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PGR denuncia ex-ministro do Turismo ao STF por lavagem de dinheiro

1349_18062016203759Segundo pessoas próximas às investigações, a conta de Alves teria um saldo de mais de R$ 2 milhões.

A PGR (Procuradoria-Geral da República) denunciou ao Supremo Tribunal Federal o ex-ministro do Turismo Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN), sob suspeita de lavagem de dinheiro e evasão de divisas.

A acusação tem como base informações repassadas pelo Ministério Público da Suíça, que identificou uma conta secreta do ex-ministro em instituição financeira daquele país. Os dados foram encaminhados pelas autoridades suíças à PGR.

Segundo pessoas próximas às investigações, a conta de Alves teria um saldo de mais de R$ 2 milhões.

A informação sobre a denúncia foi revelada neste sábado (18) pelo site da coluna “Radar”, da “Veja”.

O avanço das investigações da Lava Jato e a descoberta da conta na Suíça provocaram a demissão de Henrique Alves nesta semana, um dos peemedebistas mais próximos ao presidente interino Michel Temer.

O ex-ministro foi implicado nas delações de Sérgio Machado, ex-diretor da Transpetro, e Fábio Cleto, ex-vice-presidente da Caixa. Ao STF, a PGR já afirmou que Alves teria recebido recursos desviados pelo esquema de corrupção da Petrobras em troca de favorecimentos à empreiteira OAS.

Caso a denúncia seja aceita, Henrique Alves será transformado em réu.

A assessoria do ex-ministro não respondeu até as 15h. Na sexta (17), ele classificou de “ilações” as informações sobre conta na Suíça.

Fonte: Fato Online

Operações da Odebrecht no País tinham nomes de ‘Kibe’ e ‘Dragão’

ode-696x391O delator Vinícius Veiga Borin afirmou em seu depoimento que, nos casos envolvendo transações da Odebrecht que teriam como objetivo viabilizar dinheiro em espécie no Brasil, as operações eram chamadas por apelidos como “Kibe” e “Dragão”, que aparecem nas planilhas apreendidas pela Lava Jato na sede da Odebrecht.

Nesses casos, relata, havia “mais uma camada de offshores” no Meinl Bank Antigua controlada pelo advogado Rodrigo Tacla Duran, que recebia os valores de Olívio Rodrigues.

A Operação Dragão envolvia a transferência de dinheiro para “uma das quatro contas de um chinês denominado Wu-Yu Sheng”, que era quem fazia entrega de dinheiro em espécie. Todas as quatro contas de Wu-Yu, segundo Borin, já foram encerradas e o chinês deixou o Brasil em 2015 para ir morar na Flórida.

Já as operações “Kibe” e “Esfirra”, relatou, seriam aquelas nas quais Tacla encaminhava o dinheiro para dois irmãos operadores identificados pelo delator apenas como Adir e Samir. Tacla e Wu-Yu Sheng não foram localizados. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Fonte: Estadão Conteúdo

Cunha quer aproveitar a semana esvaziada no Congresso para reunir aliados

20160620071431427904iAlguns apoiadores do parlamentar avaliam até a possibilidade de ele renunciar à Presidência da Câmara para escapar do processo de cassação.

O presidente afastado da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), volta a ser o centro das atenções nesta curta semana de atividades parlamentares. Aproveitando o vazio de votações importantes — devido às festas de São João, o Congresso estará esvaziado —, Cunha vai se reunir hoje pela manhã com os principais aliados em reunião na casa dele e promete fazer um pronunciamento à imprensa amanhã, às 11h, no Hotel Nacional. A principal especulação é de que Cunha esteja avaliando a possibilidade de anunciar a renúncia à presidência da Câmara.
A tese de abdicar da principal cadeira da Câmara para preservar o mandato e se defender no Supremo Tribunal Federal é sustentada pelos aliados mais próximos dele. “O que se poderia tentar argumentar é que já houve uma punição muito grave contra ele (Cunha). Então, defendemos um julgamento no STF, menos contaminado pela política. Ele já teve uma punição violenta, está afastado, comandou processo de impeachment que trouxe ódio e o mais justo é que seja julgado no STF”, afirmou o deputado Carlos Marun (PMDB-MS).

