Bolsa ultrapassa os 120 mil pontos por primeira vez desde agosto
O avanço das negociações de um cessar-fogo entre Rússia e Ucrânia trouxe otimismo ao mercado financeiro nesta terça-feira (29). O dólar caiu e a bolsa de valores teve forte alta, fechando acima dos 120 mil pontos pela primeira vez em sete meses.
O dólar comercial encerrou o dia vendido a R$ 4,758, com recuo de R$ 0,015 (-0,31%). A cotação chegou a cair para R$ 4,71 na abertura do mercado, mas a queda perdeu força porque o dólar barato atraiu compradores.
Com o desempenho de hoje, a moeda norte-americana acumula queda de 7,72% em março. Em 2022, a divisa caiu 14,67%.
No mercado de ações, o dia foi marcado pela euforia. O índice Ibovespa fechou aos 120.014 pontos, com alta de 1,07%. O indicador está no maior nível desde 27 de agosto do ano passado e acumula ganhos de 14,49% no ano.
Pela manhã, houve o anúncio do Ministério da Defesa da Rússia de que o país reduzirá a presença militar ao redor das cidades ucranianas de Chernihiv e Kiev. Também hoje, houve a primeira reunião em duas semanas para negociações de paz, na Turquia.
No plano interno, a troca de comando na Petrobras impulsionou a bolsa de valores. Os investidores receberam bem a indicação do economista Adriano Pires para assumir a presidência da estatal. O especialista é um defensor da política de preços dos combustíveis atrelada à cotação internacional do petróleo.
As ações ordinárias (com direito a voto em assembleia de acionistas) da Petrobras subiram 1,32%. Os papéis preferenciais (com preferência na distribuição de dividendos) valorizaram-se 2,25%. Por serem as ações mais negociadas na bolsa, os papéis da Petrobras têm o maior peso no índice Ibovespa.
Janela partidária termina na sexta-feira (1º); prazos para filiação, desincompatibilização e registro de partidos terminam no sábado (2)
O final desta semana marca algumas datas importantes do Calendário Eleitoral com prazos que devem ser observados por candidatos e partidos que pretendem concorrer nas Eleições 2022.
A janela partidária – período em que deputadas e deputados federais, estaduais e distritais poderão trocar de partido para concorrer sem perder o mandato – termina na sexta-feira (1º).
Já no sábado (2), faltando exatamente seis meses para as eleições – marcadas para o dia 2 de outubro – termina o prazo para a desincompatibilização de quem pretende concorrer na eleição e ocupa alguns tipos de cargo público; e também é a data limite para que todas as eventuais candidatas e candidatos estejam com a filiação deferida pelo partido político pelo qual pretendem concorrer.
Ainda no dia 2 de abril vence o prazo para que os partidos políticos que pretendem lançar candidaturas tenham obtido o registro dos estatutos no Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Esse também é o dia-limite para que candidatas e candidatos confirmem o domicílio eleitoral na circunscrição em que desejam disputar as eleições.
Confira algumas explicações:
A janela partidária ocorre em todo ano eleitoral. E nada mais é do que um prazo de 30 dias para que parlamentares possam mudar de legenda sem perder o mandato atual. Esse período acontece seis meses antes do pleito. Nas últimas eleições gerais, pelo menos 85 deputados trocaram de legenda para disputar as eleições daquele ano.
A regra foi regulamentada pela Reforma Eleitoral de 2015 (Lei nº 13.165/2015) e é uma alternativa para a troca de partido após a decisão do TSE segundo a qual o mandato pertence ao partido, e não ao eleito para o cargo.
Esse afastamento, que pode ser temporário ou definitivo, a depender da função exercida, tem como objetivo evitar o abuso do poder econômico ou político nas eleições por meio do uso da estrutura e de recursos aos quais o servidor tem acesso.
Caso o pré-candidato continue exercendo a função que ocupa após o prazo definido pela legislação eleitoral, ele poderá ser considerado inelegível de acordo com a Lei Complementar n° 64/1990.
