção de uma nova parada de ônibus, às margens da Rodovia Federal BR-040 – na altura do bairro Jardim Oriente.
“Estou vistoriando a construção de um novo abrigo para usuários do transporte coletivo. A meta é prosseguir garantindo melhorias em outros abrigos de toda a cidade”, garantiu o prefeito Pábio Mossoró.
Segundo o secretário de Infraestrutura, Habitação e Serviços Urbanos, Dr. Marcus Vinícius, o objetivo da obra é trazer mais comodidade aos usuários do transporte público.
“Para isso realizamos a substituição do abrigo antigo por um moderno e mais confortável, terraplanagem e calçamento, substituição das lâmpadas convencionais por LED, além de outras ações visando minimizar os efeitos da chuva no local”, informou o titular da Infraestrutura.
Com queda da demanda por internação, mais leitos de UTI abertos durante pandemia no Estado serão destinados a apoiar centros cirúrgicos dedicados a procedimentos programados. O anúncio foi feito durante inaugurações no Hugol, onde Governo investiu quase R$ 2,5 milhões em melhorias
Governador Ronaldo Caiado, durante entrega da nova recepção e de passarela de interligação do Hospital Estadual de Urgências Governador Otávio Lage de Siqueira (Hugol): “Onde temos UTIs para Covid-19, já vamos usar esses leitos para dar retaguarda aos centros cirúrgicos e propormos uma ampliação das nossas cirurgias eletivas” | Foto: Júnior Guimarães
O governador Ronaldo Caiado anunciou, nesta segunda-feira (27), a ampliação dos procedimentos cirúrgicos eletivos no sistema estadual de saúde em todas as regiões do Estado. A informação foi prestada durante inauguração da nova recepção geral Dr. Lindolfo de Barros e da passarela de interligação do Hospital Estadual de Urgências Governador Otávio Lage de Siqueira (Hugol). “Essa é a etapa seguinte: avançarmos agora, em ritmo acelerado no atendimento dessa demanda que, indiscutivelmente, diante da pandemia, ficou represada”, disse o governador.
Caiado observou que, com a vacinação contra a Covid-19 até a faixa etária de 12 anos e atendimento das pessoas acima de 70 anos de idade com dose de reforço, há diminuição de complicações provocadas pela doença e da demanda de internação. “Onde temos UTIs para Covid-19, já vamos poder usar esses leitos para dar retaguarda aos centros cirúrgicos e propormos uma ampliação das nossas cirurgias eletivas”, detalhou.
A retomada dos agendamentos e da realização de procedimentos cirúrgicos eletivos de média e alta complexidades nas unidades de saúde da rede pública, filantrópica e privada em todo o Estado de Goiás foi autorizada pela Secretaria de Estado de Saúde (SES-GO) por meio da portaria 1.440/2021, de 6 de agosto. São consideradas cirurgias eletivas aquelas agendadas em data facultada pelo paciente ou cirurgião, conforme a legislação vigente.
Inaugurações
No Hugol, o governador vistoriou as áreas inauguradas nesta segunda-feira. O investimento nas melhorias para dar mais conforto e agilidade no atendimento aos usuários do Sistema Único de Saúde (SUS) é de quase R$ 2,5 milhões. As obras são parte do Plano de Aplicação, Ampliação e Adaptação de Áreas Físicas, iniciado em agosto de 2020, com projeção de investimentos de R$ 5.688.763,85 em estrutura física.
“Lidamos com vidas, e vida não tem preço. Tem que ser referência número um de qualquer governante e cidadão de mente sã, independente das dificuldades que existam pela frente”, frisou Caiado. “Um cidadão, como aqueles que estão ali sentados, quer ser chamado pelo nome, e não por números. Precisamos mostrar que, independentemente da condição social, as pessoas têm que ser respeitadas, e nós temos que fazer o que há de melhor na medicina”, completou.
Com área útil de 550 m², a nova recepção contou com investimento de R$ 2.017.961,55. O espaço é três vezes maior do que a estrutura atual e tem capacidade de atendimento de 232 acompanhantes e visitantes, além de adaptações para completa acessibilidade. Dez novos postos de atendimento se somam aos outros seis existentes na recepção da unidade. A concepção para a ambientação da recepção atende ao que preconiza a “Visita Aberta” da Política Nacional de Humanização (PNH).
