Caso o autorizatário não dê entrada no processo junto ao Detran-DF, o serviço não poderá ser prestado
Os autorizatários de Transporte Escolar do Distrito Federal têm até o dia 1º de março para dar entrada no processo de regularização do cadastro junto do Detran-DF. A Autorização de Tráfego de Escolares (ATTE) está com a validade prorrogada somente até 31 de março de 2022, data limite para o órgão analisar todos os processos de regularização e realizar a emissão. Caso perca o prazo, o autorizatário não poderá continuar prestando o serviço.
O Núcleo de Credenciamento de Veículos (Nucrev) encaminha e-mails individuais informando as pendências que precisam ser sanadas para a conclusão do recadastramento, observando a Instrução nº 53, de 18 de janeiro de 2022. A Norma trata da convocação dos Autorizatários do Serviço de Transporte Coletivo de Escolares (STCE) para fins de regularização do cadastro junto à Autarquia.
A medida faz parte do Programa Escolar Legal, que traz uma série de benefícios tanto aos prestadores de serviços de transporte escolar como à população de forma geral, garantindo mais segurança àqueles que confiam a vida de seus filhos a esses transportadores.
A fim de humanizar o atendimento, o Nucrev está à disposição dos permissionários para sanar dúvidas relativas ao serviço de Transporte Coletivo de Escolares, de forma presencial, no Edifício Sede do Detran/DF, pelo e-mail (cretransporteescolar@detran.df.gov.br) e pelo WhatsApp ((61) 9.9149-0995).
Números
Até esta terça-feira (22/2), o Detran recebeu 1.385 pedidos de recadastramentos, 874 já foram analisados e 483 autorizações foram emitidas. Outros 391 processos estão pendentes por motivo de documentação incompleta do autorizatário e 511 estão em análise no Nucrev.
Com 73 mil novos postos de trabalho, taxa de ocupação registrou crescimento nos últimos 12 meses
Setor da construção civil é um dos que contribuíram para a queda do desemprego | Foto: Paulo H. Carvalho/Agência Brasília
“O registro do aumento do número de ocupados reflete a melhora do mercado de trabalho e o maior leque de oportunidades que a recuperação da economia oferece” – Clarissa Schlabitz, diretora de Estudos e Políticas Socioeconômicas da Codeplan
O Distrito Federal segue firme na retomada da economia, conforme aponta a Pesquisa de Emprego e Desemprego (PED) apresentada na manhã desta terça-feira (22). Elaborado pela Companhia de Planejamento do DF (Codeplan) e pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), o levantamento mostra que entre janeiro de 2021 e de 2022 a taxa de desemprego total diminuiu 1,1 ponto percentual, ao passar de 18,1% para 17%, em números absolutos.
A justificativa para a queda do desemprego é o aumento do nível ocupacional (73 mil novos postos de trabalho) superior ao acréscimo da População Economicamente Ativa (PEA) – 64 mil pessoas ingressaram no mercado de trabalho –, ou seja, a estimativa de pessoas ocupadas aumentou de 1.314 mil para 1.387 mil nos últimos 12 meses.
“O registro do aumento do número de ocupados, quando comparado janeiro deste ano a janeiro de 2021, reflete a melhora do mercado de trabalho e o maior leque de oportunidades que a recuperação da economia oferece”, resume a diretora de Estudos e Políticas Socioeconômicas da Codeplan, Clarissa Schlabitz.
Assim, o contingente de desempregados na capital federal caiu de 291 mil para 283 mil. Já a taxa de participação – pessoas com 14 anos e mais englobadas no mercado de trabalho, empregadas ou desempregadas – cresceu de 64% para 65,5%.
Os setores de serviços, comércio e reparação, construção civil e indústria de transformação foram os que mais contribuíram para o crescimento das ocupações, além do aumento do número de assalariados no setor privado com e sem carteira assinada e do agregado de demais posições.
