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Candidatos pedem anulação do pleito para conselheiro tutelar na Justiça

conselheiros-840x577A ação foi protocolada na 1ª Vara da Infância e Juventude e tem a assinatura de cerca de 200 pessoas. Por considerar que faltou lisura no processo, elas pedem novas eleições, com prazo de campanha preservado para os concorrentes.

Os 200 conselheiros tutelares eleitos em outubro ainda não sabem se começam a trabalhar em janeiro de 2016. Um grupo de candidatos que se sentiu prejudicado protocolou ação na 1ª Vara da Infância e Juventude pedindo a anulação do pleito. Os motivos são os mais diversos e vão desde desorganização a falta de isonomia. O processo foi marcado por uma série de suspeitas e irregularidades.

Advogados, candidatos e integrantes da sociedade civil consideram ter faltado lisura no processo. “As urnas eletrônicas não eram emprestadas da Justiça Eleitoral, o que viola uma resolução do Conselho Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente (Conama). Além disso, o tempo de campanha não foi o mesmo para todos os candidatos; enquanto uns tiveram 30 dias, outros tiveram um”, afirma o defensor público federal Kleber Melo, que ajuda o grupo politicamente.

Suspensão
Organizado pela Fundação Getulio Vargas (FGV), o processo eleitoral foi suspenso três vezes, por motivos diversos. Até a véspera da votação, os candidatos e eleitores não sabiam se a eleição seria autorizada pela Justiça. Toda a instabilidade está associada a uma série de outros problemas listados no documento. Entre eles, a existência de um número de votos maior do que o de votantes previstos, baixa quantidade de locais de votação e irregularidades na apuração dos votos, entre outros.

Por isso, eles pedem, além da anulação do pleito, o cancelamento do curso de formação dos eleitos, marcado para 16 de novembro. “Queremos uma nova eleição. Até que ela ocorra, pedimos que a Justiça mantenha os atuais conselheiros para não prejudicar as crianças”, completa Melo.

Com a ação, o grupo de candidatos entregou um abaixo assinado com 7 mil assinaturas. Eles pedem um novo processo devido à falta de informação e distância dos pontos de votação.

Fonte: metropoles.com

Rollemberg deve anunciar esta semana o nome do novo secretário de Segurança

20151109064712428247iEspecialistas defendem que o cargo tenha mais poder e autonomia para garantir o sucesso do combate à criminalidade.

Depois da queda de braço entre o secretário de Segurança Pública, Arthur Trindade, e o comandante-geral da Polícia Militar, coronel Florisvaldo César, que levou à crise na área e à saída do chefe da pasta, a escolha do novo secretário vai exigir muito diálogo com a cúpula das polícias. Insatisfeitos com as relações que o sociólogo Arthur Trindade mantinha com as corporações, representantes do setor pressionam o chefe do Executivo a nomear alguém que, como eles definem, “conheça a segurança pública e saiba integrar as instituições”.

Controlar os atritos constantes entre as polícias Militar e Civil será uma das principais missões do futuro integrante do primeiro escalão. Aliados defendem a indicação de um nome ligado ao PSB nacional

Apesar das críticas internas, especialistas elogiam o trabalho desenvolvido pelo acadêmico e apontam para a dificuldade estabelecida pela Constituição Federal. A lei determina que as corporações devem responder ao chefe do Executivo local, e não ao secretário. O novo espaço a ser preenchido no primeiro escalão surge em um momento problemático para Rodrigo Rollemberg. As negociações com os sindicatos na tentativa de pôr fim às greves, criticadas até por integrantes do PSB-DF, continuam nesta semana. Apesar de a sinalização de pagamento retroativo acalmar algumas categorias, médicos, professores e agentes de trânsito continuam de braços cruzados. Na Câmara Legislativa, projetos de lei para aumentar a arrecadação, considerados pelo GDF como fundamentais para pagar salários e reajustes, repousam nas comissões, pois os distritais obstruem a pauta. Há acordo, inclusive, para não votar nada do Executivo amanhã. Em meio a todo o cenário, o socialista terá que dar atenção redobrada a um setor que apresentava bons resultados durante este primeiro ano de gestão. O número de homicídios, por exemplo, caiu 14% em 2015. Diante das dificuldades de agradar tanto à Polícia Civil quanto à Polícia Militar e com a dificuldade de encontrar nomes do DF, Rollemberg pode nomear alguém ligado ao PSB nacional, de preferência algum profissional oriundo de Pernambuco, onde o Pacto pela Vida trouxe bons resultados.