A nova área recebeu o nome do médico Lindolfo de Barros, que faleceu em julho deste ano, aos 80 anos, vítima de complicações da Covid-19. O pediatra foi uma das maiores referências da especialidade no Brasil. “Dr. Lindolfo Barros foi na essência, na vida toda, aquilo que nós chamamos um médico: pessoa humana, caridosa, altamente competente e dedicada a sua profissão. Merece de nós todo respeito, e hoje ele está eternizado aqui”, ponderou Caiado.
Já na obra da passarela de interligação foram aplicados R$ 454.948,65. A construção conecta a nova recepção geral ao bloco de internação e estrutura de rampas e elevadores de acesso, com maior segurança, comodidade e capacidade de atendimento. “Essa unidade é símbolo de toda a expansão que fizemos até agora no Hugol. Um hospital pujante, que produz saúde e cuida das pessoas. Não temos um desse porte hoje nem na iniciativa privada”, destacou o secretário de Estado da Saúde, Ismael Alexandrino.
Hugol
O secretário da Saúde lembrou o recebimento, pela unidade, do certificado ONA 2, concedido pela Organização Nacional de Acreditação em reconhecimento à qualidade dos serviços oferecidos. “Não é só vaidade e alegria que isso nos traz. Representa, sobretudo, qualidade e segurança para o paciente. É uma unidade que referencio para minha família e minha pessoa, pois este é o SUS que acredito e pelo qual luto no dia a dia para que seja construído”, completou Ismael Alexandrino.
O diretor-geral do Hugol, Hélio Ponciano, salientou que a meta é ser referência no atendimento do SUS no País. “Entendemos que o paciente, independentemente da sua categoria, merece o melhor, e a nossa busca é constante e incessante por essa melhoria”, pontuou. “Encontramos junto ao governo, nas pessoas do nosso governador e do nosso secretário, força para prosseguir nessa luta, apoio para seguir em frente e conseguir ser o maior, e talvez o melhor”, afirmou.
Localizada na região Noroeste de Goiânia, a unidade da Secretaria de Estado da Saúde de Goiás (SES-GO) é gerida pela Associação de Gestão, Inovação e Resultados em Saúde (Agir). Seu superintendente de Relações Institucionais, Sérgio Daher, afirmou que o Hugol vem desempenhando um papel “com bastante ética, agilidade e, acima de tudo, tratamento humanizado”. “Essa recepção, com certeza, irá dar oportunidade a nossos pacientes e familiares de um tratamento mais humano e uma segurança maior aos nossos colaboradores”, arrematou.
Outras ações Além das estruturas inauguradas hoje, outra adequação realizada foi a ampliação da UTI Coronariana, concluída em setembro de 2020. O local está em pleno funcionamento e reforça o perfil do Hugol, voltado para atendimentos de urgência e emergência clínicos e cirúrgicos, de média e alta complexidades.
Lá existiam duas unidades, com capacidade total de internações de 12 leitos. O ambiente passou por reforma para atender à demanda das cirurgias cardíacas, contando com 10 leitos de UTI, num investimento de R$ 175.513,04.
Fizeram parte dos serviços citados também a edificação de um novo muro de divisa entre o Hugol e a indústria vizinha, concluído em junho de 2021. Amparado em projeto base da Agência Goiana de Infraestrutura e Transportes (Goinfra), a estrutura conta com 360 metros lineares de extensão e recebeu investimento total de R$ 208.858,33.
Ainda estão previstas a construção de um novo abrigo de resíduos e a adequação do espaço físico para a instalação do Serviço de Ressonância Magnética com aparelho de última geração, que complementará o parque de imaginologia da unidade.
Presença
Também estiveram presentes o secretário de Estado Tony Carlo (Comunicação); Roberto de Barros, filho do médico homenageado; os deputados estaduais Humberto Aidar, Cairo Salim e Charles Bento; vereador Dr. Gian Said, representante da Câmara Municipal de Goiânia; ex-deputado federal Daniel Vilela; os diretores do Hugol Luiz Arantes (Técnico) e Luiz Carlos Sampaio (Administrativo); superintendentes da Agir Lucas Silva (Executivo), Claudemiro Euzébio (Administração Financeira) e Dante Garcia (Gestão e Planejamento); assessor especial da governadoria Paulo Magalhães; coordenadora do projeto “Poesia em Tela” do Hugol, Lêda Selma; artista plástica Ana Carolina Borges, autora da pintura Sobrevoos, que compõe a ambiência da nova recepção do Hugol; saxofonista subtenente Monteiro e harpista Aline Araújo.
