Início Site Página 4470

Domingão da Metrópoles com Henrique Chaves e Marcela Passamani

Domingão da Metrópoles, da rádio Metrópoles – 104,1 FM, deste domingo (27/03), entrevistou o jornalista e apresentador do Balanço Geral da Record, Henrique Chaves e a secretária da Justiça e pré-candidata à Câmara Federal, Marcela Passamani.

ta na íntegra, basta clicar em ta na íntegra, basta clicar em assistir no Facebook:

Ouça abaixo o programa na íntegra:

 I Fórum de Sustentabilidade do DF reúne autoridades e um grande público na EGOV-DF

Na manhã desta terça-feira (29/3), o diretor-presidente da Agência Reguladora de Águas, Energia e Saneamento Básico do Distrito Federal (Adasa), Raimundo Ribeiro, fez a abertura do I Fórum de Sustentabilidade do DF, evento promovido pela Escola de Governo (EGOV-DF). Em sua fala, Ribeiro lembrou do papel das crianças na sensibilização de gerações que não tiveram acesso, quando pequenas, a informações sobre práticas capazes de reduzir impactos ambientais.

Segundo o dirigente da Adasa, as organizações públicas e privadas envolvidas com as temáticas ambiental e educativa têm o dever de estimular a conscientização ambiental de jovens e crianças. “Se antes os pais eram os vetores de transformações no lar, hoje é a criança. Por isso, temos que intensificar ações para levar mensagens capazes de despertar a consciência crítica deste público e consequentemente promover uma mudança comportamental na sociedade”.

A afirmação foi endossada pela secretária de Desenvolvimento Social, Mayara Rocha, em sua fala. A primeira-dama do DF também trouxe ao debate as consequências de ações ambientalmente incorretas na vida da população em situação de vulnerabilidade. “Para quem acha que a responsabilidade de minimizar os impactos da desigualdade é só do governo está enganado, cada um de nós tem essa responsabilidade dentro de casa. Se cada pessoa descartar seu lixo de forma consciente, famílias que vivem da reciclagem terão a sua remuneração garantida”, explicou.   

Também participaram da abertura do Fórum a subsecretária de Meio Ambiente do DF, Maria Silvia Rossi, o secretário de Economia do DF, Itamar Feitosa, a diretora executiva da EGOV, Juliana Tolentino, e a secretária executiva de Valorização e Qualidade de Vida, Adriana Faria. As autoridades presentes realizaram o plantio de um ipê amarelo em frete à sede da EGOV como ato simbólico.  

A primeira palestra técnica do evento foi apresentada pelo regulador da Adasa Miguel Sartori, que trouxe a reflexão sobre a interferência do homem no ciclo da água e na disponibilidade hídrica. Sartori, que é envolvido em projetos de educação ambiental promovidos pela Agência em parceria com outros órgãos, reforçou ainda a importância da proximidade do público infantil com o meio ambiente “Se a nossa geração não está suficientemente sensibilizada, nós pais, tios e avós devemos dar bons exemplos e promover a interação dos nossos filhos, sobrinhos e netos com a natureza. Ninguém ama aquilo que não conhece”, ressaltou.                 

O Fórum contou ainda com palestras de servidores do Serviço de Limpeza Urbana do DF (SLU) e da Secretaria de Estado do Meio Ambiente do DF (SEMA).   

Entre o público que acompanhou o evento, estavam presentes os diretores da Adasa Jorge Werneck e Apolinário Rebelo, o superintendente de Planejamento e Programas Especiais, Carlos Pinheiro, o superintendente de Abastecimento de Água e Esgoto, Rafael Machado, e um número expressivo de técnicos e colaboradores da Agência.

