Fique por dentro e regularize o título até o dia 4 de maio
O voto no Brasil é obrigatório para os maiores de 18 anos e facultativo para os analfabetos, os maiores de 70 anos e os jovens de 16 e 17 anos. Nas eleições deste ano, a votação em primeiro turno ocorrerá no dia 2 de outubro, e o segundo turno, se houver, em 30 de outubro.
Estão aptos a votar nas eleições de 2022 eleitoras e eleitores que apresentam situação regular perante a Justiça Eleitoral. Ou seja, que não têm pendências que os impeçam de exercer o direito ao voto. Aquele que fizer 16 anos no dia das eleições poderá tirar o título normalmente, mas o documento terá validade somente a partir da data em que completar a idade mínima para votar de forma facultativa.
Impedimentos
Portanto, não poderá votar nas eleições de outubro o cidadão que não tirou o título eleitoral nem regularizou a situação com a Justiça Eleitoral até 4 de maio, data-limite para o alistamento, uma vez que o cadastro eleitoral será fechado após esse dia.
Também não poderá votar a pessoa cujos dados não estiverem no cadastro de eleitores da seção em que compareceu, ainda que apresente título de eleitor correspondente à seção e documento que comprove a identidade. Por essa razão, é necessário verificar com antecedência o local de votação para saber se houve mudança de seção. Essa consulta pode ser feita on-line no portal do TSE ou pelo aplicativo e-Título. Nesses casos, a mesa receptora de votos deverá registrar a ocorrência em ata e orientar o eleitor a comparecer ao cartório eleitoral a fim de regularizar a situação.
Ausência injustificada em três eleições
Também será impedido de votar aquele que estiver com o título cancelado por não ter votado em três eleições consecutivas e por não ter apresentado justificativa de ausência. Para efeito dessa regra, cada turno de um pleito é considerado uma eleição.
Além disso, não poderá votar o cidadão com os direitos políticos suspensos. Ou seja, fica impedida de votar a pessoa presa que, no dia da eleição, tiver contra si sentença penal condenatória com trânsito em julgado. Nessa hipótese, os juízos criminais deverão comunicar o trânsito em julgado à Justiça Eleitoral para que seja anotado no Caderno de Votação da respectiva seção eleitoral o impedimento ao exercício do voto da eleitora ou do eleitor definitivamente condenada ou condenado.
Dia 4 de maio também é a data-limite para que presos provisórios e adolescentes internados, que não possuem título regular, façam o alistamento eleitoral ou solicitem a regularização de sua situação para votar em outubro. Os presos provisórios e os adolescentes internados também têm o direito de votar, por não estarem com os direitos políticos suspensos (inciso III do artigo 15 da Constituição Federal).
O que é necessário para votar?
O eleitor deve se dirigir à seção eleitoral e apresentar ao mesário um documento oficial com foto (carteira de identidade, passaporte, carteira de categoria profissional reconhecida por lei, certificado de reservista, carteira de trabalho ou carteira nacional de habilitação). Não é obrigatório apresentar o título de eleitor para votar. Contudo, a Justiça Eleitoral recomenda ao eleitor levar o título em sua versão digital, o e-Título, ou impressa para facilitar a identificação da seção eleitoral.
“Nem Roriz conseguiu unir a Candangolândia e o Hermeto uniu”, disse o ex-deputado distrital Expedito Bandeira. A afirmação de Expedito ocorre por conta das articulações realizadas por Hermeto com as lideranças da cidade.
Hermeto uniu líderes históricos, que antes eram adversários políticos, em prol de melhorias para a cidade.
O líder do governo, conta hoje com o apoio do ex-deputado distrital Expedito Bandeira; do atual administrador da cidade Pablo Valente; os ex-administradores João Dantas e Zela; e um dos líderes políticos mais antigos da Candangolândia, o Afonso da Afonsolândia.
Nos bastidores, Hermeto tem sido reconhecido como habilidoso nas articulações políticas e afórmula usada na Candagolândia deve ser repetida no Núcleo Bandeirante. O lema de Hermeto é: “primeiro temos que cuidar das comunidades, a política vem depois”.
Reforma da praça do metrô é parte do processo de revitalização da Hélio Prates
A revitalização da Avenida Hélio Prates está em constante ação, com processo de drenagem, pavimentação e colocação de meio-fio já podendo ser vista. Toda a obra que está sendo realizada em uma das principais vias do Distrito Federal, vai valorizar bastante a localidade, que é formada por um forte comércio.