Se aproxima o dia de votação nas urnas pelas Eleições de 2022, e crescem as expectativas quanto às disputas, principalmente para presidente. Confira quando acontecerá a votação, quem pode votar e quais cargos serão definidos
O primeiro turno das próximas eleições deve acontecer no domingo, 2 de outubro de 2022 | foto: Fernando Frazão/Agência Brasil
As próximas eleições gerais do Brasil acontecem no próximo ano e, ao mesmo tempo em que se aproxima o dia de votação nas urnas, crescem as expectativas quanto às disputas, principalmente para presidente.
Eleições 2022: qual dia será a votação?
O primeiro turno das próximas eleições está marcada para acontecer no domingo, 2 de outubro de 2022. Caso seja necessário, um segundo turno é previsto para o fim do mês, no dia 30, também domingo.
Eleições 2022: quem pode votar?
Assim como em pleitos eleitorais anteriores, cidadãos com mais de 16 anos podem votar, mas a obrigatoriedade é apenas para aqueles entre 18 e 70 anos. Quem não participar da votação e não apresentar uma justificativa aceitável deverá pagar uma multa.
Eleições 2022: quais cargos políticos serão definidos?
As eleições gerais de 2022 definirão os próximos nomes para presidente do País e governador das 13 unidades federativas. Ainda, serão eleitos os integrantes das Assembleias Legislativas, assim como do Congresso Nacional, incluindo: um terço dos 81 membros do Senado, sendo que o restante já foi definido em 2018; e todos os 513 membros da Câmara de Deputados.
Eleições 2022: quais os possíveis candidatos a presidente?
Os interessados em disputar o cargo de presidente do Brasil têm até 5 de julho de 2022 para se oficializarem, conforme a Constituição. O atual presidente, Jair Bolsonaro (sem partido), não confirmou nem negou sua participação nas disputas; caso participe, não deve concorrer sob a Aliança Pelo Brasil (APB), que não conseguiu assinaturas o suficiente para se tornar um partido político reconhecido.
O ex-presidente Luis Inácio Lula da Silva (PT) é um nome especulado para a disputa presidencial. Seus direitos políticos estão reabilitados desde março deste ano e ele obteve, até o momento, 19 vitórias judiciais na série de processos e investigações a que respondia desde que se tornou alvo da Operação Lava Jato, há quase seis anos.
Outro possível nome para concorrer à Presidência é o atual governador de São Paulo, João Doria (PSDB). Em evento neste mês de setembro, o presidenciável prometeu escolher uma mulher como vice caso vença as prévias organizadas pelo partido para definir seu candidato à Presidência. Quem já direcionou apoio a ele foi o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso; segundo ele, Doria “representa o Brasil do futuro”.
Ainda do PSDB, outros três nomes disputarão internamente pela vaga na corrida presidencial. São eles: Eduardo Leite, governador do Rio Grande do Sul, que recentemente revelou ser gay e foi tanto elogiado quanto criticado pelo anúncio; Tasso Jereissati, senador cearense que já foi governador do Estado e presidente do partido; e Arthur Virgílio Neto, ex-prefeito de Manaus.
Ciro Gomes (PDT) tem demonstrado sua intenção de concorrer à Presidência e se posicionar contra tanto Lula quanto Bolsonaro. O ex-ministro divulgou vídeos nas redes sociais, no início de agosto, reforçando seu distanciamento da esquerda e da direita no País. Criticando ambos os espectros políticos que, segundo ele, tentam impedi-lo de se tornar presidente, Ciro alegou que ambos “têm medo” do seu projeto político.
Aprovados da PMDF pleiteiam e manifestam seus desejos para a convocação de 750 candidatos para a 8a edição do Curso de Formação de Praças da Polícia Militar do Distrito Federal.
Em torno de 40 aprovados foram até a frente do Palácio Buriti nesta terça (21) para cobrar do GDF a convocação e início do curso de formação, e outra está prevista para o dia 28 no mesmo local.