Na visão do coronel José Vicente da Silva Filho, ex-secretário Nacional de Segurança Pública, Rollemberg deve se espelhar ainda mais no ex-governador pernambucano Eduardo Campos (PSB, morto em 2014), principal influência do programa governamental Viva Brasília com o Pacto Pela Vida. “Não consigo imaginar um perfil de secretário enquanto as polícias tiverem excessiva autonomia. Rollemberg deve seguir o exemplo do correligionário dele, Eduardo Campos, e se reunir pelo menos uma vez por mês com os comandantes das corporações”, comparou. Para o especialista, o chefe do Executivo não deveria ter recebido uma representação de coronéis da Polícia Militar em casa. “O trabalho do Arthur era positivo. Rollemberg demonstrou fraqueza e falta de autoridade. Ele tinha que receber somente o secretário, transformá-lo em um protagonista, tentar dar prestígio e condições para um trabalho continuado”, disse. E concluiu: “O comandante Florisvaldo César mostrou insubordinação e deveria ser substituído. Rollemberg precisa recomeçar do zero.”

Fonte: Correio Braziliense

Por 2016, PMDB quer distância de Dilma

20151109113436Na estratégia definida pela cúpula peemedebista, o congresso do partido, no próximo dia 17, será o primeiro grande gesto público dessa movimentação, que tem o objetivo de manter a presidente sob pressão.

Apesar de ter sido contemplado com sete ministérios na reforma ministerial promovida pela presidente Dilma Rousseff em outubro, o PMDB deflagrou nos últimos dias um movimento de descolamento da atual gestão. O partido, que tem como presidente nacional o vice-presidente Michel Temer, quer se diferenciar da petista na área econômica.

Na estratégia definida pela cúpula peemedebista, o congresso do partido, no próximo dia 17, será o primeiro grande gesto público dessa movimentação, que tem o objetivo de manter a presidente sob pressão.

O PMDB não quer entrar nas eleições municipais do ano que vem com o carimbo de aliado preferencial do PT e sócio da crise econômica e política.

Em caráter reservado, um integrante da cúpula peemedebista que integra o governo definiu dessa forma o objetivo do encontro: “Apresentaremos um programa para disputarmos as eleições de 2016 e 2018. Mas também precisamos ter um programa para o caso de termos que assumir o poder”.

Para evitar retaliações do Palácio do Planalto, representantes da ala governista do PMDB evitam tratar do assunto abertamente e dizem apenas que o congresso não terá a prerrogativa de tomar qualquer decisão sobre a manutenção ou rompimento oficial do partido com a presidente Dilma Rousseff. Essa definição, porém, acontecerá em março, na convenção nacional do partido.

Sem filtro

Os “aliados” do governo esvaziaram as prerrogativas do encontro, mas permitiram que o evento do próximo dia 17 fosse formatado para constranger o governo. Segundo um dirigente do partido que está envolvido na organização do encontro, o microfone estará aberto e todos os presentes poderão votar nas moções que serão apresentadas ao documento-base.

Sem o filtro da escolha dos participantes por meio da eleição de delegados na base, a ala dissidente está livre para mobilizar suas claques. A organização do congresso e a redação do seu texto-base, intitulado “Uma ponte para o futuro”, ficaram a cargo de um ex-ministro peemedebista que hoje é crítico à política econômica do governo: Moreira Franco, presidente da Fundação Ulysses Guimarães. “Queremos não só unificar o partido, mas reunificar o País. O compromisso do PMDB não é com A, B ou C (partido ou governo) é com o Brasil. Para reunificar, só com um programa de intervenção na vida econômica e social”, diz ele.

