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Emendas de Caiado aperfeiçoam reforma trabalhista e protegem direitos do trabalhador

caiadoemendaO líder do Democratas no Senado Federal, Ronaldo Caiado (GO), apresentou três emendas à reforma trabalhista (PLC 38/2017), para aperfeiçoar o projeto e garantir proteção ao trabalhador e uma relação mais justa entre empregador e empregado. Os temas das alterações propostas pelo parlamentar aperfeiçoam as regras que tratam da indenização por dano moral, a segurança de gestantes e lactantes que atuam com atividade insalubre e o tempo de intervalo para descanso para trabalhadores com atividades exaustivas. O texto está em discussão e deve ser votado nesta quarta-feira (28/6) na Comissão de Constituição e Justiça para depois ser apreciado pelo plenário do Senado.

 “O projeto necessita de alterações, fato já reconhecido oficialmente no relatório do senador Ricardo Ferraço. O Senado é a casa revisora e como tal não podemos abrir mão dessa nossa função para nos tornarmos apenas convalidadores da Câmara dos Deputados. A Câmara decidiu sobre o projeto e cabe a nós, senadores, fazermos os ajustes que consideramos importantes para aprimorar o texto”, opinou o senador.

Caiado também reafirmou seu posicionamento a favor do fim do imposto sindical. “Esse ponto não podemos abrir mão. É inadmissível que o fim do imposto sindical deixe de constar no texto”, pontuou.

Entenda as emendas

Uma das emendas de Caiado trata do trabalho das gestantes e lactantes em atividades consideradas insalubres. O texto da reforma as mantém na atividade insalubre e somente as afasta se as funcionárias apresentarem atestado. A emenda inverte esta sistemática. As empregadas serão automaticamente afastadas do trabalho, independentemente do grau de insalubridade. O retorno à atividade laboral somente será possível se a insalubridade for de grau médio ou mínimo e desde que apresentem atestado médico que autorize o seu retorno.

Essa mesma emenda suprime o dispositivo que dispensa a autorização do Ministério Público para trabalho no regime de 12 por36 em atividades insalubres. Ainda elimina a possibilidade de acordos e convenções coletivas decidirem sobre a prorrogação de jornada em atividades insalubres, bem como o enquadramento do grau de insalubridade.  “Garante-se, com isso, a preservação da saúde dos trabalhadores, vez que a proteção à saúde deve estar indiscutivelmente tutelada”, justifica Caiado em sua emenda. Segundo o parlamentar, o grau de insalubridade e prorrogação de jornada nesse tipo de atividade não podem estar sujeitos a negociação.

Em outra proposta, o senador goiano aperfeiçoa as regras de pagamento de indenização por dano moral. O projeto atual coloca como critério o valor do salário do empregado, criando uma diferença de “importância” de um dano sofrido entre um trabalhador que recebe um salário mínimo e outro com remuneração superior. Para Caiado, um critério mais justo seria atrelar a indenização ao maior salário constante na folha de pagamento do empregador da seguinte forma:

I – ofensa de natureza leve, até três vezes o maior salário constante da folha de pagamentos do empregador; II – ofensa de natureza média, até cinco vezes o maior salário constante da folha de pagamentos do empregador; III – ofensa de natureza grave, até dez vezes o maior salário constante da folha de pagamentos do empregador; IV – ofensa de natureza gravíssima, até vinte vezes o maior salário constante da folha de pagamentos do empregador. Caso o ofendido o empregador, a indenização será fixada com observância dos mesmos parâmetros estabelecidos para o empregado, mas tomando por base o salário contratual do ofensor.

“Quando se pleiteia o pagamento de uma indenização por dano moral, o que se objetiva é minimizar a dor sentida pelo ofendido e punir o ofensor, para que tais atitudes não voltem a se repetir. No que toca à ofensa perpetrada pelo empregado, ao buscar esse equilíbrio, o juiz, ao apreciar o caso concreto, não pode oferecer uma condenação ínfima à vítima – que lhe cause ainda mais humilhação e não coíba a atitude do ofensor, como também não pode estabelecer um valor exorbitante – ao ponto de enriquecer o ofendido ou inviabilizar as atividades do empregador. Fazer a gradação com base na folha de pagamentos do empregador é medida mais razoável, que leva em consideração a sua capacidade econômica, sem fazer a injusta distinção entre os diversos empregados da empresa”, explica o líder democrata.