Líder do Governo na CLDF, o Deputado Hermeto vem acompanhando os aprovados desde o início do certame em 2018, e segundo ele
“Fui o parlamentar mais procurado desde o início do ano para buscar que o Curso de Formação de Praças VIII da PMDF fosse realizado com 750 aprovados, a Comissão de Aprovados do CFP 8 sempre me demandou esta pauta.
É um esforço que meu Gabinete Militar, juntamente com o Comandante da Corporação Cel. Vasconcelos, Secretario de Segurança Pública Dr. Júlio Danilo, Secretário de Economia Dr. André Clemente, Presidente da CLDF Rafael Prudente, Governador Ibaneis, Ministra Flávia Arruda e Ministro Anderson Torres, conquistou”.
Com a autorização orçamentária para a Corporação poder chamar 750 alunos, conforme já fora anunciado pelo Governador Ibaneis Rocha, agora estes aprovados buscam informações concretas sobre o curso.
“Agora, através de um pedido da Comissão de Aprovados do CFP 8, estamos indo em busca de um cronograma para o chamamento e início do curso, que já está sendo finalizado pela PMDF e será divulgado em breve, oferecendo datas para possibilitar a organização dos aprovados”.
A expectativa é que em breve o Comandante-Geral, Cel. Vasconcelos, divulgue o cronograma, a pedido do Deputado Hermeto, tendo em vista a finalidade dos aprovados poderem organizar suas vidas e terem um norte sobre as datas que efetivamente ocorrerão.
Vice-governador anuncia benfeitorias para o assentamento e lembra que GDF trabalha para regularizar a área
A manhã deste domingo (26) no Assentamento 26 de Setembro, às margens da DF-001, teve gosto de esperança. No dia em que o local comemora 25 anos de história, era grande, por parte dos moradores que participaram da festa organizada pela comunidade e empresários locais, a expectativa pelas notícias referentes a regularização fundiária, chegada do cascalho à avenida principal e iluminação na entrada da área.
Em visita à festa, o vice-governador Paco Britto lembrou que o governador Ibaneis Rocha tem trabalhado para regularizar a região. “Em fevereiro deste ano, o governador deu o primeiro passo para a regularização do assentamento 26 de Setembro, quando enviou para o presidente da República a minuta do projeto de lei que prevê a desafetação de área de mais de 996 hectares da Floresta Nacional de Brasília, uma medida necessária para a regularização fundiária desta região”, explicou.
Atualmente, o projeto tramita na Câmara dos Deputados e foi aprovado, no último dia 14 deste mês, pela comissão de meio ambiente da Casa, de onde seguirá para a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ).
Cascalho a caminho
Governo trabalha na finalização do processo para levar as máquinas ao trabalho de pavimentar a avenida principal; iluminação é o próximo passo
“Estamos aqui, de pé, em paz, esperançosos nos parlamentares e no nosso governo para que tenhamos nossa cidade regularizada e possamos, então, receber as melhorias de infraestrutura que tanto precisamos”, disse o presidente do Espaço Bola de Ouro, Edmilton Gomes, um dos organizadores da festa deste domingo.
De acordo com o vice-governador, além da regularização, o governo atenderá, nos próximos dias, duas demandas importantes da comunidade. “Por determinação do governador Ibaneis Rocha, vamos cascalhar a avenida principal”, adiantou. “Já conseguimos 350 caminhões de cascalho e estamos finalizando o processo para disponibilizar o maquinário necessário para a obra”.
Outro pedido feito pelos moradores foi para implantar iluminação no trecho da DF-001 que dá acesso ao assentamento. “O DER [Departamento de Estradas de Rodagem do DF] já está finalizando o projeto que seguirá para a CEB, e assim, em breve, a parte já duplicada da DF-001 ganhará a iluminação tão sonhada”, garantiu Paco Britto. “Vamos fazer toda a iluminação da região, mas em partes. A primeira delas já está autorizada pelo governador”.
Expectativa alta
Andreia Régis, que há 20 anos adquiriu um lote no assentamento e aguarda, ansiosa, pela regularização da região, antevê muitas melhoras para o 26 de Setembro. “A expectativa é imensa”, disse. “É tudo o que a gente precisa. Cada um que comprou seu pedacinho de terra aqui sonha com isso há 25 anos”.