“Como um dos fatores que fortalecem a possibilidade de continuidade do declínio do desemprego, estão as sinalizações de contratação pelo setor público e pelo setor privado, com carteira assinada”, explica a economista Lúcia Garcia, técnica do Dieese.
Comparação mensal
Comparando com dezembro de 2021, a taxa da PEA aumentou de 15,9% para 17%, assim como a taxa de participação, que saltou de 64,8% para 65,5%. A justificativa para a elevação foi o aumento da PEA (mais 19 mil pessoas na força de trabalho), já que o número de ocupados ficou relativamente estável (menos 1.000 postos de trabalho).
A relativa estabilidade desse número de ocupados decorreu da redução dos postos de trabalho na construção, de um lado, e de pequenas variações positivas na indústria e no setor de serviços, de outro. Quanto à forma de inserção, essa estabilidade decorre do aumento do assalariamento no setor privado e no setor público e de decréscimo do número de trabalhadores autônomos, de empregados domésticos e de ocupados nas demais posições.
“A apuração das primeiras informações de 2022 demonstra que um misto de sazonalidade, impactos da [variante da covid-19] Ômicron e dos efeitos inflacionários chegaram ao novo ano gerando impasses que devem ser diluídos ao longo do primeiro trimestre”, avalia a economista Lúcia Garcia. Se, mesmo diante desse cenário, os índices de desemprego seguem em queda, as projeções dos economistas sinalizam otimismo.
O Japão e a Austrália anunciaram hoje (23) sanções contra a Rússia e os territórios separatistas pró-russos de Lugansk e Donetsk, que o presidente Vladimir Putin reconheceu na segunda-feira (21) como independentes.
O primeiro-ministro japonês, Fumio Kishida, disse que o governo vai proibir novas emissões e distribuição de títulos de dívida soberana russa no Japão, em resposta às “ações na Ucrânia”.
Kishida afirmou que o país também vai proibir o comércio com Lugansk e Donetsk, suspender a emissão de vistos para pessoas ligadas às duas regiões do leste da Ucrânia e congelar seus bens no Japão.
O premiê adiantou que as sanções vão entrar em vigor “o mais depressa possível”. Segundo ele, o Japão está preparado para adotar medidas adicionais, se a situação piorar, em coordenação com os demais países-membros do G7.
Austrália
O primeiro-ministro australiano, Scott Morrison, anunciou sanções contra instituições bancárias como o VEB, um dos maiores bancos de investimento e desenvolvimento da Rússia, e o banco militar do país, entre outros.
A Austrália também vai impor sanções contra indústrias de diversos setores, como energia, mineração e hidrocarbonetos, das regiões de Donestsk e Lugansk, que passam ainda a ser atingidas por sanções impostas em 2011 à Crimeia e a Sebastopol, então ocupadas pela Rússia.
Morrison disse que a Austrália vai proibir ainda a entrada e aplicar sanções financeiras a oito membros do conselho de segurança da Rússia, órgão que reúne os principais decisores do país, especialmente os líderes do Exército e dos serviços secretos.
Tanto Morrison quanto Kishida condenaram a decisão russa, que consideram violação da soberania e da integridade territorial ucraniana, bem como do direito internacional.
Kishida garantiu que o Japão fará tudo para proteger os japoneses que ainda estão na Ucrânia, apesar de Tóquio ter, há dez dias, aconselhado seus cidadãos a deixar o país.
Morrison lembrou que ainda há cerca de 1.400 australianos vivendo na Ucrânia e que determinou o processamento urgente dos pedidos de vistos apresentados por ucranianos, incluindo estudantes.
Pré-candidato ao Palácio do Planalto, o governador João Doria (PSDB) defendeu nesta terça-feira, 22, a manutenção das candidaturas da chamada terceira via, mas admitiu publicamente que “lá adiante” pode abrir mão em prol de outro nome.