Em sua terceira emenda, o senador goiano veda a redução, por meio de acordo ou convenção coletiva de trabalho, do intervalo intrajornada em atividades consideradas exaustivas (operadores de máquinas e motoristas, por exemplo) ou nas que demandem grande esforço físico para o seu desempenho (como – ilustrativamente – aquelas desenvolvidas por trabalhadores do campo, da construção civil, carregadores de carga e estivadores). Nesse caso, também, a intenção é preservar a saúde do trabalhador.

Matéria: Assessoria Liderança Democratas Senado

GDF terá que explicar na Câmara aplicação do Fundo Constitucional

Crédito: William Sant'Ana
Crédito: William Sant’Ana

A forma como o GDF tem aplicado os recursos do Fundo Constitucional será objeto de discussão numa audiência publica na Câmara dos Deputados. A pedido dos deputados Izalci Lucas (PSDB-DF) e Laerte Bessa (PR-DF), a Comissão de Fiscalização e Controle aprovou nesta quarta-feira a realização do encontro que deverá ter a participação de diversos secretários do Governo local e também de representantes do Ministério do Planejamento e dos Tribunais  de Contas da União e do DF.

Izalci justificou o pedido da audiência pública alegando que a postura do GDF em relação às verbas do Fundo “não está alinhada com os preceitos de transparência das contas públicas”. Na opinião do tucano “os resultados contábeis do GDF não condizem com a realidade das aplicações efetivadas”.

O valor de repasses da União para o GDF via Fundo Constitucional este ano é de R$ 12,8 bilhões. Os recursos são para despesas nas áreas de segurança, saúde e educação, mas nos últimos anos o GDF alega que vem tendo de complementar este valor com receitas próprias. No final do ano passado a Câmara dos Deputados já havia aprovado  uma Proposta de Fiscalização e Controle das verbas do FCDF, apresentada Laerte Bessa e  relatada por Izalci.

Fonte: Assessoria de Comunicação

Câmara conclui a Regularização Fundiária

MP 759Depois de mais de seis horas de debates, a MP sobre regularização fundiária foi concluída e segue para a sanção do presidente da República. Apesar das tentativas dos partidos de oposição para barrar a regularização de terras urbanas e rurais no DF e em todo Brasil, a o direito à escritura ficou garantido.

Para o deputado Izalci Lucas (PSDB/DF), ganhou a população que verdadeiramente sofre com falta de moradia e de terras regulares para produzir. “Perderam aqueles que têm como cabos eleitorais os movimentos dos “supostamente” sem-terra e sem-teto. Grupos que sustentam a esquerda atrasada e violenta neste país”, afirmou o tucano.

A MP já havia sido aprovada na Câmara e no Senado e enquanto aguardava a sanção presidencial, foi alvo de liminar acatada pelo ministro do Supremo Tribunal Federal, Luís Roberto Barroso no último dia 20, em razão de mudanças feitas no texto final. Apesar das mudanças serem apenas para corrigir vicio de linguagem ou técnica legislativa, deveriam ter retornado ao Plenário da Câmara para serem referendadas. E foi isso que ocorreu na madrugada desta quarta-feira.

A primeira emenda aprovada inclui um dispositivo no texto para que a Secretaria de Patrimônio da União seja autorizada a regulamentar a Proposta de Manifestação de Aquisição (PMA) permitindo ao ocupante do imóvel propor a sua compra.  A outra emenda diz respeito a doações de terreno pela Superintendência da Zona Franca de Manaus (Suframa) para fins de regularização fundiária em áreas urbanas e rurais dos municípios de Manaus (AM) e Rio Preto da Eva (AM). Foi corrigida a data final que passa a ser aquela da publicação da MP 759 (22 de dezembro de 2016).

Outra emenda aprovada acrescenta a permissão para que qualquer imóvel que tenha construções de casas ou cômodos seja instituído como Condomínio Urbano Simples.

Segundo o deputado Izalci Lucas, a medida beneficia milhões de brasileiros que moram em residências, lotes ou condomínios com alguma irregularidade. “Aqui no DF, metade da população depende da aprovação dessa matéria para ter a sua escritura. A aprovação dessa medida não serve só para condomínios. Nós temos cidades aqui que têm 150 anos, e as pessoas moram em casas sem escritura”, alertou o tucano.