Ainda segundo Moreira Franco, a crise econômica está se tornando “incontrolável” e a situação é “explosiva”. “Temos que ter a dimensão da gravidade.”

O senador Valdir Raupp (RR), vice-presidente do PMDB, diz que alguns pontos divergentes do documento, classificado por ele como “duro” contra o governo, precisam ser reajustados, e que os dissidentes “ainda” não são maioria.

Por outro lado, ele sinaliza claramente o desejo de evitar os efeitos colaterais de ser aliado preferencial de Dilma. “Um partido que sempre defendeu as causas populares não pode enveredar para a direita.” Ainda segundo o senador, o PMDB também está em busca de retomar suas “origens”. “Está na hora de voltar às origens das grandes lutas. Um partido com a idade do PMDB, 50 anos, precisa começar a discutir uma candidatura própria à Presidência em 2018. Esse sentimento é unânime”, afirma Raupp.

O senador Romero Jucá (RR) diz que o encontro vai definir um “roteiro” para o Congresso decisivo do partido em 2016. “Após o encontro de novembro, o documento será debatido nos Estados e municípios até o congresso, que pode ser antecipado para antes de março.” Ainda segundo Jucá, o documento será uma posição “clara” sobre economia e questões sociais. O congresso do PMDB também discutirá mudanças no estatuto do partido e as estratégias para as eleições 2016.

 Fonte: Estadão Conteúdo

Convidados 09/11: Izalci, Deputado Federal, e Alex Dias

O Deputado Federal Izalci e o Alex Dias do Programa Tendências e Negócios, serão os entrevistados de hoje no programa Conectado ao Poder, na rádio OK FM. Sintonize 104,1 FM e ouça das 20h às 21h.9d11

Investimento, planejamento e o avanço nas obras em Novo Gama

IMG_9688Mesmo com a crise financeira em que o país se encontra, o Governo Municipal tem se empenhado para trazer melhorias para saúde e para a educação do Novo Gama. O município conta com a construção de duas Unidades Básicas de Saúde (UBS), nos bairros Mont Serrat e Residencial Paraíso e quadro creches nos bairros: Vale do Pedregal; Residencial Alvorada; Novo Gama e Residencial Paraíso.

Em agosto, a prefeitura concluiu a construção da UBS do Mont Serrat. A unidade agora aguarda licitação para a compra de equipamentos e a contratação de pessoal. Já a UBS do Residencial Paraíso está com as obras 90% concluídas. Com isso a população poderá contar com diversos atendimentos de saúde de qualidade.

Os investimentos e o planejamento também podem ser observados nas obras das creches do município. Hoje, as quatro unidades em fase de construção estão com as obras avançadas sendo que uma delas está 90% concluída.

A prefeitura informa que a previsão de inauguração das obras é para o 1º semestre de 2016.

Fonte: novogama.go.gov.br

Campanella tem 30 dias para explicar irregularidades no passe livre estudantil

Michael Melo/MetrópolesO ex-diretor do DFTrans Marco Antônio Campanella tem 30 dias para explicar ao Tribunal de Contas do Distrito Federal (TCDF) sobre a omissão de documentos relativos ao controle e à utilização do passe livre estudantil.

A decisão foi publicada no Diário Oficial do DF desta quarta-feira (4/11). Segundo o texto, o edital de Comunicação de Audiência saiu no DODF pois não foi possível localizar Campanella. A reportagem do Metrópoles entrou em contato com o ex-diretor do DFTrans, que afirmou desconhecer as tentativas de encontrá-lo. “Não sabia dessa citação no edital. Provavelmente, eles foram ao meu endereço antigo. Já avisei que mudei, mas deve ser isso”, afirmou.

