Decreto publicado no Diário Oficial do DF desta terça (10) tem como objetivo a alocação adequada dos trabalhadores visando a eficiência e a economia
O Governo do Distrito Federal (GDF) estabeleceu, nesta terça-feira (10), as diretrizes do dimensionamento da força de trabalho local, incluindo servidores da administração direta, autárquica e fundacional. O Decreto nº 43.291, publicado hoje no Diário Oficial do DF, estabelece que o dimensionamento integra a gestão de pessoas do governo e mensura esse volume mediante o uso de metodologia de análise de processos de trabalho.
O objetivo é alocar adequadamente os trabalhadores do governo, “visando a eficiência, eficácia, efetividade e a economicidade dos serviços públicos”. O decreto destaca, ainda, que a ação “tem como propósito avaliar e propor o equilíbrio no quantitativo de servidores para desempenhar determinadas tarefas ou entregas, de acordo com a necessidade e a realidade organizacional”.
Dúvidas e informações sobre o dimensionamento da força de trabalho no GDF podem ser esclarecidas pelo telefone (61) 3313-8428
A Subsecretaria de Gestão de Pessoas (Sugep), da Secretaria Executiva de Gestão Administrativa, da Secretaria de Economia, promoverá eventos para os setores de gestão de pessoas ressaltando a importância do dimensionamento. Além disso, a equipe fará visitas técnicas aos órgãos e às entidades públicas para conhecer e avaliar as necessidades pontuais.
Também ficará sob responsabilidade da Sugep a elaboração do manual técnico de operacionalização do dimensionamento da força de trabalho e consultoria para elaboração do relatório técnico de dimensionamento da força de trabalho, cuja execução ficará a cargo de cada órgão governamental.
Encontro entre gestores
Em abril, a Sugep realizou o 1º Encontro de Gestão Estratégica com Pessoas, reunindo mais de 200 setoriais de gestão de pessoas dos órgãos e administrações regionais do governo. Na ocasião, os gestores começaram a traçar a metodologia para o dimensionamento das respectivas pastas.
Dúvidas e informações sobre o dimensionamento da força de trabalho no GDF podem ser esclarecidas pelo telefone (61) 3313-8428.
A presidente do Progressistas Mulher, Milena Câmara, conversou com o Conectado ao Poder sobre sua intenção em disputar uma das cadeiras da Câmara Legislativa.
Quais as principais bandeiras que você defende?
Lideranças do Distrito Federal estão depositando em mim uma grande responsabilidade: a de discutir os problemas que atingem a Capital Federal em todas as áreas e propor soluções efetivas para melhorar a vida das pessoas que vivem aqui.
Eu me sinto preparada para ingressar na vida pública, defender e colocar em prática as demandas da sociedade através de projetos, novas leis e propostas de políticas públicas. É imensa a responsabilidade de ser escolhida para esse projeto de representar a mudança.
Porque você quer ser deputada distrital?
Tenho me dedicado a estudar a fundo soluções que possam fazer da nossa região um lugar melhor para viver. Existem vários temas que precisam ser enfrentados com prioridade, que vão desde a gestão da manutenção viária até projetos de combate à pobreza. Mobilizar o setor público, a classe empresarial e econômica para formatar um modelo de geração de renda que possa frear o desemprego crescente, conter a alta dos preços dos alimentos e do combustível.
Como você vê a atuação das mulheres na política?
Não podemos mais aceitar o baixo número de mulheres ocupando cargos públicos. A tão esperada união entre as mulheres nunca foi tão urgente e necessária. Nós sabemos do que precisamos e não nos falta coragem e capacidade. Temos todas as condições de colocar mais interlocutoras no Senado, nas assembleias e em todas as esferas de governo. É lá que podemos materializar nossa fala, nossas ideias, nossa rede de proteção em defesa das mulheres. Transformar a nossa dor e indignação em ações concretas. Temos de refletir sobre isso. Temos uma chance nesse ano que não podemos desperdiçar.
Quais as políticas públicas que poderiam ser criadas para melhorar a vida das mulheres do DF?