Para contribuir ainda mais com as melhorias da avenida, o governador do Distrito Federal, Ibaneis Rocha (MDB), assinou uma ordem de serviço para transformar a praça do metrô da Ceilândia, que é uma das regiões de maior movimento da cidade. Será uma reforma com investimento de R$ 2,7 milhões, em que será feita pavimentação, árvores e arbustos, placas de concreto e drenagem.
Essa assinatura prova que o chefe do executivo está preocupado em oferecer o melhor para cada região, em especial espaços públicos. “Nossos espaços públicos precisam ser tratados com carinho para que a população possa utilizá-los com conforto e segurança”, disse Ibaneis.
Garantia de Cuba ao empréstimo do BNDES foi em charutos
A live do presidente Jair Bolsonaro da última quinta-feira (27), foi marcada pela presença do presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Gustavo Montezano, momento no qual foi colocado que o empréstimo que o Banco fez à Cuba, durante a gestão de Lula, soma uma dívida de mais de R$ 3 bilhões e que a garantia foi em charutos.
“Cuba deixou em garantia recebíveis de venda de charutos domésticos. Se Cuba não pagasse, o governo brasileiro ia lá e ia penhorar as vendas de charuto lá em Havana, para poder ressarcir o cidadão Brasileiro”, disse Gustavo.
Diante dessa constatação, o presidente Bolsonaro pontuou uma fala de um dos grandes amigos de Cuba, que mesmo com todo esse desastre calçado no Brasil, ainda mantém aliança. “Eu vi há poucos dias Zé Dirceu falando que vão voltar ao poder e vão reatar esse relacionamento com o povo cubano”, relatou Bolsonaro.
Com isso, cabe a reflexão de que uma possível volta do PT ao poder representa, como já é de se esperar, tendo em vista muitas das negativas ações, mais uma presepada, neste contexto, no âmbito econômico, partindo do princípio de que Cuba prejudicou e muito a vida dos brasileiros.
Eleições 2022: WhatsApp e TSE terão ferramenta para denunciar disparos de mensagens em massa (Photo by Artur Widak/NurPhoto via Getty Images)
Eleições 2022: WhatsApp e TSE terão ferramenta para denunciar disparos de mensagens em massa
No pleito de 2018, app foi usado para a distribuição em massa de fake news
Telegram pode ser banido no Brasil
O WhatsApp vai ter uma ferramenta criada juntamente com o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) para denunciar a distribuição em massa de notícias falsas nas eleições deste ano. A informação foi divulgada pelo diretor de Políticas Públicas da plataforma no país ao Estadão.
Deste modo, caso a pessoa receba mensagens que considere suspeitas, poderá preencher um formulário no site da Justiça Eleitoral e, se realmente for um disparo ilegal de campanha, o WhatsApp poderá excluir a conta.
Além de poderem ter a conta banida no aplicativo, caso os responsáveis tenham relação direta com alguma campanha, a candidatura poderá sofrer sanções, explica a reportagem do Estadão.
Nas eleições presidenciais de 2018, o WhatsApp foi usado para a distribuição em massa de fake news. Inclusive, por conta disso, denúncias foram feitas contra a chapa do presidente Jair Bolsonaro. O caso foi julgado e a maioria do tribunal absolveu o presidente e seu vice, Hamilton Mourão.
Telegram
Em contrapartida, em meio a esse movimento do TSE e do WhatsApp, o Telegram pode virar alvo de medidas judiciais, podendo até ser banido no Brasil, porque é uma ferramenta de fácil disseminação de informações falsas. Além disso, tem sido acusada de não ser uma aliada no combate às fake news.
O Telegram foi criado pelo programador russo Pavel Durov, que não mostrou interesse em conversar com o ministro Luís Roberto Barroso, presidente do TSE, para evitar a disseminação de fake news e desinformações durante as eleições que vão acontecer este ano no país.
Mesmo assim, Barroso e ministros devem discutir internamente em breve como será a utilização da plataforma aqui Brasil.
Nesta quinta-feira (27), o presidente Jair Bolsonaro (PL) disse para seus apoiadores, na saída do Palácio da Alvorada, que é uma “covardia” o cerco do Ministério Público Federal (MPF) ao Telegram.
“A gente está vendo aqui a covardia que estão querendo fazer com o Brasil, né? Covardia, né?”, disse Bolsonaro.