O TCDF já havia aplicado multa de R$ 3 mil ao ex-diretor por negar o fornecimento de contratos, inviabilizando a fiscalização do processo.

Reprodução/Diário Oficial do DFCPI do transporte

Em outubro passado, Campanella foi ouvido na CPI do Transporte, da Câmara Legislativa, por suposto envolvimento no processo que investiga irregularidades em contratos do transporte público do DF. O ex-diretor do DFTrans deu poucas informações sobre o processo de licitação do atual sistema de transporte do Distrito Federal.

Campanella afirmou que o órgão que comandava não teve participação ativa na concorrência e que só fornecia informações técnicas à Secretaria de Transporte, responsável por todo o processo.

Em 2008, o ex-governador José Roberto Arruda fechou contrato com o Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), no valor de US$ 176,7 milhões, para a execução do Programa de Transportes Urbanos do DF. Na época, o GDF entrou com uma contrapartida de US$ 93,1 milhões. Em seguida, a Secretaria de Transportes contratou a empresa de consultoria Arcadis Logos Engenharia, por R$ 19,3 milhões, para produzir relatórios técnicos destinados à elaboração do edital de licitação.

Fonte: Metrópoles

Proposta que permite dar ações da CEB, Caesb e BRB como garantia a grupos privados é rechaçada por servidores e deputados

Michael Melo/MetrópolesA reação foi imediata. Se depender dos sindicatos que representam os servidores do Distrito Federal e dos deputados distritais, o Governo do DF não vai conseguir colocar as ações das empresas públicas, entre elas CEB, BRB, Caesb e Terracap, como garantia nos contratos das parcerias público-privadas. Ouvidos pelo Metrópoles, alegam que foram pegos de surpresa com a proposta e reforçam que a medida não passa de “um golpe” do Palácio do Buriti para se desfazer do patrimônio público.

Diretor do Sindicato dos Trabalhadores da Caesb (Sindágua), Itamar Nunes Martins, rechaça a medida: “Somos contra qualquer proposta que derrube as empresas públicas do DF. Mexer com a Caesb, CEB, BRB é inaceitável. Isso foi um golpe de final de ano do governo. Vamos batalhar para que isso nem entre na pauta”.

Da mesma forma pensa Cícero Rola, secretário-geral do Sindicato dos Servidores do DF (Sindser). “Não vamos permitir a venda do bem público com a desculpa de fechar acordo com empresa privada”, alerta. Para ele, a proposta foi camuflada de forma proposital em outro projeto.

É uma proposta submarina. O governo coloca uma proposta dessa, com essa dimensão, em um projeto que trata de outro assunto. Vamos até o fim contra isso. 

Cícero Rola, do Sindser

A autorização para transferir a participação acionária do GDF nas empresas públicas, caso o governo descumpra os contratos firmados nas PPPs, está prevista no Projeto de Lei nº 738, enviado pelo Executivo à Câmara Legislativa. Ele prevê a desafetação de áreas públicas para que possam ser vendidas e reforçar o caixa do tesouro local. A proposta tem 14 artigos e apenas um deles diz respeito ao aval para que as ações sejam dadas como pagamento a grupos privados.

Má-fé

Na Câmara Legislativa, o governo também terá dificuldades para conseguir aval dos distritais. Para o deputado Rodrigo Delmasso (PTN), não tem conversa: “Apresentarei uma emenda para suprimir esse artigo. A proposta deve ser tratada com mais detalhamento”. O distrital Chico Leite (Rede) acha estranha a forma como a proposta foi apresentada. “Dispositivos como esse, que consideramos submarinos, exigem maior atenção”. Outros parlamentares falam em “má-fé” do Palácio do Buriti.

 

Robério Negreiros (PMDB), relator do Projeto de Lei 738 na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), afirma que a ação do Executivo só reforça o famoso “jeitinho brasileiro” para lidar com as coisas. “Não é a primeira vez que o governador encaminha projeto para abrir mão das ações do GDF. Não aceitamos. Agora, da forma que veio, é quase uma pegadinha”, disse.