Diante das transformações do mercado de trabalho, considero urgente pensar em políticas públicas que possam oferecer incentivos fiscais e profissionais para que as mulheres chefes de família consigam sair da informalidade.
As mulheres chefes de família no Brasil já representam quase 50% dos lares, índice que não para de crescer. São situações onde famílias ou domicílios são liderados por mulheres em situações diferentes: o companheiro está ausente ou vive junto, mas não arca com as despesas.
Precisamos atenuar a queda do rendimento mensal e o empobrecimento dessas famílias. Os números também reforçam a necessidade urgente do poder público investir na oferta adequada de creches para facilitar a entrada das mulheres no mercado de trabalho.
Temos que pensar soluções rápidas e fazer com que os poderes coloquem esse socorro em prática. O Executivo fazendo sua parte e o Legislativo criando as leis que garantam suporte para as famílias em situação de vulnerabilidade social, que são as que mais necessitam desse atendimento.
O combate à violência contra a mulher está presente em todas as suas falas. É possível fazer algo concreto?
Considero essenciais a denúncia e a punição dos agressores, mas só isso não basta. Temos que trabalhar pela independência financeira das mulheres. Pesquisas indicam que 30% das mulheres vítimas de agressão permanecem no relacionamento porque dependem financeiramente dos companheiros. Criar oportunidades de trabalho e perspectivas de renda para as vítimas é uma das formas eficazes de prevenção e combate à violência contra a mulher. Precisamos juntar esforços entre os entes públicos, a esfera privada e a rede protetiva de direitos das mulheres para encontrar esses caminhos.
Você acha que tem condições de uma disputa igualitária no Progressistas?
Tenho certeza absoluta. É um partido que oferece o apoio necessário para concretizarmos esse nosso projeto de representatividade política e compartilha dos mesmos valores que eu: fé e determinação para a busca de um país melhor.
Qual a sua avaliação do governo Ibaneis?
Considero uma gestão de resultados e que está avançando em várias áreas. Estou à disposição para somar nesse trabalho.
E na postura do governador?
Postura objetiva e franca, pautada no diálogo com a população.
Bento Albuquerque não é mais o ministro de Minas e Energia. O decreto com a exoneração do cargo, a pedido, assinado pelo presidente Jair Bolsonaro, está publicado no Diário Oficial da União desta quarta-feira (11).
Para o lugar de Bento Albuquerque, o presidente da República nomeou Adolfo Sachsida, servidor de carreira do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea). Ele ocupava a chefia da Assessoria Especial de Assuntos Estratégicos do Ministério da Economia.
Sachsida é doutor em Economia pela Universidade de Brasília (UnB) com pós-doutorado pela Universidade do Alabama, nos Estados Unidos. Ele também é advogado, especializado em Direito tributário.
Em seu perfil no Twitter, Sachsida agradeceu ao presidente pela “confiança” e ao ministro da Economia, Paulo Guedes. E também citou o o ex-ministro Bento Albuquerque “pelo trabalho em prol do país”. “Com muito trabalho e dedicação espero estar à altura desse que é o maior desafio profissional de minha carreira. Com a graça de Deus vamos ajudar o Brasil”, escreveu, na rede social.
Pábio foi o primeiro prefeito reeleito do município
O prefeito do Valparaíso de Goiás, Pábio Mossoró (MDB) foi entrevistado pelo jornalista Sandro Gianelli, no último domingo (8), na Rádio Metrópoles (104.1 FM), e falou sobre sua reeleição, já que foi o primeiro prefeito do Valparaíso reeleito, sobre a evolução do município, sobre o modo de gestão na pandemia, sobre os projetos de recapeamento, além de dizer quem irá apoiar nestas eleições.
Na sua visão, o que foi determinante para você se tornar o primeiro prefeito de Valparaíso reeleito?
Eu acredito que um dos fatores foi a seriedade e eu reconheço a oportunidade que a população me deu, primeiro por estar como vereador por dois mandatos e depois prefeito. Enfrentei uma das eleições mais difíceis, porque eu estava tentando a reeleição e tive que ir com propostas que eu executei durante os primeiros quatro anos, e aí tivemos uma vitória gratificante e a população nos concedeu essa oportunidade da reeleição, mostrando que a primeira gestão deu certo.
