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Dilma Rousseff diz a juiz que desconhece informações sobre venda de MPs

20160204103148412235iEm ofício ao juiz Vallisney de Souza Oliveira, da 10ª Vara da Justiça Federal, em Brasília, a presidente Dilma Rousseff afirmou desconhecer fatos relacionados ao suposto esquema de “compra” de medidas provisórias no governo federal, caso investigado na Operação Zelotes. Ela era chefe da Casa Civil e, mais tarde, presidente quando as normas sob suspeita foram editadas pelo Palácio do Planalto e aprovadas pelo Congresso.

“Esclareço a Vossa Excelência que não detenho qualquer informação ou declaração a prestar acerca dos fatos narrados na denúncia ofertada nos autos da ação penal em curso nesse juízo ou sobre as pessoas indicadas na referida denúncia”, escreveu a presidente.

A pedido dela, a Subchefia de Assuntos Jurídicos da Casa Civil requereu que o juiz não autorize mais nenhum depoimento de Dilma sobe o caso. Argumentou que o requerimento já apresentado para que ela seja ouvida, da defesa do réu Eduardo Valadão, não traz “qualquer elemento” que indique a participação da petista nos fatos narrados.

A Casa Civil ressalta que não há, no pedido para a presidente ser ouvida, menção a fato que, ainda que indiretamente, poderia ser de conhecimento de Dilma. A pasta explica que a denúncia cita apenas episódio em que Lytha Spíndola, ex-assessora da Casa Civil que é ré da Zelotes, teria atuado para impedir veto de Dilma a emendas à Medida Provisória 512/2010, de interesse de montadoras de veículos. “Todavia, importa destacar que a presidenta vetou as emendas. Logo, não há mais nada a esclarecer para além dos termos da anexa declaração”, argumentou o subchefe para Assuntos Jurídicos da Casa Civil, Jorge Rodrigo Araújo Messias.

Dilma foi arrolada como testemunha de defesa de Valadão, entre pessoas que participaram do processo para editar e aprovar as medidas provisórias sob suspeita. Os advogados do réu não apresentaram, no entanto, nenhum argumento específico para justificar o depoimento dela.

Por lei, a presidente tem o direito de responder a perguntas por escrito ou em audiência presencial, previamente marcada. O juiz da 10ª Vara abriu prazo para que a petista e outras testemunhas com prerrogativa de foro, entre elas deputados e senadores, se manifestassem a respeito e deu ainda a possibilidade de que, de antemão, afirmassem que nada têm a declarar a respeito, o que ocorreu no caso da presidente.

Também enviaram respostas ao juiz os senadores Walter Pinheiro (PT-BA), José Agripino Maia (DEM-RN) e o deputado federal José Carlos Aleluia (DEM-BA). Os três participaram, como congressistas, do processo de discussão e votação das MPs. Nos ofícios, todos alegaram não ter o que declarar sobre os fatos investigados. As MPs sob suspeita concederam incentivos fiscais bilionários a montadoras de veículos. Conforme denúncia ofertada à Justiça pelo Ministério Público Federal, um esquema de lobby e corrupção contratado pelo setor automotivo atuou para viabilizar as normas nos governos Lula e Dilma. O fato foi revelado pelo jornal O Estado de S. Paulo em outubro.

Fonte: Correio Braziliense

Novo gama: Ônibus do transporte público municipal monitorado via GPS

IMG_9221Com o objetivo de melhorar a qualidade do transporte coletivo municipal do Novo Gama, todos os ônibus e vans estão equipados com sistema Global Positioning System (GPS).

Segundo o Secretário Municipal de Transporte, José Pereira (Pr. Zezinho), o projeto foi idealizado pela prefeitura para fiscalizar a prestação do serviço na cidade. José Pereira destaca que uma equipe é responsável pelo monitoramento dos veículos.

“Através deste sistema é possível saber se o carro está cumprindo a rota, se ele quebrou, e qual a causa do atraso. Isso é muito bom para a categoria. É um projeto que foi trabalhado, numa contrapartida da prefeitura que viu a necessidade de uso desta tecnologia para melhorar o serviço. Nós tivemos uma diminuição de 80% no número de reclamações”, disse José Pereira.