Privatização


Kelly Almeida/MetropolesCláudio Abrantes (Rede) protocolou, na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), emenda para retirar o artigo do projeto. “A emenda deixa a porta aberta para privatizações. E privatização não implica melhoria do serviço. Além disso, os servidores dessas empresas precisam ser ouvidos, pois serão diretamente afetados.”

Congresso Nacional

A “proposta submarina”, como foi batizada, repercutiu até no Congresso Nacional. A deputada federal Érika Kokay (PT) acredita que a medida é uma “volta envergonhada e nebulosa de um projeto que o governo já retirou”. Até mesmo entre aliados, o discurso é de cautela. “É um assunto importante e deve ser discutido com muita transparência”, diz o deputado Rogério Rosso (PSD), cujo partido integra a base aliada de Rodrigo Rolllemberg (PSB).

O que chama a atenção dos parlamentares e especialistas é que o artigo não estabelece limites para a transferência do controle acionário. Nem estabelece quais empresas públicas podem ser envolvidas na operação, já que inclui até as que estão em processo de liquidação e aquelas não controladas 100% pelo GDF. “É assinar um cheque em branco. O governo pode alegar dificuldade financeira, que precisa de recursos, e entregar o patrimônio”, avalia o professor de Economia da Universidade de Brasília (UnB) Roberto Piscitelli.

Não é a primeira vez que o Buriti pede autorização para abrir mão das ações do GDF. No primeiro semestre deste ano, ele enviou aos deputados distritais projeto para vender até 49% de participação no controle acionário das empresas públicas. Com isso, esperava arrecadar cerca de R$ 2,5 bilhões. A proposta foi rechaçada por representantes de sindicatos dos servidores e pelos parlamentares, sendo retirada de pauta.

O outro lado

O secretário-adjunto de Planejamento, Renato Brown, nega que seja uma manobra para privatização das empresas. “Está longe disso, já que a participação será minoritária, sem transferência de controle acionário”, justifica.

De acordo com ele, em um primeiro momento, apenas CEB e BRB entrarão: “Estamos colocando apenas o limite acionário. Do BRB, que o governo tem 95%, seriam, no máximo, 44%. Na CEB, dos 73% das ações, seriam 20%”, ressaltou. O único artigo do projeto, no entanto, não estabelece os percentuais das ações que seriam transferidas como garantia.

Fonte: Metrópoles

Mudança no comando da Administração Regional de Águas Claras

16776556613_1b70c5557e_b-840x577Mudança no comando da Administração Regional de Águas Claras. Sai Patrícia Veiga Fleury de Matos e entra o empresário Manoel Valdeci Machado Elias. A troca, que pegou muita gente de surpresa no próprio Palácio do Buriti, está publicada na edição desta sexta-feira (6/11) do Diário Oficial do DF.

Servidora de carreira do GDF, como Analista de Planejamento e Gestão Urbana do DF e moradora de Águas Claras desde 2006, Patrícia foi chefe da Assessoria de Planejamento e Ordenamento Territorial de Águas Claras e responsável pela elaboração de projetos arquitetônicos e urbanísticos da cidade.

Mas a ex-administradora não vai ficar muito tempo sem emprego. Tem um cargo reservado para ela na Secretaria de Gestão de Territórios e Habitação. “Por ser arquiteta, estou indo para agregar. Vou ajudar a equipe. Está tudo fechado com o governador e o secretário”, disse ela ao Metrópoles.

Patrícia era uma indicação da deputada distrital Telma Rufino (sem partido), que mantém o “controle” na RA com a escolha do substituto.

Manoel Valdeci Machado Elias é vice-presidente da Indústria da Associação Comercial e Industrial de Águas Claras (Aciac) e conta com o apoio do setor empresarial da cidade. Na RA ele é conhecido por “Valdeci da ADE”.