Depois, uma apoiadora questionou o mandatário se estão querendo acabar com a comunicação entre os bolsonaristas. O presidente falou que não iria responder e que “estão tratando disso aí”.
Apoio de legendas menores é disputado pelos pré-candidatos a presidente da República.| Foto: Gazeta do Povo
No ano em que enfrentarão mais uma vez o fantasma da cláusula de barreira, partidos pequenos com representação no Congresso Nacional planejam com apreensão o seu futuro nas eleições de outubro. A imposição por lei de um desempenho mínimo nas urnas assombra as siglas nanicas, que podem desaparecer a partir de 2023 por falta de acesso aos recursos do fundo partidário e de exposição em rádio e TV.
Diante disso, e por uma questão de sobrevivência política, passou a ser crucial para os partidos pequenos o apoio a um presidenciável que atraia votos para os seus candidatos à Câmara dos Deputados.
A nove meses das eleições, a disputa está acirrada entre o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o presidente Jair Bolsonaro (PL), que busca a reeleição. Por isso, é esperado que a polarização entre ambos atraia a maioria das siglas menores.
Sergio Moro (Podemos), Ciro Gomes (PDT), João Doria (PSDB), Simone Tebet (MDB) e Rodrigo Pacheco (PSD) correm por fora como nomes da chamada terceira via e também negociam apoios entre os pequenos.
Dez partidos foram considerados para essa análise: PTB, Pros, Psol, Novo, Avante, PCdoB, Cidadania, Patriota, PV e Rede. Todos têm, hoje, menos de 11 deputados federais cada. O número é o mínimo que os partidos terão de fazer nas eleições deste ano para não serem punidos pela cláusula de barreira.
Os partidos irão precisar conquistar ao menos 2% dos votos válidos, distribuídos em pelo menos um terço das unidades da Federação, ou conseguir eleger 11 deputados federais distribuídos em nove estados. Esse desempenho mínimo vai ficar ainda mais rígido com o passar do tempo, exigindo 2,5% dos votos válidos em 2026 e 3% a partir de 2030.
Os pequenos que podem ficar com Bolsonaro nas eleições
Candidato à reeleição, Jair Bolsonaro espera contar com ao menos o apoio do PTB e do Pros entre os partidos pequenos. O alinhamento do PTB ao projeto político do presidente chegou a sofrer um abalo no ano passado, depois que o então líder da sigla Roberto Jefferson redigiu uma carta da cadeia em tom crítico a Bolsonaro e defendendo que o vice-presidente Hamilton Mourão fosse convidado a se candidatar ao Planalto pelo partido. A relação com Bolsonaro se fragilizou, mas o diálogo foi reconstruído com o partido sob a presidência de Graciela Nienov.
Lideranças políticas de PTB e Pros chegaram a discutir a formação de uma federação partidária junto com o PL, o partido de Bolsonaro, mas as conversas não só não avançaram como o PTB decidiu que agora não quer mais. Apesar de algumas lideranças defenderem a federação, a maioria do partido deliberou em convenção que não é a favor da medida, que obrigaria um alinhamento automático aos outros partidos nos próximos quatro anos.
A ideia também esfriou no PL. “É zero a possibilidade de o PL se federalizar com algum partido”, sustenta um dirigente partidário da sigla comandada por Valdemar da Costa Neto.
Já a expectativa de apoio do Pros se sustenta mais na relação de Bolsonaro com eminências pardas da sigla, como o senador Fernando Collor (AL) e o deputado federal Capitão Wagner (CE).
Os partidos de menor expressão que devem estar com Lula
Dos 10 partidos de menor expressão no Congresso, Lula e o PT esperam contar com o apoio de Psol, PCdoB e PV, por meio de uma federação partidária. Em dezembro, o PV anunciou formalmente apoio à candidatura do ex-presidente da República. Presidentes estaduais da sigla deram sinal verde para a criação da federação.
Já o alinhamento do PCdoB é considerado automático. O partido comunista sempre esteve ao lado do PT nas disputas pelo Palácio do Planalto, tendo inclusive indicado a ex-deputada Manuela D’Ávila como candidata a vice nas eleições de 2018 na chapa com Fernando Haddad.
Já o apoio do Psol está indefinido. A possibilidade de Geraldo Alckmin (sem partido), ex-governador de São Paulo, ser o vice de Lula nas eleições de outubro colocou em “banho maria” a adesão do partido à federação encabeçada por PT e PSB. O presidente do Psol, Juliano Medeiros, disse em entrevista ao site Poder 360 que a presença do ex-tucano dificulta a união da esquerda, embora não descarte apoio a uma chapa Lula-Alckmin.
