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Passageiros enfrentam transtornos no segundo dia de greve no metrô

O segundo dia da greve dos metroviários causou transtornos para vários passageiros nesta manhã de sexta-feira (10/11). Em Ceilândia, quem precisou pegar o metrô na estação Guariroba encontrou apenas o portão fechado, já que a estação estava funcionando apenas para o desembarque. A Companhia do Metropolitano do Distrito Federal (Metrô-DF) afirmou que 20 dos 24 trens vão circular hoje nos horários de pico.

Assim como nessa quinta-feira (9/11), alguns passageiros reclamaram dos transtornos causados pela paralisação. Sem ter certeza do fechamento da estação que utiliza todos os dias para ir trabalhar, Tainara Barbosa, de 18 anos, lamentou por não ter conseguido se programar para mais um dia de greve. “Ainda vou ter que pedir para minha carona voltar e ver se me deixam em outra estação, senão chego atrasada”, diz a moça, que trabalha em uma loja no Conic, na área central de Brasília.

Outros passageiros tiveram de andar cerca de 1km para pegar o metrô nas estações Ceilândia Sul ou Centro. O problema, segundo eles, é que mesmo na estação Ceilândia Centro, onde o funcionamento seria normal, o tempo de espera na fila ultrapassava os 30 minutos.

Filas nas estações

De acordo com os funcionários do Metrô-DF, havia apenas duas catracas funcionando, uma para o sistema de bilhete único e outra para os cartões convencionais. Com isso, uma fila de cerca de 40 metros. O usuário sem bilhete único conseguia passar com mais rapidez na catraca específica.

Apressada, a publicitária Andréia Belísio, 37 anos, esperou por mais de meia hora para passar da catraca. “É horrível. A gente paga por um serviço que não funciona”, reclamou.

Paralisação total irrita passageiros

O fechamento da estação Praça do Relógio, no centro de Taguatinga, às 10h, prejudicou quem ia ao trabalho ou até mesmo em busca de um novo serviço. É o caso de Marcelo Campos, 21 anos, que perdeu uma entrevista de emprego. “Não basta pagar tanto imposto e ainda passar por isso”, desabafou o jovem.

Como as estações devem ficar fechadas novamente a partir das 20h30, a secretária Meiriane Lopes está preocupada com a volta para a casa. Ela chegou ao terminal por volta de 10h20 e deu de cara com o portão fechado. “É um absurdo (a greve). O serviço do metrô é péssimo. Qualquer coisa é motivo para eles pararem de trabalhar. Provavelmente terei que vir de ônibus. Vou gastar mais tempo e dinheiro”, lamentou.

Reclamações na Rodoviária do Plano Piloto

A grade que separa a estação Central do Metrô do restante da Rodoviária do Plano Piloto ficou cheia de gente em busca de informações sobre a greve. Junto com o estudante Jorge Tavares, 25 anos, cinco pessoas pararam na frente dos portões para perguntar sobre o fechamento. Para ele, o Governo e o Metrô deveriam ter mais cuidado e informar a população. “Se eu não tivesse vindo perguntar, jamais saberia que vão reabrir à tarde. Não há nenhum aviso no portão”, reclamou Jorge.

A situação para Mércia Souza, 53 anos, foi ainda mais emblemática. Ela precisou convencer durante 10 minutos um funcionário para que a deixasse entrar. A publicitária não queria embarcar, mas, sim, buscar a mãe. que a esperava sentada próximo dos caixas de bilhete. “Eu só queria buscá-la. Mais nada. Mas sei que é o trabalho deles”, opinou Mércia.

A paralisação prejudicou até mesmo quem não era passageiro. A servidora pública Ana Nogueira, 57 anos, queria utilizar os caixas eletrônicos do local. Porém, a insistência com um dos guardas que coordenava o fechamento foi em vão. “Eu precisava sacar para pegar um ônibus, somente. Vou até o Conjunto Nacional pra isso, sendo que era mais fácil fazer logo aqui”, explicou, indignada.

Os serviços do metrô deverão retornar às 16h30. As estações deverão ser fechadas novamente às 20h30.