O que foi feito para Valparaíso evoluir mais do que outros municípios do Entorno Sul?
A proximidade com Brasília ajuda muito. Apesar de faltar um pouco de infraestrutura em Valparaíso, certamente é uma das melhores cidades do entorno. Valparaíso tem um atrativo diferenciado, porque temos shopping, temos agências bancárias, temos concessionárias, um comércio forte e opção de moradia e isso atrai aquelas pessoas que não conseguiram estabelecer um lar no DF.
Apesar das questões jurídicas que impedem o DF de apoiar o entorno, como o governador Ibaneis tem ajudado os municípios do entorno?
Em relação a agricultura, alguns municípios da região são atendidos pelo DF, então há abertura de portas para o entorno, além de emendas destinadas por alguns deputados do DF.
Com a pandemia, como ficou a condução dos trabalhos?
Não só eu, como todos os prefeitos do Brasil, enfrentamos uma pandemia mundial e sem uma solução imediata, que só depois de quase um ano conseguimos a vacina, a cidade foi voltando a normalidade, mas foi muito difícil, porque a eleição para prefeito foi adiada, não podia ter contato com a população, então além do fato de disputar uma reeleição, com pandemia foi bem mais difícil, mas nós priorizamos todos os nossos esforços para a saúde, para cuidar das pessoas.
Sobre outros projetos, como pavimentação, nós demos continuidade. Na educação, tivemos que criar um projeto para o ensino a distância, e aos poucos fomos passando informações para a comunidade, nós nos aproximamos da população. De forma geral, houve o entendimento de que tínhamos que cuidar das pessoas, mas não podia deixar a economia morrer, por isso reabrimos o shopping, mesmo em meio a várias críticas. Tivemos apoio do Governo Federal para cuidar da máquina administrativa.
Como estão os projetos de recapeamento da cidade?
A prefeitura está executando pavimentação asfáltica nos bairros Esplanada I, Esplanada II, estamos fazendo drenagem e asfalto no Araruama, vamos corrigir a via principal do bairro Ipanema e também a ligação do Ipiranga com Valparaíso I. Além de asfalto, estamos com todo um projeto de drenagem nos bairros.
Você se sente vitorioso pela superação, já que hoje vive em uma realidade diferente da que vivia?
Com certeza. Minha infância e adolescência foram no Valparaíso, minha mãe era costureira e meu pai comerciante. Em 2008, eu tive a oportunidade de entrar para a política, tive sucesso na minha primeira eleição, jamais sonharia em ser prefeito e hoje estou em meu segundo mandato e acredito em um futuro melhor para todos, em especial para a juventude. Temos que dar exemplo.
Em ano de eleição, vocês do entorno ficam mais interessados na eleição do DF ou do Goiás?
Nós ficamos focados na eleição do Goiás, mas com olho no DF, até porque a proximidade de governo é necessária, porque faz com que as coisas sejam realizadas. Nós precisamos trabalhar juntos.
A quem seu grupo irá apoiar?
No DF nós vamos apoiar o governador Ibaneis, até porque ele é do nosso partido (MDB), e no Goiás nós estamos com o Ronaldo Caiado (União Brasil).
O Conectado ao Poder entrevistou o cientista político Igor Fediczko, que estará no 15º Congresso Brasileiro de Estratégias Eleitorais e Marketing Político abordando o tema: impulsionamento de conteúdo político.
Não sei nada sobre impulsionamento. Por onde devo começar?
Inicialmente o mais importante é saber para que serve o tráfego pago. As redes sociais funcionam com a seguinte lógica: deixam você navegar e te dão visibilidade quando elas precisam crescer e depois cortam sua visibilidade e te obrigam a pagar.
Hoje, para você ter visibilidade nas redes, você não pode contar mais apenas com o tráfego orgânico (ou tráfego gratuito), mas vai precisar também do tráfego pago. As redes são mídias pagas.