Fonte: Assessoria de Comunicação

CESC aprova quatro projetos de autoria de Luzia de Paula

26954788133_2c362bf50f_o-585x390A Comissão de Educação, Saúde e Cultura (CESC) da Câmara Legislativa, aprovou na manhã desta quarta-feira (28), quatro projetos de lei de autoria da deputada distrital Luzia de Paula (PSB).

O projeto de lei nº 1146/2016, institui e inclui no Calendário Oficial de Eventos do Distrito Federal o Dia do Profissional de Creche e Pré-escola.

Também foi aprovado o PL nº 580/2011, que dispõe sobre orientação e acompanhamento técnico aos usuários dos equipamentos públicos destinados à prática de atividades físicas.

O PL nº 440/2015, altera a Lei nº 3.977, de 29 de março 2007, que ‘Institui o registro de bens culturais de natureza imaterial que constituem patrimônio artístico, cultural e histórico do DF.’

Além disso, a comissão aprovou o PL nº 459/2015, que proíbe a utilização de produtos transgênicos e seus derivados na merenda escolar da Rede Pública de Ensino do DF.

Os projetos deverão ainda tramitar por outras comissões da Casa antes de serem levados à votação em plenário.

Fonte: Ascom Luzia de Paula

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Projeto de Caiado acaba com horário eleitoral padrão e com economia cria fundo “gerido” pelo eleitor

caiadoprojetoO líder do Democratas no Senado Federal, Ronaldo Caiado (GO), apresentou, nesta terça-feira (27/06), um projeto de lei que transfere o horário eleitoral gratuito apenas às emissoras de TVs e rádios públicas. A intenção é criar um Fundo Especial de Financiamento de Campanha com os recursos economizados oriundos das isenções fiscais concedidas aos canais que transmitiam as propagandas partidárias gratuitas.

O projeto (PLS 206/2017) surge como contrapartida à ideia em voga por parte de governo e oposição no Congresso que deseja a criação de um fundo com recursos públicos e que pode chegar a custar R$ 3,5 bilhões. A ideia de Caiado é mudar as Leis 9096/95 e 9504/97 e gerar uma economia de mais de R$ 1 bilhão entre eleições com o fim de renúncias tributárias. O senador propõe que esses recursos sejam transferidos para um novo fundo em que o eleitor tenha a prerrogativa de destinar a sua parcela proporcional ao partido ou candidato de sua preferência. O montante restante seria dividido de acordo com regras que asseguram a proporcionalidade partidária.

“Não adianta falar em aumento de gastos para eleições em um momento de total descrédito da população com a classe política. O que eu defendo é que o foco maior de nossa reforma seja dar mais transparência, mais participação e mais responsabilidade ao eleitor na questão do financiamento de campanha. Este tem sido o mal maior de nosso modelo eleitoral, criador de inúmeros escândalos e CPIs ao longo dos anos. Se trata de uma proposta ousada, mas necessária para buscarmos uma maior sintonia com a sociedade no processo eleitoral, com uma maior participação”, explicou Caiado.

Conforme dados da Receita Federal, a compensação fiscal em 2014, ano de eleições gerais, atingiu o valor de R$ 1 bilhão. Em 2015, ano sem eleições, foi de R$ 308,9 milhões; e em 2016, com eleições municipais, R$ 562,2 milhões. De acordo com o projeto, o fundo seria formado por dotações orçamentárias ao menos equivalentes ao montante da compensação fiscal no ano da eleição geral imediatamente anterior à promulgação da lei somada à compensação fiscal da última propaganda partidária gratuita. A cada eleição, esse valor seria corrigido por meio do Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC).

“Como mais uma vez discutimos a reforma no limite do prazo para sua implementação nas próximas eleições, temos que nos ater ao essencial. Não há espaço para truques ou manobras, como anistia ao caixa dois ou voto em lista. Nossa intenção é criar uma nova cultura em que o eleitor não vai limitar sua participação ao voto, mas também indicando a sua parcela nesse fundo eleitoral a quem desejar. Além de transparente, esse sistema envolve o eleitor e lhe confere corresponsabilidade”, defendeu. O senador também ressaltou que as redes sociais já são aliadas no processo de divulgação do trabalho dos candidatos e poderão ser mais bem usadas num processo eleitoral.