“Não vou colocar o meu projeto pessoal à frente daquilo que sempre foi a índole. Se chegar lá adiante e, lá adiante, eu tiver de oferecer o meu apoio para que o Brasil não tenha mais essa triste dicotomia do pesadelo de ter Lula e Bolsonaro, eu estarei ao lado daquele ou de quantos forem os que serão capacitados para oferecer uma condição melhor para o Brasil”, afirmou o governador diante de uma plateia de empresários e investidores no CEO Conference 2022, evento organizado pelo banco BTG Pactual.
Ao falar no mesmo evento antes de Doria, Moro foi no caminho oposto e deixou claro que não abre mão da disputa. “Não faz sentido abdicar da pré-candidatura se ela tem o maior potencial para vencer extremos”, completou.
O timing do momento da unidade da terceira via também destoou. “A gente precisa se unir, acho que isso é urgente, eu faria isso de bom grado”, disse Moro.
“Aquelas [candidaturas] que compõem esse centro democrático liberal e social, nós temos que manter até o esgotamento do diálogo pelos líderes partidários”, rebateu o tucano, citando os nomes do ex-juiz Sergio Moro (Podemos) e da senadora Simone Tebet (MDB-MS).
Pesquisa
Na semana passada, Moro, Tebet e o cientista político Felipe d’Avila, pré-candidato do Novo, participaram de um almoço debate com empresários organizado pelo Lide (Grupo de Líderes Empresariais), organização criada pelo governador João Doria, pré-candidato do PSDB ao Palácio do Planalto.
Na ocasião, todos pregaram a união do centro contra Lula e Bolsonaro. “Sem dúvida é possível a união do centro até as convenções. Como avaliar? Com pesquisa, quantitativa e qualitativa. Não só a pesquisa de intenção de voto, mas também ver aquele tem o menor índice de rejeição”, disse Tebet aos jornalistas na saída do evento.
Ainda segundo a senadora, o momento certo para definir o candidato desse bloco é em maio. “Muitas pré-candidaturas vão se encontrar. Acredito que é possível caminhar com uma única candidatura do centro democrático ainda no 1° turno”.
Na mesma linha, o ex-ministro Sergio Moro (Podemos) afirmou que existe “convergência” entre os projetos do centro democrático.
“O ideal é que essa união aconteça o quanto antes. Temos que considerar vários fatores (para a escolha do nome). O mais fundamental é o pré-candidato que se encontrar mais à frente nas pesquisas. Devemos nos unir em torno de um nome mais competitivo, e as pesquisas devem ser levadas em consideração.”
AFP, Lupa, Aos Fatos, Boatos.org, Comprova, E-Farsas, Estadão Verifica, Fato ou Fake e UOL Confere participam do programa do TSE de enfrentamento à desinformação
Em cerimônia virtual realizada nesta terça-feira (22), o presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Luís Roberto Barroso, deu mais um passo no combate à desinformação e em defesa da legitimidade das próximas eleições: a renovação do acordo entre a Corte Eleitoral e agências de checagem de informações. A parceria entre o Tribunal e profissionais da imprensa que atuam para desmentir boatos sobre o processo eleitoral ocorre desde 2020 e faz parte do Programa de Enfrentamento à Desinformação.
A chamada “Coalizão para Checagem – Eleições 2022” atuará com o objetivo de averiguar a veracidade de informações que circulam na internet, especialmente nas redes sociais, e que podem interferir de maneira negativa na escolha do eleitor na hora de votar.
De acordo com o ministro Barroso, desde o início da parceria com as agências de checagem até dezembro de 2020, foram publicadas 274 matérias, quantidade muito significativa de conteúdo, cujo levantamento só foi possível graças ao trabalho realizado pela parceria. “A melhor forma de combater desinformação é inundar o mercado com notícias verdadeiras, a checagem de notícias se tornou uma vertente importante do jornalismo profissional. Temos muita confiança e apreço por esse trabalho”, destacou.