José Pereira ainda enfatizou: A Secretaria Municipal de Transportes está aberta a sugestões. Qualquer dúvida ou reclamação nos procure. Digo também que a fiscalização tem sido intensificada, no combate ao transporte pirata no município.

Cabe ressaltar que a compra e a instalação dos aparelhos de GPS, nos veículos, são/foram de responsabilidade de cada empresa.

Fonte: novogama.go.gov.br

OAB recomenda afastamento imediato de Cunha da presidência da Câmara

oab-recomenda-afastamento-imediato-de-cunha-da-presidencia-da-camaraNo entender do Conselho Federal da Ordem dos Advogados, o deputado fluminense não reúne mais condições de seguir no comando da casa legislativa.

O Conselho da OAB (Ordem dos Advogados do Brasil) recomendou o afastamento imediato do presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), da presidência da Casa. A decisão foi tomada em reunião na tarde desta segunda-feira (1º) e será encaminhada à Câmara dos Deputados e ao STF (Supremo Tribunal Federal). Caso o Conselho de Ética da Casa conclua que Cunha quebrou o decoro, a Ordem pede a cassação do mandato do parlamentar peemedebista.

De acordo com a OAB, a decisão do plenário foi tomada visando o bem da instituição Câmara dos Deputados e das investigações da Operação Lava-Jato em andamento no Supremo. O presidente da Câmara responde a dois inquéritos no STF, sendo que em um deles o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, já realizou a denúncia desde agosto de 2015. No entanto, ainda falta a decisão do ministro Teori Zavascki, relator da Lava-Jato no tribunal, sobre a aceitação da denúncia ou arquivamento do caso.

O novo presidente da OAB, Claudio Lamachia, foi quem conduziu a reunião. Apesar da recomendação, a Ordem afirma que não está defendendo a cassação nem o “impeachment” do presidente da Câmara neste primeiro momento, mas apenas após a conclusão da análise do Conselho de Ética da Câmara sobre o caso.

A decisão do Conselho Federal da OAB reforça o pedido feito no dia dia 16 de dezembro pelo procurador-geral da República também pediu ao STF o afastamento do deputado Eduardo Cunha do mandato e do cargo de presidente da Câmara pela suposta prática dos crimes de corrupção, lavagem de dinheiro e por indícios de que estaria utilizando o mandato parlamentar contra as investigações da Operação Lava-Jato.

Além disso, o pedido da PGR também se baseou em várias investidas de Cunha contra as ações do Conselho de Ética da Câmara. Desde o início das atividades do Conselho, o parlamentar tem atuado nos bastidores para impedir a investigação parlamentar. O STF ainda aguarda a defesa do peemedebista sobre o pedido de afastamento, para só depois decidir sobre o caso.

Fonte: Fato Online

Com CPI e temas polêmicos, Câmara do DF retoma trabalhos nesta terça

camara-legislativa_ei9U1jJProjetos sobre Uber, Lei do Silêncio e ordenamento urbano voltam à pauta. Grupo ainda analisa licitação de ônibus; Buriti promete fim da alta tributária.

Após um mês e meio de recesso parlamentar, a Câmara Legislativa do Distrito Federal retoma as atividades a partir desta terça-feira (2). As férias terminaram oficialmente nesta segunda (1°),  mas a agenda do Legislativo não exibia nenhum compromisso para o primeiro dia. A pauta de votações para o ano deve ser debatida a partir das 14h, na primeira reunião de líderes do ano.

A CPI criada em maio de 2015 para apurar supostas irregularidades no transporte público do DF se reúne em sessão extraordinária e fechada a partir das 9h30. O colegiado, formado por cinco distritais, deve repercutir a decisão do Tribunal de Justiça que anulou, no último dia 25, a licitação das bacias de ônibus iniciada em 2011.

