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BC decide não estimular mais a economia e pode acelerar alta dos juros

O Copom (Comitê de Política Monetária), colegiado que reúne os diretores do Banco Central, decidiu, em reunião nesta quarta-feira (16), não só promover uma terceira alta consecutiva de 0,75 ponto percentual na taxa básica de juros (taxa Selic), elevando-a a 4,25% nominais ao ano. Decidiu também acabar com o estímulo para impulsionar a atividade econômica, que vinha garantindo com juros mais baixos.

Como defendido por muitos analistas, o BC abandonou a estratégia de “normalização parcial” da política monetária (política de juros), adotada quando voltou a subir a taxa Selic, em março. Em “coponês”, idioma peculiar usado nas comunicações do Copom, a “normalização parcial” significava que, mesmo com altas nos juros básicos, o BC tomaria o cuidado de manter política monetária “estimulativa” da atividade econômica.

“Neste momento, o cenário básico do Copom indica ser apropriada a normalização da taxa de juros para patamar considerado neutro”, informa o comunicado publicado logo após o encerramento da reunião. “Esse ajuste é necessário para mitigar a disseminação dos atuais choques temporários sobre a inflação”.

Com a “normalização completa” ou “neutra” da política monetária, como está no comunicado, a economia não terá a colaboração de juros básicos mais camaradas, incentivando, com financiamento teoricamente mais atraente, decisões de investimento e consumo. Restará, para tanto, numa visão simplificada, a política fiscal – nos tempos atuais, reforçada por auxílios emergenciais e programas de sustentação de empregos e empresas.

Ao “normalizar” a política de juros, o Copom indica que irá avançar, em cada reunião do Copom, na direção de uma taxa de juros de pelos menos 6,5% anuais – deixou em aberto até a possibilidade de aumentar no ritmo, para 1 ponto percentual, por exemplo, nas próximas decisões. O nível de 6,5% é onde o BC calcula se situar, atualmente, a chamada “taxa neutra”, definida como a taxa de juros de equilíbrio, aquela que mantém a inflação estável em torno da meta e é consistente com o ” PIB (Produto Interno Bruto) potencial” – ou seja, nível de atividade compatível com a melhor combinação dos fatores de produção existentes.

O movimento dos pregões nos mercados de ativos, ao longo do dia, indicava que a decisão do Copom já era esperada. O Ibovespa, principal índice da Bolsa brasileira, recuou, e, no mercado cambial, a cotação do dólar, que chegou a descer abaixo de R$ 5, acabou fechando em alta, em razão do anúncio de que o Fed (Federal Reserve, banco central americano) deve aumentar as taxas de juros de referência nos Estados Unidos em fins de 2023,

O anúncio do Fed, que também realizou reunião de definição de juros nesta quarta-feira, só reforça a linha de ação adotada pelo BC brasileiro, no sentido de abrir um diferencial entre a taxa básica de juros doméstica e a externa. Mesmo considerando os riscos maiores do mercado brasileiro, quando a diferença de taxas de juros se amplia, o investimento no mercado brasileiro tende a oferecer ao investidor maiores oportunidades de ganhos. O movimento é chamado de “arbitragem de taxas”.

Uma combinação de fatores explica a decisão de subir os juros Selic neste momento – e de manter um ritmo relativamente forte de altas nas próximas decisões. Em primeiríssimo lugar, ainda que o desemprego se mantenha em níveis altos, ajudando a moderar o consumo e a demanda, a inflação está em trajetória de elevação, rodando acima do teto do intervalo de tolerância do sistema de metas.

As projeções para a inflação no fim de 2020, medida pela variação do IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo), já superam o teto do limite de tolerância (5,25%), avançando para as vizinhanças de 6% – bem acima do fixado como centro da meta para 2021, de 3,75%. No caso da inflação de 2022, alvo de fato para o qual o BC assesta sua mira, as projeções também apontam para o teto da meta (centro em 3,5%; teto em 5%).

Controvérsias, como sempre, vão acompanhar a decisão do Copom. Ainda que não se negue a existência de pressões inflacionárias, muitas delas têm origem no lado dos custos – escassez de matérias-primas, custos de transportes etc. -, contra os quais a política de juros não seria tão eficaz quanto se entende que seja contra pressões de demanda.