É importante começar pelos seguintes pontos: quem é o público que você deseja atingir, em qual região ou bairro, de que gênero e idade?
Quais as principais regras para a propaganda eleitoral na internet por intermédio do chamado impulsionamento?
Existem dois conjuntos de regras: as regras eleitorais que estão na lei 9504, e as regras digitais do facebook e demais redes.
Segundo a lei eleitoral, é proibido se declarar candidato antes do prazo oficial, é proibido pedir votos de forma explícita e algumas outras regras que valem tanto para meios digitais quanto para meios offline.
Para as redes, têm uma regra de ouro que vale de hoje e sempre valeu: é proibido fazer tráfego pago negativo. Ou seja, nada de falar mal do adversário e querer pagar para mais gente ver você falando mal.
Além disso, é importante deixar claro que após toda a confusão com a campanha do Trump e Hillary em 2016, o Facebook implantou regras específicas para temas políticos, que é um “selo” deixando claro quem está pagando aquele anúncio. Então será preciso verificar a sua conta, enviar seus dados, documentos e conseguir uma autorização prévia para anunciar.
Em quais redes sociais o Impulsionamento é permitido?
Basicamente hoje todas as redes têm tráfego pago. O Facebook e Instagram são as mais conhecidas, mas o Google também tem o chamado “tráfego de intenção”, ou seja, para as pessoas que procuram algum termo específico. Hoje, até o tiktok tem tráfego pago!
Somente o WhatsApp mesmo que não tem nenhuma forma de impulsionamento de conteúdo.
O que deve se atentar para não ocorrer erros que possam gerar problemas na Justiça Eleitoral?
As boas práticas estão no artigo 36A da lei 9504/97. Não é permitido pedir votos de forma explícita na pré-campanha.
E a própria lei 9504 deixa claro que é permitido exaltar as características pessoais. Então, é permitido falar de si e falar de sua história, o que não é permitido é pedir votos.
E nunca condicione seu apoio a alguma ação. “Vem comigo que vou melhorar seu bairro”, ou algo assim.
Sempre lembrando: o Facebook detalha todos os gastos. É preciso fazer uma boa prestação de contas em período de campanha.
O impulsionamento deve ser identificado durante as eleições?
Não somente durante as eleições, mas também no período de pré-campanha.
Quando o período eleitoral começar, em 18 de agosto, o pré-candidato se torna um candidato, e ele terá um CNPJ próprio. O impulsionamento precisará, obrigatoriamente, ser feito através do CNPJ, e não mais no CPF do pré-candidato.
O pagamento terá que ser feito único e exclusivamente pela conta do candidato, identificada pelo CNPJ.
Antes disso, em período de pré-campanha, é possível fazer impulsionamento via CPF, com pagamento pessoal. É permitido pela legislação e tem jurisprudência para tal.
Na pré-campanha é necessário a identificação?
Sim. Terá que ser feito como “temas sociais ou políticos”. Essa identificação já vale desde agora. Tudo fica registrado na biblioteca de anúncios do facebook, se o impulsionamento for no Facebook ou Instagram: https://www.facebook.com/ads/library
É permitido impulsionar no dia da eleição?
Não. Todas as campanhas precisam ser paradas às 00h do dia da eleição. Não é permitido nenhum tipo de impulsionamento no dia das eleições. Nada de boca de urna virtual.
Quais são os prazos e como começar?
Até o dia 18 de agosto, estamos em período de pré-campanha. É possível fazer impulsionamento via CPF, com pagamento de recursos próprios.
Após o dia 18, estamos em período oficial de campanha, e tudo tem que ser alterado para o CNPJ.
Após ter a sua identidade pessoal confirmada, é preciso identificar quem está pagando o anúncio de cada página, nas configurações de cada página, na parte de “autorizações” e “Anúncios de temas sociais, eleições ou política”.
Existe alguma regra específica para a prestação de contas do impulsionamento?
É preciso fazer todos os pagamentos, a partir de 18 de agosto, via conta oficial do candidato.