O presidente da CPI, Bispo Renato Andrade (PR), afirmou em nota que convocou a reunião extra para “nos aprofundarmos dos detalhes e definir os próximos passos”. Ele disse esperar que o governador Rodrigo Rollemberg não recorra da decisão judicial, realize nova licitação e, se necessário, promova a intervenção nas empresas. O GDF não se posicionou sobre o tema.

A primeira sessão ordinária de 2016 acontece a partir das 15h, mas não havia previsão de votações até a noite desta segunda. O recesso começou em 17 de dezembro, após um esforço concentrado para votar mais de 80 projetos, e foi interrompido no dia 23 para aprovar a continuidade de isenções a órgãos públicos e minorias, que tinha sido “esquecida”.

Pendências
Os parlamentares retomam as atividades sob a pressão de pautas que ficaram pendentes no ano passado e ainda não foram votadas. Entre os motivos citados pelos próprios parlamentares para o “banho-maria” estão falta de acordo, pressão de setores, problemas de tramitação ou ausência de “vontade política”.

A alteração nos limites de ruído estabelecidos pela Lei do Silêncio, de 2008, foi apresentada em maio de 2015 e ainda não passou por nenhuma comissão. “Eu ia levar a plenário, mas diante da pressão de setores, retirei para continuar discutindo”, afirmou ao G1 o autor do texto, Ricardo Vale (PT), em dezembro.

A regulamentação de aplicativos de transporte privado executivo, como o Uber, também foi enviada pelo Buriti aos parlamentares em “regime de urgência”, mas ainda não saiu do lugar. Em novembro, Sérgio Nogueira disse ao G1 que o tema “não era prioridade” no fim de ano, frente à necessidade de aprovar o pacote de austeridade.

Na reta final de 2015, a Câmara rejeitou um projeto de decreto legislativo da deputada Liliane Roriz (PRTB) que tentava suspender as derrubadas em áreas irregulares pela Agefis. O texto foi arquivado, mas a discussão deve voltar à pauta em 2016. Outro projeto de decreto de Liliane, que suspende a alta de preços nos restaurantes comunitários, aguarda votação.

O projeto de decreto legislativo que reduziria os salários do primeiro escalão em 20%, anunciado pelo GDF como forma de “cortar na própria carne”, também não chegou a plenário, mas deve ser arquivado.

As regras só valeriam enquanto o Executivo estivesse acima do limite máximo de gastos com salário previsto na Lei de Responsabilidade Fiscal. No último quadrimestre, o governo conseguiu ficar abaixo do limite máximo, mas ainda ficou na “faixa de atenção”.

O ano também pode ser marcado pela retomada de temas que saíram de pauta nas últimas eleições, em 2014. Projetos como a Lei de Uso e Ocupação do Solo (Luos) e o Plano de Preservação do Conjunto Urbanístico de Brasília (PPCub) tramitaram entre 2011 e 2014 e foram retirados. Rollemberg prometeu fazer alterações e reenviar em 2015, o que não aconteceu.

Sem impostos
Durante a divulgação do balanço fiscal mais recente, na última quinta, o GDF anunciou que não vai enviar nenhum aumento de impostos à Câmara neste ano. A informação foi passada pelo ex-secretário de Fazenda, Pedro Meneguetti, e confirmada pelo novo chefe da pasta, João Antônio Fleury, que assumiu a cadeira titular nesta segunda (1º).

“Esse ano, a intenção do governo é não aumentar impostos e sim cortar despesas. Não vamos falar mais em ajustes de alíquotas, não vamos mais mandar projetos. O que tinha que ser feito foi feito. Mas vamos buscar, isso sim, receita extra”, disse Meneguetti. “A gente não encaminhará nenhum projeto à Câmara, neste ano, que trate do aumento de tributos”, afirmou Fleury.

Em 2015, o GDF reajustou ICMS, IPVA e impostos sobre herança (ITCD) e venda de imóveis (ITBI), mas não conseguiu apoio entre os distritais para rever alíquotas de IPTU, Taxa de Limpeza Pública (TLP) e Contribuição de Iluminação Pública (CIP), por exemplo.