No outro lado da moeda, seriam menores os riscos de uma Selic mais alta abortar um processo de recuperação. Se é verdade que segmentos econômicos vêm mostrando capacidade até surpreendente de adaptação às dificuldades criadas pela pandemia de covid-19, o setor de serviços, aquele de maior peso no PIB e na absorção de empregos, ainda está longe de recuperar o nível pré-pandemia. Para animar o setor, nesse caso específico, é mais a aceleração da vacinação do que uma Selic baixa que pode fazer diferença.

Fonte: UOL

Dirigentes partidários apostam em ‘maioria silenciosa’ contra Lula e Bolsonaro

Um almoço reunindo dirigentes de sete partidos de correntes de centro avançou no compromisso de buscar unidade na construção de uma candidatura presidencial de terceira via para 2022. Sem ainda definir o nome de quem disputará a eleição, a ideia é apostar na “maioria silenciosa” do eleitorado que não quer votar nem no presidente Jair Bolsonaro nem no ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, os dois nomes que polarizam a disputa nesse momento.

“O número de brasileiros que se posiciona hoje torcendo para que surja uma nova alternativa é maior do que o eleitorado de Bolsonaro e Lula. Mas essa é uma maioria silenciosa. Uma maioria que nem está com bandeira na rua, nem está em cima de uma moto no final de semana. É para esses brasileiros que nós queremos falar e dizer que a democracia vai oferecer alternativa. E o nosso grande esforço é que essas alternativas estejam concentradas”, afirmou o presidente nacional do PSDB, Bruno Araújo.

A decisão de não discutir ainda quem será o candidato foi estratégica. A ideia é agregar o maior número possível de partidos em torno do projeto da terceira via contra Bolsonaro e Lula. “Se discutíssemos nomes hoje, a gente não se reunia pela segunda vez”, disse o presidente nacional do Cidadania, Roberto Freire. Participaram do encontro representantes do PSDB, DEM, MDB, Cidadania, Podemos, PV e Solidariedade.

Na prática, porém, a corrida por essa indicação está se restringindo cada vez mais. Hoje estão na lista o ex-ministro da Saúde Luiz Henrique Mandetta (DEM), que propôs a reunião, além dos quatro nomes do PSDB que disputarão as prévias tucanas: João Doria, Eduardo Leite, Tasso Jereissati e Artur Virgílio.

“Dessa reunião, saiu um conceito de unidade, de pacificação de País, de zelo pela democracia”, disse Mandetta. “Há um compromisso desse conjunto de partidos de, no primeiro turno, não participarem dessas alternativas que estão aí postas e apostar que há uma chance real de colocar no segundo turno alguém que faça parte desse projeto”, acrescentou Araújo.

Na conversa, o presidente do DEM, ACM Neto, apoiou a unidade na montagem da candidatura de terceira via, apesar de seu partido ter três ministros no governo Bolsonaro. A preocupação com uma possível posição dúbia de ACM Neto foi posta de lado por Mandetta. “Ele já deixou bem claro que não vai estar com Bolsonaro.”

Participaram do almoço: ACM Neto e os ex-ministros Mandetta e Mendonça Filho, pelo DEM; Bruno Araújo pelo PSDB; Roberto Freire pelo Cidadania; a presidente nacional do Podemos, deputada Renata Abreu; o presidente nacional do PV, José Luiz Penna; o deputado Herculano Passos pelo MDB; e o deputado Áureo Ribeiro pelo Solidariedade.

Fonte: Terra

Caiado cumpre agenda em Porangatu, no Norte goiano, nesta quinta-feira (17/06)

Atividades do governador no município começam às 10h, com anúncio da ampliação do projeto que beneficia produtores locais de mandioca. Às 12h30, encontro com prefeitos da região. Às 15h, inaugura reforma do Colégio Estadual Stellanis Kopanakis Pacheco e entrega cartões alimentação a alunos. Às 16h30, visita unidade da Emater local, onde acontece pesquisa de melhoramento genético da mandioca. Último compromisso é às 17h45, na empresa Olfar Alimento e Energia

O governador Ronaldo Caiado cumpre agenda, nesta quinta-feira (17/06), no município de Porangatu, no Norte goiano. Ele participa, às 10h, da solenidade de atualização e ampliação do projeto regional da cerveja de mandioca, e em seguida, às 12h30, se reúne com prefeitos da região.