PLATAFORMA DO TSE

Como forma de aplicar a utilização do Fundo Eleitoral pelo eleitor, o projeto do senador Ronaldo Caiado propõe que o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) desenvolva uma plataforma que fique disponível entre os dias 5 a 31 de agosto do ano de eleições para que o eleitor direcione o valor da cota que lhe cabe ao partido ou candidato de sua preferência. O projeto incorpora também critérios de distribuição dos recursos no interior dos partidos, entre os diretórios nacional, regionais e municipais.

PROPAGANDA PAGA

Caiado também propõe no texto a livre veiculação de propaganda eleitoral paga no rádio e na televisão. “Os partidos são os melhores juízes do seu interesse nesse tipo de propaganda e da conveniência de contratar ou não inserções a preço de mercado no rádio e na televisão”, argumenta.

 Matéria: Assessoria Liderança Democratas Senado Federal

Startup abre 3.800 vagas no DF

Lavô I

Empresa brasiliense oferece chances de geração de renda para a população que podem chegar a R$ 5mil mensais.

Em tempos de crise no país e que o desemprego se tornou um temor real na vida dos brasileiros, tem quem ouse e empreenda neste cenário. Para quem busca uma oportunidade de renda, a Lotal disponibiliza 3.800 vagas para início imediato. Os rendimentos podem chegar a R$250 por dia, resultando em uma média de R$ 5mil por mês. Isto com total liberdade de horários, o interessado é quem gerencia os atendimentos.

O sistema de trabalho é semelhante ao do Uber. O cliente solicita a lavagem por aplicativo de celular, com pagamento feito automaticamente por cartão de crédito ou débito. O parceiro Lavô vai até o veículo, onde estiver estacionado, e realiza o serviço. Ao invés de usar água, a lavagem é feita com uma cera líquida (certificada ecologicamente) que age sobre a sujeira, desfragmentando-a e facilitando a limpeza, sem arranhar a pintura do veículo.

Os interessados podem fazer o cadastro pelo site http://lavo.online/lavor. Ele receberá um treinamento e todo suporte para realizar o trabalho, sem pagamento de taxas de inscrição, de royalties, licença, nem grandes investimentos, como por exemplo as franquias.

“Como o serviço é feito conforme a disponibilidade de tempo do parceiro, de forma muito independente, temos cadastro alguns profissionais já empregados, que conseguem atender em seus horários de folga, por exemplo. É uma forma de empreendedorismo independente, com ótimos retornos”, destaca Ricardo Pereira, diretor da Lavô, que atualmente opera em Belo Horizonte, Natal, João Pessoa, Recife, Goiânia, Brasília Vitória, Anápolis e Fortaleza.

Fundo Eleitoral – Ou “Nada é tão ruim que não possa piorar”

Fundo EleitoralPor: Regis Machado

Pare um pouco e reflita: você está satisfeito com a política no Brasil? Se você é uma pessoa normal, que acompanha o que vem acontecendo ultimamente no seu país, a resposta a essa pergunta só pode ser um indignado e contundente “NÃO. Claro que NÃO!”, seguido de um “Tá louco?”.

A Lava Jato não para, a chamada “delação do fim do mundo” era apenas a ponta do iceberg. Um a um, junto com seus assessores, operadores e doleiros, caem em sequência os reis e as rainhas desse castelo de cartas marcadas que é a estrutura político-partidária no Brasil.

A ideologia virou mera peça publicitária, ardil para sequestrar, de quatro em quatro anos, os votos de incautos e inocentes. O que importa mesmo, de verdade, é apenas abocanhar cargos e gerenciar orçamentos na estrutura pública, podendo, assim, empregar apaniguados, fraudar licitações e de mil e uma maneiras distintas sangrar e embolsar, em conluio com empresários e “amigos”, os mais de dois trilhões em impostos pagos anualmente pelos cidadãos. Recursos que, não fossem desviados pela corrupção, certamente seriam suficientes para entregar à população educação, saúde, segurança e outros serviços públicos essenciais com a mínima qualidade que deles se espera.

