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‘BRB: um novo patamar de crescimento, expansão digital e caminhos’

Presidente da instituição, Paulo Henrique Costa fala sobre acordo com Flamengo, estratégias do banco e reforma da Torre de TV, entre outras ações

No Distrito Federal, o Banco de Brasília (BRB) está no meio de onde há boa notícia. Desde 2019, a instituição entrou numa crescente nos números e gestos e chegou a patamares que poucos poderiam acreditar. Neste ano, fez um acordo surpreendente com o Flamengo, liderou ações sociais e econômicas na pandemia e passou a valer R$ 7,2 bilhões. O que representa um crescimento de 500%. O BRB entrou em outras searas e está se fortalecendo digitalmente. A marca também será levada ao alto da cidade, na Torre de TV, administrada pela instituição financeira.

É difícil pensar algum bom gesto e ação em Brasília em que o BRB não esteja envolvido. Quer ver só? Então confira a entrevista que a Agência Brasília fez com o presidente da instituição, Paulo Henrique Costa.

Na atual gestão, o Banco de Brasília tem tomado o noticiário de forma muito positiva. Embora estejamos vivendo a pandemia, gostaria que o senhor falasse de ações do BRB neste sentido, como os programas Prato Cheio e Renda Emergencial…

O governador Ibaneis Rocha tem uma visão e uma clareza estratégica muito importante que está na raiz de tudo o que está acontecendo no BRB e no papel que o banco assumiu diante da nossa cidade. A clareza de saber da importância de um banco e como ele pode ser um instrumento propulsionador do desenvolvimento econômico, social e humano, além da decisão de permitir que o banco tenha uma gestão técnica. São elementos centrais de tudo que a gente tem visto de resultados.

Nós atuamos em três frentes diferentes por meio do Supera DF, um programa com o objetivo de aliviar os impactos econômicos e sociais da pandemia e criar um sentimento de confiança, de esperança em relação ao futuro.

A primeira frente foi voltada à saúde. Cuidando da saúde, dos nossos empregados e cuidando da saúde dos nossos clientes e apoiando a sociedade naquilo que ela precisava. As iniciativas começaram ainda no início da pandemia com a suspensão de reuniões, treinamentos presenciais e viagens. Criamos o teletrabalho e colocamos uma parcela importante dos nossos empregados nessa modalidade. Também evoluímos para uma revisão completa dos protocolos de limpeza das agências, orientação aos clientes para que usassem os canais digitais e evitassem a utilização das agências e isso evoluiu no tempo para que a gente tivesse todo um protocolo interno de monitoramento, de acompanhamento das nossas pessoas.

Nesse contexto de cuidado de saúde também o BRB entendeu que precisava estar junto da sociedade em outras dimensões. Fizemos uma campanha de arrecadação de recursos e doamos 150 bombas de infusão, monitores de funções vitais, visando apoiar e fortalecer o sistema público de saúde. Arrecadamos doações e também avançamos com a doação de dois milhões de máscaras.

Força que se mostrou no eixo econômico também…

Num segundo eixo a gente tratou de estimular a atividade econômica. Ou seja, no momento de incerteza em que muitos setores tiveram queda relevante no faturamento, nos apresentamos e nos colocamos à disposição do setor produtivo, com taxas diferenciadas, com prazos diferenciados e com uma revisão enorme de processos visando simplificar o processo de concessão de crédito e fazendo com que o dinheiro chegasse à economia. Nesse período, desde 18 de março, alocamos em linhas de crédito R$ 3,6 bilhões, tanto em novas linhas de crédito quanto em reestruturação das linhas de crédito que os clientes que já tinham com a gente, seja pessoa física ou jurídica, incluindo suspensão de prazos de pagamento.

Por meio desse programa beneficiamos mais de sete mil empresas e mais de 29 mil pessoas com ações direcionadas ao crédito, à concessão de um fôlego, seja para as empresas ou para as famílias. Somos o primeiro banco do país a conceder uma suspensão do pagamento de crédito consignado.

Mudamos para uma nova sede, o BRB cresceu, lançamos um banco digital que chegou a 35 mil contas em menos de 40 dias, ou seja, abrimos quatro vezes mais contas em 40 dias do que um banco tradicional no segundo semestre. Ou seja, em 60 dias completos. O BRB também se posicionou estrategicamente neste mundo digital.

E o terceiro pilar?

O terceiro pilar foi o da proteção social. Não bastava a gente cuidar de quem é empregado do banco e cuidar do setor produtivo ou dos servidores. A gente também, como banco público, precisava ter um olhar para a sociedade. E o GDF foi muito rápido, usando uma expressão que o governador Ibaneis Rocha costuma usar muito de que governo é para pobre, rico basta não atrapalhar. Ele teve a sabedoria e o olhar de perceber essas situações e criar programas específicos.