Ciro corteja o apoio de siglas pequenas, mas já vislumbra chapa puro sangue
A possibilidade de o PT não construir uma grande federação partidária, com a participação da maioria das legendas da esquerda, é acompanhada com atenção pelo PDT. O PSB, que pode abrigar Alckmin, está irritado com a resistência da cúpula petista em apoiar alguns de seus candidatos a governos de alguns estados-chave, como São Paulo e Rio Grande do Sul.
O PDT chegou a se reunir com o PSB e teve encontros com a Rede Sustentabilidade, Solidariedade, Cidadania e PV, mas nenhuma das conversas avançou. O posicionamento que circula nos bastidores pedetistas é de que não seria uma surpresa o presidenciável da sigla, Ciro Gomes, ir novamente para a disputa com uma chapa pura. No lançamento de sua pré-candidatura, ele foi evasivo sobre a possibilidade de Marina Silva (Rede) ser sua vice.
Um dos motivos de incertezas sobre uma composição entre o PDT e a Rede é a possibilidade de o partido de Marina Silva se unir em uma federação partidária com o Psol. Além disso, a Rede prefere que a ex-ministra do Meio Ambiente seja candidata a deputado federal para ajudar a aumentar a bancada do partido.
Como estão as conversas de Moro com partidos menores
Após se filiar ao Podemos em novembro do ano passado, o ex-juiz Sergio Moro cogita se filiar ao União Brasil, partido que surgirá da fusão entre DEM e PSL, em comum acordo com o seu atual partido. O cálculo político é o seguinte: o futuro partido terá mais dinheiro para gastar na campanha eleitoral e exposição em rádio e TV, além de maior capilaridade nos estados. Isso tudo, somado, pode alancar a pré-candidatura do ex-juiz ao Palácio do Planalto.
Paralelo a essa negociação, que é tratada em sigilo absoluto, o Podemos dialoga com a cúpula do Cidadania, que tem o senador Alessandro Vieira (SE) como pré-candidato. Não existe, contudo, uma intenção do partido de Moro em uma federação partidária, mas alianças nos estados para candidaturas majoritárias não são descartadas.
“Uma federação entre Cidadania e PSDB é possível porque são aliados históricos, comungam de teses parecidas da social democracia e têm alguns liberais também em ambos os partidos”, diz o deputado federal Daniel Coelho (Cidadania-PE), vice-líder do partido na Câmara e membro da Executiva Nacional da legenda.
No caso do Podemos, Coelho admite que há um bom relacionamento, mas não a ponto de identificar uma afinidade ideológica. “Tem uma composição um pouco mais diferente”, diz. Já no caso do União Brasil, ele também não identifica uma afinidade. “É um partido muito mais conservador. O Cidadania é um partido que abriga sociais democratas, liberais, mas não é um partido conservador”, justifica.
Além desses partidos, o Podemos também negocia com lideranças do Novo, a exemplo do governador de Minas Gerais, Romeu Zema, e caciques do Patriota, como o próprio presidente da sigla que fechou as portas para Bolsonaro, Ovasco Resende. Moro se reuniu com Resende, mas as negociações não avançaram.
Lideranças do Novo são simpáticas à possibilidade de um apoio a Moro caso seu pré-candidato, Felipe d’Ávila, não se viabilize. Já Resende disse ao jornal Correio Braziliense que a decisão sobre a eleição presidencial será tomada depois do parecer das lideranças estaduais. A legenda aguarda para saber se lança uma candidatura própria ou se apoia algum candidato à Presidência.
Como Doria e Tebet se movimentam
Enquanto dá como praticamente certa a composição com o Cidadania, o PSDB de João Doria mantém conversas com o MDB da senador Simone Tebet. O partido tucano surgiu de uma cisão no antigo PMDB e uma aliança entre as duas legendas é tratada agora como uma possível volta às origens. Não há, contudo, perspectivas de alianças de ambos junto a partidos menores.
Doria já fez elogios públicos e Tebet e não esconde de ninguém o desejo de que ela seja candidata a vice na chapa presidencial do governador de São Paulo. A senadora teve atuação destaca na CPI da Covid. Mas, por enquanto, a candidatura de Tebet é vista como um caminho sem volta pelo presidente nacional do MDB, deputado Baleia Rossi (SP).