Um peemedebista argumenta que Eduardo Cunha vai aproveitar a reunião de hoje para medir a força que ainda tem na Câmara, mesmo após o afastamento do Supremo e, com base nisso, avaliar se anuncia uma saída “honrosa” para se dedicar à defesa na Corte máxima. “Ele pode propor uma renúncia em troca de ser salvo de uma possível cassação em plenário.”

Na avaliação de outro aliado, a reunião é uma maneira de se inserir novamente no meio político e tentar se desvencilhar dos rumores de que fará delação premiada e entregará deputados. “Ele vai dizer que vai lutar até o fim e que não há o que se delatar porque não existe crime. É a oportunidade de ele sair dessa prisão domiciliar espontânea que está vivendo. É uma semana curta e ele vai aproveitar para fazer a sua defesa, sair das especulações e voltar a dialogar com jornalistas”, considerou um deputado. Alguns aliados devem se ausentar da reunião para evitar associações à obstrução da cassação.

Fonte: Correio Braziliense

Rollemberg tem dificuldade em aprovar projetos na Câmara Legislativa

Dois motivos traduzem essa falta de interação entre os Poderes: a inércia do próprio governo em enviar proposições à Casa e a falta de articulação para aprovar temas polêmicos. É o caso da regulamentação do Uber, prevista para ser votada na tarde de terça-feira (21/6). O GDF enviou a proposta em dezembro passado, mas o texto que atualmente tramita na Casa tem uma série de mudanças, que desfiguram o projeto original.Nos últimos meses, Rollemberg confrontou opositores — ao afastar, de cargos do primeiro e do segundo escalão, indicações de parlamentares não alinhados com o GDF —, intensificou as reuniões com a base e ainda conseguiu ampliar a representação do próprio partido na Câmara. Mas nada adiantou.

De fevereiro a junho, os deputados aprovaram, basicamente, créditos suplementares e a prorrogação do Simples Candango, entre os oito projetos de autoria do Executivo votados na Câmara Legislativa. Nesse período, os parlamentares apreciaram 65 vetos e 33 proposições de autoria do próprio Legislativo.

Luos e eleição nas administrações
Entre os temas que seguem à espera de definição palaciana antes de serem enviados à CLDF, estão a Lei de Uso e Ocupação do Solo (Luos) e o documento que vai regulamentar a eleição para administradores regionais. No segundo caso, o GDF ampliou a discussão antes de encaminhá-la ao Legislativo e abriu uma consulta pública para saber a opinião da população sobre o tema.

A enquete virtual revelou que 85% dos participantes aprovam a eleição direta para os gestores das cidades. Vale lembrar que essa regulamentação foi uma promessa de campanha de Rodrigo Rollemberg, ainda em 2014, quando era candidato.

Já a Luos recebeu mais de 200 emendas quando estava na Casa. Em 2015, foi retirada pelo Executivo com a promessa de retornar ainda no primeiro semestre de 2016. Para cumprir o cronograma, o tema precisa sair da gaveta até 30 de junho, quando está previsto o início do recesso — antes, os parlamentares precisam aprovar a Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO).

Protocolada na Câmara em maio, a LDO estima receita de R$ 31,49 bilhões para 2017. A maior parte do montante será para pagar servidores: R$ 21 bilhões. Esse é o documento que traça metas do GDF para o exercício financeiro do ano seguinte.