Nova assembleia discute rumos da greve

Na tarde de quinta-feira (9/11), os metroviários decidiram manter a greve por falta de acordo com a Subsecretaria de Relações do Trabalho do Terceiro Setor. Durante a reunião no Palácio do Buriti, o governo prometeu entrar em contato novamente para tentar uma negociação. Entretanto, não há data prevista.

Com isso, por volta das 15h desta sexta-feira (10/11), a categoria se reúne novamente para decidir quais os próximos passos a serem tomados diante da greve, em assembleia no Tribunal Regional do Trabalho da 10ª Região (TRT).

O Sindicato dos Metroviários do Distrito Federal reinvidica a contratação imediata dos mais de 600 selecionados em concurso promovido em 2014, bem como o reajuste salarial referente ao Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) de 8,41%, que está atrasado desde 2015.

Fonte: CB

 

Conectado ao Poder – 11/11/2017 (Novo horário, das 6h às 8h)

Sábado (11/11) tem programa Conectado ao Poder na rádio OK FM. Agora em novo horário. Sintonize em 104,1 FM, das 6h às 8h e participe pelo WhatsApp (61) 99320-8474.

Ranking aponta Caiado como o melhor parlamentar de Goiás

O líder do Democratas no Senado Ronaldo Caiado (DEM) é o melhor parlamentar de Goiás, de acordo com Ranking dos Políticos elaborado pelo site politicos.org.br.
O senador goiano atingiu 197 pontos no ranking, que leva em conta critérios como assiduidade nas sessões, privilégios, processos judiciais e qualidade dos projetos apresentados.
Sempre busco, acima de tudo, honrar os votos dos goianos. Com ética e honestidade. Para isso, não fujo do meu papel: fiscalizar, apontar os erros e irregularidades cometidos por outros agentes, propor projetos, caminhos e soluções para os problemas. Ferramentas do tipo sempre são válidas e ajudam a prestar contas dos mandatos, que cada vez mais precisam ser transparentes no trabalho em defesa do cidadão.
Em entrevista ao Diário da Manhã, os idealizadores do site, Renato Feder e Alexandre Ostrowiecki, explicaram que a ideia do ranking é ajudar os brasileiros a escolherem melhor seus representantes no Congresso.
“Classificamos os legisladores do melhor para o pior. Sabemos que existe uma enorme quantidade de corruptos e incompetentes na política brasileira. No entanto, se votarmos em massa nos melhores (ou menos piores) incentivaremos uma melhora no panorama político do Brasil”, explicam.
Atlas Político
No ranking Atlas Político, Caiado atingiu 4.136 pontos, o que o deixa em primeiro lugar entre os políticos goianos no Congresso.
A pontuação é baseada em critérios como representatividade, fidelidade partidária, ativismo legislativo e a qualidade do debate parlamentar.
Matéria: Assessoria Liderança Democratas Senado

 

Saúde no Distrito Federal nas mãos da justiça

Por Luciana Conti

Com a evolução da conectividade e do acesso a informações virtuais mais profundas, pleitear os direitos dos cidadãos na área da saúde junto às esferas jurídicas nunca foi tão real e amplo. As pessoas descobriram que, dessa forma, conseguem alcançar medicamentos de alto custo, próteses e outros produtos fornecidos pelo Sistema Único de Saúde que não estão disponíveis para o público em geral. É um caminho que tem dado aos pacientes uma esperança, se não de cura, de uma sobrevida. Um medicamento, um leito de UTI, marcação de cirurgias e até as necessidades mais básicas de saúde viraram caso de justiça.

Esse cenário levou à generalização e até uma banalização nos processos. Um amontado de pedidos que levam a Justiça a determinar ao Ministério da Saúde que forneça desde um leito em UTI, de um medicamento mais complexo até um uma simples aspirina, de acordo com dados do órgão. Processos esses que poderiam ser evitados com algumas alterações na legislação brasileira. No outro polo da situação estão os laboratórios e indústrias farmacêuticas que se encontram, muitas vezes, impedidos de produzir determinados medicamentos, necessários e eficazes, em virtude de lei. Ou mesmo a questão econômica que sucateou os hospitais.

E, na capital do país, o cenário não é muito diferente. A crise política e financeira que se instalou na cidade parece cooperar para que a judicialização se torne lugar comum, e seria um grande ganho para a população se isso resolvesse a questão. Mas o que se vê são diversas decisões jurídicas sendo descumpridas por não haver condições financeiras, técnicas e estruturais de se realizar.