Assim que as escolas públicas foram fechadas, a gente conseguiu transformar o Cartão Material Escolar no Cartão Alimentação Escolar. Ou seja, concedendo às famílias de crianças dos ensinos Fundamental e Médio e famílias beneficiárias do Bolsa Família recursos para que eles pudessem ter alimentação.

Ao perceber que no cadastro social do Distrito Federal existiam muitas famílias que não eram beneficiárias em nenhum outro programa do DF ou do governo federal, foi lançado o Renda Emergencial. O valor de R$ 408 foi para suprir as necessidades básicas dessas famílias que tinham renda per capita abaixo de meio salário mínimo e não eram beneficiadas por nenhum outro programa.

O quarto programa foi o Pão e Leite. Um compromisso que o governador assumiu perante a população e que a gente substituiu a dinâmica de distribuição de cesta básica por dignidade. E porque a gente chama de dignidade? Porque as pessoas passaram a ter um cartão com o valor da cesta básica e mais um valor garantido para o café da manhã diário, e que com esse cartão ela poderia ir a qualquer comércio de alimento e comprar o que ela queria. Então, em vez de simplesmente receber uma cesta básica padrão, a pessoa pode olhar para a situação da sua família, entender quais eram os gêneros alimentícios de maior necessidade e usar o cartão como qualquer outro cidadão no comércio.

Tudo isso como se fosse um cartão de crédito…

E que trouxe uma eficiência operacional muito grande. Porque um programa de cesta básica chegava a levar 90 dias para que ela chegasse de fato ao beneficiário e com custo extremamente elevado, próximo de R$ 50 para distribuir cada uma. Ou seja, em uma cesta básica que custava R$ 150, o valor de R$50 era de custo operacional. Com o cartão esse valor caiu para R$ 6.

Também teve ação na área da Saúde, correto?

Por fim, o quinto programa é o da Farmácia de Alto Custo. Identificando que o isolamento social era o principal elemento de proteção da população a gente criou junto com o governo uma estrutura logística capaz de distribuir os medicamentos a quem precisava com uma central de atendimento, evitando que essas pessoas, em geral idosos e pacientes crônicos, precisassem se deslocar num momento de tantas incertezas, se expondo ao Covid-19.

E mesmo em meio à pandemia o banco cresceu bastante, inclusive digitalmente…

Fechamos o semestre com resultado de R$ 205 milhões, um crescimento de 27,7% em relação ao primeiro semestre do ano passado. No meio de uma crise, de uma incerteza desse tamanho na economia é muito importante você também cuidar dos negócios do banco, manter o banco no curso normal do mercado.

Mudamos para uma nova sede, o BRB cresceu, lançamos um banco digital que chegou a 35 mil contas em menos de 40 dias, ou seja, abrimos quatro vezes mais contas em 40 dias do que um banco tradicional no segundo semestre. Ou seja, em 60 dias completos. O BRB também se posicionou estrategicamente neste mundo digital. Quando começamos a transição e definimos as prioridades um dos desafios que o banco tinha era a tecnologia. E a gente mostra que o BRB hoje é competitivo, conseguiu evoluir e se posiciona nesse mundo digital de uma maneira bastante agressiva, rápida e eficaz.

A pandemia interferiu, sim, na dinâmica de todos nós, no funcionamento, no jeito como a gente olha o mundo, mas a gente conseguiu manter o rumo, a clareza e os objetivos e hoje estamos entregando os resultados que nos orgulham muito.

O banco alcançou no primeiro trimestre uma posição de mercado que nunca havia alcançado, que foi ser o de líder do crédito imobiliário no Distrito Federal. A gente hoje tem a melhor e a menor taxa do país de 6,49% ao ano e um processo que também, muitas vezes, é o mais rápido do mercado.

No primeiro trimestre de 2020 o BRB liderou a concessão de crédito imobiliário. Como estão esses números hoje?

Nós crescemos a nossa carteira de crédito imobiliário em 63% em 12 meses. O BRB tinha uma carteira de R$ 891 milhões no segundo trimestre do ano passado, ou seja, em junho, e, em junho deste ano a gente fechou com R$ 1,452 bilhão, crescendo a contratação do crédito imobiliário em 650%.

O banco alcançou no primeiro trimestre uma posição de mercado que nunca havia alcançado, que foi ser o de líder do crédito imobiliário no Distrito Federal. A gente hoje tem a melhor e a menor taxa do país de 6,49% ao ano e um processo que também, muitas vezes, é o mais rápido do mercado.

A gente está acostumado a ter essa referência de ter a casa própria. E é uma conquista para a classe média, para o servidor e mesmo para as famílias mais carentes realizar esse sonho.

O BRB estar presente neste momento junto dessa clientela é fundamental, ela gera relação de confiança, um vínculo entre o cliente e o banco, um relacionamento de longo prazo. No fundo a mensagem que a gente quer passar para a sociedade é que o brasiliense pode contar com o BRB.

Existe uma grande expectativa em torno da reabertura da Torre de TV, que está sob gestão do BRB. Como está esse processo?