Cobranças
Em março, Rollemberg convocou os 17 distritais da base aliada para dar um puxão de orelhas coletivo. E os 14 deputados que foram ao encontro, na Residência Oficial de Águas Claras, ouviram a cobrança:

A partir de agora, quem é da base é da base, e quem não for precisa deixar isso claro

Rodrigo Rollemberg, em reunião com distritais da base

Na ocasião, o socialista pediu apoio para projetos do GDF. Antes de endurecer o discurso, Rollemberg fez um mea culpa aos presentes. Afirmou que 2015 foi um ano “de muitos erros” e que pretendia “dividir os espaços de forma equilibrada”, promovendo reuniões periódicas com os parlamentares.

Um desses últimos encontros ocorreu na semana passada. Na terça-feira (14), o governador pediu empenho para que os distritais aprovem o novo modelo de gestão da saúde pública local, com a presença de organizações sociais (OSs). O tema é controverso e desperta críticas de setores envolvidos com a saúde pública local.

Fonte: Metrópoles

Lei da deputada Luzia de Paula regulamenta o ponto facultativo no DF

26954788133_2c362bf50f_oMais um Projeto de Lei da deputada distrital Luzia de Paula (PSB) foi aprovado. O plenário da Câmara Legislativa do Distrito Federal, aprovou o PL nº 634/2011, que prevê a regulamentação do ponto facultativo pelos poderes do Distrito Federal.

Pelo projeto, tanto o Poder Executivo quanto o Legislativo terão de publicar, até o dia 30 de novembro, o calendário com as datas que serão declaradas ponto facultativo no ano seguinte. Comporão ainda os feriados que os Poderes do Distrito Federal entenderem por transferi-los para as sextas-feiras ou segundas-feiras.

O projeto visa acabar com os improvisos e transtornos gerados pelos pontos facultativos casuísticos que acabam por atrapalhar o cidadão que necessita de serviços públicos.

Para a deputada Luzia de Paula a Lei possibilitará que os Poderes do DF se programem quanto à definição de pontos facultativos e antecipação ou adiamento de feriados.

“A Lei não permitirá que haja prejuízos para a sociedade, especialmente para aqueles que dependem dos órgãos públicos para terem seus direitos atendidos, sobretudo no que diz respeito à marcação de consultas e procedimentos médicos, atendimentos a intimações nos estabelecimentos de segurança pública, reuniões, audiências e outros eventos,” disse a parlamentar.

O cidadão que não possui plano de saúde enfrenta sérias dificuldades quando necessita marcar uma consulta para si ou seus familiares. Quando consegue a data para o seu atendimento é marcada para vários dias ou meses adiantes. Este foi um dos principais motivos para a deputada apresentar essa Lei.

A declaração de ponto facultativo de supetão é ao mesmo tempo, ruim para o serviço público e para a sociedade. A Lei assegurará ainda ao servidor público organizar melhor as suas atividades.

O projeto segue para sanção do Governador Rodrigo Rollemberg.

Fonte: luziadepaula.com.br

Conectado ao Poder na Rádio OK FM com Valdir Pucci e Túllio Santillo – 18/06/2016

Sandro Gianelli, Rodrigo Mercúcio e Zinhão entrevistaram o cientista político Valdir Pucci e o pré-candidato a prefeito em Águas Lindas de Goiás, Túllio Santillo.

Programa transmitido no dia 18 de junho de 2016.

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#CONECTADOAOPODER na Rádio OK FM (Sábado 18/06/2016)

O Programa Conectado ao Poder deste sábado (18/06), entrevista o Cientista Político Valdir Pucci, Túllio Santillo, e Márcia Rollemberg.18d6

Temer também pode aparecer na delação da Odebrecht, diz jornal

alx_michel-temer_originalDepois de ser mencionado na delação do ex-presidente da Transpetro Sérgio Machado, o presidente interino Michel Temer (PMDB) também pode ser citado no acordo de colaboração dos dirigentes da Odebrecht. Segundo a coluna de Mônica Bergamo, do jornal Folha de S. Paulo, intensificou-se o debate entre os advogados que estão negociando o acordo de como Temer aparecerá nos depoimentos. A Odebrecht deu recursos ao PMDB na campanha presidencial de 2014, quando Temer era candidato a vice-presidente na chapa de Dilma Rousseff. Os valores podem chegar a 50 milhões de reais, segundo a coluna. O PT teria participado da negociação sobre os repasses ao PMDB.