Sandra Costa, servidora da área da saúde, acredita que “a judicialização da saúde já uma realidade, mas deve ser utilizada para permitir o acesso à saúde e não para contribuir com interesses divergentes que impedem o bem comum.”

Enquanto as leis federais parecem emperrar grande parte do processo geral de saúde, não se tem notícias de ações propostas pela Câmara Legislativa do DF no sentido de buscar viabilizar junto ao poder público local uma maneira de minimizar esses impactos ou mesmo propor mudanças junto ao Congresso.

Há ainda o desvio de competência. Muitas vezes, as decisões judiciais não envolvem a esfera local, fugindo ao alcance da Secretaria de Saúde, o que complica ainda mais a situação de quem busca soluções urgentes e fica cada vez mais distante a definição do que é, de fato, de responsabilidade do Governo de Brasília daquilo que cabe à esfera federal.

No único país onde se mantém um Sistema Único de Saúde que prevê, constitucionalmente, o fornecimento gratuito de serviços e medicamentos, a população ainda sofre com a espera e com a incerteza, enquanto o governo não define novas políticas que minimizem ou anulem essa necessidade de recorrer à Justiça para ter garantido seu direito.

Entrevista | “O PSD nunca teve um relacionamento como parceiro do governo Rollemberg”, diz Rogério Rosso

Por Sandro Gianelli

O presidente do PSD-DF, deputado federal Rogério Rosso, concedeu entrevista para a Associação dos Blogueiros de Política do Distrito Federal e Entorno (ABBP). O encontro foi realizado na Associação Comercial do Distrito Federal (ACDF). Rosso fez uma avaliação em relação ao envolvimento do PSD com o governo Rollemberg e falou das eleições de 2018. A Coluna On´s e Off´s trouxe um resumo das declarações.

Eleição 2014

“Entendo que mesmo numa eleição a aliança não deve ser pragmática, tem que ser programática.”

Excluído

“Fizemos essa aliança (PSB, PSD, PDT e Solidariedade) e no primeiro dia após o segundo turno, que se iniciou as questões relativas a transição, o PSD não foi chamado, e nem nós nos convidamos, pode até ser uma falha nossa, mas o PSD não vai aonde não é convidado.”

Fora da transição

“O PSD não participou de nenhuma reunião de transição, de nenhuma priorização de etapas do governo Rodrigo Rollemberg naquele início.”

Cidades

“No final de dezembro fizemos uma sugestão para o Rollemberg, depois dele ter levantado os dados da transição, nós sugerimos que ele criasse ou uma coordenadoria ou uma secretaria das cidades. Foi a única sugestão que nós demos e ela não foi aceita naquele momento pelo governador.”

Governo fechado

“Nós passamos a entender a forma do governo Rollemberg de trabalhar, que foi uma forma fechada.”

Decisões equivocadas

“Ele (Rollemberg) não compartilhou problemas, desafios ou soluções, tomava decisões, que eu diria inclusive erradas, decisões equivocadas, que eu jamais teria tomado, se ele tivesse me consultado ou consultado nosso partido.”

Sem parceria

“Para ter rompimento tem que ter relacionamento, eu diria que o PSD nunca teve um relacionamento como parceiro de governo, do governo Rollemberg.”

Sobram motivos

“Fiz uma pergunta para o senador Rodrigo Rollemberg em 2013: quais foram os motivos que o levaram a romper com o Agnelo. Os motivos que ele me disse, o PSD teve nos primeiros dias de governo.”

Responsabilidade

“Diferentemente de um partido que está na base, que tem condições de romper, o PSD tem que ter muita responsabilidade nas nossas decisões. Essa antecipação, dessa movimentação, visando cargos no ano que vem é natural, tendo em vista que o próprio governo Rollemberg não está bem avaliado.”

Rompimento

“Nos próximos dias o PSD vai se reunir e a decisão vai ser no campo da executiva do partido. Sou o presidente do partido, mas a decisão será do grupo. A executiva tomará uma decisão muito em breve e não tem meio termo, ou vamos continuar no governo, ou o Renato Santana vai continuar sendo vice, mas com transparência, ele vai avisar o governador Rodrigo Rollemberg que o PSD entende que a sua plataforma de gestão, a sua forma de fazer gestão, as suas ações, além de não serem sintonizadas com nosso partido, nós temos outras prioridades para o DF.”