Desafio
Ao enaltecer a parceria com as agências de checagem, o presidente do TSE afirmou que é importante reforçar os valores verdadeiros. “Devemos trabalhar para alertar as pessoas que uma causa que precisa de ódio, mentira e desinformação não pode ser uma causa boa”, ressaltou.
A secretária-geral da Corte, Aline Osório, salientou o papel de um ambiente informacional mais saudável. “É importante que a coalizão tenha se tornado permanente. Esta cerimônia de hoje marca essa nossa união e parceria, que é uma das maiores existentes entre organismos eleitorais no mundo. Esperamos que neste ano consigamos resultados ainda mais expressivos, sabemos que as eleições serão ainda mais desafiadoras”.
Agências parceiras
O evento foi transmitido ao vivo pelo canal do TSE no YouTube e contou com a participação de representantes dos seguintes veículos de comunicação: AFP, Agência Lupa, Aos Fatos, Boatos.org, Comprova, E-Farsas, Estadão Verifica, Fato ou Fake e UOL Confere.
Plano estratégico
O objetivo principal do Plano Estratégico a ser desenvolvido é combater os boatos com informações verdadeiras e de qualidade produzidas pela imprensa profissional. Por meio da parceria, as agências, o TSE e integrantes dos Tribunais Regionais Eleitorais (TREs) estarão em contato permanente para identificar notícias falsas sobre as eleições deste ano e elaborar, da forma mais ágil possível, respostas reais e precisas.
Para ampliar ainda mais o alcance dessas informações oficiais que serão produzidas, o TSE já firmou outra parceria com as principais plataformas digitais. Nesse contexto, Facebook, Instagram, WhatsApp, Twitter, Google, YouTube, TikTok e Kwai se comprometeram a utilizar os recursos tecnológicos que dispõem para divulgar fatos verídicos sobre o processo eleitoral, dando prioridade à divulgação de dados oficiais.
Além disso, estão previstas ações para capacitar a sociedade como um todo a compreender o fenômeno da desinformação e o funcionamento do processo eleitoral. Haverá, ainda, ações tanto preventivas quanto repressivas para conter os efeitos nocivos da desinformação.
Conforme o documento, a atuação da Justiça Eleitoral em parceria com a imprensa visa garantir o direito de eleitoras e eleitores de participar de eleições livres e justas com igualdade de oportunidades entre os diferentes candidatos, partidos e correntes políticas na disputa, a partir de um processo eleitoral legítimo, com higidez e credibilidade pública.
Aliados do senador Reguffe estão pressionando para que ele defina qual cargo irá concorrer nas eleições de 2022. As opções giram em torno do Governo do Distrito Federal e uma reeleição ao Senado.
Definição
Essa decisão deverá ocorrer no máximo até os primeiros dias de março. Além do cargo em disputa, Reguffe deve decidir se vai se manter no Podemos ou se trocará de partido.
Candidatura de esquerda
Independente do cargo que disputará, a previsão é que Reguffe deve se aproximar dos partidos de esquerda.
Mal avaliados
O DF foi governador pela esquerda em três mandatos: Cristovam Buarque, Agnelo Queiroz e Rodrigo Rollemberg. Nenhum conseguiu se reeleger, deixando claro que as gestões de esquerda sempre são reprovadas no DF.
Senado é opção
Se mirar numa reeleição terá que disputar o senado contra Flávia Arruda, Erika Kokay ou Paulo Roque. Flávia tem o apoio de Ibaneis, Bolsonaro e do ex-governador Arruda. Erika virá impulsionada pela candidatura de Lula. E Paulo Roque espera crescer e passar a marca dos 200 mil votos que teve em 2018.