Em seu acordo de delação, Sérgio Machado relatou aos investigadores da Lava Jato que Temer combinou recursos ilícitos para a campanha do então peemedebista Gabriel Chalita para a prefeitura de São Paulo, em 2012. Temer refutou as acusações, dizendo que a citação à sua pessoa é “leviana, mentirosa e criminosa”.

Fonte: veja.abril.com.br

Alberto Fraga, da Bancada da Bala, pede a Temer aumento para policiais

albertofraga-agenciacamaraDeputado federal pediu a Temer que o Executivo elabore proposta para reajustar salários de PMs, policiais civis e bombeiros militares do DF.

Condenado por porte ilegal de arma e denunciado, pelo Ministério Público, por supostamente ter recebido propina de R$ 350 mil na época em que era secretário de Trabalho do Distrito Federal, o deputado federal Alberto Fraga (DEM) não tira o olho do eleitorado.

Tenente-coronel reformado da Polícia Militar do DF e integrante da chamada Bancada da Bala na Câmara dos Deputados, Fraga entregou, no início da tarde desta quinta-feira (16/6), ao presidente Michel Temer, documento no qual pede ao Planalto uma proposta de reajuste salarial para os servidores da segurança no DF.

O documento ressalta que esses recursos vêm do Fundo Constitucional. “Os policiais militares e civis e os bombeiros estão sofrendo com o descaso do Governo do DF. O governador (Rodrigo Rollemberg), até agora, não se manifestou sobre a questão salarial dos servidores da segurança pública. Enquanto isso, a desmotivação cresce dentro das corporações”, explica Fraga.

Fonte: Metrópoles

Luzia de Paula defende o direito à creche no Câmara em Movimento de Águas Claras

CLDF-em-movimentoA Câmara Legislativa do Distrito Federal realizou ontem (15) mais uma edição do projeto “Câmara em Movimento”. A sessão foi realizada no auditório da Escola Técnica de Brasília, no Areal, e contou com a participação de moradores e comerciantes de Águas Claras, Areal e Arniqueiras, além de representantes do governo.

Vários moradores se manifestaram pedindo a inauguração de uma creche que está pronta há dois anos e alguns parlamentares se comprometeram a destinar emendas orçamentárias para garantir o funcionamento da unidade de ensino.

A deputada distrital Luzia de Paula (PSB) aproveitou para reafirmar seu compromisso em defesa do acesso às creches. “Quando entrei na política foi para defender o acesso das crianças às creches,” disse a parlamentar.

A deputada garantiu uma emenda no PPA de 2011, para que o GDF pudesse captar recursos e construir creches. Sem essa emenda, o Governo não teria tido condições de construir várias creches em todo o Distrito Federal.

Já em 2016, Luzia destinou todos os seus recursos do PPA, para garantir a construção de creches, para as crianças; e de centros dia, para os idosos. “Precisamos cuidar das nossas crianças e abraçar os nossos idosos, esse é o caminho para um futuro melhor”, afirma Luzia de Paula.

Luzia defendeu mais investimentos para garantir o direito de crianças e adolescentes e lembrou que o Brasil caiu 64 posições, despencando da 43ª para a 107ª posição no ranking de direitos de crianças e adolescentes.

A parlamentar enfatizou que felizmente o Distrito Federal está no rumo contrário a esta estatística. “Em 2014 a Câmara Legislativa aprovou a Emenda a Lei Orgânica Nº 76, de minha autoria, que destinou 0,3% da receita tributária do DF para o Fundo dos Direitos da Criança e do Adolescente do DF. Os investimentos em 2014 eram de menos de um milhão por ano, já em 2015 passaram para mais de 45 milhões”. Finaliza a deputada.

Fonte: luziadepaula.com.br

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