Plano Piloto

Outra mudança nas administrações regionais ocorreu no Plano Piloto. Marcos Pacco foi formalizado no cargo na noite desta quinta (5). Pacco comandou a antiga Secretaria de Desenvolvimento Humano e Social, que se uniu às Secretarias do Trabalho e do Empreendedorismo, e de Políticas para as Mulheres, Igualdade Racial e Direitos Humanos, após a reforma administrativa.

Fonte: Metrópoles

Veja categorias paralisadas e serviços afetados por greves no DF

buritiDesde que o governador Rodrigo Rollemberg anunciou a suspensão dos reajustes concedidos de forma escalonada em 2013, diversas categorias do funcionalismo público entraram em greve no Distrito Federal. A medida foi tomada sob a alegação de falta de dinheiro em caixa para os repasses. O impacto até o final do ano seria de R$ 400 milhões, de acordo com o Executivo (veja abaixo as paralisações em andamento).

O governador chegou a apresentar um plano para pagamento dos reajustes a partir de outubro do ano que vem, que desagradou servidores. Parte só voltou ao trabalho depois de a Justiça decretar os atos ilegais, como agentes penitenciários, servidores do sistema socioeducativo e funcionários do Hemocentro.

A suspensão dos reajustes integra um pacote anticrise, que traz ainda aumento nas tarifas de ônibus e metrô, implantação de um plano de demissão voluntária nas empresas públicas, aumento de impostos e nos valores de entrada do zoológico e dos 13 restaurantes comunitários. O DF tem 141 mil servidores públicos.

GREVES EM ANDAMENTO

Médicos

A categoria entrou em greve no dia 8 de outubro, junto com diversos outros servidores públicos. O sindicato disse não ter uma estimativa da adesão. Ao todo, a rede pública tem 4,6 mil profissionais. A parcela de reajuste salarial suspensa tinha índice de 5%.

Com a paralisação, atendimentos ambulatoriais e cirurgias eletivas estão suspensas. Médicos também pedem fiscalização de programas de residência, reestruturação do plano de carreira, garantia de medicamentos e insumos necessários ao trabalho, respeito à fila de transferência dos profissionais e pagamento de horas extras.

A greve foi considerada ilegal pela Justiça.

Professores

A categoria entrou em greve no dia 15 de outubro. Segundo o sindicato, 70% dos 33 mil servidores estão parados. A parcela de reajuste salarial suspensa tinha índice de 3,5%.

Com a paralisação, as aulas nas escolas públicas, técnicas centros de língua e escola de música estão suspensas. Professores também pedem o pagamento integral do 13º de  novatos e o respeito à jornada de trabalho.

A greve foi considerada ilegal pela Justiça.

Professores votam manutenção da greve por suspensão de reajuste salarial no DF (Foto: Gabriel Luiz/G1)

Agentes do DER

A categoria entrou em greve no dia 8 de outubro, junto com diversos outros servidores públicos. O sindicato não tem estimativa de quantos funcionários aderiram à paralisação.  A parcela de reajuste salarial suspensa tinha índice de 6,77%.

Com a greve, houve a suspensão da reversão de faixas e de fiscalizações de trânsito. A greve não foi judicializada.

Agentes do Detran

A categoria entrou em greve no dia 27 de outubro. O sindicato afirma que 100% dos 1,3 mil servidores aderiram à paralisação. Eles cobram o reajuste suspenso, de 5%.

Com a greve, os serviços de vistoria de veículos, emissão de documentos, fiscalização de trânsito, apreensão e liberação de veículos, processos de obtenção de renovação de CNH e análise de recursos de multas estão suspensos.

A categoria pede ainda que o pagamento seja feito no dia 30, em vez do 5º dia útil do mês; redução da jornada de trabalho de 40 horas para 30 horas; reforma e modernização de instalações; fornecimento de coletes balísticos; e reajuste na gratificação de titularidade.