Fonte: Adasa-DF

Construção do viaduto do Riacho Fundo segue firme no cronograma

Com recursos de mais de R$ 22 milhões, trabalho tem previsão de gerar centenas de empregos

Serviços estão na fase de limpeza e de fundação da estrutura, e concretagem das estacas | Foto: Divulgação/DER

Para esta primeira etapa da obra, serão utilizados 500 kg de aço e 2,5 mil m³ de concreto

Seguem em ritmo intenso os trabalhos para a construção de dois viadutos na Estrada Parque Núcleo Bandeirante (DF-075), no acesso ao Riacho Fundo e à Área de Desenvolvimento Econômico (ADE) de Águas Claras. Com investimento de R$ 22,3 milhões, o trabalho tem a expectativa de gerar até 300 empregos. Iniciada em 2 de dezembro de 2021, a construção do viaduto do Riacho Fundo vai beneficiar 90 mil motoristas que trafegam diariamente por esse trecho da DF-075, vindos do Recanto das Emas, Riacho Fundo, Riacho Fundo II, Samambaia, Taguatinga, Vicente Pires, Arniqueira e Park Way.

O canteiro de obras, instalado em frente à ADE, no sentido Samambaia, tem uma área de 1,2 mil m² e está na fase de limpeza e de fundação da estrutura, com a concretagem das estacas.  Nessa etapa, serão utilizados 500 mil kg de aço e 2,5 mil m³ de concreto. A próxima fase dos serviços é a concretagem da laje, com previsão de início em cerca de 60 dias.

O diretor-geral do Departamento de Estradas de Rodagem do Distrito Federal (DER), Fauzi Nacfur Júnior, avalia que a obra vem sendo executada conforme o cronograma estipulado. “Devemos concluir e entregar mais esse viaduto para a população em dezembro deste ano”, afirma.

O comerciante Edmundo Correia, 34 anos, se mostra satisfeito pelo andamento dos serviços. “Estou ansioso para ver essa obra concluída”, diz. “Vai ser muito bom para nós, que trabalhamos e moramos aqui perto, não ficarmos preso no engarrafamento desse balão aqui nos horários de pico”.

*Com informações do DER

Fonte: Agência Brasília

Desemprego no DF completa 11 meses seguidos em queda

Pesquisa da Codeplan feita em parceria com o Dieese informa a criação de 68 mil novos postos de trabalho em fevereiro

Na apresentação da PED, nesta terça-feira (29), a técnica e economista do Dieese Lucia Garcia destacou que “este é um período em que, tradicionalmente, o desemprego cresce, portanto, não é algo banal” | Imagem: Reprodução

De acordo com o levantamento, foram criados 68 mil novos postos de trabalho, superando a marca dos 51 mil que entraram na busca por empregos no mercado

Em um trimestre historicamente negativo, a taxa de desemprego surpreende em fevereiro, mantendo-se estável em relação a janeiro e reduzindo no comparativo com fevereiro de 2021. Com isso, já se completaram 11 meses de contínua redução desse indicador em relação a igual mês anterior, sendo o decréscimo identificado em fevereiro de 1,6 pontos percentuais.

A informação consta da Pesquisa de Emprego e Desemprego (PED) da Companhia de Planejamento do Distrito Federal (Codeplan), realizada em parceria com o Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), divulgada nesta terça-feira (29), em transmissão pelo canal da companhia no YouTube. O levantamento é mensal e refere-se ao mês de fevereiro de 2022.

De acordo com o levantamento, foram criados 68 mil novos postos de trabalho, superando a marca dos 51 mil que entraram na busca por empregos no mercado. Os setores que mais contrataram foram os da administração pública, serviços e comércio, gerando redução no desemprego na capital federal.

Mês marcado por feriados e encerramento de férias escolares e acadêmicas – o que impactam diretamente os setores de transporte, comércio e o trabalho de ambulantes –, fevereiro apresentou leve reaquecimento de mercado e aumentos nas taxas de ocupação no DF.

“No trimestre encerrado em fevereiro, o mercado de trabalho do DF apontou estabilidade da taxa de desemprego na relação com o mês anterior e importante redução no confronto com fevereiro de 2021. Este é um período em que, tradicionalmente, o desemprego cresce, portanto, não é algo banal”, afirma a economista Lucia Garcia, técnica do Dieese.