Será?

“O Renato é vice até o último dia do mandato, mas quem disse que o Renato não pode ser candidato a governador? E se o partido entender que o Renato pode ser candidato a governador?”

Eleições 2018

“Nossa prioridade agora não é fazer reunião para saber para onde o partido vai, mas o PSD deverá pleitear uma vaga majoritária.”

Administrações regionais

“Entendo que essa proposta (eleição de administrador) do Rodrigo Rollemberg, que nem foi adiante, ela deveria ser precedida por uma autonomia financeira. Eu diria que hoje é ilegítimo, que um morador (de região administrativa) tenha todos os impostos que ele paga, recolhidos para o caixa central.”

Independência financeira

“Entendemos que parte desse dinheiro que a população paga, deve ficar na sua cidade para que um conselho dessa cidade, formado por empresários e a comunidade decidam para onde vai ficar esse recurso.”

Perda da autonomia

“Mais um governo atrapalhado e nós temos chances de perder a autonomia do Distrito Federal, não é um, não são dois, são vários parlamentares, de outros estados, que entendem que os constituintes erraram em dar autonomia para o DF. Essa discussão é muito séria, principalmente em momentos de crise econômica.”

Capital de todos

“Proteger o Distrito Federal é proteger o Brasil. Tenho trabalhado com outros deputados de outras bancadas, do Brasil todo, para que entendam que Brasília é a Capital de todos eles e não uma unidade da Federação que compete com a deles.”

Liderança

“Fui líder do PSD na Câmara dos Deputados durante dois anos. Tive uma missão bastante difícil que foi presidir a Comissão do Impeachment, naquele momento a economia estava num momento bastante difícil. Além do crime de responsabilidade o Brasil estava num momento crítico do ponto de vista econômico.”

Destaque

“Vários institutos me consideraram um dos parlamentares mais influentes do Congresso. Não me considero influente. Sou novato, nunca tinha sido parlamentar. Só me considero um porta voz dos legítimos segmentos do DF.”

Reforma Trabalhista

“Votei favorável a Reforma Trabalhista, por convicção, entendo que ela não gera desemprego, ela reduz o peso sobre as empresas, o que de certa forma a consequência é a geração de emprego.”

Terceirização

“Votei pela regulamentação da terceirização do setor privado, mas absolutamente, por cautela, contra a terceirização das atividades fins do setor público.”

* A Coluna é escrita por Sandro Gianelli e publicada de segunda a sexta no Blog do Sandro Gianelli, no Jornal Alô Brasília e no Portal Alô Brasília.

Chuva forte e rajadas de até 50km/h, em Brasília, causam estragos

A chuva forte que atingiu Brasília na madrugada desta quarta-feira (8/11) deixou estragos nas vias da cidade. Ao ir ao trabalho nesta manhã, o motorista teve de se desviar de árvores, galhos e até frutas caídas sobre as pistas. O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) registrou rajadas de até 50km/h, consideradas fortes, por volta de 1h. E o tempo deve permanecer fechado e muito chuvoso, prevê o órgão, que não descarta novas ventanias. A temperatura varia entre os 18°C e os 26°C durante o dia.
Por causa das rajadas, o Corpo de Bombeiros precisou deslocar equipes para diversos pontos do DF para desobstruir vias repletas de galhos, especialmente na Asa Norte e no Lago Norte. O caso mais grave aconteceu na 411 Norte, onde uma árvore caiu sobre um carro que estava estacionado na quadra. Como a planta ficou caída entre um bloco e outro, os bombeiros tiveram de serrar os galhos, ainda na madrugada, para evitar complicações no trânsito. Não há registro de acidentes mais graves, segundo a corporação.
Reprodução/CBM
A via L2 Norte, na altura da 607, também ficou obstruída com uma árvore caída sobre a pista. Como a ação dos bombeiros ocorreu durante a madrugada, não houve engarrafamento na área. No entanto, vias no DF registram congestionamento e complicações no horário de pico da manhã desta quarta-feira.
O meteorologista do Inmet Luiz Cavalcanti explica que essas rajadas fortes surgem rapidamente, o que dificulta a previsão. “Elas não são constantes, e a intensidade dos estragos depende muito de onde (o vento) acontece”, descreve. O especialista alerta para os riscos de maiores danos em ventanias repentinas, como as que aconteceram nessa última noite. “Uma corrente de ar forte pode destelhar uma casa”, exemplifica. Houve registro de destelhamento no Lago Norte na madrugada.
Asa Sul, Cruzeiro, Núcleo Bandeirante entre outras ficaram sem luz
Os fortes ventos também danificaram a rede elétrica no início da madrugada. Quadras do Lago Norte, Núcleo Bandeirante, Cruzeiro, Asa Norte, Asa Sul e Sudoeste ficaram às escuras por volta de 1h. Às 8h desta quarta-feira, a luz ainda não havia voltado ao Cruzeiro Velho.
Como a chuva derrubou árvores sobre a fiação, a Companhia Energética de Brasília (CEB) precisou cortar o fornecimento em algumas cidades para que o Corpo de Bombeiros pudesse retirar os galhos. Isso aconteceu, por exemplo, no Setor de Clubes Esportivos Sul, onde cabos energizados caíram sobre as pistas e a calçadas. Ninguém se feriu, segundo a corporação.