O presidente da República, as governadoras ou os governadores de Estado e do Distrito Federal, bem como as prefeitas e os prefeitos que pretendem concorrer a outros cargos diferentes daquele que ocupa, devem renunciar aos respectivos mandatos. A regra está prevista na Constituição Federal e na legislação eleitoral (artigo 14, § 6º e Res-TSE nº 23.609, art. 13).
Militares em geral deverão se afastar de forma definitiva das funções que ocupam também com seis meses de antecedência.
Outros cargos
Já para servidores públicos, os prazos são diferentes, a depender da natureza da função ocupada. Servidores efetivos, comissionados e ocupantes de cargos em comissão de nomeação pelo presidente da República sujeitos à aprovação do Senado Federal devem se desincompatibilizar das funções até o dia 2 de abril. A mesma data de afastamento das atividades é exigida de empresários cujas firmas atuem em áreas que possam influir na economia nacional, caso desejem concorrer à Presidência da República, ao Senado Federal ou a governo de estado.
No entanto, os servidores públicos que ocupam cargos em comissão ou que integrem órgãos da Administração Pública direta ou indireta, sejam eles estatutários ou não, precisam se afastar do cargo três meses antes do pleito, ou seja, no dia 2 de julho.
A pré-candidata à Câmara Federal acredita na política de união
A secretária de justiça e cidadania do DF e pré-candidata a deputada federal, Marcela Passamani (PL), concedeu entrevista ao jornalista Sandro Gianelli, no último domingo (27), na Rádio Metrópoles (104,1 FM), e falou sobre seu ideal de política.
Como pré-candidata à Câmara Federal, Marcela passou pelo ato de filiação, que ocorreu no dia 15 de março, com presenças significativas, como do ex-presidente Michel Temer (MDB), da primeira-dama Michelle Bolsonaro, do governador Ibaneis Rocha (MDB) e de deputados, por exemplo.
A secretária percebe que as pessoas que lá compareceram, foi em razão de terem um mesmo ideal, que é a união. “A gente tem que fazer política para agregar, para somar e poder fazer diferença, porque a união faz a força e o Distrito Federal precisa de todo mundo junto para cuidar do povo”, comentou.
O jornalista e apresentador do Balanço Geral, Henrique Chaves, concedeu entrevista ao jornalista Sandro Gianelli, no último domingo (27), na Rádio Metrópoles (104,1 FM), e contou sobre o quadro Cadeira da Providência, importante no combate dos problemas do DF.
O programa Balanço Geral, que é marcado pelas pautas de cidades e policiais, nunca houve problema, em razão da forma que é feito, de acordo com Henrique Chaves. “Sempre foi muito tranquilo. Quando você faz o jornalismo correto, ouvindo todas as partes, vai bem”, comentou.
Com o foco na busca por melhorias, foi criado o Cadeira da Providência. “O quadro diz ao gestor qual é o problema, por exemplo, de buracos nas pistas, e a gente questiona a razão de não ter tampado o buraco e eu ia com a cadeira, antes da pandemia, pessoalmente, mostrar o problema e também entrava no gabinete do administrador e perguntava se ele iria ou não sentar na Cadeira da Providência”, explicou o apresentador.
Essa situação era a oportunidade para o transtorno ser resolvido. “O gestor inteligente sentava na cadeira e falava que não tinha como tampar no atual momento, porque eu tinha acabado de chegar, mas que em 10 dias estaria feito e, após esse período, a gente voltava lá e estava resolvido”, contou.
“Nossa intenção não é prejudicar ninguém, mas sim fazer o bem, fazer com que nossa cidade seja cada dia melhor”, pontuou Henrique.
O Delegado Fernando Fernandes deixou a administração de Ceilândia e retornou para a Câmara Legislativa. Deixa o cargo o terceiro suplente, Carlos Tabanez, que assumiu em março, no lugar do segundo suplente, Guarda Janio. Fernando permanecerá no PROS e concorrerá a reeleição.