“Além disso, a contínua redução da taxa de desemprego por 11 meses consecutivos fez a escassez ocupacional recuar a patamares do segundo semestre de 2016. Em conjunto com a elevação do rendimento médio, após muito tempo de declínio, esse quadro nos faz conjecturar que o espaço de trabalho do DF está se estabilizando em um patamar promissor nesta fase pós-pandemia”, acrescenta.

Porém, mesmo com este aumento no número de empregados, a renda média do trabalhador brasiliense diminuiu, com maiores números no setor público (12,8%), assalariados (10,8%) e setor privado com carteira assinada (5,1%), resultando em um efeito cascata, ou seja, reduzindo o número de ocupados na área doméstica com o rearranjo nos gastos familiares.

Além de reduções na construção civil, que perdeu 3 mil trabalhadores em fevereiro, influenciado pelo período de chuvas, houve também queda na indústria de transformação, que possui o menor contingente de ocupados no DF e mesmo assim passou de 49 mil para 45 mil empregados.

Confira na íntegra o Boletim PED-DF  e o Boletim PED-PMB.

*Com informações da Codeplan

Fonte: Agência Brasília

Dólar cai para R$ 4,75 com negociações entre Rússia e Ucrânia

Bolsa ultrapassa os 120 mil pontos por primeira vez desde agosto

O avanço das negociações de um cessar-fogo entre Rússia e Ucrânia trouxe otimismo ao mercado financeiro nesta terça-feira (29). O dólar caiu e a bolsa de valores teve forte alta, fechando acima dos 120 mil pontos pela primeira vez em sete meses.

O dólar comercial encerrou o dia vendido a R$ 4,758, com recuo de R$ 0,015 (-0,31%). A cotação chegou a cair para R$ 4,71 na abertura do mercado, mas a queda perdeu força porque o dólar barato atraiu compradores.

Com o desempenho de hoje, a moeda norte-americana acumula queda de 7,72% em março. Em 2022, a divisa caiu 14,67%.

No mercado de ações, o dia foi marcado pela euforia. O índice Ibovespa fechou aos 120.014 pontos, com alta de 1,07%. O indicador está no maior nível desde 27 de agosto do ano passado e acumula ganhos de 14,49% no ano.

Pela manhã, houve o anúncio do Ministério da Defesa da Rússia de que o país reduzirá a presença militar ao redor das cidades ucranianas de Chernihiv e Kiev. Também hoje, houve a primeira reunião em duas semanas para negociações de paz, na Turquia.

No plano interno, a troca de comando na Petrobras impulsionou a bolsa de valores. Os investidores receberam bem a indicação do economista Adriano Pires para assumir a presidência da estatal. O especialista é um defensor da política de preços dos combustíveis atrelada à cotação internacional do petróleo.

As ações ordinárias (com direito a voto em assembleia de acionistas) da Petrobras subiram 1,32%. Os papéis preferenciais (com preferência na distribuição de dividendos) valorizaram-se 2,25%. Por serem as ações mais negociadas na bolsa, os papéis da Petrobras têm o maior peso no índice Ibovespa.

* Com informações da Reuters

Fonte: Agência Brasil

Prazos importantes do Calendário Eleitoral vencem esta semana

Janela partidária termina na sexta-feira (1º); prazos para filiação, desincompatibilização e registro de partidos terminam no sábado (2)

O final desta semana marca algumas datas importantes do Calendário Eleitoral com prazos que devem ser observados por candidatos e partidos que pretendem concorrer nas Eleições 2022.

A janela partidária – período em que deputadas e deputados federais, estaduais e distritais poderão trocar de partido para concorrer sem perder o mandato – termina na sexta-feira (1º).

Já no sábado (2), faltando exatamente seis meses para as eleições – marcadas para o dia 2 de outubro – termina o prazo para a desincompatibilização de quem pretende concorrer na eleição e ocupa alguns tipos de cargo público; e também é a data limite para que todas as eventuais candidatas e candidatos estejam com a filiação deferida pelo partido político pelo qual pretendem concorrer.