Lago Norte teve bastente estrago

Uma das regiões mais afetadas pela tempestade foi o Lago Norte. Moradores contaram que suas casas tiveram as telhas arrancadas pela forte ventania. Além disso, árvores caídas provocaram a queda de energia nas comerciais. Empresários locais contabilizaram o prejuízo. É o caso de João Maria de Lima, dono de uma padaria. “Não vamos servir pão nesta manhã. Calculo que o prejuízo ficará, no mínimo, em R$ 1400, que é o valor do aluguel do gerador por 8 horas”, lamenta.
Fonte: CB

27ª Sabatina ABBP entrevista deputado federal Rogério Rosso

A 27ª edição do projeto Sabatina ABBP desta segunda-feira (06), entrevistou o deputado federal Rogério Rosso (PSD).  Rosso é presidente da Frente Parlamentar Mista pela Defesa/, Apoio e Fortalecimento da Região Integrada de Desenvolvimento do Distrito Federal e Entorno (FPRIDE) e presidente do PSD/DF.

Na entrevista, o parlamentar não confirmou a reedição para 2018 da aliança que resultou na eleição do governador Rodrigo Rollemberg em 2014.  A aliança que levou à indicação de Renato Santana para compor a chapa como vice estremeceu durante o governo Rollemberg.

O governador e Santana se afastaram e o PSD perdeu espaço na administração. Hoje a relação é fria.

Eleições 2018

“A decisão será no campo da executiva do partido que em breve estará tomando uma decisão.”

Gestão Rollemberg

“O Distrito Federal vem passando por problemas de gestão gravíssimos. Mais um governo atrapalhado e nós temos chance de perder a autonomia do DF.”

Sobre Renato Santana

“Se o partido entender que Renato poderá se candidatar, porque não? Eu garanto que o dia de Renato Santana, é muito mais intenso do que de qualquer secretário.”

Operação Panatenaico

Rosso disse que nada a tem a ver com a citação de seu nome na como supostamente envolvido em irregularidades na obra do Estádio Nacional Mané Garrincha. “Estou muito tranquilo com minha consciência. Eu fui citado por um terceiro. Quando em entrei em março de 2010, a licitação do Estádio já estava no tribunal de contas.”

Entorno

“Trabalho na frente parlamentar do entorno. Neste ano nós tivemos um embate com a bancada da Amazônia para fazer um acordo sobre a Proposta de Emenda à Constituição que prevê a criação da Zona Franca do Entorno do Distrito Federal.”

Quer saber mais sobre a sabatina com Rogério Rosso? Visite os blogs abaixo.