Assumimos recentemente outros papéis, inclusive de recuperação de acervos ou de instalações públicas. O equipamento que todo mundo conhece mais é a Torre de TV, que está em obras. A gente vai começar uma sequência de entregas em relação a isso. Muita gente já deve ter passado por lá de noite e visto testes da iluminação nova.  

Estamos reformando a Torre e algumas entregas já foram feitas. A iluminação do térreo no espaço que vai até a fonte, se você olhar, já temos os postes que foram todos substituídos e o térreo da torre já está liberado. Começamos uma reforma na feira, uma coisa simples de pintura, de recapeamento, e temos um cronograma de entregas em que o ponto alto a gente quer que seja a devolução da Torre para a população no aniversário de 61 anos de Brasília.

Vai ter mudanças no paisagismo também?

Tudo será redesenhado, trata-se de um Corredor Cultural que vai da Rodoviária até a Feira da Torre de TV. Do ponto de vista de iluminação, paisagismo e disponibilização de Wi-Fi, se a gente considerar que ali vai ser um grande boulevard ao ar livre e é isso que queremos devolver para o cidadão de Brasília. Tem alguns marcos, a Torre é o principal deles, ou seja, a reabertura do mezanino com um museu digital que vai contar a história de Brasília.

Como está a situação do mirante da Torre?

Teremos a reabertura do mirante, ele já está pronto para ser reaberto. Na sequência, a gente vai tratar da fonte. Algumas pessoas já devem ter visto a fonte funcionando e iluminada. A gente vai criar uma espécie de coreto. Ou seja, a gente vai lançar um edital de cultura para selecionar artistas locais para fazer shows aos domingos naquele espaço para que a população possa ir. E também vamos reformar o espelho d’água. Ele é, talvez, o maior dos nossos desafios pela quantidade de anos que estava abandonado. Toda estrutura ali foi deteriorada, inclusive nos surpreendeu o tamanho do problema. Existem vazamentos dos mais diversos dentro do espelho d’água e ele não tem a menor condição de ser devolvido. Por isso das obras ele é o que vai levar mais tempo para ser recuperado.

Há um cronograma para essas inaugurações?

Em outubro, concluímos a reforma da feira, a pintura, sinalização e uma praça de alimentação. Em dezembro, a gente reinaugura a fonte luminosa usando uma tela de projeção, ela tem uma capacidade de fazer um ecrã de água ali e vamos começar a utilizar isso, a gente vai fazer uma exposição de fotografia interativa. O Natal e a festa de final de ano como a gente já fez no ano passado será em parceria com a Fecomércio. E também em dezembro a gente conclui o paisagismo da Torre. Em abril de 2021, a gente abre o mirante, reformado e de um jeito diferente. Também inauguramos o museu digital e a nossa agência-conceito. Essa será a entrega do aniversário de Brasília, em 21 de abril. E em setembro a gente conclui a questão do espelho da água do Jardim Burle Marx.

Passando da cultura para o esporte, o maior time do país, o Flamengo, hoje estampa a marca do BRB. Mas essa parceria é muito maior pelo visto…

Fizemos um acordo comercial estratégico que envolve um conjunto de contrapartidas que vão muito além de exploração da marca. O principal elemento é a oferta de produtos bancários em canais digitais para os torcedores do Flamengo, ou seja, os 42 milhões de torcedores do Flamengo, definidos como a maior torcida do mundo.

Lançamos o banco digital em 24 de julho e em 40 dias já abrimos mais de 35 mil contas digitais. Ou seja, já abrimos quatro vezes mais contas no banco digital do que no banco tradicional nesse mesmo período. O que a gente espera é que essa parceria permita ao BRB se posicionar no mundo digital, ganhar uma exposição de marca no país inteiro e essa exposição sustentar o nosso crescimento tanto no mundo digital quanto no mundo físico.  

A gente acredita que, de fato, ao longo desses cinco anos, a gente vai conseguir alcançar o objetivo de gerar 1,5 milhão de clientes, que é praticamente três vezes a base de clientes que a gente tem hoje, posicionar a marca do banco no mundo digital.

R$ 7,2 bilhões
passou a valer o banco em junho

Em junho, o BRB passou a valer R$ 7,2 bilhões, apresentando um crescimento de 500%. Vocês esperavam uma valorização tão rápida?

O aumento do valor de mercado do BRB é um objetivo de gestão. Foi algo pactuado com  o governador Ibaneis ainda no período de transição. Nós olhávamos para o banco, a responsabilidade com Brasília e o potencial de renda da cidade de quem mora aqui e víamos que o BRB tinha um espaço de crescimento e de aumento do seu resultado e de crescimento do seu valor de mercado.

O movimento aconteceu mais rápido do que a gente esperava. A gente tinha um plano de trabalho de quatro anos. O que a gente de fato espera, ao longo do período de gestão do mandato do governador Ibaneis, é entregar um banco de outro tamanho, de outro porte e com outro valor de mercado.