Ainda no dia 2 de abril vence o prazo para que os partidos políticos que pretendem lançar candidaturas tenham obtido o registro dos estatutos no Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Esse também é o dia-limite para que candidatas e candidatos confirmem o domicílio eleitoral na circunscrição em que desejam disputar as eleições.

Confira algumas explicações:

A janela partidária ocorre em todo ano eleitoral. E nada mais é do que um prazo de 30 dias para que parlamentares possam mudar de legenda sem perder o mandato atual. Esse período acontece seis meses antes do pleito. Nas últimas eleições gerais, pelo menos 85 deputados trocaram de legenda para disputar as eleições daquele ano.

A regra foi regulamentada pela Reforma Eleitoral de 2015 (Lei nº 13.165/2015) e é uma alternativa para a troca de partido após a decisão do TSE segundo a qual o mandato pertence ao partido, e não ao eleito para o cargo.

Em 2018, o TSE decidiu que só pode usufruir da janela partidária a pessoa eleita que esteja no término do mandato vigente. Ou seja, vereadores somente podem migrar de partido na janela destinada às eleições municipais, e deputados federais e estaduais na janela que ocorre seis meses antes das eleições gerais.

Desincompatibilização

Ocupantes de diversas funções – que vão desde funcionários públicos a militares e dirigentes de empresas – que pretendam disputar uma vaga nas Eleições 2022 devem se afastar do posto que exerce para se tornar elegível perante a Justiça Eleitoral – até o dia 2 de abril.

Esse afastamento, que pode ser temporário ou definitivo, a depender da função exercida, tem como objetivo evitar o abuso do poder econômico ou político nas eleições por meio do uso da estrutura e de recursos aos quais o servidor tem acesso.

Caso o pré-candidato continue exercendo a função que ocupa após o prazo definido pela legislação eleitoral, ele poderá ser considerado inelegível de acordo com a Lei Complementar n° 64/1990.

O presidente da República, as governadoras ou os governadores de Estado e do Distrito Federal, bem como as prefeitas e os prefeitos que pretendem concorrer a outros cargos diferentes daquele que ocupa, devem renunciar aos respectivos mandatos. A regra está prevista na Constituição Federal e na legislação eleitoral (artigo 14, § 6º e Res-TSE nº 23.609, art. 13).

Militares em geral deverão se afastar de forma definitiva das funções que ocupam também com seis meses de antecedência.

Outros cargos

Já para servidores públicos, os prazos são diferentes, a depender da natureza da função ocupada. Servidores efetivos, comissionados e ocupantes de cargos em comissão de nomeação pelo presidente da República sujeitos à aprovação do Senado Federal devem se desincompatibilizar das funções até o dia 2 de abril.  A mesma data de afastamento das atividades é exigida de empresários cujas firmas atuem em áreas que possam influir na economia nacional, caso desejem concorrer à Presidência da República, ao Senado Federal ou a governo de estado.

No entanto, os servidores públicos que ocupam cargos em comissão ou que integrem órgãos da Administração Pública direta ou indireta, sejam eles estatutários ou não, precisam se afastar do cargo três meses antes do pleito, ou seja, no dia 2 de julho.

Fique por dentro de todas as datas do Calendário Eleitoral.

Fonte: TSE

“O DF precisa de todo mundo junto para cuidar do povo”, disse Marcela Passamani

Da redação

A pré-candidata à Câmara Federal acredita na política de união

A secretária de justiça e cidadania do DF e pré-candidata a deputada federal, Marcela Passamani (PL), concedeu entrevista ao jornalista Sandro Gianelli, no último domingo (27), na Rádio Metrópoles (104,1 FM), e falou sobre seu ideal de política.

Como pré-candidata à Câmara Federal, Marcela passou pelo ato de filiação, que ocorreu no dia 15 de março, com presenças significativas, como do ex-presidente Michel Temer (MDB), da primeira-dama Michelle Bolsonaro, do governador Ibaneis Rocha (MDB) e de deputados, por exemplo.