Olhando com carinho para o Entorno, o estado goiano conseguiu através da Secretaria de Comunicação integrar todo seu território
O governo Ronaldo Caiado conseguiu um feito jamais atingido por outras administração: integrar efetivamente os munícipios do Entorno ao restante do Estado. O jornalista Tony Carlo, que até o início desta semana respondia pela Secretaria de Estado de Comunicação, foi o responsável por unir os goianos através da informação.
O trabalho executado por Tony foi destacado por veículos de Goiânia e do Distrito Federal. Não à toa, Ronaldo Caiado é hoje o governador mais bem avaliado no Entorno. E a comunicação o ajudou a entender as demandas da região e levar as obras prioritárias que a população necessita.
A sinergia é tanta, que antes de qualquer planejamento para o Entorno, outras áreas do governo iam buscar no secretário Tony Carlo, cooperação para operações associadas e esforços simultâneas no atendimento a sociedade do Entorno.
O Entorno é composto com quase 30 cidades. E sempre foi esquecido pelo Palácio das Esmeraldas em governos passados. Como também era negligenciado pela Secretaria de Comunicação, que dava as costas para os veículos de imprensa da região.
A situação começou a mudar no governo Caiado, com a entrada de Tony Carlo na Secom-GO. Se antes o Entorno era tratado como o problema, e suas demandas esquecidas ou jogadas para a responsabilidade do Distrito Federal, na gestão atual mudou completamente. Tornou-se prioridade.
Goiânia, onde fica a sede do governo goiano, deixou de dar as costas para o Entorno. Sua população, através do trabalho de comunicação, como portais e veículos alternativos de notícias, foi reconhecida.
Ganhou a Secom, que pode expandir sua área de atuação; ganha o governador Caiado que consegue entender e atender as necessidades dos goianos do Entorno; e ganha o Entorno que hoje pode bater no peito e dizer “somos todos goianos” e “temos um governo que olha para a nossa gente”.
Uma comunicação eficiente e que integra a sociedade faz toda a diferença na vida da população e de uma administração pública.
A experiencia profissional e a forte atuação do jornalista Tony Carlo, à frente da Secretaria de Comunicação, servirá de legado ao atual e os seguintes governos de Goiás.
Na madrugada desta sexta-feira (28), os cabos que alimentam o Data Center do Departamento de Trânsito do DF foram cortados. A polícia já foi acionada e está investigando a ocorrência.
Os cabos que foram danificados alimentam os geradores, o no break e todos os sistemas do Departamento.
O Detran já está empenhando todos os esforços para restabelecer os serviços o mais rápido possível. A expectativa é de que os sistemas voltem ao longo do dia ainda nesta sexta-feira.
Encontro na sede da Secretaria de Desenvolvimento Econômico contou com a participação de representantes dos setores público e privado
Reunião na sede da Secretaria de Desenvolvimento Econômico debateu o programa Cartão Creche com empresários | Foto: Divulgação/SDE
“Este encontro é fundamental para alinharmos o avanço do programa em todo o Distrito Federal” Danillo Ferreira, subsecretário de Fomento ao Empreendedorismo da SDE
A Secretaria de Desenvolvimento Econômico (SDE) realizou, nesta quinta-feira (27), reunião com empresários e donos de creches no Distrito Federal para tirar dúvidas e dar orientações sobre o credenciamento, análise e regulamentação do Programa Cartão Creche, transformado na Lei Distrital (nº 7.064/22).
O encontro contou com a presença do subsecretário de Fomento ao Empreendedorismo da SDE, Danillo Ferreira; do subsecretário de Apoio às Políticas Educacionais (Suape) da Secretaria de Educação, Isaias Aparecido da Silva; dos representantes do Banco de Brasília (BRB), Gleison Lima e Ricardo Marques; da presidente do Sindicato dos Estabelecimentos Particulares de Ensino do Distrito Federal (Sinepe-DF), Ana Elisa, e da deputada distrital Jaqueline Silva.
“Este encontro é fundamental para alinharmos o avanço do programa em todo o DF. Os representantes das creches puderam exemplificar assuntos fundamentais para o aprimoramento do Cartão Creche e a Secretaria de Desenvolvimento Econômico está empenhada em buscar essas soluções”, destacou o subsecretário Danillo Ferreira.