A gente fica feliz de ter acontecido mais rápido do que imaginado inicialmente, mas a gente tem consciência clara de que tem um desafio grande a ser cumprido. Entramos numa fase agora de reforma das nossas agências e modernização do nosso atendimento, de melhora da experiência dos nossos clientes e do varejo. Então, a população vai começar a perceber agências mais modernas, abertura de novas unidades aonde for necessário, uma atuação também mais digital do banco para que tudo isso que a gente tem conversado e os avanços que a gente já comentou se consolidem e cheguem de fato a quem mais interessa que é o nosso cliente.

Em 2019, o BRB promoveu três concursos públicos. Como estão essas nomeações?

Passar em concurso público é um sonho para muita gente. Eu sou concursado e sei o que significa a satisfação de receber a notícia. Nós abrimos um concurso para 113 vagas entre escriturários, técnicos de tecnologia, advogados, médicos do trabalho. Nós já chamamos até agora 151 pessoas. Ou seja, numa quantidade maior do que a quantidade originalmente prevista no concurso.

Olhando o momento de crescimento do banco, naturalmente a gente fez um cadastro de reserva para que, à medida em que o banco cresça, as pessoas sejam chamadas. O que não pode acontecer é o que está acontecendo agora, ou seja, uma inversão, em que as pessoas tentam ser contratadas a qualquer custo, mesmo colocando em risco a sustentabilidade do banco. A gente entende a ansiedade, o impacto que a pandemia causa nas pessoas, mas a gente precisa entender que a lógica é de construção, de sustentabilidade do banco e, a partir dessa necessidade, chamar as pessoas. Nós, se olharmos tudo o que aconteceu na pandemia, o movimento que tem sido observado na economia é de demissão. Há vários bancos que demitiram empregados. Então, a gente tem muito orgulho de ter chamado essas 151 pessoas.

Enquanto que todos os concursos públicos foram suspensos ou, pelo menos, a maioria dos concursos públicos, o BRB continuou chamando as pessoas e cumpriu o seu compromisso que era de chamar dentro dessas 113 vagas até o final do ano. Já passamos disso.

Mudando um pouco de assunto. Desde que o BRB assumiu o sistema de bilhetagem do transporte público não se ouve mais reclamações. Como isso foi possível?
 
Nós temos muito orgulho do trabalho que foi conduzido em relação ao planejamento e implementação do sistema de bilhetagem, uma atuação coordenada entre a Secretaria de Mobilidade e Transporte (Semob), liderada pelo secretário Valter Casimiro, e toda a equipe do BRB.

Uma visão estratégica do governador Ibaneis Rocha de que bilhetagem é essencialmente meio de pagamento. Portanto, algo muito próximo de uma instituição financeira. A resposta foi bastante simples. Planejamento e atuação coordenada das equipes em diversas áreas de governo e do BRB, utilização de tecnologia intensiva na melhora dos controles e o resultado está aí.

Desde o ano passado, o BRB tem escrito novas páginas no noticiário, seja econômico, esportivo e cultural. Quais páginas o banco ainda quer escrever?

Nós somos muito gratos ao governador pela oportunidade de conduzir, de participar desse processo de transformação de Brasília. É um processo que não envolve somente o BRB, envolve todo o GDF. Acho que merece um destaque especial neste capítulo também a participação das pessoas que trabalham no banco. Todos os resultados só são possíveis porque essas pessoas veem a importância do BRB, gostam de ver o BRB maior, entendem que é responsabilidade delas conduzir essa transformação.

Novas páginas continuarão a ser escritas, naturalmente. A página da expansão do BRB no resto do país, a página da modernização e digitalização do banco, se tornando de fato um banco digital competitivo, e ganhando terreno nesta arena bastante disputada. Uma página da inovação, ou seja, o BRB sendo um polo indutor de inovação dentro do DF, atuando em conjunto com o Biotic, atuando em conjunto com a Secretaria de Inovação. Uma página de redesenho de toda a nossa operação do Varejo. E, por fim, uma última página, um capítulo especial, que é de cumprir esse papel social, papel de banco que atua próximo do governo, sendo mais que um banco tradicional, fazendo programas sociais, estando presente na vida da população, fazendo com que a população perceba a presença e a importância do BRB no seu dia a dia.

Olhando agora para as páginas já escritas. São 17 meses de gestão, qual foi o maior desafio até então?

Foi o de entrar num banco que tinha sido alvo de uma operação policial. A incerteza, o medo das pessoas dentro do banco, o risco de estar em uma instituição passando por esses desafios naquele momento foi muito grande. Eu já tinha tido oportunidade de participar de outros processos de reconstrução, de entrar depois de outras operações policiais em outras situações de fraude, em outras empresas e dar sentido, dar a tranquilidade, a clareza e a confiança para todos aqueles que fazem parte do BRB ou da sociedade que confia no BRB, de que a gente superaria esse desafio e seria de fato o banco que a gente tem o potencial de ser, certamente foi o maior desafio.