As redes enviam comprovante de pagamento e nota fiscal. Então é importante guardar tudo para enviar para a prestação de contas no período determinado.
Qual é a expectativa da sua palestra no 15º Congresso Brasileiro de Estratégias Eleitorais e Marketing Político?
Estamos em um período com mais de 5 mil municípios, muitos partidos, 513 deputados federais e centenas e centenas de deputados estaduais pelo país! São milhares de candidatos nas eleições de 2022.
Participar de um encontro que trate só de estratégias eleitorais, com a história e tradição do 15º congresso é gratificante.
Vamos poder trocar muito conhecimento, ajudar profissionais e fazer do evento um verdadeiro sucesso!
Serviço:
15º Congresso Brasileiro de Estratégias Eleitorais e Marketing Político
Local do evento: Faculdade Republicana, SEP Sul, Trecho 713/913 Edifício CNC Trade Térreo – Asa Sul, Brasília – DF
Igor Fediczko é doutorando em ciência política pela PUC-SP, com especialização em comunicação e tecnologia. Estuda o impacto do tráfego pago nas estratégias eleitorais e cabeça do eleitor.
Envie uma mensagem para o WhatsApp (61) 98406-8683 caso você tenha alguma notícia relacionada aos bastidores da política e queira vê-lá na Coluna do Gianelli.
*Sandro Gianelli é consultor em marketing político, jornalista, colunista e radialista. Escreve a Coluna do Gianelli, de segunda a sexta, para o portal Conectado ao Poder e para o Jornal Alô Brasília e apresenta um programa de entrevistas, aos domingos, das 9h às 11h, na rádio Metrópoles – 104,1 FM.
Com investimento de R$ 3,5 milhões, obra gera mais de 200 empregos e é a primeira do DF que vai dispor de cobertura de telhas termoacústicas
Próxima etapa é a colocação do telhado | Foto: Divulgação/Semob
24.250 m² Área total do terreno em que está sendo construída a rodoviária
Com trabalhos que completaram 13% do índice de conclusão do cronograma no dia 2 deste mês, a construção da rodoviária do Sol Nascente segue em ritmo acelerado. Nesta semana, serão colocados os pilares e as treliças metálicas que vão receber a cobertura do terminal. Em cerca de 30 dias, a estrutura começará a receber o telhado e poderá ser vista de longe, bem acima da linha dos tapumes do canteiro de obras.
As telhas termoacústicas impedem a entrada de ar quente e a saída de ar frio, amenizando em até 7 graus a sensação térmica
O investimento do GDF para construir a rodoviária é de R$ 3,5 milhões. A rodoviária do Sol Nascente será a primeira do DF a contar com cobertura de telhas termoacústicas, que proporcionam mais conforto para os trabalhadores e usuários do transporte coletivo.
“Essa telha impede o ar quente de entrar e o ar frio de sair, amenizando a sensação térmica em até 7°C, além de ser um produto sustentável que reduz drasticamente os ruídos produzidos pelo choque da água da chuva, por exemplo”, explica o arquiteto Thiago Alves de Souza, da Secretaria de Transporte e Mobilidade (Semob).
De acordo com o engenheiro Marcos Martins Costa Junior, dentro de 60 dias, o pátio e os boxes de embarque começarão a ser pavimentados. Em seguida virá a etapa de instalações hidrossanitárias. O prédio da rodoviária do Sol Nascente está sendo construído em terreno de 24.250 m² na Quadra 105, Conjunto M, AE01, Trecho 2.
A obra, que teve início em dezembro do ano passado, tem previsão de término em 18 meses, mas pode ficar pronta antes do prazo.
Com área de construção prevista em 5.875 m², o conjunto terá seis baias para embarque, dez pontos de estocagem, 14 vagas de estacionamento para veículos e 11 para motos, paraciclos com 24 vagas e três salas para apoio administrativo, além de lanchonete e banheiros com acessibilidade.
Transporte e emprego
Cerca de 20 mil pessoas serão beneficiadas com a nova estrutura, que demanda a geração de mais de 200 postos de trabalho. Morador do Sol Nascente, Alex Maurício Santana, 27 anos, é um dos auxiliares de manutenção da obra.