Mas vamos ao ponto central. Não bastassem os recursos do Fundo Partidário, da ordem de quase R$ 1 bilhão/ano [1], bem como os outros vários bilhões a título de isenções fiscais para custear o horário eleitoral obrigatório e a propaganda partidária no rádio e na TV [2], agora os políticos querem que você, eleitor, também pague pelas suas campanhas, num montante inicialmente estimado (ou seja, certamente deverá ser ainda maior!) em astronômicos R$ 3,5 bilhões [3].

Parece piada, mas, num país em que um Deputado ex-palhaço exerce o cargo com mais seriedade do que seus pares, não se pode confiar no senso de humor dos parlamentares. E o perigo é maior ainda, tendo em vista que, devido à regra da anualidade na legislação eleitoral, a criação desse fundo extra precisaria ocorrer a toque de caixa, com votação e publicação até o final de setembro.

Se não houver ampla mobilização para barrar essas e outras propostas estapafúrdias, a exemplo do voto em lista fechada [4], elas podem se tornar realidade, mesmo sendo flagrantemente contra a vontade popular. Há muito os congressistas não se comportam como “representantes do povo”, mas atuam, isso sim, em causa própria e na defesa dos interesses dos seus financiadores ilícitos de campanha. A desfiguração do projeto das “10 medidas contra a corrupção” no final de 2016, por exemplo, demonstrou esse desvirtuamento de forma cristalina. A descriminalização do caixa 2 também está na pauta.

Apesar da crise que assola o país e cujo saldo já são mais de 14 milhões de desempregados [5], reduzir o custo das campanhas não precisa ser uma preocupação. Basta transferir mais uma conta pro povo, tratando, sempre que convém, o dinheiro “público” como infindável. Para cumprir a lei e implementar o voto impresso, alega-se falta de recursos [6], mas, de repente, como num passe de mágica, cogita-se a instituição de um desavergonhado “fundo eleitoral” em montante três vezes superior. Piada sem graça nenhuma.

Enfim, a triste realidade é que até o slogan do Deputado-palhaço foi propaganda enganosa. As coisas sempre podem piorar. Sábio mesmo era o falecido Ulysses Guimarães, a quem se atribui a célebre frase: “Se você acha que o Congresso atual é ruim, então espere pelo próximo”. É rir para não chorar.

#2018RenovaGeral

#MudeaPolitica

www.mudeapolitica.com.br

[1] http://www.tse.jus.br/partidos/fundo-partidario

[2] http://www.ebc.com.br/noticias/politica/2014/09/horario-eleitoral-custara-r-839-milhoes-aos-cofres-publicos, http://www.contasabertas.com.br/website/arquivos/12447, http://www.tse.jus.br/partidos/propaganda-partidaria/propaganda-partidaria

[3] https://oglobo.globo.com/brasil/2017/06/21/3046-sete-partidos-fecham-questao-para-aprovar-fundo-de-r35-bilhoes-para-financiar-campanhas

[4] https://www.facebook.com/mudeapolitica/posts/670768159790835

[5] http://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2017-04/ibge-total-de-desempregados-cresce-e-atinge-142-milhoes

[6] http://g1.globo.com/politica/noticia/reforma-politica-corregedores-eleitorais-pedem-adiamento-do-voto-impresso.ghtml

Distritais apoiam demandas do setor produtivo e aprovam Lei da Permeabilidade

CLDF1O projeto Câmara em Movimento chegou, nesta segunda-feira (26), ao Sindicato da Indústria da Construção Civil do DF (Sinduscon-DF), no Setor de Indústria e Abastecimento (SIA), com a presença de representantes do setor produtivo do DF.

Os trabalhos tiveram início após a apresentação do coral do Sindicato dos Servidores da CLDF (Sindical). O presidente do Sinduscon, Luiz Carlos Botelho Ferreira, agradeceu a presença dos deputados e destacou a importância da disponibilidade da Câmara Legislativa do DF (CLDF) para debater as demandas do setor.

No primeiro momento, os deputados aprovaram a Lei da Permeabilidade, que trata da desoneração da rede pública de macrodrenagem da vazão de saída dentro de lotes, a otimização da capacidade de infiltração dos aquíferos e a possibilidade de aproveitamento de águas pluviais.