Os carros estavam estacionados em local proibido, na altura da 716 Sul
Na tarde desta segunda-feira (21), o Detran-DF realizou operações para coibir estacionamento irregular nas regiões do Plano Piloto, Taguatinga e Águas Claras. Na altura da quadra 716 da Asa Sul, a fiscalização removeu três veículos que estavam estacionados em local proibido impedindo a passagem de um caminhão do Corpo de Bombeiros. Outro, estava estacionado sob marcas de canalização. Ao todo, 39 condutores foram autuados nas três RA’s e quatro veículos removidos para os depósitos.
No primeiro mês deste ano, 9.927 condutores foram autuados por estacionar seus veículos irregularmente nas vias do Distrito Federal. Em janeiro de 2021 foram 9.116 registros. Os dados são do Detran, mas incluem infrações registradas pela Polícia Militar e DER.
Infrações
Todas as infrações relacionadas a estacionamento irregular e suas penalidades estão descritas nos 20 incisos do artigo 181 do Código de Trânsito Brasileiro. A multa varia de acordo com o tipo de irregularidade, de leve a gravíssima.
Governador Ibaneis Rocha recebe líderes empresariais no Palácio do Buriti para ouvir demandas e reforçar parceria entre poder público e setor privado
O governador Ibaneis Rocha participou de reunião com representantes de pequenos e microempresários nesta segunda (21) | Foto: Renato Alves/Agência Brasília
No fim da manhã desta segunda-feira (21), o governador Ibaneis Rocha se reuniu com representantes de pequenos e microempresários do DF para ouvir pleitos da categoria. Também participaram do encontro os secretários de Governo, José Humberto Pires; de Desenvolvimento Econômico, Jesuíno Lemes; e o de Economia, Itamar Feitosa; além do presidente do Grupo de Líderes Empresariais de Brasília (Lide-DF), Paulo Octávio.
Durante a reunião, os representantes do empresariado local elogiaram a condução da economia por parte do Governo do Distrito Federal (GDF) e o apoio dado durante o período mais crítico da pandemia. Outros tópicos abordados na conversa foram mudanças propostas para a Lei nº 6.468/2019, que criou o Desenvolve-DF e reformulou o Programa de Apoio ao Empreendimento Produtivo do Distrito Federal (Pró-DF II), e a regularização de lotes em áreas de desenvolvimento econômico (ADEs).
O governador avaliou positivamente o encontro e reforçou a parceria entre GDF e setor produtivo. “Eles vieram trazer suas reivindicações e seu agradecimento pelo trabalho que já vem sendo feito. É um ambiente que sabemos da dificuldade, por conta da pandemia que fechou vários estabelecimentos, mas existe uma confiança muito grande no empresariado e na retomada do crescimento no DF”, afirmou Ibaneis.
O presidente da Federação das Associações das Micro e Pequenas Empresas do DF (Fampe-DF), Eudaldo Nunes de Oliveira, agradeceu ao governo pelo encontro. “Encaminhamos várias propostas para ajudar o micro e pequeno empresário do DF e fomos muito bem recebidos. Só temos a agradecer o GDF por tudo o que tem sido feito pela categoria”, avaliou.
Incentivador do encontro, o presidente do Lide-DF, Paulo Octávio, enalteceu o diálogo entre os setores em prol do desenvolvimento econômico local: “Mesmo nos momentos mais difíceis, a economia do DF não parou. A gestão do governador Ibaneis tem sido muito positiva. São os microempresários que geram os empregos que nós precisamos em todas as cidades. É assim que se faz um governo, é assim que se faz uma atuação entre iniciativa privada e governo”.
“Temos como meta atender todo o setor produtivo, e todas as reuniões que servem para sanar dúvidas e encurtar o caminho da resolução dos problemas sempre são positivas”, destacou o secretário de Desenvolvimento Econômico, Jesuíno Lemes. “Já temos uma determinação do governador Ibaneis para dar um andamento mais célere aos processos e, no atual governo, com a ajuda de todos, resolver os problemas, principalmente no âmbito das ADEs”.