Fonte: G1

Moro condena Zelada a 12 anos de prisão por corrupção e lavagem de dinheiro

20160201131557619545uMoro decretou o confisco de R$ 123,6 milhões dos saldos sequestrados em duas contas em nome de Zelada e da offshore Rockfield International.

O juiz federal Sérgio Moro condenou nesta segunda-feira, 1º de fevereiro, o ex-diretor de área Internacional da Petrobras Jorge Luiz Zelada a 12 anos e dois meses de prisão pelos crimes de corrupção passiva e lavagem de dinheiro. Moro condenou, ainda, o lobista João Augusto Rezende Henriques, apontado como operador do PMDB na estatal e aliado do presidente da Câmara, deputado Eduardo Cunha (PMDB/RJ), a seis anos e oito meses de reclusão. Foram condenados também Eduardo Costa Vaz Musa. ex-gerente da estatal petrolífera, a dez anos de reclusão e Hamylton Pinheiro Padilha Júnior a oito anos de prisão.

Segundo a denúncia da Procuradoria da República, Zelada, na condição de Diretor Internacional da Petrobras, e Eduardo Musa, gerente da área internacional da Petrobras, aceitaram propina de cerca de US$ 31 milhões de Hamylton Padilha e de Hsin Chi Su Nobu Su, para favorecer a contratação, em 22 de janeiro de 2009, da empresa Vantage Drilling Corporation para afretamento do navio sonda Titanium Explorer pela Petrobras ao custo de US$ 1,81 bilhão.

Moro decretou o confisco de R$ 123,6 milhões dos saldos sequestrados em duas contas em nome de Zelada e da offshore Rockfield International, constituída no Panamá, no Banco Julius Baer, no Principado de Monaco, com saldo total de cerca de 11,6 milhões de euros.

“As contas receberam os ativos criminosos decorrentes da propina paga no contrato que é objeto da presente ação penal e que há indícios de que receberam propinas também decorrentes de outros contratos da Petrobras, estando sujeitos os saldos à decretação de confisco em outras ações penais, o que significa que, apesar do elevado valor, não necessariamente será o confisco ora decretado suficiente para restituir à vítima o produto dos crimes que constituem objeto deste feito”, assinalou o magistrado.

Na sentença, o juiz Moro assinalou: “No que se refere à Jorge Luiz Zelada, reitero a existência de provas de que seria titular de outras contas em nome de offshore no exterior e que não tiveram os saldos sequestrados por este Juízo, como as contas na Suíça (duas pelo menos), havendo também transferências dele significativas para contas na China e que podem ter como destino contas por ele controladas no referido país. As provas são de que ele movimentou seus ativos criminosos em 2014, já durante a investigação da Operação Lava Jato, tentando colocar seus ativos criminosos a salvo no Principado de Monaco, o que por si só representa a prática de novos atos de lavagem durante a investigação e tentativa de frustrar a aplicação da lei penal.”

O juiz da Lava Jato destaca que Zelada foi denunciado em novas ações penais ‘e por novos esquemas criminosos, pela prática de novos crimes de corrupção’.

Em relação a João Augusto Rezende Henriques, o juiz federal observou ‘a persistência do risco à aplicação da lei penal, já que mantém diversas contas offshores no exterior (pelo menos duas na Suíça) cujos saldos ainda não foram sequestrados por este Juízo, tendo condições de frustrar a recuperação do produto do crime’.

Cunha

Sérgio Moro alertou para ‘indícios de profissionalismo na prática de crimes de corrupção e lavagem’. O magistrado destacou ‘a gravidade em concreto não só do crime que é objeto da presente ação penal, mas dos crimes por ele admitidos como o pagamento de propina ao atual presidente da Câmara dos Deputados, terceiro na linha da sucessão presidencial’. O deputado federal Eduardo Cunha (PMDB-RJ) é alvo de investigação na Procuradoria Geral da República. Ele nega.