Depois, às 15h, inaugura reforma do Colégio Estadual Stellanis Kopanakis Pacheco e entrega cartões alimentação para estudantes da rede estadual de ensino. Na sequência, às 16h30, Caiado visita a estação experimental da Agência Goiana de Assistência Técnica, Extensão Rural e Pesquisa Agropecuária (Emater). E, às 17h45, estará na empresa Olfar Alimento e Energia.

O evento de atualização e ampliação do projeto regional da cerveja de mandioca será realizado no Sindicato Rural do município. Também será feito o balanço da iniciativa no Estado, com perspectivas regionais e anúncio de contratos futuros. O Governo de Goiás apresentará linhas de crédito facilitadas para produtores. Serão entregues, ainda, alimentos de doações a entidades sociais, adquiridos por meio do Programa de Aquisição de Alimentos (PAA).

Na sequência, às 12h30, o governador tem reunião com prefeitos da região. Às 15h, entrega a reforma do Colégio Estadual Stellanis Kopanakis Pacheco, no centro de Porangatu. Ele ainda assina ordem de serviço para revitalização da quadra poliesportiva e entrega cartões alimentação.

Já às 16h30, Caiado visita a Estação Experimental da Emater. A unidade desenvolve um programa de melhoramento genético de mandioca. E por último, às 17h45, o governador estará na indústria Olfar Alimento e Energia. A empresa assinou dois protocolos de intenção com o Governo de Goiás para produção de biodiesel e óleo de soja bruto.

Serviço:
Assunto: Governador Ronaldo Caiado cumpre agenda no município de Porangatu, no Norte goiano
Quando: Quinta-feira (17/06)

Programação

10h: Solenidade de Atualização e Ampliação do Programa “Cerveja de Mandioca”
Onde: Sindicato Rural – Tatersal Rubens da Mata, Avenida Tiradentes, nº 48, Centro, Porangatu

12h30: Reunião com prefeitos da região
Onde: Fazenda Aeroporto – próximo ao aeroporto, Porangatu

15h: Entrega da reforma do Colégio Estadual Stellanis Kopanakis Pacheco, assinatura de ordem de serviço para revitalização da quadra poliesportiva e entrega do Cartão Alimentação
Onde: Colégio Estadual Stellanis Kopanakis Pacheco – Rua 3, esquina com a Rua 15, Centro, Porangatu

16h30: Visita à Estação Experimental da Emater
Onde: BR-153, km 57, zona rural, Porangatu

17h45: Visita à Olfar Alimento e Energia
Onde: BR-153, km 65, zona rural, Porangatu

Fonte: Secretaria de Comunicação – Governo de Goiás

Mais de 135 mil vacinas para moradores de outros estados

Balanço semanal aponta que quase 90 mil doses foram para primeira aplicação

O DF já vacinou 782.763 pessoas com a primeira dose e 327.448 com a segunda dose. A cobertura é de 33,89% para D1 e 14,18% para D2 considerando a população elegível para vacinação, que são adultos a partir de 18 anos | Foto: Breno Esaki/Agência Saúde-DF

Desde o início da campanha de vacinação contra a covid-19, em 19 de janeiro, a Secretaria de Saúde já aplicou 135.013 doses do imunizante em pessoas que não residem no Distrito Federal. Foram 89.947 primeiras doses e 45.066 segundas doses. A maioria dos vacinados são do estado de Goiás, que soma 40.939 vacinados com a D1 e 20.867 D2.

Dos mineiros que procuraram o DF para serem imunizados, 10.380 receberam a D1 e 5.451 a D2. A vacina também chegou ao braço de 5.957 paulistas que iniciaram o esquema vacinal no DF e 2.741 que receberam o reforço. No quarto lugar no ranking dos cidadãos de outras unidades da Federação que procuraram o DF, estão os fluminenses com 5.379 (D1) e 2.693 (D2) vacinas aplicadas.