Quando as pessoas entenderam, confiaram e tiveram um impacto positivo na autoestima, foi gerada essa força, essa energia que é o que explica todos os outros desafios. Mas, aqui no BRB, os desafios vêm o tempo inteiro. Se esse foi o maior, ao mesmo tempo reposicionar o negócio de crédito imobiliário tem sido desafiador, aumentar a nossa participação e relevância no agro tem sido desafiador, entrar no mundo digital, de fato, é desafiador, e o que a gente tem feito é construir. Talvez seja o último capítulo que eu não mencionei, uma estrutura de governança, integridade, controle e transparência que permita de fato garantir que o BRB não viverá episódios como os que viveu no passado.

Hoje o BRB está no patamar desejado pelo governo de banco de fomento e desenvolvimento de Brasília? Como ampliar essa atuação?

Nunca estará. Quando a gente chegar no patamar que a gente quer a gente empurra o patamar um pouquinho mais para frente. É um caminho de desenvolvimento, de aprendizado e construção contínuo. Veja, nós mais que dobramos a concessão de crédito do BRB neste período de governo, na verdade quando a gente compara já o primeiro semestre deste ano com o primeiro semestre do ano passado. Se a gente compara com períodos anteriores, por exemplo, só a produção de crédito imobiliário no segundo trimestre foi maior do que a produção somada dos anos de 2015, 2016, 2017 e 2018. Ou seja, em três meses a gente produziu o equivalente a quatro anos. É enorme a transformação que está acontecendo.

Nós criamos linhas novas, programas novos. nós criamos uma diretoria de governo e atacado que de fato vai focar na questão do fomento. Vai ser muito comum ouvir o BRB apoiando obras de infraestrutura, implementando novos programas sociais, atuando em frentes ligadas à educação, ao empreendedorismo, ao empoderamento e independência econômica feminina, ou seja, esse caminho está longe, está construção está longe de ser encerrada, é um desafio constante. O que a população pode esperar é mais modernidade, mais facilidade, mais presença do banco e uma complementação de toda a nossa atuação nesse campo de governo. 

Veja que o banco, antes do início desse governo, a área de governo do BRB cuidava essencialmente de processar a folha de pagamento. Hoje a gente lista o conjunto de programas sociais, a nossa atuação coordenada com várias secretarias para estimular a atividade econômica em vários setores, vai da cultura, turismo, passando por inovação, transporte público, educação, também na defesa social em conjunto com a secretária Mayara Noronha Rocha, que liderou a implementação desses programas.

E fazendo tudo isso sendo um banco listado em bolsa, cujo valor cresceu mais de 500% neste período. Ou seja, o governador Ibaneis Rocha teve a sabedoria e ousadia de propor uma abordagem diferente para um banco público, reconhecendo que ele podia ter um impacto social relevante e o que nós estamos fazendo é transformando essa visão em realidade junto com os 4.500 empregados que também acreditam nisso e que também zelam por esse BRB cada vez mais forte.        
 
O banco acabou de completar 54 anos. Qual a mensagem o senhor gostaria de deixar para os colaboradores e a população do DF?

Primeiro a gente tem que reconhecer a bela história que o BRB tem de apoio ao desenvolvimento de Brasília. Quando a gente conversa com a população, com o empresariado, eles sempre têm boas lembranças de como o BRB ajudou-os a construir alguma coisa, tanto que o mote que escolhemos para o aniversário é: essa é a minha melhor história, ou seja, várias pessoas contando como o BRB transformou a sua vida.

Olhando para a frente o que a gente espera é um banco mais moderno, mais forte, mais presente no dia a dia do brasiliense e ganhando escala, espaço em outros estados e todo o território nacional, incluindo no campo digital. O BRB continuará apoiando o brasiliense a realizar seus sonhos e objetivos de vida no campo pessoal e profissional e ajudando a transformação e melhoria do ambiente econômico e social no DF. A mensagem é: contem com o BRB pelos próximos 54 anos. Nós estaremos aqui fortes e à disposição de transformar a vida do cidadão do Distrito Federal.

Por Ian Ferraz
Fonte: Agência Brasília

Humorista recebeu críticas por imitar Bolsonaro

Da redação

Phillipe Berlick chegou a ser ofendido por coisas absurdas ditas de fato pelo presidente, mas que acabaram sendo atribuídas a ele

Phillipe Berlick revelou que foi ameaçado por eleitores simpatizantes de Jair Bolsonaro por imitar e satirizar o presidente. Em entrevista ao Programa Conectado ao Poder, da TV União, o humorista disse que recebeu diversos ataques via redes sociais logo após o vídeo o qual se passa por Bolsonaro cantando ‘O pintinho piu’ ultrapassar um milhão de visualizações em menos de uma semana.

“Tive até problemas familiares justamente pelo fato das opiniões políticas de alguns parentes”, destacou.

De acordo com Berlick, que também imita os ex-presidente Lula e o ex-governador do DF Joaquim Roriz, ele também sofreu com retaliações em frases absurdas proferidas de fato por Bolsonaro, mas, por serem tão surreais, foram atribuídas ao comediante.