Alterações no trânsito terão início nesta quarta-feira (23), às 21h
Trecho onde estão sendo feitas as obras | Arte: Divulgação/Secretaria de Obras
Os motoristas que trafegam pela Estrada Parque Indústrias Gráficas (Epig), na intersecção com o Parque da Cidade, devem prestar atenção aos novos desvios a serem adotados por quem circula na região. As mudanças no trânsito, necessárias em função da obra do Viaduto da Epig, entrarão em funcionamento a partir das 21h desta quarta-feira (23) até a conclusão da obra.
“São alterações necessárias, exaustivamente estudadas para ocasionarem o menor impacto possível aos condutores”, explica o subsecretário de Acompanhamento e Fiscalização de Obras da Secretaria de Obras, Ricardo Terenzi. “Nesse momento inicial, junto ao Detran, nossos fiscais estarão realizando monitoramento para qualquer alteração na dinâmica das intervenções.”
O gestor acredita que a adaptação por parte dos motoristas será rápida, uma vez que, atualmente, já trafegam por um desvio provisório, muito similar ao que entrará em funcionamento na quarta-feira.
Todos os desvios manterão o atual número de faixas existentes e contarão com sinalização vertical e horizontal para facilitar o deslocamento, além de retornos na via de acesso ao Parque da Cidade, que estavam desativados e voltarão a funcionar.
Atualmente, a obra encontra-se no estágio inicial, com 12% dos trabalhos finalizados e destaque para a drenagem, cuja execução atingiu 90%.
As obras
O viaduto será construído na intersecção da Epig com o Sudoeste e o Parque da Cidade – local por onde passam, em média, 25 mil veículos por dia. Os investimentos previstos são de R$ 24,6 milhões.
Os trevos na Epig serão feitos em trincheiras, ou seja, de forma subterrânea. Com a mudança, quem sair do Parque da Cidade em direção ao Sudoeste não terá mais de passar por semáforos e retornos, devendo seguir direto para a Avenida das Jaqueiras, passando embaixo da Epig. A obra também permitirá sair do Sudoeste, na altura da avenida, e pegar a Epig no sentido Plano Piloto (e vice-versa) sem a necessidade de retorno.
O presidente do BC voltou a destacar que a tendência de inflação no Brasil ainda é de crescimento | Imagem: Adriano Machado/Reuters
O presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, disse hoje (21) que a desaceleração da economia da China deverá dificultar o crescimento do Brasil e dos demais países da América Latina. De acordo com Neto, a pandemia de covid-19, a crise imobiliária chinesa e o envelhecimento de sua população estão entre os principais fatores da queda de crescimento do país asiático.
“Acho que a preocupação é que um crescimento menor na China possa dificultar o crescimento da América Latina e o crescimento do Brasil. Acho que o ponto principal é entender que esse processo vai acontecer de tal forma, e tomar as medidas, e se reinventar para que isso tenha o mínimo de efeito possível”, disse o presidente do BC, em palestra online promovida pelo Canal AgroMais.
“A gente começa a ver, e a própria autoridade chinesa tem dito, que a gente vai ver um crescimento da China mais perto do crescimento mundial, não tão descolado, ainda que seja acima”, acrescentou.
Inflação
O presidente do BC voltou a destacar que a tendência de inflação no Brasil ainda é de crescimento. Segundo ele, o aumento de preços no país está sendo impulsionado principalmente pela área de energia. Os dados citados por Neto são de janeiro, em comparação ao mesmo mês do ano passado.
“A gente vê de fato uma tendência de inflação que ainda é crescente. A inflação do Brasil, de fato, foi uma das mais elevadas do mundo, 10,4%, mas o Brasil teve a maior inflação de energia do mundo, de 5,8%. E se a inflação do Brasil de energia tivesse sido a média dos outros países [em torno de 2%], a nossa inflação também teria sido igual a dos outros países [em torno de 6,7%]. Basicamente o que levou a inflação do Brasil acima da média foi energia”, disse.
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