Defesas

Em suas alegações finais no processo, Jorge Zelada, por meio do criminalista Nélio Machado, argumentou que “não se configurou o crime de corrupção” e “que não houve irregularidades” na contratação do navio-sonda da Vantage. Argumentou que não houve prejuízo à Petrobrás e que os delatores e réus no processo Hamylton Padilha e Eduardo Musa disseram que nunca trataram diretamente com Jorge Zelada sobre a propina.

Por fim, a defesa pede a absolvição de Zelada. O criminalista alegou ainda que o juiz Sérgio Moro “é incompetente” e ‘suspeito’ para julgar o caso”.

A defesa do acusado de operar propinas ao PMDB João Augusto Rezende Henriques

argumentou em suas alegações finais que “mantinha amizades na Petrobras, por ter

trabalhado na empresa, mas não praticou ilícitos criminais”. Suas consultorias via Trend Empreendimentos foram licitas e “que não há prova material do crime”. A defesa pede a “absolvição e a revogação da prisão preventiva”.

Fonte: Correio Braziliense

Hillary e Sanders seguem empatados em Iowa, com 98% dos votos apurados

20160202111829Com 98% dos votos apurados, os números mostram Hillary com 49,8% e o senador com 49,6% e ainda não era possível determinar o vencedor.

A ex-secretária de Estado Hillary Clinton e o senador Bernie Sanders disputaram voto a voto as primárias democratas de Iowa, em uma votação bastante apertada. Com 98% dos votos apurados, os números mostram Hillary com 49,8% e o senador com 49,6% e ainda não era possível determinar o vencedor.

Pelo lado republicano, Ted Cruz surpreendeu e superou o bilionário Donald Trump, que vinha sendo apontado pelas pesquisas de opinião como o favorito para ganhar a votação. Cruz teve 27,7%, seguido por Trump, com 24,3%, e pelo senador da Flórida, Marco Rubio, com 23,1%.

A primária de Iowa já provocou duas baixas esta noite na corrida presidencial dos Estados Unidos. O candidato democrata Martin O’Malley, ex-governador do Estado de Maryland, teve apenas 0,6% dos votos e anunciou que está deixando a campanha para a Casa Branca. Entre os republicanos, o ex-governador de Arkansas Mike Huckabee também anunciou que estava suspendendo sua campanha, após projeção de ter apenas 1,8% dos votos.

Os candidatos passaram pelo Estado de Iowa ontem, conversando com eleitores e lideranças locais. A primária do Estado é a primeira para a corrida presidencial dos EUA e vem tendo ampla cobertura da imprensa norte-americana, pois pode dar o tom de como fica a disputa para a Casa Branca a partir de agora.

Depois de Iowa, as primárias ocorrem no Estado de New Hampshire, no próximo dia 9, na Carolina do Sul, dia 20, e Nevada, nos dias 20 e 23. Até junho, elas ocorrem em todos os Estados norte-americanos e serão seguidas pelas convenções nacionais dos dois partidos, que escolhem os dois candidatos finais. A convenção democrata será realizada na Filadélfia, entre os dias 25 a 27 de julho. A republicana ocorre entre os dias 18 a 21 do mesmo mês em Cleveland, Ohio. A eleição ocorre dia 8 de novembro.

 Fonte: Estadão Conteúdo

Em Novo Gama prefeitura inicia nova etapa da Operação Tapa-Buraco

IMG_92471Na manhã desta segunda-feira (01), a Prefeitura de Novo Gama através da Secretaria Municipal de Infraestrutura Urbana, iniciou o serviço de tapa buracos na avenida principal do Pedregal.

O Governo Municipal lembra na última semana, esta mesma atividade foi realizada na avenida principal do Novo Gama. Ressalta ainda que além da operação tapa buracos, a equipe responsável pelo serviço, percorrerá as ruas da cidade para realizar os mutirões de limpeza e a roçagem do mato.

O prefeito Everaldo Vidal destacou:

“Devido ao grande volume de chuva no último período, muitas vias estão precisando de manutenção. Nesta etapa da operação, estamos priorizando as vias de maior fluxo, mas esse trabalho deverá acontecer de forma gradual e permanente”.