Católico e defensor pró vida, Paulo Fernando falou sobre a liberação do aborto que vem sendo aprovada em países da América do Sul e de sua preocupação em chegarmos ao ponto de termos essa aprovação no Brasil. Confira!
Países da América do Sul estão aprovando a liberação do aborto. Você acredita que isso pode acontecer no Brasil?
Na condição de defensor pró vida e católico sempre defenderei a vida, desde a sua concepção até a morte natural. E isso é um princípio que não abro mão em hipótese nenhuma. Vamos trabalhar para que isso não aconteça no Brasil.
Na legislação brasileira existe alguma forma legal de se fazer um aborto?
O Código Penal, aprovado em 1940, prevê no artigo 128 as excludentes de ilicitude. Não será punido o médico que praticar o aborto no caso de estupro. Mas tem que ficar claro que não está falando da enfermeira, do vizinho ou do pai. O médico que praticar o aborto, no caso de estupro não será punido. Então o aborto continua sempre sendo um crime.
Como evitar que projetos de lei que liberem o aborto sejam aprovados no Congresso?
Temos que ter representantes favoráveis a vida e contrários a legalização do aborto. A esquerda é favorável a descriminalização do aborto. E temos outro problema grave. O Supremo Tribunal Federal (STF) tem legislado sozinho no chamado ativismo judicial. Se os abortistas querem aprovar o aborto, em outros casos, que se apresente um Projeto de Lei e vamos a discussão e ao voto na Câmara e no Senado.
# Setores econômicos afetados pela pandemia de covid-19 terão mais uma ajuda do Governo do Distrito Federal (GDF) para continuarem com suas atividades. Empresas de 16 setores terão os pagamentos de IPTU e IPVA adiados para 31 de março de 2023. # GDF apresenta plano pela paz nas escolas que abrangerá, inicialmente, 126 unidades de ensino. # GDF investiu R$ 58 milhões na W3 Sul. # Famílias em vulnerabilidade do Sol Nascente vão receber 420 apartamentos que serão construídos pelo GDF.
# O presidente Bolsonaro passou mal na segunda-feira sendo atendido no HFA. Recebeu alta em seguida e passa bem. # A deputada distrital Julia Lucy se filiou ao União Brasil e vai concorrer a Câmara dos Deputados. # No troca-troca do Comando Nacional do PROS, o Coronel Charles Magalhaes, deixou de ser dirigente da executiva nacional e se filiou ao PSD para concorrer a Câmara dos Deputados.
Assediado por vários partidos, o radialista Toninho Pop, se filiou ao MDB e concorrerá a Câmara dos Deputados. Toninho disputou outras eleições concorrendo a Câmara Legislativa e a Câmara dos Deputados e sempre obteve votações expressivas. No MDB, é sem dúvida um dos favoritos. Se eleito passará a ajudar a população no Congresso, como sempre fez em toda sua carreira no rádio e na TV.
Para participar das eleições do dia 2 de outubro é necessário regularizar ou tirar a primeira via do título de eleitor até o dia 4 de maio. Lembrando que se você terá 18 anos no dia 2 de outubro, é obrigatório tirar o título de eleitor. Já aqueles que terão 16 anos, na mesma data, é facultativo ter o título, você pode votar, mas não é obrigatório, porém é importante para participar das eleições e poder escolher seus representantes.
Queda
É importante lembrar que desde 2014, o número de eleitores jovens, entre 16 e 17 anos vem caindo a cada eleição no DF. Hoje no DF temos 2.600 eleitores de 16 anos e 7.100 eleitores de 17 anos. A Justiça Eleitoral tem realizado campanhas pedindo que os jovens tirem o título de eleitor e que todos regularizem seus títulos.
De volta a CLDF
O Delegado Fernando Fernandes deixou a administração de Ceilândia e retornou para a Câmara Legislativa. Deixa o cargo o terceiro suplente, Carlos Tabanez, que assumiu em março, no lugar do segundo suplente, Guarda Janio. Fernando permanecerá no PROS e concorrerá a reeleição.