“Acho essa obra importante, principalmente para quem trabalha no Plano Piloto, pois quase todas as linhas que temos aqui vão para a Estrutural, e a gente espera que, depois da construção, coloquem mais linhas diretas”, disse.
Os moradores do Trecho II do Sol Nascente contam com cinco linhas de ônibus que somam 168 viagens em dias úteis, 102 aos sábados e 55 aos domingos. Recentemente foram criadas as linhas 0.907, que faz o trajeto do Sol Nascente para a Rodoviária do Plano Piloto, e 364.5, para o Taguatinga Shopping.
Após a conclusão da obra, outras linhas poderão ser criadas, de forma que os usuários poderão ter acesso a destinos como Plano Piloto, SIA/SAAN, Águas Claras, Pistão Sul e Samambaia.
*Com informações da Secretaria de Transporte e Mobilidade
Construção do elevado é responsável pela geração de 400 empregos e alcança 15% de execução
“É uma construção moderna, que dará muito mais mobilidade ali onde hoje é o balão”, frisa o superintendente de obras do DER, Cristiano Cavalcante | Fotos: Tony Oliveira/Agência Brasília
As obras do viaduto Itapoã/Paranoá entram, nesta semana, na fase de fundação do solo e construção dos pilares que darão sustentação ao elevado. Sob responsabilidade do Departamento de Estradas de Rodagem (DER), a obra atingiu, no início de maio, o estágio de 15% de execução. A nova passagem substituirá o balão de entroncamento das rodovias DF-001 e DF-015, sentido Barragem do Paranoá.
Com um investimento do governo da ordem de R$ 33 milhões, o novo viaduto beneficiará cerca de 30 mil motoristas das duas cidades e de regiões como Sobradinho, Planaltina e redondezas. “Fizemos a escavação das alças do viaduto nos últimos dias. E, agora, entramos numa fase importante, onde se faz a perfuração para colocar as estruturas de sustentação”, explica o superintendente de obras do DER, Cristiano Cavalcante.
A obra incluirá novas faixas de rolamento e acostamento, reforma do pavimento existente, sinalização horizontal e vertical, ciclovia e ciclofaixa, além de barreiras de concreto New Jersey. “É uma construção moderna, que dará muito mais mobilidade ali onde hoje é o balão”, frisa Cavalcante. “Diferentemente deste entroncamento, o viaduto será feito em dois níveis e terá uma estrada que passa por cima e outra por baixo”, acrescenta.
Um basta no engarrafamento
A construção é executada por um consórcio de empresas terceirizadas, liderado pela Eterc Engenharia. Foram gerados 400 empregos na empreitada. E a expectativa entre os moradores do Itapoã em ver o novo viaduto é alta. Morador do Del Lago, o servidor público Sandro Eloi, 52 anos, revela que o viaduto é um pedido de mais de 15 anos da comunidade, que sofre com a retenção no trânsito do balão.
“Eu fico diariamente cerca de 30 minutos preso em congestionamentos ali. Essa obra tem uma importância gigantesca para moradores e motoristas, pois vai resolver o problema do trânsito e dar mobilidade à nossa região”, conclui Sandro.
Três pedidos foram negados e outros quatro já fazem parte do processo
O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) rejeitou, nesta segunda-feira (9), três das sete sugestões de mudanças no sistema eleitoral feitas pelo Ministério da Defesa. As outras quatro recomendações, que assim como as rejeitadas foram feitas fora do prazo, já são aplicadas pelo Tribunal.
Um dos pedidos da Defesa foi para que o TRE fizesse a contagem dos votos junto com os Tribunais Regionais Eleitorais (TRE) nos estados a fim de garantir uma “redundância dos votos”. Segundo as Forças Armadas, a medida também serviria para “diminuir a percepção da sociedade de que somente o TSE controla todo o processo eleitoral e aumentar a resiliência cibernética do sistema de totalização dos votos”.