Brasiliense ex-The Voice Brasil viverá Rihanna em espetáculo

Da redação

Cantora Brícia Hellen prepara série de apresentações inspirada na artista caribenha

Após apresentações memoráveis no placo do The Voice Brasil, em 2015, na Rede Globo, a brasiliense Brícia Hellen ganhou os palcos nacionais e internacionais. Com a chegada da pandemia do novo coronavírus, a cantora precisou dar um tempo nos planos. Um deles era montar um espetáculo inspirado na caribenha Rihanna.

“Fiz uma viagem a Barbados, onde ela nasceu. Fui buscar mais informações sobre ela e foi quando tive a ideia de uma produção inspirada nela”, conta a brasiliense. “Já montamos a coreografia, o figurino e selecionamos as músicas; agora é esperar a pandemia chegar ao fim para colocarmos em prática”, revela Brícia, ao citar que Eduardo Amorim, um dos dançarinos de Anitta, assina o set de coreografias.

Mas esse não é o único projeto da cantora. “Antes da pandemia, eu estava cantando em cruzeiros fazendo apresentações internacionais. Meu foco, agora, é em um trabalho autoral. Temos músicas escritas que exaltam o estilo rhythm and blues”, aponta.

Visão política

Em entrevista ao Programa Conectado ao Poder, da TV União, Brícia Hellen revelou uma situação curiosa que ocorreu recentemente quando fez uma postagem nas redes sociais em defesa ao presidente Jair Bolsonaro. “Perdi mais de 2 mil seguidores em menos de meia hora”, conta. “A maioria do meu público é LGBT então acho que eles não concordaram com minha opinião. Desde então decidi não falar mais sobre política e religião ou temas que sejam polêmicos demais”, completa.

Plano de testagem para covid-19 é realizado com sucesso em Valparaíso

Neste sábado (05/09), ação do Governo Municipal e da Secretaria Municipal de Saúde testou mais de 500 cidadãos valparaisenses

O município de Valparaíso de Goiás, no Entorno do Distrito Federal, se destacou nos últimos três anos com serviços em saúde pública diferenciados pela qualidade e cuidados oferecidos aos seus mais de 200 mil habitantes. Principalmente, desde quando o novo coronavírus (covid-19) começou a circular.

Na cidade goiana, a gestão do prefeito Pábio Mossoró (MDB) tomou diversas atitudes para combater e frear a pandemia, como a implantação de três Centros de Atendimento para o enfrentamento do vírus. Os espaços públicos estão fazendo a diferença e contribuindo para a identificação precoce dos casos, ofertando também atendimento especializado e humanizado. Autoridades e especialistas do setor no Estado, não poupam elogios e destacam que o bom senso da prefeitura é responsável por salvar milhares de vidas de valparaisenses.

Para prevenir à população contra o surgimento de novos infectados pelo coronavírus, neste sábado (05/09), o Governo Municipal, por meio da Secretaria Municipal de Saúde (SMS), ampliou suas ações de testagem, em ação especial realizada na Escola Municipal Céu Azul. Com este trabalho, atingiu em menos de 24 horas uma marca importante e considerada estratégica para vencer a covid-19. Como resultado, mais de 500 pessoas foram testadas no período de 8h às 17h.

Quem participou da iniciativa, elogiou a organização e o tratamento oferecido pelos profissionais da SMS. Segundo Maria Luiza Costa, de 54 anos, o plano de testagem foi um verdadeiro sucesso. “Levei um sobrinho para fazer o teste e foi tudo muito rápido. Nos atenderam com carinho e educação. Graças a Deus, ele está apenas gripado. Não gosto de mentira e não posso criticar algo que ajudou muita gente”, relatou a moradora do Setor de Chácaras Anhanguera C.

Inegavelmente, a estratégia utilizada hoje permitiu o acesso da população sintomática ao local, observando o distanciamento entre as pessoas, evitando aglomerações e atendendo o critério clinico como avaliação. Em todos os momentos do dia, os protocolos orientados pelo Ministério da Saúde foram respeitados, garantindo que os pacientes passassem por uma triagem de sintomas gripais com segurança e muita tranquilidade.

Cálix proporciona recall inédito na publicidade brasileira

A campanha lançada em junho reforçou alguns conceitos sobre a Covid-19 usando como fundo a clássica canção Tristeza, do compositor Niltinho

A campanha ‘Pro Rio Voltar a Sorrir’, desenvolvida pela agência Cálix Propaganda para a Prefeitura do Rio de Janeiro, sobre a Covid 19,   proporcionou recall inédito na história da publicidade brasileira.

Os dados foram revelados por uma pesquisa realizada pela  Bridge Research, empresa pertencente à holding independente HSR Specialist Researchers.

“Nosso objetivo foi trazer uma mensagem de esperança e, ao mesmo tempo, mostrar as entregas e ações da prefeitura para combater a doença”, explicou Idelbo Oliveira, diretor de Criação da Cálix Propaganda.