Reforço no MDB
Assediado por vários partidos, o radialista Toninho Pop, se filiou ao MDB e concorrerá a Câmara dos Deputados. Toninho disputou outras eleições concorrendo a Câmara Legislativa e a Câmara dos Deputados e sempre obteve votações expressivas. No MDB, é sem dúvida um dos favoritos. Se eleito passará a ajudar a população no Congresso, como sempre fez em toda sua carreira no rádio e na TV.
Passe valorizado
Suplente de deputado distrital, Pepa teve 10.048 votos nas eleições de 2018 pelo PSC. Nesta semana ele deixou a sigla e avalia propostas de vários partidos. Próximo à deputada Celina Leão, avalia o melhor partido para garantir cadeira na Câmara Legislativa. Entre os convites estão: PP, Podemos, PROS, Cidadania e MDB. Pepa vem se consolidado como um dos principais representantes da Região Norte.
Rapidinhas
# O presidente Bolsonaro passou mal na segunda-feira sendo atendido no HFA. Recebeu alta em seguida e passa bem. # A deputada distrital Julia Lucy se filiou ao União Brasil e vai concorrer a Câmara dos Deputados. # No troca-troca do Comando Nacional do PROS, o Coronel Charles Magalhaes, deixou de ser dirigente da executiva nacional e se filiou ao PSD para concorrer a Câmara dos Deputados.
Notícia boa
# Setores econômicos afetados pela pandemia de covid-19 terão mais uma ajuda do Governo do Distrito Federal (GDF) para continuarem com suas atividades. Empresas de 16 setores terão os pagamentos de IPTU e IPVA adiados para 31 de março de 2023. # GDF apresenta plano pela paz nas escolas que abrangerá, inicialmente, 126 unidades de ensino. # GDF investiu R$ 58 milhões na W3 Sul. # Famílias em vulnerabilidade do Sol Nascente vão receber 420 apartamentos que serão construídos pelo GDF.
ENTREVISTA
Paulo Fernando
Advogado e suplente de deputado federal
Católico e defensor pró vida, Paulo Fernando falou sobre a liberação do aborto que vem sendo aprovada em países da América do Sul e de sua preocupação em chegarmos ao ponto de termos essa aprovação no Brasil. Confira!
Países da América do Sul estão aprovando a liberação do aborto. Você acredita que isso pode acontecer no Brasil?
Na condição de defensor pró vida e católico sempre defenderei a vida, desde a sua concepção até a morte natural. E isso é um princípio que não abro mão em hipótese nenhuma. Vamos trabalhar para que isso não aconteça no Brasil.
Na legislação brasileira existe alguma forma legal de se fazer um aborto?
O Código Penal, aprovado em 1940, prevê no artigo 128 as excludentes de ilicitude. Não será punido o médico que praticar o aborto no caso de estupro. Mas tem que ficar claro que não está falando da enfermeira, do vizinho ou do pai. O médico que praticar o aborto, no caso de estupro não será punido. Então o aborto continua sempre sendo um crime.
Como evitar que projetos de lei que liberem o aborto sejam aprovados no Congresso?
Temos que ter representantes favoráveis a vida e contrários a legalização do aborto. A esquerda é favorável a descriminalização do aborto. E temos outro problema grave. O Supremo Tribunal Federal (STF) tem legislado sozinho no chamado ativismo judicial. Se os abortistas querem aprovar o aborto, em outros casos, que se apresente um Projeto de Lei e vamos a discussão e ao voto na Câmara e no Senado.
Envie uma mensagem para o WhatsApp (61) 98406-8683 caso você tenha alguma notícia relacionada aos bastidores da política e queira vê-lá na Coluna do Gianelli.
*Sandro Gianelli é consultor em marketing político, jornalista, colunista e radialista. Escreve a Coluna do Gianelli, de segunda a sexta, para o portal Conectado ao Poder e para o Jornal Alô Brasília e apresenta um programa de entrevistas, aos domingos, das 9h às 11h, na rádio Metrópoles – 104,1 FM.
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