A deputada distrital Jaqueline Silva enalteceu os esforços do GDF na transformação do programa e reforçou a necessidade de ampliação dos números de vagas para as creches. “Faço questão de parabenizar o governador Ibaneis Rocha pela sensibilidade em atender nossos pedidos em prol das crianças da nossa cidade nesse programa. Nosso outro apelo é para que mais crianças possam ser atendidas. Sabemos a importância da creche para tantas famílias e esse tem que ser um objetivo a ser alcançado”, disse.
O subsecretário de apoio às Políticas Educacionais, Isaias Aparecido da Silva, prometeu esforços complementares da Secretaria de Educação. “Quero nos colocar à disposição para fazermos uma comunicação direta entre os envolvidos nos programas e solucionar as questões que foram colocadas na reunião”, frisou.
Cartão Creche
O Cartão Creche foi lançado em fevereiro de 2020 pelo governador Ibaneis Rocha. Na época, o chefe do Executivo informou que o programa visava reduzir o déficit de 20 mil pedidos para vagas de creche. Por meio de um cartão magnético, é disponibilizado o pagamento mensal a um responsável legal do beneficiário, que faz o pagamento da mensalidade à instituição educacional privada credenciada.
O programa Cartão Creche transformou-se em Lei Distrital (nº 7.064/2022), sancionada no último dia 12 de janeiro de 2022.
Ele assume novo mandato, até o final de 2022, para continuar o trabalho de políticas públicas em prol do DF e de mais seis estados
Até o final de 2022, o governador Ibaneis Rocha será o presidente do Consórcio Brasil Central, que reúne o DF e os estados do Maranhão, Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Rondônia e Tocantins | Foto: Paulo H. Carvalho/Agência Brasília
“Vamos prosseguir com os projetos importantes para o Consórcio. A reunião foi uma prestação de contas do primeiro período que estive à frente como presidente e também a eleição para o próximo mandato, que se inicia neste momento” Governador Ibaneis Rocha
O governador do Distrito Federal, Ibaneis Rocha, foi reeleito presidente do Consórcio Brasil Central (BrC) na Assembleia Geral do grupo, realizada virtualmente nesta quinta-feira (27). O chefe do Executivo local, que ocupou o cargo ao longo de 2021, foi mantido para um novo mandato até o final de 2022.
“Vamos prosseguir com os projetos importantes para o Consórcio. A reunião foi uma prestação de contas do primeiro período que estive à frente como presidente e também a eleição para o próximo mandato, que se inicia neste momento. Fui reconduzido para continuar o trabalho junto a todo o corpo técnico do Brasil Central”, afirma Ibaneis Rocha.
Na assembleia, o presidente do Banco de Brasília, Paulo Henrique Costa, anunciou o lançamento da linha de crédito BRB para financiar a economia de baixo carbono. São linhas destinadas a fontes de energia renováveis; a iniciativas que visem à redução de combustíveis fósseis; a agricultura de baixo carbono; e a não realização de operações em locais desmatados ilegalmente ou em áreas de proteção ambiental.
“O BRB vem passando por uma transformação e tendo impacto na economia do DF e se posiciona como parceiro estratégico na execução de políticas públicas para o consórcio”, reforça Paulo Henrique Costa.
Já o secretário-executivo do BrC, José Eduardo Pereira Filho, destacou a força e potencial do grupo. “A tônica do consórcio é a cooperação e o protagonismo do Centro-Oeste e dos estados do Maranhão, Tocantins e Rondônia. Temos um grupo representativo, que conta com 21 senadores e 75 deputados federais, e que juntos podemos buscar soluções para esses estados.”
Além da reeleição de Ibaneis, foram tratados outros temas de interesse dos participantes do Consórcio, que são o DF e os estados do Maranhão, Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Rondônia e Tocantins.
Governadores e representantes desses estados trataram de linhas de crédito para projetos sustentáveis; de ações de combate a incêndio e programas de educação ambiental junto ao Ibama; questões sanitárias, como o combate à dengue, chikungunya e zika vírus; e também a compra compartilhada entre os participantes, sendo este um dos principais temas tratados pelo consórcio, uma vez que objetiva e facilita a redução de preços nas aquisições.
Presidente do Consórcio entre 2018 e 2020, o governador do Mato Grosso do Sul, Reinaldo Azambuja, desejou sucesso ao governador Ibaneis no novo mandato. “Você conta com nosso apoio para conduzir os trabalhos, uma iniciativa que idealizamos lá em 2015 pelo potencial desses estados. Vamos seguir fortalecendo nossos estados”, disse.
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