O Secretário de Infraestrutura Urbana, Warlei Lúcio, enfatiza que a comunidade pode procurar o programa “Prefeitura no Bairro” no Centro Comunitário do Lunabel. Segundo ele, no local a Equipe Técnica Social da Infraestrutura Urbana, está recebendo demandas referentes, a reclamações e sugestões quanto aos serviços de iluminação pública; operação tapa buracos; e limpeza das ruas.

Warlei destaca que além das demandas citadas anteriormente, a população também pode participar gratuitamente das oficinas de Horta Comunitária ministradas pela equipe da Secretaria Municipal de Agricultura.

Os atendimentos estão disponíveis, todas as segundas, terças e quartas-feiras, em horários diferenciados.  Confira abaixo:

  • SEGUNDA-FEIRA de 14h as 17h30;
  • TERÇA-FEIRA de 8h as 11h30;
  • QUARTA-FEIRA de 14h as 17h30;

Fonte: novogama.go.gov.br

Conselho de Ética retoma trabalhos mesmo com possibilidade de anulação do caso Cunha

conselho-de-etica-retoma-trabalhos-mesmo-com-possibilidade-de-anulacao-do-caso-cunhaAliados do presidente da Câmara apresentaram recursos na CCJ e na Mesa Diretora para que o processo retorne à estaca zero. Relator da representação deve apresentar cronograma de funcionamento na primeira sessão do órgão.

Sob o risco de ver o processo contra o presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB/RJ), retornar à estaca zero, o Conselho de Ética pode se reunir nesta semana para definir um cronograma de trabalho para os próximos meses. A expectativa é que, caso haja convocação de sessão para quarta-feira (3), a discussão seja em torno dos passos seguintes na denúncia por quebra de decoro contra o peemedebista.

Por enquanto, o presidente do Conselho de Ética, José Carlos Araújo (PSD/BA), não convocou o Conselho de Ética. Mas a sessão pode ser marcada ainda nesta segunda-feira (1º), dando tempo para os deputados chegarem a Brasília até quarta-feira (3). O Regimento Interno da Câmara prevê que, para uma sessão de comissão ocorrer, precisa ser marcada com 48 horas de antecedência.

No entanto, existe uma expectativa de que o Conselho não se reúna enquanto a Mesa Diretora e o Conselho de Ética não decidam sobre os recursos apresentados contra a decisão do órgão em continuar o processo mesmo com a mudança de relator. O novo responsável por conduzir o caso, Marcos Rogério (PDT/RO), também sugeriu a continuidade das investigações, mas com uma argumentação de Fausto Pinato (PRB/SP), que foi destituído da relatoria.

Para deputados aliados de Cunha, o processo deveria ter retornado à estaca zero quando houve a troca de relator. No entanto, amparados em uma decisão da Mesa Diretora, Rogério e Araújo decidiram não conceder novos prazos para defesa nem abrir um novo pedido de vista porque o relatório teve a mesma recomendação.

 

Isso motivou um recurso de Carlos Marun (PMDB/MS) à CCJ (Comissão de Constituição e Justiça) e outro do próprio Cunha à Mesa Diretora. Nenhum dos dois foi analisado ainda. O primeiro, no entanto, recebeu parecer favorável. Para o deputado Elmar Nascimento (DEM/BA), a decisão do Conselho de Ética deve ser anulada.

O parecer quase foi votado no último dia do ano legislativo, em 23 de dezembro. Mas, sem quorum suficiente, acabou ficando para 2016. “Não estou tratando da pessoa de Eduardo Cunha, estou tratando do direito de um deputado pedir vista ou não. Não tem amparo nem no regimento nem na Constituição negar pedido de vista”, disse o relator do recurso.