Andreia, que é psicóloga e trabalha na cidade como voluntária prestando atendimento gratuito, está animada com as notícias. “Embora a região seja formada por pessoas humilde, a cidade só tem a crescer”, avaliou. “Só precisamos deste apoio do governo que, desta vez, parece que virá”.
Outro entusiasta do processo de regularização é o pedreiro Jorge Mendes da Silva, que mora com a esposa e filhos na região há mais de dois anos. “Com a regularização, as melhorias virão”, afirmou. “Tenho muita esperança de que, desta vez, não será apenas uma promessa”.
Governo participativo
Reforçando o anseio dos cerca de 40 mil moradores do 26 de Setembro – que ainda lutam para ter acesso a serviços básicos –, o administrador de Vicente Pires, Daniel de Castro, lembrou que a presença do Estado na cidade é constante.
“Recebi a missão do governador Ibaneis Rocha de cuidar da cidade e das pessoas, e isso está sendo feito”, relatou. “Não falta maquinário, cuidado, atenção ao meio ambiente e presença aqui. Sei que o sonho de todos que vivem aqui é que a cidade tenha vida própria, sua estrutura administrativa, e acreditem: está cada dia mais perto.”
Com música ao vivo, guloseimas para a garotada, parabéns e bolo, a festa contou ainda com uma ação do Comitê Todos Contra o Covid, do GDF, que distribuiu cerca de mil frascos de álcool gel e máscaras de tecido reutilizável para a população.
Unidade conta com equipes sempre a postos para receber quem precisa de atendimento emergencial; investimentos foram de R$ 6,6 milhões
Edilamar Cardoso Rocha: “Fui muito bem-atendida e estou feliz” | Foto: Geovana Albuquerque/Agência Saúde
Aberta ao público poucos minutos após ser inaugurada, na sexta-feira (24), a Unidade de Pronto Atendimento (UPA) Ceilândia II está em pleno funcionamento e preparada para receber quem precisa de atendimento de emergência. Já nos primeiros minutos após a abertura, os pacientes começaram a ser acolhidos; e, até o momento, 38 pessoas já foram atendidas na unidade.
Localizada na expansão do Setor O, a unidade, que tem capacidade para atender cerca de 4,5 mil pessoas mensalmente, foi a primeira de um pacote de sete UPAs que serão entregues até o fim do ano. O local tem as salas vermelha e amarela, que recebem os pacientes com quadros mais graves.
“Ontem tivemos um caso de suspeita de isquemia mesentérica e fizemos a transferência desse paciente para o Hospital Regional de Ceilândia (HRC)”, contou o gerente da UPA Ceilândia II, Flávio Amorim. “Primeiro, estabilizamos e melhoramos o quadro de analgesia dele e, depois, transferimos para o HRC”.
A estrutura de Ceilândia recebeu o investimento de aproximadamente, R$ 6,6 milhões repassados pela Secretaria de Saúde (SES), sendo R$ 5,4 milhões em obras, R$ 1,7 milhão em equipamentos e R$ 535,5 mil em mobília.
Bom atendimento
No início da manhã deste sábado (25), a auxiliar de limpeza Edilamar Cardoso Rocha, que procurou a unidade sentindo dores na região da coluna e dos rins, foi prontamente atendida e medicada.
“Eu gostei muito da estrutura e do atendimento, sem contar que é perto de casa e a gente não precisa se deslocar para longe”, disse. “É um lugar tranquilo, fui muito bem-atendida e estou feliz. Agora é tomar a medicação e descobrir se estou com problema nos rins ou na coluna. Vou fazer alguns exames para investigar”.
Na cerimônia de inauguração da UPA Ceilândia II, o governador Ibaneis Rocha destacou que quer entregar a saúde que a população do Distrito Federal merece. O chefe do Executivo local afirmou que vai acelerar a entrega das outras seis UPAS.
O secretário de Saúde lembrou que, com as outras seis UPAs a serem inauguradas, será possível atender 35 mil pessoas, além de gerar empregos para diversos profissionais. A construção das UPAs é de responsabilidade do GDF, e o Instituto de Gestão Estratégica do Distrito Federal (Iges-DF) administra as unidades.
Funcionamento
1,2 mil m2Área total da UPA Ceilândia II, localizada na QNO 21
A UPA Ceilândia II vai funcionar de forma ininterrupta, todos os dias da semana, durante 24 horas. Atenderá casos de urgências e emergências de clínica médica, como problemas de pressão e febre alta, sintomas respiratórios, desmaio, convulsão, diarreia aguda, infecção do trato urinário, dor abdominal de moderada a aguda e complicações cardiológicas e neurologistas, como infarto e AVC.