Sandro Gianelli (Blog do Sandro Gianelli / Programa Conectado ao Poder – Rádio OK FM / Coluna On´s e Off´s – Jornal Alô Brasília); Hudson Cunha (Blog do Hudson Cunha); Maria Célia (Blog da Maria Célia Leão); José Gurgel (Guerrilheiro do Cerrado); Josiel Ferreira (Tudo Ok Notícias); Kleber Karpov (Politica Distrital); Paulo Fernando (Paulo Fernando); Paulo Melo (Blog do Paulo Melo); Silvano Lima (Informa Tudo DF); Marc Arnold (Política DF em Números); Ricardo Lima (Blog Bombeiros DF); Sergio Loros (Blog Informando e Detonando); e Danúbio Martins, padrinho da ABBP.

Sobre as entrevistas

Para participar entre em contato com o diretor de Relações Institucionais, Hamilton Silva – (61) 99874-4201. Vale lembrar que o projeto Sabatina ABBP é realizado com o apoio da Associação Comercial do Distrito Federal (ACDF).

 

Fonte: ABBP

Entrevista | “O maior problema do DF é a gestão”, diz Robério Negreiros

Por Sandro Gianelli

O deputado distrital Robério Negreiros (PSDB) concedeu entrevista ao programa Conectado ao Poder, da Rádio OK (104,1 FM), no último sábado. Robério é o segundo secretário da Câmara Legislativa do DF. Conversamos sobre sua atuação parlamentar, eleições 2018, a disputa interna do PSDB e o governo Rollemberg. O Conectado ao Poder é apresentado por este colunista, todo sábado, das 6h às 8h. A Coluna On´s e Off´s trouxe um resumo das declarações.

PSDB nacional

“Como parlamentar do partido eu não participei das negociações em nível nacional. Houve a participação da Maria de Lourdes Abadia e do governador Rodrigo Rollemberg, juntamente com a cúpula do PSDB, que envolve o grupo político do Alckmin (governador de São Paulo).”

Expulsão

“Para quem não sabe a Abadia é a filiada número 001, além de fundadora do PSDB aqui no DF. Acho muito difícil o Izalci expulsá-la como ele tem dito”.

PSDB local

“Ficou muito feio para o deputado Izalci, que estava alardeando que comandava o partido, mesmo sendo de uma maneira muito autoritária. Um partido grande igual o PSDB, um partido que se dizia democrático. Quando me filiei à sigla foi nessa intenção. Para mim o Izalci é um ex-presidente partidário em exercício.”

Distanciamento

“O Izalci começou a se distanciar de todos os grupos do PSDB, num primeiro momento eu estava ao lado dele e deixava muito claro que não aceitaria qualquer tipo de cisão.”

Filiação

“Me filiei ao PSDB atendendo um convite do Izalci e do Ministro (das Cidades) Bruno Araújo (deputado federal por Pernambuco). Hoje o Izalci esta alardeando que minha filiação não foi a convite dele, mas além do Bruno, o Izalci também me convidou.”

Independência

“Sempre vou ser independente. Não entrei na política para ser submisso a ninguém. Não enrolo, sempre tomo minhas decisões com rapidez. Certo ou errado entendo que o bom parlamentar é o que vota e tem posicionamento. O parlamentar que fica em cima do muro é reprovado pela sociedade.”

Reeleição

“No PSDB eu tomei meu posicionamento e sempre serei contrário ao Izalci. Não tem mais jeito, a forma dele fazer política não é a minha forma de fazer política. Nunca quis o lugar dele, até mesmo porque provavelmente vou buscar minha reeleição. Dificilmente serei candidato a deputado federal.”

Majoritário

“Entendo que na política existe uma fila, esse não é o meu momento para concorrer a nenhum cargo majoritário. Ainda tenho muito a aprender.”

Mãos atadas

“Eu creio que se pudesse fazer uma Lei, quem tinha que ouvir a população não eram os deputados, tinha que ir o governador, junto com os deputados, porque muitas vezes a gente fica de mãos atadas”.

Sol Nascente

“O que aconteceu no Sol Nascente, com as chuvas, é um exemplo, nenhum parlamentar tem condição de fazer algo. A menos que seja botar a mão na massa. O governo que

deve estar presente numa situação dessa e as vezes a população não entende isso. O que vai resolver é a aplicação regular dos recursos.”

Segunda secretária

“Como segundo secretário da CLDF estou feliz com as realizações que temos feito como a criação do Labhinova (responsável pela transparência dos atos da CLDF), em breve teremos um restaurante na Câmara, estamos trabalhando para reformar o Plenário e os elevadores, além das melhorias que vão proporcionar um conforto maior para a sociedade.”