Moradores de todos os estados procuraram o DF para serem vacinados. A Secretaria de Saúde reforça que o Sistema Único de Saúde é universal e que, portanto, não restringirá a primeira dose para os cidadãos de outras unidades da Federação. No entanto, a segunda dose será aplicada somente em pessoas que iniciaram o esquema vacinal em solo brasiliense.

A medida é necessária para garantir que os cidadãos do DF não fiquem desassistidos sem a dose de reforço. Salvo algumas exceções, em que a pessoa mora no DF, mas tomou a primeira dose fora, ela poderá receber a D2 na capital apresentando justificativa via Ouvidoria.

Boletim semanal

Os dados apresentados acima foram divulgados no balanço semanal da Secretaria de Saúde com dados extraídos do SI-PNI do Ministério da Saúde, alimentado pela pasta. Por meio das informações do Cartão Nacional de Saúde é possível identificar o local de residência do cidadão.

O balanço aponta que 95,2% dos trabalhadores da Saúde, seja da rede pública ou privada, iniciaram o esquema vacinal e 71,1% concluíram. O boletim traz o número de doses que foram perdidas durante a campanha. Lembrando que 10% das doses recebidas são reservadas tecnicamente para suprir tais perdas. O número leva em conta o total de imunizantes disponíveis.

Houve a perda de 7.066 doses, sendo que 6.509 ocorreu por volume insuficiente no frasco. A pasta lembra que no dia 5 de março a Agência Nacional de Vigilância Sanitária autorizou que o Instituto Butantan reduzisse o envase da vacina CoronaVac passando de 6,2 ml para 5,7 ml. Após essa data, houve um aumento significativo de queixas técnicas de volume inferior ao descrito em bula.

Até o momento, o DF já vacinou 782.763 pessoas com a primeira dose e 327.448 com a segunda dose. A cobertura é de 33,89% para D1 e 14,18% para D2 considerando a população elegível para vacinação, que são adultos a partir de 18 anos.

*Com informações da Secretaria de Saúde

Fonte: Agência Brasília

Filippelli disse que não tem críticas a fazer ao governo do Ibaneis Rocha

‘Ser governador é administrar crises’, diz ex-vice-governador do DF, Tadeu Filippelli. Fala foi feita durante entrevista ao programa Conectado ao Poder da rádio Metrópoles, onde também o político defendeu um possível apoio a reeleição do governador Ibaneis; o deputado federal pelo DF, Prof. Israel também foi entrevistado

O ex-vice-governador do Distrito Federal, Tadeu Filippelli (MDB), concedeu entrevista, nesta domingo (13/6), à rádio Metrópoles, onde falou sobre os rumos da política na capital federal e destacou o papel que o atual governador do DF, Ibaneis Rocha (MDB), tem tido à frente do Buriti.

Para Filippelli, o governo de Ibaneis – a quem ele disse ter apoiado desde o início – tem sido marcado por ações e projetos que estão sendo retirados do papel. Segundo ele, Ibaneis, mesmo tendo seu governado marcado por uma forte crise sanitária, como é o caso da pandemia de covid-19, conseguiu fazer um governo que será marcado pelas grandes obras.

“Por ter que administrar uma crise de tamanha envergadura, uma crise que nós não dominamos, não temos domínio técnico, científico sobre uma doença dessa. Por isso, eu não tenho nenhuma crítica, eu acho que ele tem atendido, tem ouvido os vários posicionamento e tem procurado acertar”, destacou Filippelli.

Para o ex-vice-governador, ser governador é ter a habilidade de “administrar crises”. E o atual governo do DF tem sido, de acordo com Filippelli um exemplo de como fazer política em tempo de crise econômica e social.

Dos quatro anos de governo, o governo de Ibaneis Rocha perdeu praticamente dois anos para pandemia. Agora, na reta final, pois ano que vem já é eleição, o que fica é um histórico de trabalho realizado dentro daquilo que foi permitido fazer em meio a isolamentos sociais e crises econômicas, ambos provocados também pela pandemia.