Porém, ao contrário do Conselho de Ética, em que os membros têm mandato de dois anos, a CCJ terá que ser formada novamente, inclusive com escolha de presidente e vices. Como há uma dúvida se a decisão do STF (Supremo Tribunal Federal) sobre a comissão do impeachment pode influenciar nos outros colegiados, há uma previsão de que as comissões permanentes não se reunirão até os ministros se posicionarem sobre o caso.

Fonte: Fato Online

As dividas morrem com o devedor?

size_810_16_9_homem-assina-documentoEm momentos de crise, como a que o Brasil está enfrentando agora, os Consumidores sempre se preocupam com as dívidas, os juros cobrados, o aumento dos preços dos produtos, buscando economizar e não entrar em situações de “super endividamento”.

E muitos consumidores se perguntam: caso o devedor morra, as dívidas que aquele devedor tinha, morrem com ele? Ou cabe aos herdeiros quita-las junto ao fornecedor?

Inicialmente é primordial informar aos Consumidores que as dívidas deixadas por alguém que veio a falecer não podem ser cobradas dos herdeiros, sendo que a obrigação de quitação fica condicionada ao montante dos bens da herança que o falecido deixou.

Em alguns casos de financiamentos, geralmente financiamentos imobiliários, existe o chamado “Seguro Prestamista”, que é aquele seguro pago mensalmente pelo Consumidor e que, em caso de falecimento do devedor, a dívida é quitada pela Seguradora.

Importante que os Consumidores verifiquem junto ao seu contrato de financiamento se existe referido seguro, podendo os mesmos, caso não o tenham, procurar o gerente de seu banco e solicitar um orçamento para contratação de referido serviço de “Seguro Prestamista”.

Nos demais casos de financiamentos, se o falecido não deixou bens ou valores de herança, os credores não poderão efetuar a cobrança dos herdeiros, pois os mesmos não têm a obrigação de pagar a dívida do devedor falecido.

Mas é importante que os herdeiros comuniquem o falecimento do Consumidor aos fornecedores e credores, apresentando a Certidão de Óbito, principalmente para Cartão de Credito, Banco (conta corrente) e empresas de telefonia, para que se cesse as cobranças mensais e se evite problemas com juros.

Destaca-se ainda que apenas a herança é que responde pelas dívidas, sendo que, a metade dos bens que são de propriedade do Cônjuge sobrevivente não pode responder pela dívida, observando-se o regime de casamento do Consumidor falecido.

Ou seja: o patrimônio de propriedade exclusiva do Cônjuge sobrevivente não pode responder pelas dívidas daquele que faleceu, a não ser que a dívida seja comum.

Então caro leitor, procure conhecer seus direitos e aja com ética tanto como cidadão quanto consumidor, lembrando-se sempre do consumo consciente e de, em caso de dúvidas, consultar um advogado.

Helena Lariucci – Advogada

helena@lariucci.com.br

Lula admite visita a tríplex com Léo Pinheiro; MP vê incoerência na defesa

20160201102010No Ministério Público, a avaliação inicial é de que as informações corroboram os indícios de tentativa de ocultação de patrimônio.

O Instituto Lula publicou em seu site reproduções de documentos para voltar a negar que o apartamento no condomínio Solaris, no Guarujá, pertença a Luiz Inácio Lula da Silva e sua família. A entidade, presidida por Paulo Okamotto, confirmou que o ex-presidente esteve na unidade 164-A, um tríplex de 215 m2, em uma “única ocasião”, em 2014, acompanhado da mulher, Marisa Letícia, e de José Adelmário Pinheiro, o Léo Pinheiro, sócio da OAS.

Lula e Marisa foram intimados na semana passada a depor no próximo dia 17 como investigados em inquérito do Ministério Público Estadual que apura oito empreendimentos da Cooperativa Habitacional dos Bancários do Estado de São Paulo (Bancoop) assumidos pela OAS, alvo da Lava Jato por formação de cartel na Petrobrás entre 2004 e 2014. Um desses empreendimentos é o condomínio Solaris – também alvo da Operação Triplo X, 22.ª fase da Lava Jato.