Administrações

“Temos que voltar com os cargos técnicos das administrações para potencializar a efetividade dos administradores. Assim que as administrações perderam o poder de fiscalização, passando para a Agefis, tudo foi se perdendo, os alvarás, etc. Hoje os administradores não conseguem resolver quase nada.”

* A Coluna é escrita por Sandro Gianelli e publicada de segunda a sexta no Blog do Sandro Gianelli, no Jornal Alô Brasília e no Portal Alô Brasília.

A 45 dias do verão, Saúde do DF já prepara combate ao Aedes aegypti

Se o início do período chuvoso significa alívio paras os reservatórios, as pancadas preocupam pela incidência do Aedes aegypti. A 45 dias do verão, período mais crítico do ano para as infecções transmitidas pelo mosquito, a Secretaria de Saúde está em alerta para o controle da dengue, zika e chicungunha. Com os primeiros temporais, ocorre um aumento de insetos. Em 2017, 3,8 mil pessoas tiveram dengue no DF, sendo que 11 morreram. Planaltina, Ceilândia, Samambaia, Gama, São Sebastião, Santa Maria, Taguatinga, Recanto das Emas, Estrutural e Guará concentram os casos.
A batalha contra o Aedes se repete a cada ano. A capital conta com 530 agentes de vigilância em saúde para o combate. A Secretaria de Saúde garante que todas as regiões administrativas passaram por inspeção. A intenção é neutralizar o inseto em suas diversas fases de vida — ovo, larva e mosquito. Para isso, não se pode deixar água parada. “A transmissão das doenças ocorre por criadouros que estão dentro de casa; por isso, não podemos deixar o mosquito nascer”, explica o diretor da Vigilância Ambiental, Denílson Magalhães.
Neste ano, as ações contra o Aedes ganharam um agravante: reservatórios de água para consumo humano. Como a crise hídrica não dá trégua, baldes, bacias e caixas d’água se avolumaram pelas casas do DF. “Esses recipientes devem ficar fechados e serem lavados uma vez por semana”, destaca Denílson. Mas esse não é o único problema. No Lago Norte, bebedouros de animais centralizam os focos. No Lago Sul e no Park Way, vasos e pratos de plantas são a principal fonte dos criadouros.
Na Estrutural, em São Sebastião, na Fercal e em Planaltina, a situação segue preocupante. “Nesses locais, registra-se alta na incidência do mosquito. Precisamos que todos se envolvam na eliminação dos criadouros para reduzir o número de casos das doenças e manter a qualidade vida”, diz o diretor da Vigilância Ambiental.
Para se ter dimensão dos estragos provocados pelo Aedes, as autoridades sanitárias notificaram 112 casos de chicungunha e 58 infecções pelo vírus zika no Distrito Federal. A Secretaria de Saúde conta com 36 carros fumacês e mantém 15 núcleos de vigilância. Apesar da estrutura, a pasta aposta na mobilização social. “Esperamos que não haja a necessidade de usar todo o maquinário. O esforço da população é essencial para controlar o Aedes”, afirma Denílson. Nos próximos dias, o governo deve lançar a campanha oficial para o verão. O Corpo de Bombeiros, a Novacap, o SLU e a Secretaria de Cidades vão colaborar no processo. Os estoques de veneno e inseticida, segundo o GDF, estão abastecidos.
Entorno preocupa
Goiás é líder no ranking nacional na transmissão de dengue. O estado vizinho confirmou 35,5 mil casos. O alerta é que entre os 10 municípios com mais infectados, três fazem parte do Entorno. Novo Gama (1.917), Águas Lindas (1.826) e Valparaíso de Goiás (1.279) concentram a epidemia. Além dessas cidades, Luziânia, Padre Bernardo e Planaltina registraram situações de zika e chicungunha.
Autoridades sanitárias do DF e de Goiás se reuniram no começo do mês para alinhar a estratégia de combate. Os secretários municipais de Saúde, prefeitos e diretores de Vigilância Epidemiológica elaboraram um documento para nortear as ações de controle. “Vamos manter a parceria interfederativa para quebrar a cadeia de transmissão”, revela Denílson. Desde o ano passado, o DF auxilia as ações de extermínio no Entorno com maquinário, insumos e pessoal.