Por isso, para as próximas eleições, Filippelli lembra que “ninguém poderá decidir detalhes sobre um partido sem ouvir aqueles que vão caminhar junto no projeto. Não questão de estar alinhado ou não, o que precisa é haver o debate”, defendeu o ex-vice-governador.

Até o momento, a proposta é que o MDB apoie a reeleição de Ibaneis e também venha com quadros no âmbito distrital, federal e do Senado. No caso da Câmara dos Deputados, cogita-se a proposta de lançar o atual presidente da Câmara Legislativa do DF (CLDF), Rafael Prudente (MDB), e de Filippelli para deputados federais.

“Como é que se faz política? Se faz conversando. Então, a união de nós dois põem a possibilidade de fazermos o coeficiente eleitoral, eleger aquele que for mais votado”, ressalta Filippelli.

Fonte: DF Soberano

Comunidade do Varjão terá audiência virtual com a Seac

Temas destacados por moradores da região serão debatidos durante o encontro, na quinta-feira (17)

Em continuidade ao calendário de audiências públicas virtuais promovidas pela Secretaria de Atendimento à Comunidade (Seac), a próxima quinta-feira (17) será dedicada a representantes do Varjão, que poderão apresentar as principais demandas da região.

Essa será a segunda reunião remota promovida pela Secretaria de Atendimento à Comunidade

Para participar, basta ser morador do Varjão e solicitar o link da reunião no Google Meet pelo WhatsApp da Seac: (61) 99334.1407. Quem quiser acompanhar poderá assistir pelo Instagram da pasta.

Pessoas interessadas em se pronunciar devem enviar mensagem para o WhatsApp da Seac solicitando entrar na lista de inscritos. Em torno de seis participantes terão direito a dois minutos cada para explicar os assuntos trazidos à audiência. O titular da Seac, Severino Cajazeiras, comentará cada intervenção, enquanto a equipe da secretaria registrará o atendimento.

A atividade é a segunda da programação de audiências virtuais da Seac. A primeira foi realizada em maio, com a comunidade da Estrutural. Por meio das redes sociais e do WhatsApp, outras comunidades poderão sugerir locais para as próximas edições do projeto.

Audiência pública virtual da Seac

  • Data e horário: quinta-feira (17), às 19h, pela plataforma Google Meet e pelo Instagram da Seac.

*Com informações da Secretaria de Atendimento à Comunidade

Fonte: Agência Brasília

Deputado federal, Prof. Israel, diz que governo federal está “de cabeça para baixo”

O deputado federal, Prof. Israel (PV-DF), foi esteve no Programa Conectado ao Poder da rádio Metrópoles e falou sobre seu primeiro mandato na Câmara dos Deputados e destacou o papel que a Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) tem tido diante das investigações sobre a conduta do governo federal meio ao combate da pandemia. “Esse governo é de cabeça para baixo, ele não tem prioridade”, disse.

O deputado disse ainda sobre sua defesa contra a Reforma Administrativa – a PEC 32 – que está para ser votado no Congresso e que o deputado afirmou que ir “lutar contra ela na porrada”.

“Se essa reforma for para frente, o que nós vamos ter é indicação política filas de UTI, o que nós vamos ter é que, os amigos do rei têm tudo e o povo da periferia não tem nada”, explicou o deputado.

Sobre os planos para 2022, Prof. Israel disse que espera disputar as eleições pelo PV, partido pelo qual ele diz ter “muito carinho” e salientou que já há, nos bastidores, uma possível “unificação de um campo de oposição” para disputar as eleições no DF.