Os médicos prestam socorro, prescrevem medicamentos e exames e analisam se é preciso encaminhar os pacientes a um hospital, mantê-los em observação por 24 horas ou dar alta após o atendimento. Todas as novas UPAs também terão sala de ensino, onde os profissionais realizarão treinamentos e cursos de atualização permanentes, fornecidos pela unidade.
Instalada na QNO 21, Área Especial D, a UPA de Ceilândia II começou a ser construída em maio de 2020. Possui uma área de 1,2 mil m2 e conta com dois leitos de atendimento crítico emergencial na Sala Vermelha, seis leitos de observação e um leito de isolamento na Sala Amarela, dez poltronas de medicação/inalação e reidratação na Sala Verde e três consultórios. A unidade possui também uma sala para classificação de risco, estando também equipada para realizar exames laboratoriais de urgência, eletrocardiograma e raios-X.
Entrega dos cartões do programa Mães de Goiás, em Teresina de Goiás: ao todo, investimento do Governo do Estado chega a R$ 219 milhões | Foto: Hegon Corrêa
Iniciativa aumenta distribuição de renda de famílias vulneráveis, promove segurança alimentar, oferece melhor qualidade de vida e assegura permanência de crianças na escola. Até final de setembro, 12 mil serão contempladas, em 40 municípios. Ao todo, investimento do Governo do Estado chega a R$ 219 milhões
Desde o início do mês de setembro, o Programa Mães de Goiás entregou mais de 10 mil cartões a mulheres em situação de vulnerabilidade social, em todo o Estado. Parceria entre a Secretaria de Desenvolvimento Social (SEDS) e o Gabinete de Políticas Sociais (GPS), a iniciativa já promoveu a entrega de benefícios em mais de 30 municípios. Até o final do mês, cerca de 12 mil mães, com filhos de zero a 6 anos, serão contempladas com renda extra mensal de R$ 250, em 40 cidades.
Ao finalizar as entregas desta semana na cidade de Aruanã, no Noroeste do Estado, a presidente de honra da Organização das Voluntárias de Goiás (OVG) e coordenadora do GPS, primeira-dama Gracinha Caiado, reforçou o compromisso do governador Ronaldo Caiado em levar mais dignidade à parcela da população que mais precisa do poder público. “Sabemos que o governo não pode tudo, mas pode muito. E a cada dia chegamos a mais pessoas, em todas as cidades, em todos os lugares, porque essa é a maior missão do Goiás Social: chegar a todos os goianos e goianas que mais precisam”, destacou.
Em Aruanã, 117 mães foram contempladas com o novo benefício do Governo de Goiás. O Mães de Goiás institui auxílio financeiro no valor de R$ 250, por mês, e atenderá, em todo o Estado, 100 mil mães. O investimento total é de R$ 219 milhões, viabilizados pelo Fundo de Proteção Social do Estado de Goiás (Protege Goiás). As famílias contempladas serão atendidas por meio de um calendário progressivo, que incluirá todos os beneficiários, em até 10 meses.
“Acreditamos que apoiar as mães é garantir atenção especial para os filhos. Apoiar as mães é garantir proteção total para as crianças e fortalecer a família. Eu sou mãe e sei muito bem o que significa esse papel e essa responsabilidade de proteger nossa família e nossos filhos”, afirmou a primeira-dama.
O prefeito de Aruanã, Hermano de Carvalho, ressaltou que o benefício é entregue já com o dinheiro na conta para que as mães possam comprar alimentos e medicamentos para os filhos. “Nós temos um governador que tem credibilidade porque os cartões entregues para as mães que estão aqui hoje já estão com dinheiro na conta. O governador tem corrido atrás para resolver os problemas do Estado e tem propiciado aos gestores municipais e ao povo de Goiás muitos benefícios para melhorar a vida da população”, disse.
O secretário de Desenvolvimento Social, Wellington Matos, destaca que o benefício aumenta a distribuição de renda de famílias vulneráveis, promove a segurança alimentar, oferece melhor qualidade de vida e assegura a permanência de crianças na escola. “Cada cartão deste representa tranquilidade para as mães goianas. É um recurso que ajuda a colocar comida na mesa e possibilita um recomeço diante deste momento desafiador que estamos vivendo”, destacou.