Dois sorotipos

Na capital federal, circulam, em 2017, os sorotipos 1 e 2 da dengue. No ano passado, todos os quatro variantes infectaram pessoas. O sistema imunológico do corpo humano se defende de apenas uma variação do vírus, ou seja, quem contraiu dengue 1 só pode ter novamente a doença se for causada pela 2, 3 ou 4. Para se chegar ao índice, o Laboratório Central (Lacen-DF) analisou 400 amostras e isolou 66 para estudo.
Fonte: CB

Justiça reduz pena de Gim Argello de 19 para 11 anos de prisão

O Tribunal Regional Federal (TRF) da 4ª Região reduziu a pena do ex-senador Gim Argello, preso há um ano e sete meses, por vender facilidades na CPI da Petrobras a empresas investigadas na Lava-Jato. Gim, que havia sido condenado a 19 anos de prisão pelo juiz Sérgio Moro, agora terá uma pena de 11 anos e 8 meses, por corrupção passiva e lavagem de dinheiro.

Os desembargadores da 8ª Turma entenderam que o crime de embaraço à investigação, a que Gim tinha sido condenado, fez parte dos delitos de corrupção praticados. O julgamento ocorreu nesta manhã (07/11).

No mesmo processo, o Ministério Público Federal (MPF) recorreu contra a sentença de outros cinco réus absolvidos em primeira instância por falta de prova suficiente, entre os quais o ex-secretário-geral da Câmara Legislativa do Distrito Federal Valério Neves Campos, o filho de Gim Argello, Jorge Afonso Argello Júnior, e Paulo Roxo. O tribunal, entretanto, manteve as absolvições.

Na denúncia, o MPF apontou que Valério e Paulo Roxo receberam dinheiro negociado por Gim Argello com as empreiteiras investigadas para a campanha de 2014. Não foi provado, no entanto, que Valério e Roxo sabiam se tratar que se tratasse de propina recebida por Gim.

Gim Argello foi condenado por receber de dirigentes de empreiteiras pagamento para deixar de convocar dirigentes de empreiteiras para depoimento na CPI do Senado para apurar crimes ocorridos na Petrobras, e na CPMI, instaurada no Senado e na Câmara, para apurar as denúncias em 2014.

Argello teria pedido a Ricardo Ribeiro Pessoa, dirigente da empresa UTC Engenharia, R$ 5 milhões, que foram pagos na forma de doações eleitorais registradas a partidos indicados pelo ex-senador. Walmir Pinheiro Santana, diretor financeiro da UTC Engenharia, auxiliou Ricardo Ribeiro Pessoa nos pagamentos. O réu também teria solicitado propina a outras empreiteiras, mas estas não teriam realizado o pagamento.

Gim está preso preventivamente em Curitiba desde a deflagração da Operação Vitória de Pirro, deflagrada em abril de 2016. Com a manutenção da condenação em segunda instância, agora o ex-senador passa a cumprir a pena.

Execução da Pena
A execução da pena poderá ser iniciada pelo juízo da 13ª Vara Federal de Curitiba assim que passados os prazos para os recursos de embargos de declaração (2 dias) e de embargos infringentes (cabem no caso de julgamentos sem unanimidade, com prazo de 10 dias). Caso os recursos sejam impetrados pelas defesas, a execução só se dará após o julgamento desses recursos pelo tribunal.

Veja como ficaram as penas dos condenados neste processo:

Gim Argello  – condenado por corrupção passiva e lavagem de dinheiro. A pena passou de 19 anos para 11 anos e 8 meses de reclusão;

Walmir Pinheiro Santana – condenado por corrupção ativa e lavagem de dinheiro. A pena passou de 9 anos, 8 meses e 20 dias para 6 anos e 2 meses;

José Adelmário Pinheiro Filho – condenado por corrupção ativa e lavagem de dinheiro. A pena passou de 8 anos e 2 meses para 5 anos, 6 meses e 3 dias;

Ricardo Ribeiro Pessoa: condenado por corrupção passiva e lavagem de dinheiro. A pena passou de 10 anos e 6 meses para 7 anos.

Fonte: CB

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