Fonte: DF Soberado

Em encontro com Caiado, ministro da Saúde diz que “já temos vacinas suficientes para imunizar toda população brasileira, mais de 600 milhões de doses”

“É um interlocutor frequente e sempre nos aconselha em relação à política de imunização”, diz Marcelo Queiroga sobre governador durante visita ao Hemocentro e posto de vacinação na Unidade de Pronto Atendimento (UPA) do Jardim América, em Goiânia. “A nossa solicitação é aquilo que todos desejam: mais vacinas”, reforça Caiado

O governador Ronaldo Caiado, ao lado do ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, no Hemocentro e na UPA do Jardim América, em Goiânia: “Acreditamos que, até o final de julho, teremos todos os professores do Estado vacinado” | Foto: Lucas Diener

O governador Ronaldo Caiado recebeu, nesta terça-feira (15/06), o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, em Goiânia. Ele conheceu o novo Hemocentro Coordenador Estadual de Goiás Professor Nion Albernaz e acompanhou a imunização na Unidade de Pronto Atendimento (UPA) do Jardim América.

Caiado disse que o ministro tem um dos maiores desafios de sua vida, que é “atender o clamor de uma população que demanda por vacina e trabalhar para que todos os 220 milhões de brasileiros tenham uma distribuição equânime das doses”.

“A nossa solicitação é aquilo que todos desejam: mais vacinas”, disse o governador ao ministro. Ele defendeu ampliar a parceria entre os governos estadual, federal e os 246 municípios goianos.

O ministro Marcelo Queiroga reforçou que o país já tem contratos para adquirir imunizantes para todos os brasileiros. “Já temos vacinas suficientes para imunizar toda a população brasileira. Mais de 600 milhões de doses”, garantiu. Ele ainda afirmou que ontem houve uma reunião com representantes das farmacêuticas Pfizer e Moderna para tratar de novas remessas para 2022, mas que o governo federal reforçou o pedido de antecipação dos contratos para 2021.

“Naturalmente que tratamos de temas relacionados a 2021, como a possibilidade de antecipação de algumas doses do contrato que temos até setembro para 100 milhões de doses da Pfizer”, disse o ministro. “O governador Ronaldo Caiado é um interlocutor frequente e sempre nos aconselha em relação à política de imunização”, pontuou. “Se conseguirmos antecipar não só a vacina da Pfizer, como a Covax Facility, da Organização Mundial da Saúde (OMS), vamos fazer isso para acelerar a vacinação da população brasileira”, acrescentou

O ministro reconheceu que antecipar a imunização é a melhor solução para colocar fim ao caráter pandêmico do coronavírus. “Com isso, vamos ter uma retomada segura da economia, gerando emprego, renda e prosperidade ao povo”. Queiroga ainda reforçou que, para superar o vírus, só tem um remédio. “É a união do governo federal com o governo do estado e nossos municípios que são os operadores na ponta da concretude das políticas públicas”.

Hemocentro
Durante a passagem por Goiânia, o ministro esteve na nova estrutura do Hemocentro Coordenador Estadual de Goiás Professor Nion Albernaz. Além de Caiado, acompanharam a visita o secretário de Estado da Saúde, Ismael Alexandrino; o prefeito de Goiânia, Rogério Cruz; e o secretário municipal de Saúde de Goiânia, Durval Pedroso. Eles conferiram as novas salas de coletas, inclusive de plaquetas, conversaram e agradeceram os doadores presentes no local.

A unidade, que não recebia recursos para a infraestrutura desde a sua fundação, teve investimentos de R$ 9,3 milhões, oriundos da Secretaria de Estado da Saúde (SES), para reforma e ampliação, além de verba para aquisição de mobiliários e novos equipamentos. Com a entrega, a capacidade de coletas aumentou, passando de 190 para 360 por dia.

Ao destacar os investimentos no Hemocentro, Caiado disse que ele é referência nacional de coleta de medula e que com o novo espaço, “vamos avançar no trabalho com células-tronco”.

Queiroga reforçou que o governo federal destinou mais de R$ 3 bilhões, em 2020 e 2021, na área de doação de sangue e hemoterapia, e que esses investimentos irão continuar. “Esse hemocentro está absolutamente de acordo com o princípio do Estado brasileiro, que é baseado no respeito à dignidade da pessoa humana e na saúde como direito social”, pontuou.

UPA
Logo depois, a comitiva esteve em um posto de vacinação contra a Covid-19, na Unidade de Pronto Atendimento (UPA) do Jardim América, de responsabilidade da Prefeitura de Goiânia, para acompanhar a imunização. O ministro esclareceu, ainda, que, por conta dos órgãos regulatórios americanos, houve atraso na entrega de 3 milhões de doses da Janssen, das quais 94 mil serão destinadas para Goiás. “Esperamos que as doses cheguem até sexta-feira (18/06) para que possamos distribuir aos Estados”.