A greve não foi judicializada.

Metroviários

A categoria entrou em greve no dia 3 de novembro. De acordo com o sindicato, 75% dos 1,2 mil trabalhadores estão parados. Eles cobram o reajuste suspenso, de 9%.

Com a paralisação, o serviço passou a funcionar parcialmente: 60% dos trens rodam e apenas no horário de pico – entre 6h e 9h e entre 17h30 e 20h30. Os metroviários pedem ainda a convocação dos aprovados no concurso de 2013; execução dos projetos de modernização do sistema; e redução do número e valor de contratos de terceirização.

A categoria se reuniu com a direção da empresa para audiência de conciliação no dia 4 de novembro. Não houve acordo.

Cartazes anunciam greve na estação do Metrô em Águas Claras (Foto: Gabriel Luiz/G1)

Servidores do Na Hora

A categoria entrou em greve no dia 8 de outubro, junto com os outros servidores públicos. Com a paralisação, estão suspensas a emissão de carteiras de identidade, consultas a processos em 15 órgãos do GDF e emissão da 2ª via de contas. O ato não foi judicializado.
Músicos da Orquestra Sinfônica

A categoria entrou em greve no dia 8 de outubro, junto com outros servidores públicos. O sindicato disse que não tem estimativa de quantos estão parados. Eles cobram o pagamento do reajuste suspenso, de 8,93%. A greve não foi judicializada.

Servidores de atividades culturais

A categoria entrou em greve no dia 8 de outubro, junto com outros servidores públicos. O sindicato disse que não tem estimativa de quantos servidores estão parados.

Os funcionários cobram o pagamento do reajuste suspenso, de 12,23%. Com a greve, estão suspensos trâmites na Secretaria de Cultura, como análise de projetos. A greve não foi judicializada.

Servidores da Novacap

A categoria entrou em greve greve no dia 3 de novembro, mas, diferentemente das outras, não cobra o pagamento de reajustes salariais. Os servidores pedem reposição inflacionária, que dizem ser de 10%.

De acordo com o sindicato, 80% dos 2,2 mil servidores aderiram à greve. Com a paralisação, estão suspensas podas e recuperação de asfalto. A greve não foi judicializada.

Fonte: G1

Sessão Solene homenageará os 15 anos do Sol Nascente

convite dep qddO Setor Habitacional Sol Nascente, em Ceilândia, chega ao seu 15° aniversário de fundação e para comemorar, a Câmara Legislativa irá até à cidade, prestar homenagem com uma Sessão Solene, proposta pela deputada Luzia de Paula (Rede Sustentabilidade).

O evento será realizado nesta sexta-feira, dia 6 de novembro, às 19 horas, na Fazenda Recreio, na entrada da feira do produtor, chácara 142.

No sábado (7), vários órgãos públicos, a prefeitura comunitária e diversas empresas da cidade realizarão uma ação social na avenida central, quadra 501, condomínio novo horizonte, trecho 1, entrada pela feira do produtor, abaixo da fazenda recreio.

O evento contará com aferição de pressão, teste de glicemia, divulgação da prevenção do mosquito da dengue, orientação sobre DST, orientação nutricional, consulta previa da pressão ocular, orientação sobre os cuidados dos olhos, medição da massa corpórea IMC, primeiros socorros, campanha de educação no trânsito, orientação jurídica, presença do conselho tutelar, apresentação de dança e da bateria nota show. E para as crianças terá pula pula, guerra de cotonete, futebol de sabão, cama elástica e tobogã.

Luzia de Paula fez questão de homenagear a cidade e seus moradores. A parlamentar é moradora de Ceilândia a 40 anos. “Vamos levar a Câmara Legislativa para a comunidade. Me dedico a homenagear cada setor, pois a Ceilândia é muito grande e cada região tem características próprias. Desta forma todos são contemplados”, finaliza Luzia de Paula.

Fonte: luziadepaula.com.br

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