O comunicado divulgado no sábado à noite pelo Instituto Lula faz um histórico da negociação envolvendo o empreendimento e acusa a imprensa e “agentes públicos partidarizados” de promover uma “farsa” para incriminar o ex-presidente da República.

No Ministério Público paulista, contudo, a avaliação inicial é de que as informações corroboram os indícios de tentativa de ocultação de patrimônio. O promotor Cássio Conserino afirmou que viu incoerência nas informações apresentadas.

Desde que surgiram suspeitas na relação do tríplex 164-A com a família Lula, o instituto do ex-presidente vinha divulgando notas afirmando que o petista e sua família nunca adquiriram o apartamento em si, mas uma cota-parte da Bancoop para aquisição de um imóvel no edifício, e que, posteriormente, desistiram da compra.

Na nota de anteontem, o instituto afirma que a cota adquirida por Marisa Letícia se referia à unidade 141 do edifício, de 82,5 m2. Em setembro de 2009, quando o empreendimento foi incorporado pela OAS, diz a nota que Marisa interrompeu os pagamentos porque deixou de receber os boletos da Bancoop e não aderiu ao contrato com a OAS. Até então, a família havia pago R$ 179.650,80 (em valores de hoje, R$ 286 mil) pela cota da unidade 141. Parte da declaração de bens da campanha à reeleição de Lula em 2006, entregue ao Tribunal Superior Eleitoral, foi anexada à nota. Nela consta o valor de R$ 47.695,38, como participação na Bancoop.

De acordo com o comunicado, em 2014, quando o edifício estava concluído, Lula e Marisa, acompanhados de Léo Pinheiro, visitaram o tríplex 164-A, que estava à venda, mas não aprovaram o imóvel no estado em que estava. Em novembro de 2015, Marisa teria, enfim, assinado o termo da Bancoop requerendo sua “demissão” do empreendimento. Na data deste documento, porém, consta o ano de 2009, de acordo com a nota do instituto.

Incoerente

“O que eu posso falar é que é incoerente com as próprias notas do instituto. Antes eles tinham uma cota e agora eles têm uma unidade habitacional específica. Nem eles sabem o que eles têm”, disse Conserino ao jornal O Estado de S. Paulo. O promotor já afirmou que via indícios para denunciar Lula por lavagem de dinheiro.

O inquérito do MP-SP investiga a suspeita de que as operações envolvendo a Bancoop e a OAS provocaram prejuízos de aproximadamente R$ 250 milhões aos cooperados.

Anteontem, o Instituto Lula afirmou que o ex-presidente e Marisa avaliaram que o tríplex no condomínio Solaris “não se adequava às necessidades e características da família, nas condições em que se encontrava”.

O instituto afirma que a ex-primeira-dama e Fábio Luís Lula da Silva voltaram ao apartamento quando este estava em obras. O apartamento está em nome da OAS.

A entidade voltou a criticar a decisão do promotor de intimar Lula e sua mulher a depor como investigados. “Além de infundada, a acusação leviana do promotor desrespeitou todos os procedimentos do Ministério Público, pois Lula e Marisa sequer tinham sido ouvidos no processo.”

A Polícia Federal incluiu o tríplex 164-A no rol de imóveis com “alto grau de suspeita quanto à sua real titularidade”.

Boatos

Intitulado “Os documentos do Guarujá: desmontando a farsa”, o comunicado divulgado pelo Instituto Lula afirma que a família do ex-presidente desistiu no ano passado da opção de compra do tríplex 164-A no condomínio Solaris “mesmo tendo sido realizadas reformas e modificações no imóvel (que naturalmente seriam incorporadas ao valor final da compra)”, por causa de “notícias infundadas, boatos e ilações que romperam a privacidade necessária ao uso familiar do apartamento”. A reforma no imóvel de 215 m2, contratada pela empreiteira OAS, custou R$ 777 mil.

O texto, compartilhado neste domingo pela página do instituto no Facebook, afirma que “adversários de Lula e sua imprensa tentam criar um escândalo a partir de invencionices”.

 Fonte: Estadão Conteúdo
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