Os técnicos do TSE, porém, consideraram que o pedido representa um retrocesso e apontaram que o atual método foi adotado por recomendação da Polícia Federal. Segundo o Tribunal, técnicos da PF sugeriram a centralização da contagem dos votos justamente para diminuir a superfície de ataques cibernéticos.
“Adicionalmente, os computadores centralizados ganharam, pela primeira vez, ambiente redundante que assegura que, em caso de pane em um equipamento, outro possa imediatamente tomar seu lugar. Não há, pois, com o devido respeito, ‘sala escura’ de apuração”, disse o TSE.
Os técnicos do TSE também alegaram que a afirmação de que os TREs não participam da apuração é equivocada, pois cada unidade acompanha o processo em seu estado.
Outra sugestão que já está em vigor diz respeito à auditoria do processo. A Defesa argumentou que o TSE não faz distinção entre os termos auditoria e fiscalização e que, por isso, deixa de “prever uma auditoria independente do processo eleitoral”. Em resposta, o TSE afirmou que já existe uma ampla possibilidade de auditoria.
Os militares também alegaram que há um baixo nível de confiança no teste de integridade das urnas e, por isso, pediram que o TSE altere a quantidade dos dispositivos para teste. Além disso, a Defesa pediu que sejam apresentados dois planos amostrais para o teste. Um para as Eleições Gerais e outro para as Locais.
O pedido foi negado, pois o TSE considerou que já houve um “substancial aumento das urnas sujeitas ao teste”. O Tribunal aceita uma inconformidade de 0,01%, que segundo o órgão, a Defesa “pressupõe, equivocadamente, a probabilidade de ocorrência de inconformidade igual ou superior a 50%”.
Além disso, o TSE negou o pedido para que as seções analisadas no teste sejam escolhidas por sorteio. Pela atual regra, as entidades fiscalizadoras, como partidos políticos e militares, podem escolher as seções que passarão por testes. No entanto, o Tribunal reconheceu que a mudança é possível e pode ser adotada em futuras eleições.
A Defesa também pediu que o Teste Público de Segurança inclua as urnas eletrônicas de modelo 2020, que serão utilizadas neste ano. Em resposta, o TSE afirmou que as urnas que serão utilizadas neste ano têm arquitetura de segurança compatível com o modelo 2015, que já passou por testes. Segundo o Tribunal, “qualquer ataque à UE2020 seria mais improvável de ter sucesso que o modelo 2015”.As Forças Armadas cobraram melhor forma de resposta às possíveis irregularidades encontradas no teste. Para a instituição, as atuais reações são insuficientes. Em resposta, o TSE afirmou que estuda o tema para eventual aprimoramento, mas que as regras eleitorais já dão respostas ao caso, como a conferência das digitações de cédulas convergentes.
Por fim, a pasta pediu que o TSE divulgue o relatório de abstenções e dos dados obtidos entre eleitores registrados. O requerimento foi negado, pois o Tribunal considerou que isso poderia ferir a Lei Geral de Proteção de Dados. Além disso, o TSE afirmou que as entidades fiscalizadoras podem atuar se houver indícios de fraude.
No ofício enviado aos membros da Comissão de Transparência Eleitoral (CTE), da qual as Forças Armadas fazem parte, o ministro do TSE Edson Fachin ainda afirmou que a Justiça Eleitoral garante eleições íntegras. Além das Forças Armadas, o grupo, que visa garantir a transparência do processo, é composto por representantes da sociedade civil, universidades e do Congresso.
Muito atuante em sua região, Hermeto conta com o apoio de muitos moradores
Quando um governante tem seu trabalho reconhecido, é sinal de que a atuação está caminhando no sentido correto. O deputado distrital Hermeto (MDB) tem feito um mandato em prol de ver melhorias a todo instante para a população.
A região do Núcleo Bandeirante é uma das que o distrital tem forte participação, com entregas a todo tempo. Destinação de emendas para recuperar quadra poliesportiva, indicação para o governo deixar a cidade mais limpa através de desobstrução de boca de lobo, recursos para transformar local abandonado em Escola Parque da Natureza e Esporte, são alguns exemplos dos feitos de Hermeto na localidade.