Ele afirmou ainda que a campanha teve veiculação em mídia impressa, OOH, rádio e digital.

“A peça publicitária mostrava que, embora a pandemia do coronavírus tenha deixado a vida do carioca mais triste, a Prefeitura estava fazendo a parte dela para o carioca poder voltar a sorrir”, explicou Idelbo Oliveira,

O estudo quantitativo encomendado pela Prefeitura do Rio de Janeiro à Bridge, aponta que 64% dos moradores da cidade se lembraram da propaganda.

Além disso, 86% da amostra pesquisada gostou muito do conjunto das peças publicitárias. Segundo os pesquisadores que conduziram o levantamento, a média do ‘Padrão Brasil’ para recall é de 44%,

Segundo os resultados da pesquisa, 88% da população considerou as mensagens relevantes e 98% destacaram a facilidade em entender as informações transmitidas.

Adicionalmente, a música teve participação importante na comunicação porque trouxe o sentimento de esperança, tão pertinente ao momento.

Não à toa, 49% dos impactados pelas peças mencionam que a imagem da Prefeitura do Rio de Janeiro melhorou.

“Estamos extremamente felizes porque o padrão atingido pela comunicação tem patamar maior que o de setores como eletro, petróleo, varejo e outros. A empresa responsável pela pesquisa considera o resultado uma marca recorde para a comunicação pública, que nem sempre é bem recebida pela maioria da população”, comemora Marcello Lopes, CEO da Cálix.

O estudo quantitativo para avaliar o recall da campanha foi realizado por meio de questionário utilizando painel online. Todas as entrevistas foram feitas entre 30 de junho e 6 de julho, com moradores da cidade do Rio de Janeiro, maiores de 18 anos, das classes sociais A, B, C, D e E, em todas as regiões do município.

Fonte: Radar DF

Bocas de lobo limpas para a chegada das chuvas

Da redação

Com foco na diminuição dos prejuízos causados pelas chuvas, Novacap faz limpeza e desobstrução de bueiros

Ao longo de 2020, a Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil (Novacap) já realizou a limpeza de mais de 70 mil bocas de lobo em todo o Distrito Federal. Esse total corresponde a 73,04% de todos os 97 mil bueiros existentes na rede de drenagem das cidades. Este serviço está sendo realizado para aumentar a vazão de água das chuvas na rede e diminuir os alagamentos, principalmente no período chuvoso que, segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (INMET), se inicia no final deste mês no DF.

Em entrevista ao Programa Conectado ao Poder, da TV União, o diretor-financeiro da Novacap, Rubens de Oliveira, destacou que, juntamente com a desobstrução, também está sendo realizada a construção de novos bueiros, além de 697,8 metros de novas redes. Um dos locais onde inundações são coisas do passado são as ruas Pará e 1º de Julho, em Planaltina. Na região, existem agora 25 novas bocas de lobo, construídas em um trabalho conjunto da Novacap e a Administração Regional.

Asas sul e norte, Areal, Taguatinga, Lago Sul, entre outros pontos do DF, também receberam melhorias. Na companhia, este serviço é realizado por empresas terceirizadas e, também, por equipes formadas por empregados. Nos contratos firmados com as empresas, já foram investidos R$ 4.986.410,13 em serviços executados. Nos serviços realizados pelas equipes próprias, o último relatório de balanço apontou um investimento já realizado este ano de R$ 1.308.623,99.

Conectado ao Poder com Brícia Hellen e Phillipe Berlinck

O Conectado ao Poder, na TV União Brasília – canal 11.1, desta sexta-feira (04/9), entrevistou a cantora Brícia Hellen e o publicitário e humorista Phillipe Berlinck.

Assista a entrevista na íntegra:

TSE libera fichas-sujas de 2012 a participar das eleições deste ano

O TSE (Tribunal Superior Eleitoral) decidiu por maioria de 5 votos a 2 que os políticos enquadrados na Lei da Ficha Limpa até outubro de 2012 poderão disputar as eleições deste ano.

Como a Ficha Limpa prevê inelegibilidade por oito anos, a dúvida era se o adiamento das eleições de outubro para novembro continuaria a barrar quem foi enquadrado como ficha-suja nas eleições de 2012, realizadas em 7 de outubro.

Por maioria, os ministros decidiram que não seria possível ampliar o prazo da punição prevista em lei para estender a proibição de se candidatar até a nova data das eleições.

Os ministros Alexandre de Moraes, Mauro Campbell Marques, Tarcísio Vieira de Carvalo Neto, Sérgio Banhos e Luís Roberto Barroso, votaram a favor de que o prazo de inelegibilidade de oito anos não fosse estendido para atingir as Eleições 2020.

Os ministros Edson Fachin e Luís Felipe Salomão defenderam que a penalidade deveria continuar em vigor, mesmo com o adiamento da data das eleições.