Durante a passagem pela UPA, o ministro e Caiado discutiram sobre a volta das aulas na rede pública de ensino. “Acreditamos que até o final de julho teremos todos os professores do Estado vacinados. Com isso, teremos condições também de continuar fazendo as testagens e ampliando as crianças na sala de aula”, disse o governador. Segundo ele, a expectativa é voltar a partir do dia 02 agosto. “Essa é a meta da nossa Secretaria de Estado de Educação. Estamos com toda a estrutura já mobilizada”, confessou.

O ministro Marcelo Queiroga acrescentou que a volta às aulas não é só questão de educação. “Tem a segurança alimentar, a socialização e não podemos mais prejudicar a infância e a adolescência nessa questão que é fundamental”, ponderou.

Fonte: Secretária de Comunicação – Governo de Goiás

Huck diz que vai substituir Faustão e descarta concorrer à Presidência nas eleições 2022

Luciano Huck, Host, Rede Globo, Brazil, Kishore Mahbubani, Senior Adviser and Professor in the Practice of Policy, National University of Singapore, Singapore speaking during the Session "Rebuilding Societal Trust in Latin America" at the Annual Meeting 2019 of the World Economic Forum in Davos, January 25, 2019. Congress Centre - Salon. Copyright by World Economic Forum / Sandra Blaser

Luciano Huck vai anunciar renovação de contrato com a TV Globo para ocupar as tardes de domingo a partir de 2022

Foto: Sandra Blaser/World Economic Forum

O apresentador Luciano Huck descartou nesta quarta-feira (16) concorrer à Presidência da República nas eleições 2022. Em entrevista ao programa Conversa com Bial, da TV Globo, Huck confirmou que vai substituir o programa de Faustão aos domingos na emissora.

“Eu nunca me lancei oficialmente como candidato a nada, para deixar claro, então não estou retirando uma candidatura”, justificou o apresentador, embora o nome dele seja ventilado nos bastidores por partidos de centro na construção da terceira via frente à polarização entre o presidente Jair Bolsonaro e Lula.

Ao comentar sobre a candidatura que não se concretizou nas últimas eleições, quando Jair Bolsonaro foi eleito, Huck disse que seria “irresponsabilidade” dizer que havia uma “oportunidade”.

“Em 2018, eu disse não [à candidatura] porque o sistema estava sofrido, o establishment estava derretido. Talvez tivesse uma oportunidade ali. Mas eu não consigo enxergar um cargo dessa responsabilidade, desse tamanho, como uma oportunidade. Isso seria uma irresponsabilidade”, afirmou.

Huck flertou com partidos

Huck mantinha conversas com seis partidos em 2021. Chegou a se aproximar do PSB depois que o DEM sinalizou apoio ao governo Bolsonaro. Depois, o apresentador teve o nome sondado pelo PSDB, Podemos, Cidadania e PSD. No entanto, não chegou a acertar a filiação partidária.

O nome entraria como opção na chamada terceira via, entre Bolsonaro e Lula, diante da polarização apresentada nas pesquisas eleitorais e concorreria com o do governador de São Paulo, João Doria (PSDB).

Pesquisas eleições 2022

Luciano Huck não chegou a ganhar destaque nas pesquisas eleitorais apresentadas por diversos institutos, mas sempre esteve entre outros possíveis candidatos de centro.

Na pesquisa Datafolha de maio o apresentador apareceu com 4% das intenções de voto, atrás de Lula, com 41%, Bolsonaro, 23%, Sergio Moro (7%). No entanto, aparece empatado tecnicamente com Ciro Gomes (6%) e João Doria (3%), pela margem de erro de dois pontos percentuais.

Em junho, a pesquisa eleitoral XP/Ipespe coloca Huck em quinto lugar, com 4% das intenções de voto. Pela margem de erro de 3,2 pontos percentuais está empatado tecnicamente com Ciro Gomes (6%), Luiz Henrique Mandetta (3%), Doria (3%) e Guilherme Boulos (2%).