Cidades beneficiadas Já receberam o cartão do Mães de Goiás os municípios de Itaberaí, Americano do Brasil, Anicuns, Jaraguá, Vila Propício, Araguapaz, Mozarlândia, Nova Crixás, São Miguel do Passa Quatro, Urutaí, Edéia, Joviânia, Caçu, Aragarças, Bom Jardim, São João da Paraúna, Paraúna, São Luís dos Montes Belos, Fazenda Nova, Alvorada do Norte, Simolândia, Flores de Goiás, Sítio D’Abadia, Buritinópolis, Colinas do Sul, Monte Alegre, Dininópolis, Cavalcante, Teresina de Goiás, Anhanguera, Nova Aurora, Matrinchã e Aruanã.
Na semana que vem, finalizando a rodada de entregas do mês de setembro, recebem os cartões as mães dos municípios de Bonópolis, Amaralina, Montividiu do Norte, Nova América, Santa Terezinha de Goiás e Morro Agudo.
A previsão do mercado financeiro para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), considerada a inflação oficial do país, subiu, novamente, de 8,35% para 8,45% neste ano. É a 25ª elevação consecutiva na projeção. A estimativa está no Boletim Focus de hoje (27), pesquisa divulgada semanalmente pelo Banco Central (BC), com a projeção para os principais indicadores econômicos.
Para 2022, a estimativa de inflação é de 4,12%. Para 2023 e 2024, as previsões são de 3,25% e 3%, respectivamente.
A previsão para 2021 está acima da meta de inflação que deve ser perseguida pelo BC. A meta, definida pelo Conselho Monetário Nacional, é de 3,75% para este ano, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo. Ou seja, o limite inferior é 2,25% e o superior de 5,25%.
Em agosto, puxada pelos combustíveis, a inflação subiu 0,87%, a maior inflação para o mês desde o ano 2000, de acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Com isso, o indicador acumula altas de 5,67% no ano e de 9,68% nos últimos 12 meses, o maior acumulado desde fevereiro de 2016, quando o índice alcançou 10,36%.
Para o mês de setembro, o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo – 15 (IPCA-15), que mede a prévia da inflação oficial, registrou índice de 1,14% no mês, a maior taxa do IPCA-15 para um mês de setembro desde 1994 (1,42%).
Taxa de juros
Para alcançar a meta de inflação, o Banco Central usa como principal instrumento a taxa básica de juros, a Selic, que foi elevada na semana passada de 5,25% ao ano para 6,25% ao ano pelo Comitê de Política Monetária (Copom). Ao anunciar a decisão, o Copom já sinalizou que pretende elevar a Selic em mais um ponto percentual na próxima reunião, marcada para o fim de outubro.
Para o mercado financeiro, a expectativa é que a Selic encerre 2021 em 8,25% ao ano, mesma projeção da semana passada. Para o fim de 2022, a estimativa é que a taxa básica suba para 8,50% ao ano. E para 2023 e 2024, a previsão é 6,75% e 6,50% ao ano, respectivamente.
Quando o Copom aumenta a taxa básica de juros, a finalidade é conter a demanda aquecida, e isso causa reflexos nos preços porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança. Desse modo, taxas mais altas podem dificultar a recuperação da economia. Além disso, os bancos consideram outros fatores na hora de definir os juros cobrados dos consumidores, como risco de inadimplência, lucro e despesas administrativas.
Quando o Copom reduz a Selic, a tendência é de que o crédito fique mais barato, com incentivo à produção e ao consumo, reduzindo o controle da inflação e estimulando a atividade econômica.
PIB e câmbio
As instituições financeiras consultadas pelo BC mantiveram a projeção para o crescimento da economia brasileira este ano em 5,04%. Para 2022, a expectativa para Produto Interno Bruto (PIB) – a soma de todos os bens e serviços produzidos no país – é de crescimento de 1,57%. Em 2023 e 2024, o mercado financeiro projeta expansão do PIB em 2,20% e 2,50%, respectivamente.
A expectativa para a cotação do dólar também se manteve em R$ 5,20 para o final deste ano. Para o fim de 2022, a previsão é que a moeda americana fique em R$ 5,24.
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