Entenda o julgamento

Por causa da pandemia do novo coronavírus, o Congresso Nacional adiou os dias de votação de 4 de outubro para 15 de novembro, no primeiro turno, e de 25 de outubro para 29 de novembro, no segundo turno.

A Lei da Ficha Limpa fixa em 8 anos o prazo de inelegibilidade, contados a partir da eleição em que foi praticada a irregularidade.

A Justiça Eleitoral estabeleceu posteriormente que esse prazo é contado da data da eleição daquele ano até a mesma data 8 anos depois.

Por exemplo, políticos que ficaram inelegíveis por irregularidades nas eleições de outubro de 2012, realizadas em 7 de outubro daquele ano, estariam inelegíveis até 7 de outubro deste ano. Em consequência disso, não poderiam disputar a eleição, cuja data inicialmente estava prevista para 4 de outubro.

Mas, de acordo com a decisão de hoje do TSE, o adiamento das eleições para 15 de novembro fez com que a proibição prevista na Ficha Limpa não incida mais sobre os políticos que se tornaram inelegíveis em outubro de 2012.

Por Felipe Amorim
Fonte: UOL

Hermeto solicita promoção para PMs e Bombeiros do DF que faleceram em decorrência da Covid-19

Além da promoção post mortem, Hermeto solicitou que estes militares recebam status de herói

O deputado distrital Hermeto (MDB) enviou um Ofício aos Comandos da Polícia Militar e do Corpo de Bombeiros Militar do Distrito Federal solicitando que seja cumprido o direito à promoção post mortem aos militares do Distrito Federal que faleceram em decorrência da Covid-19.

A chamada promoção post mortem é aquela que visa a expressar o reconhecimento ao militar morto no cumprimento do dever ou em consequência disto, e está prevista na Lei n° 12.086 nos artigos 10 e 73.

A Polícia Militar do DF informou que até esta quinta-feira, 27 de agosto, foram confirmados 1.199 casos, 9 óbitos, 1034 recuperados e 156 afastados. Se atendido o pedido do parlamentar 9 policiais militares serão promovidos, e suas famílias receberão o benefício.

“Estes policiais e bombeiros militares que faleceram em decorrência do Corona vírus, têm seu direito garantido à promoção post mortem, só peço que seja cumprido esse direito. E o status de herói é uma singela homenagem a esses profissionais que arriscam suas vidas todos os dias para salvar a população. ” Concluiu Hermeto, autor do projeto.

As mesmas práticas de promoção post mortem e status de herói já estão sendo aplicados em outros estados como São Paulo. De acordo com o comando da Corporação paulista, todos os PMs vitimados pelo vírus terão mesmo tratamento, promoção e status de herói, quando houver indícios de que a contaminação ocorreu no exercício da função policial-militar. O que é investigado em sindicância interna. Até agora, 16 policiais morreram da doença e dois, os primeiros policiais que faleceram de Covid-19 em São Paulo, já foram contemplados.

Por Larissa do Vale
Fonte: ASCOM

OMS não espera vacinação ampla antes de meados de 2021

Nenhuma das candidatas a vacina que estão em testes clínicos avançados foram 50% eficazes contra contra covid-19

A Organização Mundial de Saúde (OMS) não espera uma vacinação ampla contra a covid-19 até meados do ano que vem, disse uma porta-voz da entidade nesta sexta-feira, 4, enfatizando a importância de checagens rigorosas sobre a eficácia e a segurança das vacinas.

Nenhuma das candidatas a vacina que estão em testes clínicos avançados demonstrou, até agora, “sinal claro” de eficácia em um nível mínimo de 50% buscado pela OMS, disse a porta-voz Margaret Harris.

A Rússia deu aprovação regulatória para uma vacina contra a Covid-19 em agosto após menos de dois meses de testes em humanos, levando alguns especialistas ocidentais a questionaram a eficácia e a segurança do imunizante.

Autoridades de saúde pública dos Estados Unidos e a Pfizer disseram na quinta-feira que a vacina pode estar pronta para distribuição até o final de outubro. Este prazo é um pouco antes da eleição presidencial norte-americana de 3 de novembro, na qual a pandemia do coronavírus deve ser um fator importante entre os eleitores que decidirão se o presidente dos EUA, Donald Trump, terá um segundo mandato.

“Realmente não estamos esperando ver uma vacinação ampla até meados do ano que vem”, disse Harris durante um briefing da Organização das Nações Unidas (ONU) em Genebra.

“Esta Fase 3 (de testes clínicos) tem que ser mais longa, porque precisamos ver quão realmente protetora a vacina é e também precisamos ver quão segura ela é”, disse ela. Harris não se referiu a qualquer vacina em potencial especificamente.

Todos os dados dos testes têm de ser compartilhados e comparados, disse ela. “Muitas pessoas foram vacinadas e o que não sabemos é se a vacina funciona… neste momento não temos um sinal claro se tem ou não o nível se eficácia e segurança necessários.”

Por Stephanie Nebehay e Emma Farge
Fonte: Terra

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