Voto em branco nas eleições 2018

Huck disse ainda durante a entrevista à TV Globo que votou em branco nas eleições 2018, em relação à disputa entre Fernando Haddad (PT) e Jair Bolsonaro. “Acho que naquela circunstância é o que eu deveria ter feito e fiz com bastante tranquilidade”, justificou o apresentador.

“Dos dois candidatos que se apresentavam naquela época, eu não me sentia representado por nenhum dos dois. E achei melhor votar em branco. Foi o que eu fiz. Eu não me arrependo, eu votei em branco e votaria em branco de novo.”

Questionado por Bial, evitou confirmar se votaria novamente em branco em 2022. “Nesse momento, não estamos falando sobre A ou B. Estamos falando sobre quem defende e quem não defende a democracia. Quem defende estará de um lado e quem não defende estará do outro. E eu estarei sempre do lado da democracia.”

Fonte: Gazeta do Povo

Reaberto agendamento para vacinação de 50 a 59 anos

Nessa faixa etária, 224 mil pessoas já marcaram a imunização para os próximos dias

Os secretários anunciaram que semana que vem o GDF começa imunização contra covid-19 em regiões carentes, onde não há acesso à internet para marcação de vacinação | Foto: Joel Rodrigues/Agência Brasília

Mais 6,5 mil pessoas com idade entre 50 e 59 anos poderão se vacinar no DF contra a covid-19. A Secretaria de Saúde reabriu o agendamento para esta faixa etária e pessoas que ainda não se imunizaram podem agendar data e hora para receber a dose no site da Saúde. Segundo o secretário da Casa Civil, Gustavo Rocha, e o de Saúde, Osnei Okumoto, 66% da população com essa idade já fizeram o agendamento para os próximos dias.

Os gestores afirmaram que, das 337 mil pessoas de 50 a 59 anos moradoras do DF segundo a Companhia de Planejamento do DF (Codeplan), 224 mil já agendaram dia e horário vacinação. De acordo com Gustavo Rocha, grande parte das 113 mil pessoas restantes já deve ter recebido a vacina por ser de outro grupo prioritário e, assim que houver mais doses de vacina disponíveis, o governo vai baixar mais uma vez a idade do público alvo.

“A gente costuma abrir o agendamento quando há doses para todo o público alvo. Mas, neste caso, a Secretaria de Saúde analisou a dinâmica da vacinação e entendeu por abrir essas vagas mesmo que não tenha doses para todos porque mais vacinas vão chegar e vai reabrindo o agendamento até que todos estejam imunizados”, explicou o secretário da Casa Civil. “As doses não ficarão paradas. Aqueles que já estão autorizados a buscar o agendamento e não agendam, ou os que agendam e por ventura não comparecem, essas doses serão remanejadas para possibilitar que a gente vá baixando a idade com mais celeridade”, ressaltou.

Em coletiva de imprensa na tarde desta segunda-feira (14) no Palácio do Buriti, o secretário de Saúde anunciou que há 9 mil vagas disponíveis para pessoas com comorbidades e pessoas com deficiência sem o BPC e 1,2 mil para rodoviários em aberto. Osnei Okumoto também esclareceu que pessoas com deficiência aparente e obesos com Índice de Massa Corporal (IMC) acima de 40 não precisam de laudo médico.

Os secretários também defenderam a necessidade de agendamento, que foi uma recomendação do Ministério Público, mas anunciaram que a Secretaria de Saúde, em parceria com o Conselho de Saúde do DF e com as administrações regionais, vai fazer um mapeamento para começar, a partir da semana que vem, a vacinação contra covid-19 sem agendamento em regiões carentes sem acesso à internet.

O envio das doses da Janssen, da fabricante Johnson & Johnson, previsto para ter ocorrido entre o domingo passado (13) e esta terça-feira (15), atrasou. Agora, a expectativa é que elas cheguem ao DF até o final da semana. Mesmo com o atraso, elas serão destinadas para os profissionais da rede pública de ensino.

Fonte: Agência Brasília

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