Por meio dos esforços colocados, moradores do bandeirante entendem a dedicação do deputado, como é o caso de Daniel Jaques. “Moro aqui no Núcleo Bandeirante há 35 anos e o nosso deputado é raiz, gosta da cidade e já fez vários trabalhos importantes aqui na cidade”, disse.
Uma outra moradora da região também percebe uma boa gestão de Hermeto e pontua os feitos dele no local específico em que ela mora. “O Hermeto nos deu um apoio grande na realização de algumas coisas na Chácara 13. Ele nunca nos negou nada, então temos muito o que agradecer a ele”, relatou.
Existem também tantas outras pessoas que aprovam o trabalho do deputado, como a Dona Inês, moradora do Núcleo Bandeirante há 62 anos “é um deputado diferenciado, está sempre atendendo corpo a corpo a comunidade, e é um dos mais acessíveis que eu já vi na minha vida, o trabalho dele é 10”, afirmou a aposentada.
O suplente de deputado distrital e ex-administrador de Vicente Pires, Pastor Daniel de Castro, conversou com o Conectado ao Poder sobre sua passagem pela Câmara Legislativa e sua experiência como administrador.
Quais foram as principais ações da sua gestão?
Com toda certeza, a entrega da UPA de Vicente Pires, a Ponte da Rua 04 e também a Ponte da Marginal da Estrutural. Tivemos também a execução de 97% das obras de drenagem, pavimentação e calçadas em toda Vicente Pires.
Qual é a maior dificuldade em administrar uma cidade?
Não enfrentamos muitas dificuldades graças a mão forte da estrutura do GDF Presente, que sempre nos ajudou. Mas para citar uma dificuldade, seria a dedicação em tempo integral a uma cidade que está em um processo de transformação, que já conta com mais de 130 mil moradores, somando com a 26 de setembro.
Os moradores chegavam a sugerir melhorias na cidade?
Sim! Tivemos a sorte de administrar uma cidade muito participativa, e em toda a gestão desenvolvemos um atendimento humanizado, onde tratávamos cada demanda com uma atenção especial, voltada para o morador.
O que foi realizado na cidade que partiu da sugestão de moradores?
A ponte da marginal da estrutural, a marginal da Búffalo Bio, mutirões de limpeza, tratativas de segurança pública e muito mais.
Quais os projetos que devem ser entregues ainda neste ano?
A conclusão das Obras de drenagem e pavimentação da Rua 04 A, Rua 05, Rua 10 B e Rua 12. Além da finalização das calçadas da Rua 03, Rua 05, Rua 08 e Rua 10.
O quanto a cidade ter um deputado poderia ajudar trazendo benfeitorias?
A cidade que tem um deputado para representa-la é uma cidade que será cuidada. É muito importante ter alguém que irá lutar pelas demandas da comunidade e aportar recursos que serão investidos em obras e equipamentos público.
Qual é a sua avaliação da gestão do governador Ibaneis?
A gestão do Governador Ibaneis foi uma gestão marcada por obras, um governo corajoso que não teve medo de investir no melhor para o Distrito Federal. Transformou Vicente Pires e destravou todos os contratos, injetou mais de 700 milhões na cidade e graças a este governo, Vicente Pires é uma nova cidade. Nota 10 a gestão do Governador Ibaneis.
Quais projetos de lei você apresentou em sua passagem pela Câmara Legislativa?
A minha passagem pela Câmara Legislativa durou muito pouco, foram 28 dias. Não deu tempo de apresentar nenhum projeto de lei com tramitação oficial, mas foram 37 indicações para o Governador, desde iluminação pública em LED para toda Vicente Pires, até grandes obras como Viadutos que irão melhorar o fluxo de acesso a Cidade.
Sendo eleito para a Câmara Legislativa quais serão suas principais bandeiras de atuação?
A defesa dos valores da Família. A bandeira da educação, saúde e mobilidade urbana. Creche em tempo integral e a regularização de Vicente Pires e 26 de setembro.
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