“Temos uma responsabilidade como agentes públicos e precisamos dar uma resposta à sociedade, como estamos fazendo aqui, hoje. Essa Casa tem de dar um sinal de avanço e atender o que é bom para a população”, comentou a deputada Celina Leão (PPS), esclarecendo que projetos como o da Permeabilidade, vão mexer com a estrutura do Distrito Federal. A parlamentar relembrou que este ano o Distrito Federal perdeu 40 mil postos de trabalho devido as empresas que fecharam as portas.

Durante os trabalhos, os empresários fizeram críticas à burocracia e morosidade do governo do DF para a concessão de alvarás de construção e de Carta de Habite-se e apresentaram as demandas prioritárias para o setor produtivo, o que contou com apoio dos deputados distritais.

As demandas prioritárias definidas pelas lideranças do setor produtivo são:

  • Aprovação da Lei da Permeabilidade;
  • Aprovação da Lei da Compensação Urbanística;
  • Aprovação do novo Código de Obras;
  • Aprovação da Lei de Uso e Ocupação do Solo (LUOS);
  • Implantação da zona azul (estacionamentos rotativos);
  • Captação de recursos por meio de emendas parlamentares para execução do pacote de obras do DF;
  • Segurança nos postos de gasolina e serviços 24 horas;
  • Promoção de combate sistemático às atividades da economia informal (feiras de outros estados, camelôs, food trucks, quiosques …);
  • Fim da obrigatoriedade de recebimentos de faturas no BRB;
  • Exigência da Certidão Negativa de Débitos (CND) apenas uma vez.

Ascom da deputada Celina Leão

Clube do Choro recebe shows de Juliana Müller e grupo Vozes

Juliana Müller  e Vozes (2)“Projeto Pratas da Casa”, recebe artistas do cenário musical brasiliense, no dia 05 de julho, ás 21h. Meia entrada a R$20.

Juliana Müller é um nome conhecido nas noites de Brasília. Dona de uma voz marcante encanta com seu carisma e presença de palco. Musicalmente passeia pelo axé e mpb, transitando entre os ritmos com harmonia. Na ocasião, apresenta o show “INverso” para o público da tradicional casa de shows.

Já dividiu o palco com a cantora e compositora Isabella Taviani onde abriu o show em Curitiba e cantou com o cantor baiano Saulo Fernandes no projeto brasiliense “Na Praia”.

Participou da banda Caliandra formada somente por mulheres, atualmente também faz parte da formação do grupo Maria Vai Casoutras. Na bagagem artística ainda, a experiência com a banda Batuke Nation, composta por músicos brasileiros no período em que viveu na Inglaterra. A cantora de mpb Dani Machado é convidada especial da artista.

O grupo Vozes é formado pelas cantoras Ana Barreto, Ana Paula Amaral, Beatriz Àguida, Eliza Borges e Mabô.

Eliza Borges é presença cativa em apresentações e performances nos espaços culturais da capital federal e encabeça o projeto. Com repertório exclusivamente formado por canções nacionais, as artistas conquistam platéias por ondem passam. Em março deste ano, apresentaram-se com casa cheia no Feitiço Mineiro, reduto tradicional da música na cidade. O cantor Pedro Eduardo, ex The Voice Brasil fará uma participação especial.

“É uma oportunidade muito especial cantar no Clube do Choro, neste projeto importante “Pratas da Casa”, que recebe artistas diversos. Um lugar muito especial em Brasília, será uma noite para celebrar a música popular brasileira”, explicam Juliana e o grupo Vozes.

A produção, é assinada pela jornalista e produtora cultural Vanessa Castro, que já trabalhou com nomes como o DJ francês David Guetta, as cantora de mpb Gláucia Nasser e Monique Kessous.

Serviço: Clube do Choro recebe shows de Juliana Müller e grupo Vozes

Onde: Clube do Choro de Brasília – Setor de Divulgação Cultural, Bloco G – Eixo Monumental.

Quando: 05 de julho, ás 21h, quarta-feira.

Ingressos: R$ 40,00 (inteira) e R$ 20,00 (meia) *: mediante apresentação de carteirinha estudantil e ainda para professores, portadores de necessidades especiais e idosos acima de 65 anos.

Vendas online: www.bilheteriadigital.com

Bilheteria: Segunda a sexta, das 10h às 18h e sábado das 19h às 22h. Pagamento somente em dinheiro.

Classificação: 14 anos

Outras informações: (061) 99211-9451

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