A secretária percebe que as pessoas que lá compareceram, foi em razão de terem um mesmo ideal, que é a união. “A gente tem que fazer política para agregar, para somar e poder fazer diferença, porque a união faz a força e o Distrito Federal precisa de todo mundo junto para cuidar do povo”, comentou.

“Nossa intenção não é prejudicar ninguém, mas sim fazer o bem”, disse Henrique Chaves

Da redação

O jornalista e apresentador do Balanço Geral, Henrique Chaves, concedeu entrevista ao jornalista Sandro Gianelli, no último domingo (27), na Rádio Metrópoles (104,1 FM), e contou sobre o quadro Cadeira da Providência, importante no combate dos problemas do DF.

O programa Balanço Geral, que é marcado pelas pautas de cidades e policiais, nunca houve problema, em razão da forma que é feito, de acordo com Henrique Chaves. “Sempre foi muito tranquilo. Quando você faz o jornalismo correto, ouvindo todas as partes, vai bem”, comentou.

Com o foco na busca por melhorias, foi criado o Cadeira da Providência. “O quadro diz ao gestor qual é o problema, por exemplo, de buracos nas pistas, e a gente questiona a razão de não ter tampado o buraco e eu ia com a cadeira, antes da pandemia, pessoalmente, mostrar o problema e também entrava no gabinete do administrador e perguntava se ele iria ou não sentar na Cadeira da Providência”, explicou o apresentador.

Essa situação era a oportunidade para o transtorno ser resolvido. “O gestor inteligente sentava na cadeira e falava que não tinha como tampar no atual momento, porque eu tinha acabado de chegar, mas que em 10 dias estaria feito e, após esse período, a gente voltava lá e estava resolvido”, contou.

“Nossa intenção não é prejudicar ninguém, mas sim fazer o bem, fazer com que nossa cidade seja cada dia melhor”, pontuou Henrique.

De volta a CLDF

Por Sandro Gianelli

O Delegado Fernando Fernandes deixou a administração de Ceilândia e retornou para a Câmara Legislativa. Deixa o cargo o terceiro suplente, Carlos Tabanez, que assumiu em março, no lugar do segundo suplente, Guarda Janio. Fernando permanecerá no PROS e concorrerá a reeleição.

Três perguntas para Paulo Fernando

Por Sandro Gianelli

Advogado e suplente de deputado federal

Católico e defensor pró vida, Paulo Fernando falou sobre a liberação do aborto que vem sendo aprovada em países da América do Sul e de sua preocupação em chegarmos ao ponto de termos essa aprovação no Brasil. Confira!

Países da América do Sul estão aprovando a liberação do aborto. Você acredita que isso pode acontecer no Brasil?

Na condição de defensor pró vida e católico sempre defenderei a vida, desde a sua concepção até a morte natural. E isso é um princípio que não abro mão em hipótese nenhuma. Vamos trabalhar para que isso não aconteça no Brasil.

Na legislação brasileira existe alguma forma legal de se fazer um aborto?

O Código Penal, aprovado em 1940, prevê no artigo 128 as excludentes de ilicitude. Não será punido o médico que praticar o aborto no caso de estupro. Mas tem que ficar claro que não está falando da enfermeira, do vizinho ou do pai. O médico que praticar o aborto, no caso de estupro não será punido. Então o aborto continua sempre sendo um crime.

Como evitar que projetos de lei que liberem o aborto sejam aprovados no Congresso?

Temos que ter representantes favoráveis a vida e contrários a legalização do aborto. A esquerda é favorável a descriminalização do aborto. E temos outro problema grave. O Supremo Tribunal Federal (STF) tem legislado sozinho no chamado ativismo judicial. Se os abortistas querem aprovar o aborto, em outros casos, que se apresente um Projeto de Lei e vamos a discussão e ao voto na Câmara e no Senado.

- Publicidade -
- Publicidade -